Rebecca ganhou de Santiago um quarto confortável, ela não imaginava que naquele hotel caindo aos pedaços pudesse existir algo daquela magnitude, mas existia.

O único problema é que a fiação era velha e ela não tinha luz ou agua quente, então ela acendeu algumas velas e tomou um banho frio.

Quando saiu de seu banho enrolada em uma toalha preta que uma das vampiras havia trazido, surpreendeu-se ao encontrar Santiago sentado em sua cama.

– Parece muito confortável assim, só de toalha.

A cabeça de inclinou-se para o lado, observando Rebecca.

– Eu fico mais confortável sem – ela sorriu. – O que quer aqui?

– Achei que fosse querer saber sobre a crise de Clary com a mãe dela.

Rebecca aproximou-se do vampiro com passos sensuais.

– Crise, é?

– É.

Ela inclinou-se para Santiago, que imediatamente tomou os lábios de Rebecca nos dele. Ela já havia beijado um vampiro antes, era frio, tenso e maravilhosamente perigoso.

Rebecca sentou-se no colo de Santiago e sentiu quando a mão do vampiro apertou sua cintura, colando os corpos deles. O vampiro deixou descer suas presas e passou pelos lábios dela, Rebecca gemeu no colo de Santiago.

Ele lembrava muito de Sebastian, pelo menos na parte do beijo, ambos eram frios, sensuais e exigiam um beijo forte e impunham um ritmo obsceno.

– Sabe como eu fico mais confortável?

Ele negou com a cabeça. Sua boca explorava o pescoço de Rebecca, ela levantou do colo de Santiago.

– Sem nada.

Rebecca deixou cair a toalha, expondo seu corpo para Santiago. Os olhos dele queimaram com desejo.

– Posso ver por que.

Rebecca sentia seu corpo reagir as caricias de Santiago, realmente ele era habilidoso no que fazia. Aprofundando as caricias sabia, o vampiro sabia bem o ponto onde a excitaria mais e de alguma forma a vontade que ele sentia agora era de vê-la enlouquecida.

Rebecca segurava-se firme nos lençóis, com uma das mãos Santiago separava as partes internas da feminilidade de Rebecca dando-lhe abertura mais profunda para que a tocasse com a língua em seu interior.

Rebecca sentia o corpo quente.

Abandando-lhe o órgão, retoma a seus seios, hora mordiscando-os, hora sugando-os, Rebecca gemia.

Tomando a mão de Rebecca novamente ele a faz toca-lo.

– Agora e sua vez sabe o que fazer, me masturbe.

Com as mãos firmes ela começa a movimentar-se sobre o membro dele,os gemidos de Santiago se tornavam cada vez mais fortes, parecidos com pequenos urros.

O vampiro apertava com força a cintura de Rebecca, enquanto respirava ofegantemente, estava quase em seu limite.

Santiago puxa Rebecca para um beijo quente, obrigando-a a deixar seu membro. Depois ele fica novamente sobre ela e abre as pernas da garota, expondo sua feminilidade.

– Está molhada – ele sussurrou no ouvido de Rebecca – Eu vou te devorar até você se sentir exausta.

Ajoelhando-se entre as pernas de Rebecca , Santiago toma seus pulsos pressionando-os contra a cama, enfim ela seria dele.

Soltando seus pulsos deslizou seus dedos ate encontrar os dedos de Rebecca entrelaçando-os os segurou não com força, mas com firmeza, ficou assim por alguns instantes.

Com os olhos fechados Rebecca sente a mão de Santiago tocar seu rosto suavemente com as pontas dos dedos, delineando o contorno de seus lábios.

Suavemente ela sente os lábios carnudos de Santiago tocar os seus apanhando-os com delicadeza iniciou um beijo suave.

Soltando seus pulsos Santiago toca sua cintura deslizando pelas suas pernas.

Ele coloca seu membro na entrada de seu corpo introduzindo-o vagarosamente.

O vampiro foi cuidadoso e carinhoso no inicio, algo que deixava Rebecca pensando em quem era Santiago. Mas depois ele enfiou-se todo dentro dela e com força, ela sentiu-se sendo partida em duas enquanto ele estocava nela como um animal.

Adentrando-a rapidamente mantinha uma sequencia de idas e vindas firmes, a sensação que tinha era maravilhosa, a cavidade úmida e quente o envolvia, pressionando seu membro o fazia ensandecer-se.

Rebecca sentia-o com força e gemia enlouquecidamente abaixo do vampiro, suas unhas cravaram-se fundo na pele dele.

Os gemidos de Santiago logo tomaram todo o quarto agarrando uma das coxas de Rebecca a apertava com firmeza hora saia e entrava rapidamente hora se segurava dentro dela.

– Eu vou gozar, querida – ele sussurrou no ouvido de uma Rebecca ensandecida – E quero que goze comigo.

Naquele momento Rebecca podia ter deixado o mundo explodir e nada mais importaria. Santiago despejou seu liquido dentro dela, como todo vampiro ele era estéril e não haveria riscos, depois ela gozou com ele ainda dentro dela.

Santiago rolou para o lado e Rebecca fechou os olhos, estava exausta.

...

– Isabelle, o que você vai fazer? – perguntou Clary.

– Estou indo embora. Vou me juntar às irmãs de ferro.

Clary não podia acreditar naquilo. Isabelle havia perdido os dois irmãos e recentemente sua mãe entrara em um coma profundo, ela até podia entender que a amiga passasse por uma situação ruim, mas ir embora era outra coisa.

As Irmãs de Ferro produziam as armas dos Caçadores de sombras e eram uma entidade reclusa do mundo, Clary nem sabia como encontra-las.

– Pense em Jace, em todo mundo que te ama, Izzy...

– TODO MUNDO QUEM? – gritou Isabelle – MEUS PAIS ESTÃO SEPARADOS, MINHA MÃE ESTÁ MORRENDO E MEUS DOIS IRMÃOS MORRERAM. QUEM ME AMA?

Isabelle começou a chorar novamente, chorar era uma coisa que a caçadora de sombras fazia muito ultimamente. Enquanto Clary a abraçava e tentava acalma-la, ela pensou em quando conheceu Isabelle, ela era tão bonita e forte que Clary teve inveja dela. Mas agora Izzy era apenas uma sombra do que fora.

– Tudo bem, nós te amamos.

Ela balançou a cabeça.

– Você e Jace tem um ao outro, eu não tenho ninguém nesse mundo. E nada pode mudar isso.

Nisso Clary não podia discordar. Isabelle sai dos braços de Clary e fechou a mochila cheia de roupas, ela colocou a mochila nas costas e desceu as escadas com Clary em seus calcanhares.

– Vai mesmo fazer isso, Izzy? – perguntou Jace.

– Vou. Eu preciso. Por favor, não me impeça, eu nunca te impedi de fazer nada.

Jace ficou parado como uma estatua no meio da sala de estar, ninguém poderia segurar Isabelle enquanto ela saia pela porta. Nenhum deles suportava ouvir Isabelle chorando a noite inteira e fingir que ela poderia ficar bem, talvez o melhor para ela fosse ir.

– É tudo culpa daquela garota! – gritou Jace.

Ele virou a mesa de centro e chutou o sofá até que este também virou, Clary correu para acalma-lo.

– Jace! Por favor.

– Você não entendeu Clary! – ele a segurou pelos ombros – Ela acabou com a nossa família, aquela vadia destruiu nossas vidas.

– Eu sei, Jace. Você vai mata-la, vai se vingar.

– Vingar? – Jace sorriu tristemente. – Não. Rebecca quer vingança e veja onde estamos, eu quero apenas sair de tudo isso e ficar com você, porque você é a única coisa que me resta nesse mundo e eu te amo.

– Eu também amo você Jace.

– Então case comigo.

Clary ficou boquiaberta.