Notas iniciais
Oi lindas! Em primeiro lugar eu quero agradecer a Flaavy Granger Malfoy por indicar essa fic, eu fiquei muito animada e emocionada com suas palavras...eu devo confessar que eu sou meio boba quando se trata de recomendações, eu fico muito emotiva e o resultado foi esse capítulo bem longo rsrsrssrsrsr Flaavy Granger Malfoy esse capítulo é especialmente para você, viu? Obrigada pelas suas palavras.
Agora vamos a estória...

Pov Severo

– Não.

– Severo...

– Eu disse não Minerva. Eu me recuso.

– Seja razoável.

– Está é a idéia mais idiota que eu já ouvi falar.

– Severo, você deve perceber que essa é a única solução.

– Certamente não é. – eu teimei.

Honestamente se Minerva pensou que apresentando um ultimato para me obrigar a me casar com a senhorita Granger, ela estava indo para aprender o significado da rejeição.

Minerva suspirou.

– Severo, — ela começou a dizer lentamente, com um ar de paciência, — você não poderia simplesmente esquecer isso? – eu apenas a olhei indiferente o que pareceu deixa-la nervosa. — Você vai deixar então que ela se case com outro, porque simplesmente não consegue passar por cima de seu orgulho, simplesmente porque uma menina com quase metade de sua idade te enganou?

– Não vejo o problema. – eu digo, ignorando o aperto em meu peito. Eu não queria que ela se casasse com outro que não fosse eu mesmo, mas eu sabia que ela merecia algo melhor, um homem melhor e esse não era eu.

Eu quase me permiti um sorriso ao ver o olhar incrédulo de Minerva. Talvez se eu fizesse Minerva com raiva o suficiente ela me deixasse em paz e esqueceria o assunto. Eu lidaria com minha dor mais tarde.

– Você quase me enganou Severo, mas eu sei que você gosta dela. Hermione é uma garota adorável, inteligente...

– Se você está preste a dizer todas as possíveis contribuições que ela pode dar ao mundo dos bruxos, você pode salvar sua respiração. Ela pode se casar com Wesley e, em poucos anos teremos vários sabe-tudo de cabeça vermelha correndo pelos corredores da escola. – Estremeci com o pensamento se formando em minha mente.

– Se você quer pensar por essa linha de pensamento, ela iria produzir crianças muito mais inteligentes se você fosse o pai. – Uma imagem de Hermione segurando um filho meu me veio à mente me fazendo sentir... Não eu não deveria pensar nisso. – Pense bem Severo, estar sendo oferecida a você a permissão para ter um caso com uma aluna, muitos professores em muitos lugares tem tentado fazer isso há anos.

– Se você está tentando apelar para meu lado mais obscuro, você está falhando totalmente. Ele só funcionaria se você estivesse proibindo uma relação entre nós e nós termos um caso ilícito. – eu zombei. – Além disso, pelo que me lembro... Você havia dito que um relacionamento entre um aluno e um professor era permitido devido à nova lei.

Ela apenas me olhou estupefata por alguns minutos resmungando algo que soava ‘como Albus conseguia lidar com esse teimoso’, antes de voltar a se sentar em sua cadeira. Eu apenas me voltei para a janela da diretoria bebericando meu chá, ignorando completamente sua presença.

Hermione encontraria um homem honrado para se casar com ela. Eu lidaria com minha dor mais tarde.

Pov Hermione.

Eu não acredito nisso. Torci meu tornozelo. Eu havia caído depois de correr do professor Snape... Eu estou colocando toda a culpa nele pelo acidente... Ele merece depois de tudo que ele havia me feito. Ele tem sorte que eu não quebrei minha coluna, ou meu pescoço, ou ainda pior... Minha mão de escrita.

Espera! Minha mão? Oh, eu devo ter batido a cabeça muito forte para considerar quebrar a mão mais sério do que quebrar o pescoço. Sinceramente, não sei como eu consegui cair da grande escada e só torcer o tornozelo.

Flasch back on.

O passeio estava se provando um verdadeiro martírio para mim. Eu não sabia o que era pior. Ser ignorada pelo professor Snape ou receber um de seus olhares glaciais. Depois de duas horas, eu e mais alguns alunos evitavam sequer olhar em sua direção.

Devo dizer que ninguém estava mostrando um pouco de ânimo ao voltar a Hogwart. Em nenhum momento Severo se dirigiu a mim, nem mesmo para me tirar pontos, o mesmo não se podia dizer de Harry e Ron que nesse momento cumpria detenção com professor Flitwick.

Ginny me disse que talvez isso fosse um bom presságio, mas eu não conseguia ver como isso poderia ser bom. Eu queria que ele gritasse comigo, era preferível a ter o silencio e os olhares gélidos em minha direção.

Eu olhei vagamente a mesa dos professores, mas seu lugar estava vazio. Suspirei em desanimo.

– Talvez você devesse pensar em outra opção. – disse Ginny suavemente.

– Não, vai ser ele. Nem que eu tenho...

– Posso falar com você, Granger? – Interrompeu Malfoy.

Eu olhei para ele desconfiada. Tudo bem que depois da Guerra Draco havia se mostrado mais humilde em suas atitudes e quase não havia provocações de sua parte, mas ele ainda era o Draco.

– O que você quer Malfoy? – perguntou Ginny protetora.

– Apenas alguns minutos para falar com a senhorita Granger. – ele disse educado. Espera! Quem é esse e onde está o verdadeiro Draco Malfoy? – Por favor? – ele indaga ao ver minha expressão chocada. – Uma conversa particular. – ele completa ao ver Ginny se levantar junto comigo.

– Tá tudo bem Ginny. – eu digo.

Eu caminho até um dos corredores que se encontra pouco movimentado, quando ele me empurra para um canto isolado.

– Hey, o que pensa que está fazendo? Ficou louco? – eu digo irritada ao bater minhas costas em uma parede de forma brusca.

– Desculpa, mas eu preciso de sua ajuda.

– E por que eu te ajudaria? – eu indago cruzando meus braços.

– Por que vai precisar de minha ajuda se quiser convencer o nosso professor de poções a se casar com você.

– Não sei do que está falando. – eu disse me fazendo de desentendida.

– É uma pena, pois se conheço bem nosso querido professor ele não está disposto a se casar com você, mesmo estando apaixonado.

– Ele está apaixonado por mim? – eu perguntei antes mesmo que eu pudesse me conter. Eu queria tirar a tapa o sorriso da cara de Malfoy. – Por que me ajudaria? – eu pergunto desconfiada.

Então o sorriso sumiu. Eu esperei pacientemente, mas quando os minutos começaram a se estender eu comecei a ficar impaciente.

– Eu preciso de sua ajuda. – ele murmurou.

– Como é que é?

– Eu preciso de ajuda, tá legal?

– Eu sabia que tinha algo por trás... Em que precisamente você precisa de minha ajuda? – eu digo cruzando os braços.

– Eu quero me casar com a Luna.

Eu pisquei e pisquei. Ele falou o que eu penso que ele falou? Ele falou Luna?

– Luna Lovegood? – eu tive que perguntar.

– Por que a surpresa? – ele indaga defensivo.

– Bem... É que... Estamos falando de Luna, não me leve a mal. Luna é uma ótima garota, mas eu pensei que você tivesse mais interesse com Parvatti ou uma Sonserina...

– Eu passei um tempo com ela quando ela estava... Prisioneira em minha casa... – ele parou sem saber como continuar, dor ao se lembrar dessa época. Era a primeira vez que eu percebi o quanto a guerra havia afetado ele, ele não era mais o Draco de antes. Não que ele houvesse mudado totalmente, mas ele tinha mudado muitos conceitos pré-estabelecidos de antes da guerra e mesmo eu podia ver o quanto ele se esforçava para ser mais agradável.

– Então você me ajuda com Snape e eu te ajudo com Luna... E como você vai me ajudar com Snape? Eu não vejo como isso pode ser possível.

– Bem talvez você precise de alguns traços sonserinos. – ele sorriu ao entender que eu estava aceitando sua ajuda e que estava disposta a lhe ajudar em troca.

– Traços sonserinos?

– Sim, você sabe... Sorrateira, astúcia e manipuladora. – ele sorri sugestivo.

– Ah essas qualidades... Esqueceu o sensual. – eu zombei.

– Bem, isso é evidente. – ele disse convencido. Revirei os olhos e ambos acabamos rindo.

Se alguém me dissesse há alguns dias atrás que eu e Draco seriamos amigos ou mesmo cumplice em alguma coisa eu teria rido, ainda mais se dissesse que Draco Malfoy estaria me ajudando a conseguir fazer nosso professor de poções a se casar comigo.

No dia seguinte, eu acordei cedo e ignorei o café da manhã para chegar mais cedo à sala de aula de poções. Eu sabia que era costume dele chegar antes de todo mundo e essa seria minha chance de falar com ele a sós. Eu tinha que tentar me desculpar e talvez com sorte ele pudesse considerar o casamento entre nós como algo bom. Quem eu quero enganar? Estamos falando de Snape. Eu nunca conheci alguém tão teimoso.

Eu respirei profundamente antes de caminhar para dentro da sala, já que a porta se encontrava aberta. Ele se encontrava sentado com alguns papeis nas mãos.

– Professor? – eu perguntei cautelosamente. Snape olhou para cima e depois voltou seu olhar para baixo, como se não reconhecesse minha presença em primeiro lugar. Ele estava me ignorando. Era obvio que ainda estava com raiva. O que era muita hipocrisia, afinal eu não fui a única a tentar manipular alguém. Eu respiro profundamente. Calma Hermione, você não deve perder o temperamento. – Desculpe-me por tentar manipulá-lo, eu não deveria ter feito isso. – eu digo humildemente o mais rápido possível na esperança de que ele não iria jogar nada em cima de mim.

Ele se levantou e veio até mim.

– Não, não devia. – ele disse frio. — Você tentou me manipular. – ele acusa.

– Você fez o mesmo para mim. – eu digo já perdendo um pouco de meu temperamento. Respirei profundamente. Eu tinha que manter a calma. Eu tinha que me focar na conversa que eu havia tido com Malfoy. — Devo fazer um rosto triste e chorar para você me perdoar? – eu digo fazendo beicinho e olhos tristes.

Ele apenas me olha surpreso.

– O que eu devo fazer com você. – eu escuto ele murmurar se inclinando em minha direção.

– Você poderia me beijar. – eu sussurro tendo seu rosto a milímetros do meu. Contudo, ele não me beijou e continuou a olhar em meus olhos, afastando uma mecha de meus cabelos para trás de minha orelha.

Eu suspiro ao sentir minha pele formigar aonde ele havia tocado. Tendo borboletas em meu estomago quando ele sorri antes de voltar a ficar sério de novo.

– Senhorita Granger, peço desculpas pelo meu comportamento recente, no entanto, você deve compreender que o que você deseja agora pode não ser o que deseja futuramente. – ele diz calmamente se endireitando em sua postura.

Ok, que se dane o temperamento.

– Oh realmente? Desde quando você se tornou perito em saber o que quero e o que eu não quero? – eu pergunto mordaz.

– Tenho sido seu professor por seis anos e...

– Isso não significa merda nenhuma.

– Língua.

– Teimoso. – eu sussurro quase inadiavelmente.

– O que?

– Nada. – eu me apresso a dizer.

Como eu poderia o fazer mudar de ideia? Talvez eu pudesse vir com alguma coisa... Nada vinha a mente. Talvez eu devesse falar com Ginny, Harry ou mesmo Draco, afinal ele disse que me ajudaria.

– Senhorita Granger. – ele chama impaciente me tirando de meu devaneio, mas com o susto eu deixo meu material que se encontra em minhas mãos cair.

Eu me abaixo rapidamente para pegá-los prendendo uma mecha de meu cabelo no zíper de sua roupa ou o cinto. Eu não saberia dizer.

– Senhorita Granger o que pensa que está fazendo? – ele pergunta impaciente com uma nota de constrangimento.

– Estou presa.

– Não, você não está. – ele diz tentando se afastar, me fazendo gemer de dor ao ter meus cabelos puxados, então ele para e me segura sentando em sua cadeira para que assim ele possa me ajudar a desprender meu cabelo que é quando o sinal toca e eu me vejo sendo empurrada para debaixo da mesa. Minha cabeça bateu levemente na mesa fazendo meus olhos se encherem de lagrimas de dor.

Eu não sabia o que fazer. Eu ainda me encontrava preso à cintura de meu professor enquanto eu escutava o som dos alunos entrando na sala de aula. Eu não podia apenas me desprender e voltar ao meu lugar, pois os alunos no mínimo iria pensar que eu estava fazendo um oral ou algo assim... Que não seria uma má idéia.

Oh! O que eu estou pensando. Eu gemi internamente.

– Os ingredientes estão no quadro. Não há nenhuma razão para falar ou se levantar... Longbottom, mesmo você pode fazer esta poção sem – Snape enrijece enquanto eu desabotoo suas calças. – problemas. – ele termina dizendo tenso.

Eu podia ouvir a movimentação dos alunos fazendo seus trabalhos, e eu me concentro em desprender meu cabelo de seu zíper.

Quando Severo percebe que todos estão concentrados em seus devidos trabalhos ele volta sua atenção a mim.

– O que pensa que está fazendo? – ele sussurra com raiva.

– Eu estou tentando desprender meu cabelo. Não se preocupe eu não estou olhando. – eu digo e acidentalmente eu esfrego minha mão em sua protuberância. Alguém estava começando a ficar animadinho.

– Para. – ele disse por entre os dentes.

– Eu não vou ficar preso a sua virilha até o fim dos meus dias, então relaxa. – eu disse puxando parte de meus cabelos presos. Ele tentou afastar minhas mãos quando é interrompido por um dos alunos.

– Senhor?

– Sim. – ele responde irritado.

– Eu esqueci de fechar a caixa corretamente e os sapos estão pulando para fora. – eu escuto a voz de Neville atada a medo.

– Por que você idi... – Severo começou e, eu me vi esfregando nele ‘acidentalmente’ novamente o fazendo soltar um gemido baixinho antes de continuar. – Muito bem. Apenas encantá-los para paralisa-los e colocar eles de volta na caixa.

– Sim senhor. – Neville responde com choque.

– Feliz? Eu fui agradável com seu amiguinho, será que dar para você tirar seu cabelo e parar de ficar se esfregando em mim? – ele sibilou para mim.

Nervosinho.

– Melhor assim? – eu indaguei me esfregando com mais intensidade.

– Sim. – ele murmurou baixinho, deixando escapar um pequeno suspiro.

– Desculpe-me. – eu disse ao ter ele dando tapas em minha mão para afasta-la. – Estou fazendo o possível para tirar meu cabelo.

Para ser sincera eu já tinha meu cabelo quase que completamente livre de seu zíper e agora eu mais o provocava.

– Pare de me bater. – eu digo com raiva. Era uma boa coisa que nenhum aluno presente poderia nos ouvir. Bem, eu não estou tão certa sobre ele. Severo parecia falar uma linguagem própria.

– Desculpe-me. – ele murmurou. Nesse momento era nítido o quanto ele estava excitado.

– Levante-se. – eu disse.

– Senhorita Granger não existe nada nesse mundo, magico ou não, que me faça levantar com você atada a minha virilha.

– Bem... – eu digo puxando sua calça para baixo.

– O que está fazendo? – ele sussurrou irritado.

– Estou tentando tirar meu cabelo de seu zíper o mais rápido possível, então relaxe. – sussurrei sorrindo para mim mesma. – Você usa cueca de seda?

– Cale-se. – ele disse claramente envergonhado.

– Professor você poderia verificar minha poção para ver se eu fiz certo? – perguntou uma menina.

– Senhorita Brow, eu não me importo se ela explode... Ah! – ele suspirou quando eu esfreguei nele novamente.

– Como? – perguntou Lavanda Brow.

– Trazer um pouco da poção aqui.

– Sim senhor. – eu escuto ela responder apressando seus passos para a mesa do professor.

– Não há nada de errado com ela, vai se sentar. – Severo diz rigidamente.

Eu tentei calcular o tempo que estava aqui. Talvez trinta ou mesmo quarenta minutos, o que significava que eu teria mais uns quinze minutos ou mais antes da aula acabar. Eu estava começando a ficar entediada.

– Você poderia me passar um livro. – eu peço.

Ele apenas me ignora. Raiva se infiltrou em mim. Ele não iria me ignorar. Eu já estava cansada de sua atitude.

Eu passo minha mão em suas coxas, no qual ele tenta afastá-las, em vão. Eu puxo firmemente sua Box para baixo deixando livre seu membro rígido. Eu só não sabia bem o que estava fazendo, eu só havia escutado algumas conversas sobre isso entre Parvatti e Lavanda. E eu nem podia ver o que estava fazendo, estava meio escuro debaixo da mesa.

Então eu comecei a esfregar minha mão por seu comprimento. Em poucos segundos Severo estava tentando empurrar minhas mãos longe dele mais uma vez. Elas tinham razão, os meninos eram sensíveis nessa área. Seus gemidos começaram a crescer mais alto a cada movimento que eu fazia.

Eu tentei me lembrar da conversa que eu havia escutado... Eu abri minha boca e lentamente deixei-o deslizar em minha boca.

Nesse momento severo deixou escapar um gemido muito alto, chamando atenção dos demais alunos.

– Senhor, você está bem? – eu escuto um dos alunos perguntar.

– Eu... hã... Não estou me sentindo muito bem. Classe dispensada.

– Como? – um dos alunos pergunta confuso.

– Fora. – gritou Snape fazendo os alunos praticamente correrem para fora da sua sala.

Eu apenas intensifiquei meus movimentos e logo ele chegava a seu clímax. E então me bateu o que eu tinha acabado de fazer. Eu não tinha como olhar para ele agora. Ele deve estar furioso e então eu corri.

Alguns passos depois eu ouço ele me chamar, o que me faz apenas acelerar meus passos rumo à escada.

– Hermione. – ele chama mais alto. Era a primeira vez que ele chamava meu nome e com a surpresa eu me viro bruscamente em sua direção o que faz meu pé vacilar e cair na escada.


Flasch back off



Felizmente a senhora Pomfrey conseguiu ajusta-lo e eu podia dizer que era como se eu nuca houvesse torcido em primeiro lugar. Eu continuei com meus olhos fechados fingindo dormir.


– Será que ela está bem? – eu escuto Ron perguntar.

– Tenho certeza que sim, eu só espero que ela acorde logo. Quero saber o que aconteceu. – responde Ginny.

Oh talvez eu devesse fingir dormir mais um pouco, eu não queria ter que responder sobre isso. O que me faz lembrar-se de como Severo me levou para a enfermaria. Oh, eu definitivamente não quero acordar e ter que enfrenta-lo.

Notas finais
Espero que tenham se divertido. Reviews? Recomendações? Ambos são bem vindos. rsrsrsrsrsrs
Beijos.