A Little Help From The Future
11 Extra VI – All in the right place
Notas iniciais

— Pessoal, chegamos… — Flash avisa pelo comunicador. No Laboratório estavam os gêmeos tornado, Cisco, H.R., Wally, Jesse e James.
— Tá... Ao lado de vocês têm um balcão. – Começou Cisco. – É nele que a prefeita está.
— Tomem cuidado. – Jesse alertou. Desde que Caitlin voltou, eles reversavam enquanto salvava a cidade, enquanto recebia instruções de Cisco e dos Gêmeos. Agora era vez do casal “Flashfrost” resolverem o problema do sequestro da prefeita.
— Ah, gente... – Começa Dawn. – Assalto rolando no banco de Central City. – Jesse e Wally correm. Porém Jesse Quick e Kid Flash só estavam de passagem e logo voltariam para proteger a terra-2.
— Como vamos instruir os dois ao mesmo tempo? – Pergunta Don.
— Cisco, cuida do caso da prefeita e nós do banco. – Ela dá de ombros e senta na cadeira mexendo no computador. – Ok tio Wally, Jesse... As portas da frente estão bloqueadas para a polícia ou nenhum herói entrar, mas tem uma porta nos fundos, entrem por lá.
— Pelas informações, os bandidos renderam oitenta e cinco pessoas contando com clientes e funcionários. – Don completa.
— Okay FlashFrost, o armazém está abandonado há anos, então tomem muito cuidado. – Cisco informa.
Enquanto Wally e Jesse rendiam e prendiam os bandidos, Barry tomava cuidado ao abrir o armazém. A prefeita estava com uma mordaça na boca e as mãos amarradas acima da cabeça, ela começou a negar em desespero.
— Flash... Acho que tem algo errado... – Disse Nevasca. – Vibro?
— Não consigo perceber nada... – Don se levanta e vai até o comunicador.
— Mãe, lembra quando foi sequestrada pelo Capitão frio? – Nevasca franziu a testa. – Eles colocaram uma bomba que foi ativada assim que o Cisco tentou salva-la, observem o lugar com cuidado. – Don informa.
— Esse é o meu garoto! – Barry se gaba e usa sua super-velocidade para avaliar o lugar. – Tem mesmo uma bomba, o que podemos fazer?
— Mamãe, congela a bomba! – Pede Dawn. – Quando o papai tirar a prefeita vocês terão mais dez segundos de vantagem.
— Barry não pode levar a mim e a prefeita, ele ainda está machucado. – Diz Nevasca. Ela e o Flash haviam acabado de enfrentar alguns bandidos e Barry ainda não teve atendimento médico.
— Estou a caminho... – Disse Wally.
~*~
— Você não pode ficar se esforçando tanto assim... -Diz Barry enquanto eles estavam na enfermaria. Caitlin congelava o ferimento a bala de Barry para amortecer o lugar e ela retirar a bala.
— Estamos bem... – Ela solta um suspiro. – Posso trabalhar até o sétimo mês. – Ela fala bem-humorada e deposita um selinho nos lábios de Barry.
— Nem pensar. Você já vai começar a ficar em casa. Já acho perigoso envolver dois que já estão prestes a completar treze, imagine um outro que ainda nem nasceu. – Caitlin riu e começou a retirar a bala dos braços do noivo.
— O que eu não posso fazer é deixar você se matar, ou então ficarei conhecida como Viúva Negra. – Ambos riem.
— Quando vai contar para eles? Eles são espertos. A prova disso nós tivemos há oito meses atrás.
— Ainda estou esperando o momento certo, não sei como será a reação deles. – Caitlin sussurra.
— Você sabe que mesmo você sussurrando, Dawn pode ouvir. – Barry informa e ela dá de ombros.
— Gente... – Don aparece na sala usando um traje parecido com o de Barry, mas o traje era azul marinho, a máscara não era tipo um capuz, era apenas uma máscara, como a de Jesse.
— Wow... – Barry exclama e assobia.
— Cisco fez isso para nós... – Dawn aparece. O traje dela era branco, era uma calça e por cima uma saia e o traje de ambos no peito tinha um floco de neve e dentro um raio.
— Os gêmeos tornado entraram na ativa. – Diz Don.
— Vocês estão lindos! – Caitlin exclamou. E as crianças se encararam sorrindo.
~*~
Oito meses se passaram e tudo parecia realmente está no lugar. Caitlin e Barry contaram sobre o mais novo membro da família uma tarde após os gêmeos terem recibo o traje. Para comemorar, eles foram tomar sorvete. Caitlin parou de agir ao lado do Flash quando estava com dois meses, então ela ficava apenas no laboratório e quando estava com sete meses, passou a ficar em casa.
Hoje era o nascimento do novo bebê, eles não podiam levar Caitlin para um hospital comum.
— Olha, só porque eu sou mulher, isso não quer dizer que eu saiba fazer isso. – Diz Felicity.
— Eu já fiz isso antes, faço de novo! – Diz Cisco. – Mas vou precisar da ajuda de vocês, é tudo muito novo para este bebê e os poderes são ativados pelo medo, não sabemos se ele tem poderes de gelo ou de velocidade, então, preciso da manta que a Kimy criou.
Kimy Queen virou uma grande inventora de materiais para ajudar a deter os metas, então isso se tornou uma tarefa fácil para os heróis.
O parto foi fácil, a criança nasceu saudável, um indo menino chamado Barthollomew. Bart Allen.
— É, parece que as coisas estão finalmente do nosso lado. – Diz Dawn. Eles estavam na sala, era madrugada, os pais e o irmão mais novo dormiam.
— Finalmente, está tudo no lugar. — Don concorda.
— Falando em tudo no lugar... – Dawn sorri. – Eu sei que você está afim da Mel, a filha da Kara. – Don coça a cabeça nervoso. – Achou que esconder de mim? Logo eu? – Ela falou humorada.
— É, mas ela é uma super-heroína com incríveis poderes e eu um mero velocista.
— Que pode congelar as coisas e visualizar até mesmo uma formiga em um raio de mil e duzentos km?!
— Não exagera, é só setenta e cinco km.
— Não é não! – E então ambos começam uma discussão, falando ao mesmo tempo, mas com cautela para não acordarem nem o pai e nem o irmão. Eles se calam quando uma luz forte se faz presente e algo se choca contra o sofá onde eles estavam sentados, eles se encaram sem entender e olham para trás do sofá, onde vêm um menino de no máximo sete anos, passando a mão na cabeça, usando um traje parecido com o de Barry, mas na cor prata e vermelha. O menino então levanta o olhar e encara os dois mais velhos no sofá.
— Ah não... Don, Dawn? – Os gêmeos tornado se encaram. – Em que ano estou?
— Bart? – Eles perguntam juntos e o menino assentiu. – Ah não... – Diz Don.
— Parece que temos um outro problema. – Dawn completa encarando o irmão mais novo que acabou cometendo o mesmo erro que eles.
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