A Little Piece Of Heaven
25 Capítulo 24
Notas iniciais
Demorei demais para postar pessoal?! Tomara que não ( sei que sim kkk)
Então, finalmente nesse capítulo acontecerá o que todos tanto desejam u.u ( pelo menos eu acho)
Recadinhos de sempre:
_ Valeu pelos reviews
_ Fantasmas apareçam
_ não revisei o capítulo o que significa que ele está uma bosta!
Tô com preguiça de escrever aqui, já viram não é?
kkkkkk
Boa leitura ;*
Ela corria pelo trecho de terra onde a água salgada do mar beijava a areia fina, em direção a um rochedo. Passou por entre uma brecha escondida entre as pedras e caminhou durante certo tempo em uma espécie de túnel escuro, até que desembocou um em um trecho totalmente iluminado pela luz do sol. O lugar era um circulo de areia delimitado por paredes altas de rocha por toda a volta, a única saída era pelo mesmo local por onde ela havia entrado ou então escalar o imenso paredão. E ali encostado junto as pedras havia um menino, com um sorriso brincalhão nos lábios, os cabelos pretos e olhos cor de chocolate.
– Você veio!
– Não iria perder isso por nada! – Ela exclamou, mas estranhou a voz que saiu de si, era mais aguda e infantil.
– Senta do meu lado, as ondas já estão ficando mais violentas, daqui a pouco começa.
Ela correu sentou ao lado do menino, eles deram-se as mãos entrelaçando seus dedos e fecharam os olhos, depois de alguns minutos começaram a sentir jatos d’água os molhando, os jatos foram ficando mais fortes, até que o local onde se encontravam, havia virado uma piscina de água salgada, cuja altura batia em suas coxas.
Eles começaram a brincar, jogando água um no outro, e se derrubando para deixar o outro submerso.
Quando a brincadeira perdeu a graça, eles retornaram à praia e foram caminhando juntos em direção a um condomínio residencial.
– Julliet?! – Ele a chamou e a menina direcionou seu olhar a ele.
– O que foi?
– Julliet?!
– Fala!
– Julliet?!
Tudo foi ficando preto a voz infantil do menino a chamar seu nome mais distante até que tudo se tornou um completo breu. Outra voz veio tomando força, uma feminina que também chamava por seu nome.
– Julliet?! Acorda meu amor!
Era sua mãe? Ela abriu os olhos e se viu deitada em sua cama e Tess sentada ao seu lado.
– Bom dia meu anjo.
– Bom dia mãe.
A mulher deu um beijo na testa de sua filha que sorriu.
– Mãe eu tive aquele sonho de novo, com o garotinho da foto.
– De novo?!
– Sim... Vem ficado mais frequente desde que a gente se mudou, dessa vez a gente estava aqui na praia, vindo pro condomínio. Tem certeza de que não se lembra dele?
– Oh minha filha, eu lembro que ele era seu amiguinho quando menor, não me recordo de seu nome, só que ele morava em nossa antiga rua.
– Ah, queria descobrir quem ele era.
– Talvez hoje você descubra.
– Como assim?
– Seu pai encontrou um velho amigo, que era nosso vizinho na primeira vez que moramos aqui. Ele o convidou para vir almoçar conosco hoje.
– E esse garotinho da foto é filho dele?
– Sim.
– Ah...
Tess riu, se levantou e foi andando em direção a porta, antes de desaparecer pelo corredor se dirigiu a filha.
– Acho melhor você se arrumar, acho que se for ele mesmo você vai querer estar bonita não?!
A mulher saiu do quarto rindo alto e Julliet olhou torto para a mãe. Parecia que ela sabia de algo. A menina deu de ombros e se dirigiu ao banheiro. No meio caminho estancou e deu meia volta até a escrivaninha nova e pegou uma caixa velha e surrada. Abriu a mesma e em meio a diversos papéis tirou uma foto amassada onde se encontrava uma Julliet travessa com quatro anos e o menino do sonho dela.
– Quem será que você é?
***
– Brian, já terminou de arrumar suas coisas? Nós temos que ir! – Gritava sua mãe do andar de baixo.
– Já estou quase acabando!
Ele estava feliz por ter seus pais de volta em casa, mas por outro lado, a paz e o sossego haviam terminado e tudo que ele havia adiado Suzy o estava obrigando a fazer.
Ao recolocar as ultimas caixas dentro do armário uma delas, que já estava velha e toda remendada desmanchou, espalhando todo seu conteúdo pelo chão. Ele saiu recolhendo tudo de qualquer jeito. Ao sentir algo frio roçar em seus dedos ele parou para averiguar o que era.
Um pequeno cristal estava preso com um pedaço de fita adesiva a um papel, ao puxá-lo o mesmo se revelou uma foto.
Nela estava a imagem de Brian quando era pequeno e de uma menina de grandes olhos azuis em frente à casa dele.
Ao parar para reparar melhor o pequeno cristal grudado a fotografia era esculpido em formato de coração, ele se lembrava de ter visto ele uma vez antes... Na pulseira de Julliet.
Ele não podia acreditar, poderia mesmo ser ela?!
Fitou novamente a imagem e percebeu que no pulso da menina estava uma pulseira idêntica a que Julliet possuía.
Ele ficou sem reação. Ele lembrava-se vagamente dessa menina, sua paixonite de infância... A menina que ele sempre prometeu ser a única que realmente amaria de forma sincera e pura. Ela estava de volta, ele havia a beijado. Toda a história dele, tudo que ele se tornou, foi em parte por causa dela. Mal podia acreditar que aquilo era verdade. Sua melhor amiga havia retornado.
Melhor amiga... Essa palavra soou estranha aos ouvidos de Brian, pois ele já cobiçava Julliet, já a enxergava com outros olhos. Mas ao mesmo tempo era ela, a primeira menina que gostou em sua vida o que mudava tudo completamente. Com Julliet seria diferente... Ele não agiria por impulsos, ele a queria sim... mas ao seu lado, e não importava o modo. Só não queria que ela fosse embora novamente.
Notas finais
Desculpem qualquer erro ou qualquer coisa.
Beijooos ;*
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