A Little Piece Of Heaven
9 Capítulo 8
Notas iniciais
- Segundo, eu sei que esse capítulo ficou ruim, mas preferi postar assim mesmo pois acho injusto deixar vocês tanto tempo sem algo novo.
- Vou começar as cobranças: leitores fantasmas apareçam, nem que sejam para deixar críticas ok? Leitores que me deixaram, voltem por favor! * chora * Leitores que me acompanham desde o começo e sempre mandam reviews muito obrigada!
- Queria mandar um beijo especial para a Marida do Synyster, kikishadows , Ana Sabaku no Gaara , A outra do Brian , maarysargi e Natália Sanders. Eu amo responder os reviews de vocês e fico feliz que estejam gostando!
- Vou parar de falar aqui que ficou grande e-e
Espero que gostem e boa leitura ;*
Julliet e McKenna ficaram conversando durante o resto da aula e no decorrer de todas as outras, contando situações engraçadas, coisas da vida e tudo mais. Quando o sinal indicando o horário de almoço tocou, as duas meninas se dirigiram para o refeitório, McKenna pegou somente um iogurte, Julliet andou por toda a extensão do balcão com o nariz franzido de desgosto.
- Não tem nada que não pareça que foi mastigado por uma vaca! Isso é nojento!
- Pois é, desde que o novo diretor assumiu ele só coloca essas porcarias, é mais barato.
- Que filho da puta.
Julliet pegou uma maçã somente e as duas se dirigiram para o jardim da escola, Julliet seguiu McKenna até uma árvore meio afastada da multidão e se sentaram à sombra da mesma. Julliet logo devorou sua maçã e McKenna fez o mesmo com o seu iogurte.
Julliet colocou a mão no bolso de trás de sua calça e tiú de lá um cigarro e um isqueiro de metal. Ela levou o cigarro aos lábios e o acendeu dando um longo trago em seguida. Muitos alunos que estavam por ali pararam o que estavam fazendo para observar Julliet: alguns a fitavam com interesse, outros estavam pasmos com a atitude dela escola lá era lugar pra se fumar?! Os alunos mais conservadores a olharam com desgosto e reprovação e as patricinhas sem cérebro a olharam com nojo deveriam estar se perguntando quem era aquela coisa e como deixaram que Julliet estudasse ali.
A menina lentamente formou uma nuvem de fumaça acima de sua cabeça, sorriu e olhou para McKenna ignorando os olhares que estava recebendo.
- Quer?
- Não, não.
- Tuuudo bem então. – Julliet deu uma longa tragada consumindo até quase a metade do cigarro. Ela o jogou na grama e pisou em cima para apagá-lo.
- Você é doida!
- E ser normal por acaso tem graça?
- Não, nem um pouco! – elas riram.
Nesse momento o olhar de McKenna se fixou em outro lugar, o riso deu lugar a um rosto extremamente corado e envergonhado, Julliet olhou na direção do olhar de McKenna e viu que um menino estava vendo em direção a elas. Ele era moreninho, com cabelos escuros, muito fofo por sinal.
- Oi Kenna! – disse o menino já bem próximo de nós.
- O-ooi. – ela gaguejou, Julliet se segurou para não rir da menina, como alguém podia ter coragem de confrontar desconhecidos, mas não conseguir “enfrentar” um menino direito?!
- Como você está? – Disse ele se sentando no chão junto das meninas, mas mais próximo de McKenna, Julliet olhava de um rosto para o outro já sentindo que havia ali no meio sem precisar que eles colocassem tudo em palavras.
- Bem e você?
- Ótimo. – ele se virou para Julliet – Ahn, e você quem é?
- Julliet.
- Sou o Arin. – o menino sorriu e estendeu a mão para cumprimentar Julliet que segurou a mão do menino e a sacudiu levemente – Então Kenna, como vão as coisas pra sábado?
- Estão ótimas, ahn, está tudo acertado, a Julliet vai fazer o cenário e tudo fica concluído.
- Que bom então, estou doido para chegar sábado.
- E-eu também.
- Ei, posso ir nesse show? – Julliet perguntou.
- Claro que pode! Você DEVE ir! Afinal é você quem vai fazer o painel, tem o direito de estar presente na hora da sua obra ganhar vida.
- Ok então! Quanto é a entrada?
- É de graça... Pra quem é convidado da banda, ser irmã de um dos integrantes tem lá suas vantagens.
- Vantagens do tipo, abusar da boa vontade dos seus familiares?! – perguntou Arin para irritar.
- Se fode moleque. – Arin começou a gargalhar – Julliet eu vou falar com os meninos assim que sair daqui, se eles concordarem eu ligo para você e você começa no painel hoje mesmo, ele é imenso.
- Por mim tudo bem, onde esse painel tá?
- Ele está nos fundos do bar em que vai ser o show, os materiais já estão todos lá, é só chegar e falar que foi arrumar as coisas do show, seu nome nessa altura já deve estar na lista de pessoas autorizadas.
- Ui, me senti poderosa agora. – ela riu.
- Julliet você é nova não é? Nunca te vi andando com essa baixinha aqui nem pela escola.
- Sou sim, hoje é meu primeiro dia.
- Seja bem vinda.
- Valeu. – Julliet pegou o cantil que estava em seu outro bolso, desatarraxou a tampa e tomou um longo gole de whisky e depois ofereceu. Arin recusou, mas McKenna veio quase arrancando o cantil de Julliet das mãos dela.
- Ei menina, calma, não é a ultima dose existente no mundo não! – Julliet e Arin riram – Se quiser pode virar tudo.
- Valeu.
- Você tem quantos anos hein menina? – perguntou Julliet.
- 14.
- E já bebe assim? – falou Arin espantado.
- Claro.
- Nem posso te julgar, comecei a beber aos 12.
- Vocês duas são loucas.
- De que adianta a vida sem um pouco de loucura? – disse Julliet.
- Concordo com a Julliet, e Arin, isso já é de família, é uma benção! – McKenna falou um pouco alto, já se alterando levemente.
- Que benção mais útil! – disse Arin sarcástico.
- E não é? – riu McKenna – VIVA OS HANEEEEEEER! – ela gritou bem alto com os braços pra cima, chamando a atenção de todos a sua volta.
- Você é bem fraquinha hein. – comentou Julliet.
- Não, esse é o estado normal dela, não queira ver essa garota chapada, é um fenômeno raro, graças aos céus!
- Sério? McKenna eu preciso te ver chapada!
- Quando os meninos forem lá em casa passar o dia eu te chamo, aí você vai ver o que é ficar chapado de verdade.
- Tô dentro.
Eles continuaram conversando, rindo e bebendo até a hora em que bateu o sinal anunciando o final do horário de almoço. Arin foi para a sala dele e as meninas voltaram para a delas. McKenna passou quase todo o trajeto calada, ela estava visivelmente envergonhada por conta de seu comportamento.
- Eu percebi.
- O que?
- Não se faz de sonsa.
- Não tô fazendo nada.
- Eu vi o jeito que você olha pra ele.
- Eu?
- Não a vaca da esquina! Claro que é você, você fica alterada quando ele está por perto.
- NÃO FALA MERDA PORRA!
- É, definitivamente gosta dele.
- Tudo bem, eu... eu gosto dele demais, só não sei se, vale a pena...
- Olha, ele parece ser bem legal e ele te da atenção, já são dois pontos a favor e nenhum contra, pra mim você deveria tentar.
- Acha mesmo?
- Sim.
- Tudo bem então, agora como?
- Isso é com você querida.
Elas entraram na sala de aula e resolveram prestar atenção na aula, não que elas realmente quisessem algo com a matéria que estava sendo dada, na verdade elas estavam com a mente vagando, quase babando pelo professor que estava em sala no momento.
Notas finais
Beijos, amo vocês minhas jujubinhas de morango *O*
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