A Little Help From The Future

10 Extra V - Against Savitar


— ELES O QUÊ? – Barry pergunta irritado. Assim que Thomas ficou sozinho, Barry apareceu.

— Em minha defesa, eu só a rastreei. Eles disseram que são capazes de captura-la e salva-la. – Thomas informa e Barry fica nervoso. Passando as mãos pelos cabelos.

— Eles vão se matar!

~*~

Don acorda e passa a mão na cabeça sentindo pouca dor. Após chegarem e se encontrarem com a Nevasca. Cisco vibrou fazendo a cabeça deles doer a ponto deles desmaiarem.

— Bom dia, princesa. – Dawn ironiza e Don percebe que suas mãos estão presas à correntes extensas. – Eu acho que nosso plano deu bem errado. – Ela levanta as mãos.

— Podemos... – Ele começa e Dawn o interrompe.

— Não, nós não podemos, parece que essas correntes travam os nossos poderes. – Ela solta um longo suspiro. – Estamos na merda. Como está seu ombro? – Don passa a mão no ombro, onde o pingente de gelo havia machucado e sente algo o tapando. Ele puxa a camisa mais para o lado e percebe que ali estava um curativo. Se encaram abismados, mas antes que qualquer falasse algo:

— Oi crianças... – Eles ouvem a voz de Cisco e se levantam. – Demoraram para acordar.

— Por que está fazendo isso? – Dawn pergunta.

— Acredite, vocês estam mais protegidos aqui do que lá fora! – Cisco responde.

— O que está acontecendo? – Don pergunta e Cisco respira fundo prendendo a respiração por alguns segundos e soltando o ar pesadamente. – Quando vocês voltaram no tempo, acabaram libertando o Savitar novamente.

— De novo? – Eles perguntam juntos.

— Por isso Caitlin precisava saber quando vocês voltariam para saber como o derrotamos. Vocês tiveram sorte de ter sido o Savitar e não o Espectro do tempo. – Os gêmeos suspiram aliviados, se fosse o Espectro do tempo, eles estariam ainda pior do que com o Savitar. Don e Dawn seguram nas barras da cela que estavam e prestavam atenção ao que Cisco dizia. – Por isso vocês precisam ficar presos aqui, precisamos derrota-los e agora que vocês voltaram no tempo e ele foi liberto novamente, ele virá atrás de vocês. – Ele se vira e deixa o lugar.

— Cisco, sempre salvando as nossas vidas. – Dawn se senta no chão.

— Isso ainda não faz sentido. – Don imita a irmã.

— Faz sim, melhor pararmos de questionar tanto, nem estaríamos nessa merda toda se não tivéssemos questionado. – E como num desenho animado uma lâmpada se ascendeu na mente de Don, então ele encara a irmã. – O que?

— Foi de propósito... – A irmã franziu a testa e o encarou. – Você voltou no tempo propositalmente, àquele dia, você só esperou algum momento certo, alguma desculpa.... Você queria voltar no tempo. – Dawn engoliu em seco. – Responde!

— Então...

— Dawn, porque fez isso? – Ele pergunta.

— Eu sabia que iríamos voltar no tempo. – Ela responde.

— Como? – Respirando fundo Dawn encara o irmão.

— Eu já fui ao sótão, vi fotos minhas com a Caitlin, já que tiramos várias fotos juntas naquela época. Eu perguntei ao papai e ele me mandou esquecer essa história. Vasculhei mais uma vez as fotos e encontrei as cartas... – O irmão encara a gêmea surpreso. – Sim, eu sabia e eu li todas, ela sempre nos amou e eu sei o motivo dela ter nos entregue, antes de irmos até o dia do nosso nascimento, eu já sabia, mas ver foi totalmente diferente.

— E como sabia que aquele seria o dia? – Ele perguntou.

— Eu não sabia... – Ela dá de ombros. – Achei que demoraria um pouco mais, na verdade eu passei duas semanas até sentir que era a hora certa.

— E então você voltou no tempo de propósito?! – Ela assentiu. – Dawn, você poderia causar um colapso, poderia criar outra linha alternativa pior do que a que criamos agora e se você estragasse o nosso nascimento?

— Eu precisava voltar, não entende? Eu queria conhecer a mamãe, a mamãe que o papai nos contava sempre antes de dormimos, eu queria vê-la sem ser sobre aquela camada malvada que ela tem. – Ela despeja. Quando Don iria falar algo, eles sentiram um vento passar e olharam para o lado.

— PAI! – Eles gritaram juntos e se levantaram. – Como nos achou? – Don pergunta.

— Thomas me ajudou. O que vocês pensaram que estavam fazendo? Irei tirar vocês daí! – Barry diz se preparando para quebrar as barras, mas Dawn o interrompe.

— NÃO! – Barry para. – Pai confia em nós... – Ela pediu. – Nos deixe aqui e reúna a equipe Arrow e se precisar até as Lendas. Mamãe quer nos proteger.

— Como você pode ter tanta certeza assim? – Don pergunta e Dawn o ignora.

— Nos dê dois dias no mínimo, papai.... Manteremos contato, eu prometo, mas você precisa confiar em nós. – Ela diz e Barry hesita. Ele pensa um pouco e decide deixar as crianças ali e dar um voto de confiança para a filha, afinal foi por não confiar que eles se meteram nessa confusão.

— O que você estava pensando, estaríamos livres se não fosse você e suas burradas, você só faz merda, Dawn. – Ele esbraveja.

— Acabou? – Ela vendo que o irmão não ia falar, continua. – Eu sei que Cisco não está mentindo, estamos mais seguros aqui.

— Como você pode ter tanta certeza assim? – Ele pergunta.

— Audição super aguçada! – Ela diz. – Duh... – O irmão respira fundo contendo a vontade que tinha que voar para cima da irmã, mas ele sabe que não conseguiria, afinal ela era mais rápida do que ele e havia mais grades separando os dois.

— Beleza... E o que faremos? – Dawn para um pouco e tenta ouvir algo por perto.

— Esperamos... Nossa mãe virá falar com a gente.

~*~

— Está no sangue fazer merda não é? – Felicity ironiza. Barry havia reunido a todos, assim como Dawn pedira.

— Eles são espertos, devíamos ter confiados neles antes, ou não estaríamos nessa situação. – Diz Oliver. – Eles só voltarão no tempo e por consequência me deram uma garotinha de presente, porque nós não contamos a verdade para eles.

— Tá e o que faremos agora? Ficamos aqui esperando? – Pergunta Wally.

— Dawn pediu dois dias. – Barry responde. – Daremos um voto de confiança e esperaremos esses dois dias.

Na cela improvisada onde os gêmeos tornado estavam, eles tentavam passar o tempo como podiam. E dessa vez brincavam de jogo da velha.

— Ganhei! – Don comemorou. – Dez a um pra mim. – Don sorri.

— Você está trapaceando, isso não é possível. – Dawn falou. – Doze partidas, eu ganhei uma, outra deu velha e as outras todas você ganhou.

— Você que é uma anta!

— Aff, para... – Ela empurra o irmão de leve e ele a empurra também. Don e Dawn estavam sendo separados apenas por algumas barras de ferros. – Tá vamos de outro jogo agora.

Antes que eles começassem outro jogo, Dawn com sua audição aguçada que agora estava em alerta, ouviu passos se aproximando e se levantou. Don percebendo o alerta se levantou com a irmã. Eles observaram a frente e viram por entre a escuridão a silhueta bem definida se aproximar. Dawn espremeu os olhos tentando olhar quem era. Ela arregala os olhos e Don prendi a respiração quando ele percebe que estava saindo das sombras.

— Oi crianças.... Está na hora de ouvirem a verdade. – Os gêmeos se encararam e esperaram pelo que estava por vi. – Melhor sentarem, a história é longa.

~*~

— Eu cansei de esperar... – Kimy praticamente grita. – Basta saber que na outra linha temporal eu não existia, agora temos que ficar aqui presos, brincando de jokenpô, enquanto nossos pais e os gêmeos tornado ficam com a parte divertida.

— Relaxa ai, extressadinha... – Começa Thomy. – Nós não temos superpoderes.

— James tem... – Ela retruca.

— É, eu tenho, mas meus pais são super-heróis, super-protetores. – James diz. – E na real, eu estou bem aqui, longe de mim querer encarar a Nevasca, estou muito bem aqui.

— Eu não! – Kimy esbraveja. – Minha melhor amiga está em apuros e nós não podemos fazer nada?

— Kimy, senta ai, Dawn nem sabia que você existia, você foi um acidente da volta ao passado. – Thomy se irrita. – Se os tornado não tivessem voltado no tempo e tivessem escutado nossos pais enquanto podiam, não estaríamos nessa encrenca. – Kimy riu amarga.

— Eu agradeço por isso, ou então eu nem estaria aqui.

— Já chega vocês dois. Don e Dawn sabiam no que iam se meter... – Começa James. – Thomas, você foi com eles também, então não vem dar uma de responsável para cima de mim, porque isso não cola. Nós ficaremos aqui, como os nossos pais pediram e ponto final, até porque não podemos fazer nada. – Kimy e Thomy se encaram e baixam a guarda. James tinha razão, eles não podiam fazer nada, principalmente estando presos na sala braile.

~*~

“Barry ficou em coma por nove meses e esses nove meses foi o tempo que eu tentava me recuperar pela perda do Ronnie, nesse tempo o Dr. Wells sempre esteve ao meu lado, porém ele não ela o verdadeiro Wells e bom, aposto que tudo isso o Barry já contou para vocês. Mas ele não sabe que eu gosto dele desde o momento em que eu ouvi a sua voz cantando Summer Nights no Karaokê. – Ouvir a voz da Caitlin era estranho. Ela continuava com a aparência da Nevasca, mas seu semblante e sua voz eram o oposto. Era mais suave. – Mas eu sabia que ele amava a Íris e então eu desisti e tentei seguir a minha vida, mas não funcionou, eu ainda o amava, e doía em mim vê-lo sempre machucado e correndo atrás da Íris. Quando vocês voltaram, naquela época, eu ainda o amava, mas eu sabia que ele faria de tudo para salvar a Íris e então tentei seguir com o Julian. Vocês também devem saber que Barry tentou se livrar do Savitar, mas não conseguiu porque eu guardei a pedra. – Eles assentiram. – Eu achava que eu era a traidora, mas o traidor era de fato o Julian. O colar só funcionou até quando ele quis e eu acabei me tornando o que sou. Aterrorizei Central City e o amor que eu sentia por vocês naquela época, se transformara em ódio. Eu não sabia que vocês eram meus, achava que seriam filhos da Íris, mas ela morreu, então eu acreditei que vocês seriam filhos de outra, isso me deixou com ainda mais raiva. Entre esses tempos, Barry me encontrou e me garantiu que tudo ficaria bem. Mais uma vez ele havia me salvado da terrível Nevasca. Mas a dor e a vergonha de tudo que causei me fez fugir, eu ainda não me controlava e eu sabia que eu poderia causar algo terrível, então na manhã seguinte em que estava com o Barry, eu fugi. Me descobri grávida semanas depois e me encontrei com o Cisco, então ele me contou a sua teoria e me convenceu de que vocês seriam na verdade meus filhos. Eu passei oito dolorosos meses lutando contra mim mesma, eu acordava na madrugada e sentia minhas unhas quase rasgando a pele da minha barriga. Eu sentia que vocês teriam poderes e que não saberiam controlar sendo bebês, então criei a fita, e assim que vocês nasceram, eu coloquei a fita. Uma semana após isso, mandei que Cisco os levassem para o Barry, vocês estariam mais seguros com ele. – Don e Dawn estavam calados e prestava muita atenção. – Logo a Nevasca tomou conta de mim e nos momentos que ela estava “dormindo”, digamos assim, eu escrevia as cartas e o Cisco as entregava. Não sabia se vocês leriam ou não, mas ainda sim as escrevia, eu pedia várias vezes para poder ver vocês e por ironia do destino, quando vocês me viram eu era ela. – Caitlin soltou um longo suspiro e enxugou a lágrima solitária que escorreu por sua bochecha. – Por eu ter contato com a pedra, Savitar começou a aparecer para mim, ele dizia que Barry não havia o derrotado, que ele só estava esperando o momento em que seus descendentes fariam a mesma besteira de voltar no tempo. E assim que vocês voltaram, ele foi liberto. Ele está mais forte, mas ágil e ele tem certamente um plano. Vocês ficaram brincando com o tempo, por isso ele não os pegou ainda, porém é perigoso deixar que vocês continuem nessa viagem, podem causar um Colapso. – Caitlin olhou para os dois. – Eu amo vocês e eu nunca faria nada para prejudicar vocês. Por isso tenho que manter vocês aqui enquanto eu tento lidar com o Savitar.

— Você quer é se matar... – Dawn despeja. – Você não pode fazer isso sozinha, Caitlin, lembra do que me disse? Somos um time, precisamos da ajuda um do outro... – Dawn solta o longo suspiro. – Não pode ir sozinha derrotar um velocista, mãe, você não pode fazer isso.

— Eu já derrotei o pai de vocês sozinha...

— É o papai, qualquer um derrota ele, eu e Don somos mais rápidos que ele. – Dawn despeja. – Por favor, mãe.... Não vá sozinha, vamos até ao Laboratório S.T.A.R., garanto para você que todos nós conseguiremos fazer isso.... Juntos.

Caitlin relutou e cogitou a possibilidade de dizer não, afinal, ela já causou muita dor para aqueles que estão no laboratório. Cisco ainda não tinha coragem de encarar Barry. Já que ele não ajudou a encontrar Íris e mesmo sendo para um bem maior, ele ainda tinha receio de encarar aquele que fora seu melhor amigo. Entretanto, as crianças tinham razão. Ela não podia fazer isso sozinha, ela poderia se atrever a ir atrás de Savitar sozinha, mas com toda certeza seria derrotada.

Libertando os filhos, Caitlin abraçou a menina forte, enquanto o menino apenas a encarava com rancor. Ela encarou o filho também, com dor no olhar.

— Me desculpe... – Sua voz saiu falha, quase um sussurro, Don curvou os lábios e com os braços abertos acabou com a curta distância e abraçou Caitlin. Ela acariciou o cabelo dos filhos e se lembrou do quanto foi bom tê-los por perto em dois mil e dezessete.

— Vamos, não temos muito tempo! – Diz Cisco entrando no local, Don e Dawn seguram cada um em uma mão de Caitlin e Cisco abre um portal até o Laboratório.

A fenda foi aberta e fechada rapidamente e no laboratório, todos estavam ali esperando por alguma notícia das crianças.

— PAI! – Eles correram até Barry e o abraçaram com força.

— Vocês estam bem? – Ele pergunta checando os filhos e só então nota Caitlin e Cisco ali. Barry queria estar com raiva, mas ele não conseguia. Diggle, Thea, Felicity e Oliver apenas encaravam sem saber como proceder. Barry deixa as crianças e vai até Caitlin, ela recuou e hesitou com medo da reação do velocista, mas ele apenas a puxou para um beijo, esquecendo-se que poderia ser congelado, entretanto, Caitlin já sabia usar os poderes com coerência. Todos ali ficaram sem reação. Após finalizar o beijo, Barry se dirigiu ao Cisco e lhe deu um abraço. – Obrigado, amigo e me desculpe por ter ficado com raiva, mas agora eu entendo e me desculpe.

— O que acabou de acontecer aqui? – Pergunta Felicity.

— Também não sei... – Diz Thea.

— Óh... – Começa Dawn. – Por mais que eu tenha adorado ver essa cena, temos que planejar o ataque ao Savitar, ou vocês se esqueceram que ele ainda está atrás de mim e do Don por raiva do papai?

— Ainda dá tempo arrumar as malas e se mudar para a Groelândia. – Don sugere e todos o encaram com desdém. – Foi só uma sugestão.

— Pra começar... – Caitlin começa. – Não quero que vocês da equipe do arqueiro se juntem a nós e nem os Tornado.

— O que? Porque? – Eles perguntam juntos.

— Ela tem razão, vocês ficam aqui... Cisco, eu e Caitlin planejaremos juntos e iremos derrotar o Savitar. – Barry completa. – Mas isso não significa que vocês não participaram do plano.

~*~

O plano era fácil de se arquitetar, Savitar seria chamado para uma armadilha, mas é claro que eles teriam vários planos, afinal, Savitar estava sempre dez passos à frente, então tudo foi arquitetado e planejado cuidadosa mente.

Don e Dawn corriam pela cidade como de costume, eles riam e empurravam um ao outro no caminho e uma luz branca se aproximou deles, porém não conseguiu captura-los, pois a imagem dos gêmeos tremeu e sumiu, era um holograma.

Caitlin projetou uma névoa e congelou o Savitar com uma mão e com a outra criou uma barreira de gelo grosso.

— VIBRO! – Ela gritou e Cisco vibrou Savitar o deixando preso à parede. Barry então correu e tentou capturar o Savitar, mas ao fazer isso, ele acabou caindo na armadilha.

— Acharam mesmo que podiam me capturar? – Savitar agarrou Barry pelo pescoço e pôs a sua lâmina para fora a encostando próximo a garganta do velocista escarlate.

No Laboratório:

— Nós vamos mesmo deixar que isso aconteça? – Dawn perguntou.

— Não mesmo! – O gêmeo responde e então os dois correm até o Centro da Cidade. Dawn empurrou o pai e Don vibrou a mão arrancando a lâmina do Savitar. Nevasca e Vibro aproveitaram essa distração. Enquanto Cisco vibrava o vilão para que ele ficasse preso a parede, ela construía mais uma barreira de gelo para manter o Savitar preso.

— Eu falei para vocês ficarem no laboratório... – Barry repreendeu a filha.

— De nada! – Ela ironiza. – Agora temos que ajudar a detê-lo.

Savitar já havia conseguido se soltar, mas Don corria rápido ao redor dele, enquanto a névoa e a vibração o confundia. Mas isso não durou muito tempo. Savitar conseguiu fazer com que Don se desequilibrasse e usando sua super-velocidade criou uma ventania, fazendo com que todos caíssem para trás, inclusive Barry e Dawn que estavam indo para ajuda-los.

Eles estavam se levantando e viram Savitar se aproximando e pondo as lâminas para fora, eles não tinham mais plano e nem mais ação. Foi quando uma rede foi lançada e Savitar foi jogado para longe.

— Rá, e minha mãe disse que conhecimentos com metas não daria resultado. – Kimy comemorou assoprando a pistola que ela utilizara para lançar a rede.

— Quem fez a rede fui eu! – Thomas resmunga.

— Cala a boca. – Todos estavam sem reação e procuravam regular a respiração. – Ai vem a melhor parte... – Eles encararam Savitar e perceberam que a rede começou a aderir um tom avermelhado como se fosse ferro queimando, Savitar se debatia e tentava sair da rede, mas de repente explodiu em luzes que ficaram até bonitas a noite escura. – Você fez a rede, mas fui eu quem aprimorei. – Ela beija a pistola.

— Como fizeram isso? – Don pergunta.

— Pegamos uma lâmina antiga do Savitar no laboratório e utilizamos vários experimentos e químicas até conseguirmos a substância correta para desintegrar a lâmina. Então nós só tivemos que transforma-la em um líquido grosso e usamos na rede que James achou na Caverna do Arqueiro. De nada aliás. – A família Allen riu.

— UHUUUUUUUUL! – Cisco gritou levantando as mãos. – CHUPA ESSA SAVITAR. – Todos riram. – Vamos gente comemorem.

— UHUUUUUUUUUUUUUUUUUL!. – Todos gritaram e riram ao final. – CHUPA ESSA SAVITAR. – Os quatro se abraçaram ali no sentados no chão mesmo, comemorando mais uma vitória.