Notas iniciais
- Primeiramente, perdão pela demora em postar.
- Segundo, eu sei que esse capítulo ficou ruim, mas preferi postar assim mesmo pois acho injusto deixar vocês tanto tempo sem algo novo.
- Vou começar as cobranças: leitores fantasmas apareçam, nem que sejam para deixar críticas ok? Leitores que me deixaram, voltem por favor! * chora * Leitores que me acompanham desde o começo e sempre mandam reviews muito obrigada!
- Queria mandar um beijo especial para a Marida do Synyster, kikishadows , Ana Sabaku no Gaara , A outra do Brian , maarysargi e Natália Sanders. Eu amo responder os reviews de vocês e fico feliz que estejam gostando!
- Vou parar de falar aqui que ficou grande e-e
Espero que gostem e boa leitura ;*

Julliet e McKenna ficaram conversando durante o resto da aula e no decorrer de todas as outras, contando situações engraçadas, coisas da vida e tudo mais. Quando o sinal indicando o horário de almoço tocou, as duas meninas se dirigiram para o refeitório, McKenna pegou somente um iogurte, Julliet andou por toda a extensão do balcão com o nariz franzido de desgosto.

- Não tem nada que não pareça que foi mastigado por uma vaca! Isso é nojento!

- Pois é, desde que o novo diretor assumiu ele só coloca essas porcarias, é mais barato.

- Que filho da puta.

Julliet pegou uma maçã somente e as duas se dirigiram para o jardim da escola, Julliet seguiu McKenna até uma árvore meio afastada da multidão e se sentaram à sombra da mesma. Julliet logo devorou sua maçã e McKenna fez o mesmo com o seu iogurte.

Julliet colocou a mão no bolso de trás de sua calça e tiú de lá um cigarro e um isqueiro de metal. Ela levou o cigarro aos lábios e o acendeu dando um longo trago em seguida. Muitos alunos que estavam por ali pararam o que estavam fazendo para observar Julliet: alguns a fitavam com interesse, outros estavam pasmos com a atitude dela escola lá era lugar pra se fumar?! Os alunos mais conservadores a olharam com desgosto e reprovação e as patricinhas sem cérebro a olharam com nojo deveriam estar se perguntando quem era aquela coisa e como deixaram que Julliet estudasse ali.

A menina lentamente formou uma nuvem de fumaça acima de sua cabeça, sorriu e olhou para McKenna ignorando os olhares que estava recebendo.

- Quer?

- Não, não.

- Tuuudo bem então. – Julliet deu uma longa tragada consumindo até quase a metade do cigarro. Ela o jogou na grama e pisou em cima para apagá-lo.

- Você é doida!

- E ser normal por acaso tem graça?

- Não, nem um pouco! – elas riram.

Nesse momento o olhar de McKenna se fixou em outro lugar, o riso deu lugar a um rosto extremamente corado e envergonhado, Julliet olhou na direção do olhar de McKenna e viu que um menino estava vendo em direção a elas. Ele era moreninho, com cabelos escuros, muito fofo por sinal.

- Oi Kenna! – disse o menino já bem próximo de nós.

- O-ooi. – ela gaguejou, Julliet se segurou para não rir da menina, como alguém podia ter coragem de confrontar desconhecidos, mas não conseguir “enfrentar” um menino direito?!

- Como você está? – Disse ele se sentando no chão junto das meninas, mas mais próximo de McKenna, Julliet olhava de um rosto para o outro já sentindo que havia ali no meio sem precisar que eles colocassem tudo em palavras.

- Bem e você?

- Ótimo. – ele se virou para Julliet – Ahn, e você quem é?

- Julliet.

- Sou o Arin. – o menino sorriu e estendeu a mão para cumprimentar Julliet que segurou a mão do menino e a sacudiu levemente – Então Kenna, como vão as coisas pra sábado?

- Estão ótimas, ahn, está tudo acertado, a Julliet vai fazer o cenário e tudo fica concluído.

- Que bom então, estou doido para chegar sábado.

- E-eu também.

- Ei, posso ir nesse show? – Julliet perguntou.

- Claro que pode! Você DEVE ir! Afinal é você quem vai fazer o painel, tem o direito de estar presente na hora da sua obra ganhar vida.

- Ok então! Quanto é a entrada?

- É de graça... Pra quem é convidado da banda, ser irmã de um dos integrantes tem lá suas vantagens.

- Vantagens do tipo, abusar da boa vontade dos seus familiares?! – perguntou Arin para irritar.

- Se fode moleque. – Arin começou a gargalhar – Julliet eu vou falar com os meninos assim que sair daqui, se eles concordarem eu ligo para você e você começa no painel hoje mesmo, ele é imenso.

- Por mim tudo bem, onde esse painel tá?

- Ele está nos fundos do bar em que vai ser o show, os materiais já estão todos lá, é só chegar e falar que foi arrumar as coisas do show, seu nome nessa altura já deve estar na lista de pessoas autorizadas.

- Ui, me senti poderosa agora. – ela riu.

- Julliet você é nova não é? Nunca te vi andando com essa baixinha aqui nem pela escola.

- Sou sim, hoje é meu primeiro dia.

- Seja bem vinda.

- Valeu. – Julliet pegou o cantil que estava em seu outro bolso, desatarraxou a tampa e tomou um longo gole de whisky e depois ofereceu. Arin recusou, mas McKenna veio quase arrancando o cantil de Julliet das mãos dela.

- Ei menina, calma, não é a ultima dose existente no mundo não! – Julliet e Arin riram – Se quiser pode virar tudo.

- Valeu.

- Você tem quantos anos hein menina? – perguntou Julliet.

- 14.

- E já bebe assim? – falou Arin espantado.

- Claro.

- Nem posso te julgar, comecei a beber aos 12.

- Vocês duas são loucas.

- De que adianta a vida sem um pouco de loucura? – disse Julliet.

- Concordo com a Julliet, e Arin, isso já é de família, é uma benção! – McKenna falou um pouco alto, já se alterando levemente.

- Que benção mais útil! – disse Arin sarcástico.

- E não é? – riu McKenna – VIVA OS HANEEEEEEER! – ela gritou bem alto com os braços pra cima, chamando a atenção de todos a sua volta.

- Você é bem fraquinha hein. – comentou Julliet.

- Não, esse é o estado normal dela, não queira ver essa garota chapada, é um fenômeno raro, graças aos céus!

- Sério? McKenna eu preciso te ver chapada!

- Quando os meninos forem lá em casa passar o dia eu te chamo, aí você vai ver o que é ficar chapado de verdade.

- Tô dentro.

Eles continuaram conversando, rindo e bebendo até a hora em que bateu o sinal anunciando o final do horário de almoço. Arin foi para a sala dele e as meninas voltaram para a delas. McKenna passou quase todo o trajeto calada, ela estava visivelmente envergonhada por conta de seu comportamento.

- Eu percebi.

- O que?

- Não se faz de sonsa.

- Não tô fazendo nada.

- Eu vi o jeito que você olha pra ele.

- Eu?

- Não a vaca da esquina! Claro que é você, você fica alterada quando ele está por perto.

- NÃO FALA MERDA PORRA!

- É, definitivamente gosta dele.

- Tudo bem, eu... eu gosto dele demais, só não sei se, vale a pena...

- Olha, ele parece ser bem legal e ele te da atenção, já são dois pontos a favor e nenhum contra, pra mim você deveria tentar.

- Acha mesmo?

- Sim.

- Tudo bem então, agora como?

- Isso é com você querida.

Elas entraram na sala de aula e resolveram prestar atenção na aula, não que elas realmente quisessem algo com a matéria que estava sendo dada, na verdade elas estavam com a mente vagando, quase babando pelo professor que estava em sala no momento.

Notas finais
Ficou bom? Mereço reviews? kkkkk Gente mandem sugestões do que você acham que vai acontecer ou querem que aconteça ok?
Beijos, amo vocês minhas jujubinhas de morango *O*