A Little Piece Of Heaven

26 Capítulo 25 - Reencontro


Notas iniciais
Oi gente!
Eu sei que demorei, mas por favor não me matem.
Vou explicar o que aconteceu. Então primeiro eu tava com preguiça e bloqueio criativo, aí fiquei doente, quando me recuperei fiquei sem internet. Eu sei parece até mentira de novela, mas é a verdade.
Então agora vamos aos comerciais de sempre:
_ Obrigada a todos pelos reviews, como sempre vocês são foda, mandam sempre os melhores reviews que já vi e me fazem rir pra caralho com suas opiniões.
_ Leitores fantasmas, eu sei que vocês são lindos então apareçam ok? Não precisam ter vergonha!
_ VOU ENTRAR EM PROVAS SEMANA QUE VEM, e não quero ficar de recuperação, então o próximo capítulo pode ser que demore a sair.
E agora uns avisos especiais:
_ Primeiramente queria dar boas vindas a todos os leitores novos. Sério, fico feliz que a fic ainda atraia pessoas novas e que principalmente vocês estejam gostando.
_ Segundo: REBOLA MANOLO QUE A FANFIC PASSOU DOS 300 REVIEWS! UHUUUUUU ~dança kuduro~ kkkkkk
_ Terceiro: Véi o capítulo anterior foi o que mais recebeu reviews, de toda a fanfic, tem duas páginas só de review desse capitulo kkkkk OMG!
_ Quarto: A fic recebeu mais TRÊS recomendações! Obrigada a StrahoviskiSisters, Paula e Mayara Heloisa. Vocês não fazem ideia de como me deixaram feliz. Eu amei demais cada uma das recomendações.
Por essas e muitas outras eu dedico esse capítulo à todos vocês, de coração, sério mesmo você nem tem noção do quanto estou feliz com tudo que aconteceu.
Enfim o capítulo é o mais esperado de todos, pelo menos eu acho que é. Eu fiz e refiz e continuo achando que ele tá uma merda, mas como eu demorei demais, resolvi postar.
Se estiver ruim não me matem!
Vou parar de falar aqui.
Beijos e boa leitura ;*

* LEIAM A PORRINHA DAS NOTAS INICIAIS OK?! OK! *






Julliet saiu do banho enrolada em sua toalha de algodão macio, vestiu sua calça jeans preta e uma camisa do Red Hot Chili Peppers e seu inseparável all star sujo. Sentou-se em sua cama com a foto na mão enquanto ficava remoendo o sonho em sua cabeça.

– Eu vou descobrir quem é você!

Subitamente levantou-se largando a fotografia em sua cama, desceu as escadas de três em três degraus e correu até a cozinha onde seus pais terminavam de preparar o almoço.

– Mãe, a que horas vai ser o almoço? — Perguntou meio ofegante da porta da cozinha.

– Daqui à uma hora, meu anjo. – Tess respondeu conferindo o horário no relógio.

– Vou dar uma saída, daqui a menos de uma hora eu volto, prometo! Beijo!

– Julliet, não! – A mãe gritou, mas a menina já havia saído correndo desembestada porta afora.

A menina correu até a praia e só diminuiu o ritmo de seus passos quando se encontrava na beira da faixa de areia amarelada.

Olhou para o lado direito e ao longe avistou um rochedo que ia adentrando o mar. De imediato correu para lá e mesmo cansada não parou até alcançar seu destino.

Partindo da rua em direção ao mar, começou a buscar uma fenda ou algo parecido incrustado no rochedo.

Quando estava quase com os pés na água percebeu uma pequena abertura que batia quase na altura de seus ombros. Hesitou por um momento, mas logo envergou um pouco seu corpo para conseguir caber dentro do buraco e então foi adentrando cada vez para dentro daquela pela pequena e escura caverna. Passando por volta de cinco minutos o túnel saiu do breu total e foi clareando, quando deu-se conta estava em um grande circulo de areia cercado por um imenso paredão rochoso.

Era o mesmo lugar de seu sonho. Julliet não conseguiu segurar um sorriso ao se dar conta disso.

Sentou na areia branca, recostou no imenso paredão e fechou os olhos. Ela estava sendo invadida por sensações familiares, de certo modo sentia-se em casa, reconfortada.

Repentinamente imagens invadiram seus pensamentos.


***


Ela e o menino de cabelos pretos estavam correndo, mais precisamente fugindo um do outro naquele círculo de areia. Risos ecoavam pelo ar.

– EU VOU TE PEGAR! – Ele gritava.

– NÃO VAI NADA! – Ela ria.

– Eu vou sim!

Ele passou a correr mais ainda. A menina acelerou o passo quando ele estava quase a alçando, fazendo com que as mãos do menino agarrassem o ar. Ela soltou outra gargalhada e mostrou a língua ao menino. Por causa disso não estava olhando o caminho a sua frente e acabou tropeçando em uma pedra e caindo de cara na areia.

O menino soltou uma gargalhada quase histérica, rolava na areia e arqueava o corpo, já estava com o rosto vermelho de tanto rir.

Só que rapidamente suas risadas cessaram ao perceber que a amiga não esboçava nenhuma reação, estava parada estirada na areia. Nenhum som vinha da menina, ela estava imóvel.

– Julliet?

A menina não se movia.

JULLIET?!

O menino correu até a figura inerte a virou. A garota estava com os olhos fechados e o rosto manchado de vermelho, havia um pequeno corte em sua testa rente a linha de seus cabelos.



***



Ele corria pelo parque, estava se exercitando já que acordou nessa manhã percebendo uma mínima protuberância em sua barriga.

“Não posso virar uma bola de banha” pensou, “esse papel é do Porpeta!”.

Já tinha dado voltas e mais voltas em torno do lago. Diminuiu o ritmo dos passos ao que se aproximava de um banco, já estava exausto e ofegante, achava que o exercício fora intenso o suficiente para sumir com a “barriga”.

Assim que se sentou no rústico e desgastado banco e levantou seu olhar, notou que a beira d’água havia um pato grande.

– Eu vou te pegar... – Ele disse sorrindo.

Num rompante se levantou e correu com todas as forças que lhe restavam atrás da ave. A mesma assustada, bateu as asas e fugiu para longe dele, mas Jimmy tinha pernas longas e logo a alcançou novamente.

Quando estava se preparando para pular e agarrar o pato, trombou em algo e rolou no chão.

– Que merda...

– Desculpe, eu não te vi. – Disse uma voz doce.

– Não me viu é o caral... – ele se interrompeu quando olhou para a figura sentada na grama à sua frente. – O-oi meu nome é Jimmy. – Disse envergonhado e gaguejando.



***



Brian, McKenna e seus pais chegaram na casa de Julliet.

Tess e John receberam seus convidados e foi como se não estivessem sem se ver há anos, mas sim há horas, os quatro adultos começaram a conversar normalmente como se ainda fossem vizinhos desde sempre, botando as fofocas do bairro em dia, contando o que fizeram da vida, como anda o trabalho e essas coisas.

– Er, desculpe interromper, mas onde está a Julliet?

– Ela tinha dado uma saída, mas já deu a hora de voltar. Ela deve estar no quarto. Pode chamá-la?! – Perguntou Tess.

– Claro.

Ao adentrar o quarto da menina, não pôde deixar de sorrir. O perfume dela, a sua essência estava gravada, impregnada naquele cômodo.

Deslizou as mãos pelas paredes, objetos em cima da cômoda, por uma muda de roupa jogada no canto.

Mas algo chamou sua atenção.

Sentou-se na beirada da cama e pegou um pequeno retângulo de papel um pouco gasto e amassado.

Seus olhos ficaram vidrados.

– Ela se lembra?! – Sussurrou.

Deslizou suavemente os dedos pelo papel com medo de que ele se desfizesse em mil pedaços.

– Será que você se lembra?

Tamborilou os dedos pela foto, enquanto raciocinava, pensando em hipóteses e formulando o que fazer.

Por fim, levantou-se enfiando o retângulo de papel em seu bolso, desceu as escadas e foi em direção à porta da frente.

– Cadê a Julliet?! – Perguntou John.

– Não tá lá em cima.

– Onde essa menina se meteu? Ela disse que já teria voltado a essa altura! – Tess reclamou.

– Eu acho que sei, se quiserem posso buscá-la.

– Faça isso por favor, quando voltarem almoçamos. – Disse Tess.

– Tudo bem.

– Obrigada Brian.

– Não é nada.

Ele deu um pequeno sorriso e se virou saindo porta afora em direção à Julliet



***


– Gena?

Nenhuma resposta.

– Gena você tá em casa?!

Ele adentrava casa vez mais o pequenino imóvel. Estava achando estranho, tinha acabado de ver Val na rua e ela tinha dito que sua namorada estava em casa.

Subiu as escadas e o local se encontrava ainda mais vazio e silencioso, foi percorrendo o corredor e então começou a ouvir pequenos estrondos, como se alguém estivesse dando leves socos na parede.

Quanto mais se aproximava da porta do quarto de Gena, mais os estrondos se intensificavam.

Então ele girou a maçaneta e adentrou o cômodo. A primeira vista ficou paralisado, assim que se recuperou do choque, começou a bater palmas. O barulho repentino de repente assustou o casal na cama.

– Que belo espetáculo! – Zacky gritou, estava rindo, descrente da cena que via.

– Zacky, meu amor...

– Não fala comigo sua vadia. Bem que sempre me falaram que você era uma puta, mas achava que era porque queriam tirar você de mim, mas vi que me enganei.

– Não fala assim comigo.

– Eu falo como quiser, depois disso você não merece o mínimo de respeito.

– Zacky...

A menina levantou-se da cama e veio em direção a Zacky. Ele assim que a viu de pé cerrou os punhos e passou a fitar o chão. A visão da loira nua o enojava, seu estômago estava embrulhado.

– Zacky, por favor... — Ela levou as mãos ao rosto dele. – Olha pra mim, não é...

– Cala a sua boca. Não quero saber. Acabou.

Gena começou a chorar descontroladamente, num impulso, num ato de desespero levou seus lábios aos de Zacky. O menino estava furioso, seu rosto estava completamente vermelho e suas mãos tremiam.

Então ele não aguentou mais e explodiu. Segurou Gena pelos cabelos e puxou com tal força que a menina foi lançada ao chão e deslizou até a cômoda onde bateu a lateral do corpo. Ela urrou de dor.

– Como você pôde?!

– Sua puta, eu nunca mais quero ver você na minha frente!!!

– Zacky... Não fala assim com ela.

– Drake? – Ele disse descrente ao se virar e ver o amigo semi nu na cama.

– Pois é.

– Eu não esperava isso de você.

– Você sabe que sempre fui apaixonado por ela, quando a oportunidade apareceu eu não resisti. – Falou indiferente dando de ombros.

– Ah claro, não tem problema, ela agora é toda sua. Só espero que não se importe em ser corno.

Antes que qualquer um dos dois pudesse dizer algo, ele se retirou do cômodo batendo a porta com força.

Quando já estava na rua, bem longe daquilo tudo, ele se permitiu chorar, estava arrasado, sem chão. Como a mulher que amou por tanto tempo podia ter feito aquilo com ele?



***


Suas costas já estavam doloridas, há muito já tinha ficado grande demais para ficar arqueado daquele modo em um lugar tão pequeno. Quando já estava quase desistindo finalmente o pequeno túnel acabou e ele se viu no tão conhecido esconderijo.

E lá estava ela, recostada na parede com um pequeno sorriso nos lábios grossos. Não conseguiu deixar de sorrir também.

Silenciosamente se aproximou e sentou-se ao lado de Julliet. Ficou por algum tempo admirando seu rosto sereno, os grandes olhos fechados, os lábios carnudos um pouco separados, o peito subindo e descendo no ritmo lento de sua respiração. Ela era simplesmente perfeita.

– Julliet? – A chamou quase em um sussurro.

Não obteve resposta.

Depositou a mão no ombro da garota e a sacudiu levemente.

– Julliet?! – Falou um pouco mais alto dessa vez.

Os olhos dela tremeram um pouco e então se abriram lentamente, ela esfregou as mãos levemente no rosto e suspirou. Lentamente olhou em volta, quando seu olhar pousou em Brian, seus olhos se arregalaram e ela teve um sobressalto.

– Eu sou tão feio assim? – Ele riu.

– Você me assustou porra!

– Calma, não vim te matar.

– Se fode Brian. Como me achou?

– Cheguei na sua casa e sua mãe disse pra ir no seu quarto te chamar, você num tava, aí deduzi que estivesse aqui por causa disso.

Ele puxou do bolso a fotografia que pegou na cama da menina e a mostrou. Ela suspirou e incapaz de desgrudar os olhos do retângulo de papel.

– Então, é você?

– Sim. – Eles sorriram.

– Eu não...

– Senti sua falta. – Ele a interrompeu.

– Também senti. – Ambos sorriram.

– Então, depois que você foi embora, como foi?

– Bem, eu passei semanas chorando, dizendo que queria voltar. Depois de um tempo me acostumei com Nova York, os anos foram passando e me esqueci completamente de Huntington Beach, principalmente pelo fato de não tocar nesse assunto com meus pais. A única coisa que não foi apagada de minha mente foi a imagem desse garotinho, toda noite ele vinha em meus sonhos.

– Quer dizer que você sonha todos os dias comigo?! – Ele riu.

– Pode se dizer que sim.

– Isso é bom.

– E você, quando soube que era eu?

– Sua pulseira. – Ele apontou para a delicada corrente presa ao pulso fino da menina.

– Ah.

– Senti saudades de você. Eu nunca esqueci te esqueci, sempre fiquei sonhando com o dia em que iria voltar.

– Bem, agora eu tô aqui.

– Finalmente.

Eles riram e por fim Julliet deixou de fitar o chão. Quando seus olhares se encontraram uma mistura de sensações tomou conta de ambos.

Seus olhos brilhavam e faiscavam, com intensidade, saudade, amor, felicidade. Tudo estava se misturando neles. Todas as sensações perdidas há muito afloraram e tomaram conta de cada célula de seus corpos.

Brian tocou levemente a mão da menina, impulsos elétricos percorreram seus corpos, eles estavam completamente envolvidos, em completa sintonia, era como se o mundo não existe a volta, só eles e mais nada.

Eram sensações, sentimentos que não tinham como ser explicados. Tudo que viveram, todo um passado e presente, fazia com que tudo fosse novo e inesperado, que ficassem confusos em relação um ao outro, mas ao mesmo tempo com um desejo aparente. A verdade era que, pela primeira vez, ambos ficaram sem reação, nunca havia acontecido algo nem próximo da magnitude do que eles tinham agora.

Seus olhos estavam vidrados, a conexão só era interrompida durante uma ínfima fração de segundo quando desciam o olhar para os lábios um do outro e de volta para os olhos. Ao se darem conta, a ponta de seus narizes já se tocavam, podiam sentir a respiração quente batendo no rosto, sentir o cheiro inebriante que exalavam. Seus lábios estavam separados por poucos centímetros. Num ímpeto Brian envolveu a cintura da menina com um dos braços e a mesma levou suas mãos à nuca do rapaz. Seus lábios se fundiram.

De inicio o beijo foi calmo, eles saboreavam o gosto da boca um do outro, a sensação de suas línguas de envolvendo. Passado certo tempo pararam de se retesar, Julliet agarrou com certa força os fios próximos à nuca de Brian, fazendo com que o mesmo a puxasse pela cintura para junto de si.

Com delicadeza ele a deitou na areia, ficando por cima dela, mas sem largar o peso de seu corpo. O beijo se tornou intenso, quase frenético, ambos já começavam a ofegar e mesmo com a falta de ar não se separavam por nada. Brian passou a mão que estava na cintura da menina para baixo da blusa da mesma que, se arrepiou ao toque dele.

A menina desatou os dedos do cabelo negro de Brian e levou as mãos a camisa dele e a tirou rapidamente, a rápida visão de seu peito nu a inebriou. Deslizou as mãos pelas tatuagens ali existentes antes puxá-lo novamente para junto de si.

O rapaz encaixou a perna dela em seu quadril e apertou com certa força a coxa dela, fazendo com que a menina soltasse um curto e baixo gemido que, fez Brian sorrir levemente.

Ao descer, meio que relutante, ao pescoço alvo e delicado, Brian sentiu algo gelado bater em suas costas, mas ignorou. Ele depositava vários beijos ao longo do pescoço de Julliet provocando-lhe arrepios. A menina acariciava o corpo de Brian, desfrutando da sensação que tinha ao tocar-lhe a pele. Ao passo que deu uma leve mordida no pescoço de Julliet, eles foram atingidos por um enorme jato d’água, molhando a cabeça de ambos.

Eles riram da situação e se reaproximaram para um novo beijo, mas assim que seus lábios se tocaram um novo e mais forte jato d’água os atingiu, os ensopando por completo.

– Que merda! – Julliet reclamou.

– Olha a boca menina! – Ele disse imitando uma voz de velha irritante, fazendo com que ela risse e lhe lançasse carinhosamente o dedo médio.

– Ai tô parecendo um bife à milanesa.

– Por sinal o bife mais gostoso que já vi.

– Brian!

– Que é?! Não tô mentindo.

Eles riram novamente e então caíram na gargalhada quando foram atingidos novamente por mais água.

– Vamos embora, Isso aqui vai encher daqui a pouco, e não somos mais crianças, se não sairmos vamos ficar presos.

– Tudo bem.

Brian pegou sua camisa ensopada e então eles se encurvaram novamente para passar pelo longo e escuro túnel. Conforme iam chegando próximo a saída, Julliet percebeu que a água já invadia a pequena passagem, e que Brian tinha razão, aquilo ali ficaria cheio em pouco tempo.

Ao saírem do pequeno túnel, esticaram o corpo e sorrindo com o alívio vindo desse simples ato.

Brian parou para admirar a pequena figura se espreguiçar, as roupas coladas junto ao corpo revelando todas as formas e contornos. Não resistiu e a puxou para junto de si e a beijou novamente. Separaram-se somente pela falta de ar, mas continuaram ali, imóveis, juntos, olhando um para o outro, como se não existisse tempo.

Como se estivesse afrontando a alegria do casal, a onda quebrou junto deles, os encharcando novamente, Julliet caiu na gargalhada ainda mais ao ver a cara de Brian ficando vermelha. Ele andou um pouco para dentro do mar.

– Sua filha da puta! Parece que até que tá com ciúmes caralho! – Ele gritou para o mar aliviando sua frustração.

Ele se virou e foi andando para onde Julliet o esperava. Em resposta uma onda bateu nas castas de Brian o arrastando e fazendo com que ele batesse de cara na areia molhada. Julliet literalmente rolou de rir na areia, já estava chorando e com falta de ar de tantas gargalhadas que dava à custa de Brian.

– Tá achando engraçado é? Você vai ver só!

Ele se levantou e começou a correr em direção à menina, que quando percebeu a aproximação já era tarde demais. Já se encontrava nos braços de Brian que a levava para a água, ela se debatia e de nada adiantava.

– Isso é pra você aprender a não rir de mim!

Ela limitou-se a mostrar a língua a Brian antes que o mesmo a soltasse na água salgada.

Notas finais
E então, vocês não me matar? Me enforcar? Ou será que mereço tantos reviews quanto o capítulo passado? Quem sabe até RECOMENDAÇÕES? hein hein? kkkkkkkkkkkkkkkkk
Beijinhos e até a próxima meus lindos