A Lei Do Casamento.
20 Passeio e...Aceitando o desafio de uma sabe-tudo.
Notas iniciais
Segue mais um capítulo...
Capítulo betado por: Milaims... Obrigada! ♥
Ah eu tenho algo a pedir... Leia as notas finais. Estou fazendo uma votação para decidir minha próxima história após a finalização dessa fic... Por favor me ajude a decidir, ok?
Agora vamos à história...
Passeio e...Aceitando o desafio de uma sabe-tudo. Parte 1. (n/a: Eu estou repetindo o nome, pois não coube no espaço designado, ok?).
Pov Hermione.
Eu estava perdida em meus pensamentos sobre a noite passada...
Eu nunca considerei pensar em envergonhar Snape. Mas o fato é que o que ele fez me deixou com raiva. Em toda a minha existência eu nunca imaginei que ele poderia agir dessa forma ou fazer algo assim. Estou sem palavras... Não, eu realmente não sou.
– Eu o odeio. Eu vou fazê-lo se arrepender do que ele me fez. Eu deveria fazê-lo andar nu diante de todo o salão.
Krum apenas me olhou em choque.
Eu contei tudo o que tinha se passado desde que a carta do ministério tinha chegado em minhas mãos. Krum era um bom ouvinte e no final de minha narrativa ele riu.
– Não tem graça!
Ele tossiu tentando voltar a ficar mais sóbrio e me olhou atentamente.
– Você o ama. – ele disse simplesmente. – E ele a ama. – minha boca se abriu em sua declaração na melhor imitação de peixe fora d’água.
– Isso é um absurdo. Ele não me ama ou ele nunca teria me tratado dessa forma.
Ele sorriu e eu me dei conta de que não neguei sua declaração sobre amar meu professor de poções.
– Oh cale a boca! – eu digo batendo em seu braço. Ele esfregou o local como se tivesse lhe causado algum dano, mas seu sorriso desmentia esse fato. Ele se acomodou melhor na cadeira ao lado do leito e me olhou fixamente.
– Não estou dizendo que ele agiu direito ou que você deva perdoá-lo facilmente, mas... Você mesma disse que ele no momento está preso no corpo de uma criança de cerca de dois anos de idade e mesmo ele tendo uma mente de adulto, acredito que ele deva ter vários impulsos infantis. – ele levantou as mãos na frente de seu corpo como se estivesse se protegendo de algum golpe possível que eu fosse dar e continuou rapidamente. — Sei que foi maldade, mas crianças podem ser más às vezes. Não de forma intencional. O caso é que nessa idade as crianças não pensam muito sobre as consequências de seus atos.
Eu pensei sobre suas palavras. Humm. Se eu fosse pensar em tudo que havia se passado... Eu podia ver que Severo não agia muito de acordo com seu antigo auto. Ele ainda permanecia irritado, sarcástico e gostava de ditar suas ordens fazendo com que todos ao seu redor tivessem uma vida miserável. Em contrapartida, ele jamais teria corrido atrás de um aluno e o mordido, feito uma birra, chupado seu dedo...
– Talvez você tenha razão... – eu digo incerta.
– E quando você pretende oficializar a data do casamento? – ele pergunta animado.
– Você fala como se ele tivesse me pedido ou aceitado se casar comigo. – eu digo com um suspiro desanimado.
Eu sinto sua mão apertar a minha e eu olho para ele nesse momento. Seus olhos luziam preocupação, afeto e um pouco de divertimento em menor grau.
Eu não queria que ele se preocupasse comigo. Eu odiava preocupar qualquer um de meus amigos. Krum era um deles. Depois do torneio tri-bruxo trocamos cartas uma vez a cada mês. Não falamos nada em particular... Eu tinha ficado lisonjeada quando ele disse que me escreveria antes de partir após o torneio e fiquei muito surpresa quando a primeira carta chegou.
Eu respondi sua carta, pois era a coisa educada a se fazer. Para minha surpresa ele respondeu a essa e assim tudo começou... No começo eu achei que com o decorrer do tempo isso logo seria esquecido, com exceção os últimos três meses que antecederam a derrota de Voldemort, as cartas chegaram mensalmente e o que antes eram apenas algumas linhas se transformaram em páginas mais extensivas. Quem diria que Victor Krum poderia ser do tipo que escreve?
Talvez se eu fosse educada o suficiente, o professor Snape possa considerar meu pedido de casamento...
– Acho que se você continuar a trata-lo do jeito que você o está tratando, eu não tenho dúvidas de que ele a estará arrastando para se casar no mesmo momento em que ele voltar a ser ele mesmo.
Eu olhei para ele confusa.
– Você Hermione é uma das poucas garotas que conseguem ser sexy quando está irritada. E o melhor é que não se dá conta disso. Você é pura tentação nesse momento.
Eu abaixei minha cabeça em constrangimento. Eu não estava acostumada a receber elogios de outros caras, na maioria das vezes... Quem eu quero enganar? Em todos esses anos nem mesmo Harry ou Ron elogiaram minha aparência, se eu não soubesse melhor eu pensaria que eles sequer se lembravam de que eu era uma garota.
– Senhorita Granger tem certeza de que está atenta aos horários? – eu olhei para meu pequeno professor de poções que batia o pé de forma impaciente atrás de mim.
Eu apenas olhei para ele irritada. Quero dizer, o que eu estava pensando quando decidi em trata-lo bem e ser educada? Qual era o propósito mesmo?
Eu deslizei minha blusa sobre minha cabeça pensando vagamente sobre meu mestre de poções e seu comportamento na noite anterior.
Harry e Ron haviam voltado mais tarde com Snape à tira colo e eu tenho que admitir que fiquei um pouco chocada com o comportamento de Severo. Ele permaneceu quieto e pensativo durante toda a visita. Tudo que ele disse foi um ‘sinto muito’ em minha direção e nada além disso. Ele apenas olhou para todos com seus olhos frios e irritados fazendo com que eu me lembrasse muito de seu antigo auto.
Eu tinha que admitir que eu gostava de sua versão criança, mas eu sentia falta de sua versão adulta. Afinal, tinha sido por ele que eu havia caído de amores. Não que eu fosse admitir isso em voz alta.
Eu me pergunto sobre quando ele voltar a ser adulto novamente. Ele voltaria a ser como antes? Ele voltaria a me ignorar? Ele realmente tinha sentimentos por mim como Krum havia dito?
Tinha sido uma surpresa para mim a visita de Victor Krum. Ele tinha vindo a pedido de sua noiva que aparentemente era um tipo de fã do trio dourado e havia pedido para Victor como presente de casamento a presença do trio na cerimonia. Era um pedido bem simples, eu mesmo não vi como recusar seu pedido. Harry e Ron iriam ficar bastante animados em ter uma oportunidade para falar sobre as novas regras de quadriboll... Meninos!
Eles tinham entrado no exato momento em que Victor dizia que eu era sexy... Victor se levantou e inclinou-se em minha direção, sussurrado palavras em meu ouvido.
Apesar de suas palavras serem encorajadoras e otimistas, eu tinha minhas dúvidas se Severo realmente tinha algum tipo de sentimento por mim. Mas depois de ver seu comportamento frio com Krum e com os demais eu me pergunto se ele não tinha ficado com ciúmes como o próprio Krum havia apontado.
Suspirei.
Provavelmente é apenas ele voltando a se comportar como antes... Não é como se ele desse muita importância aos demais alunos. Provavelmente para ele, eu sempre seria a sabe-tudo insuportável. Eu penso desanimada.
– Estamos prontos? – sua voz infantil me fazendo voltar ao momento presente mais uma vez.
– Sim. – eu digo agarrando meu cachecol e pegando um menor que eu tinha pego na casa de Sonserina e me ajoelho a sua frente enrolando ele em seu pescoço.
Professora Minerva nos tinha dado permissão de fazer um passeio com a intenção de que pudéssemos espairecer. Ela disse que precisávamos aliviar o stress de toda a situação.
Foi de comum acordo que jantaríamos no Três Vassouras após passar em uma nova loja de doces que havia inaugurado há pouco tempo. Harry e Ron estavam muito animados com isso. Eles eram viciados em doces. Eu não estava muito animada. Tudo que eu queria fazer era deitar em minha cama e dormir até que tudo voltasse ao normal.
Talvez eu pudesse colocar meus deveres em dia, pedir um jantar em meu quarto, visto que a casa elfa ainda estava liberada e depois tomar um longo banho para relaxar e dormir até o dia seguinte.
– Que tipo de doces você gosta Hermione? – Luna tinha me perguntado quando ouviu meus planos para a noite.
– Eu gosto de bombos trufados e os de cereja. – eu digo a vendo anotar em um bloquinho.
Mas depois de Harry e Ron dizerem que o passeio não seria o mesmo sem mim, eu não pude recusar. Bom, pelo menos Harry o fez. Ron apenas apontou que eu merecia depois de ficar tomando conta do “monstrinho”, no qual me deixou muito irritada.
Eu não conseguia entender a implicância de Ron para o pequeno professor de poções... Ok, ele o mordeu, mas pelo que foi me dito, foi só depois que ele tinha sido provocado. Ron tinha que ser mais maduro. Eu penso em desgosto.
Depois de ajustar o cachecol em Severo eu o peguei no colo e sai de meu quarto encontrando Harry com Neville em seu colo ao lado de Ginny e Ron. Luna também estava com Draco que se mostrava um pouco... Corado?
Achei melhor não perguntar.
– Por que você teve que trazê-lo? – Ron me perguntou, olhando com desgosto Snape em meu colo.
– O que você queria que eu fizesse com ele? Que o deixasse com Lavanda?
– Bem, sim. – ele respondeu como se fosse uma resposta obvia.
– Não Ronald! Ele é minha responsabilidade e eu quero trazê-lo junto comigo. – eu digo irritada.
Como Ron podia ser tão insensível? Eu passei por ele segurando mais firmemente Snape em meus braços, ouvindo Ron resmungando sobre Snape me ter enrolado em seus dedinhos.
Harry riu e Ginny passou a andar ao meu lado.
Pov Severo.
– Por que você teve que trazê-lo? – perguntou Ronald Wesley.
– O que você queria que eu fizesse? Que o deixasse com Lavanda?
Por Merlin não...
– Não Ronald! Ele é minha responsabilidade e eu quero trazê-lo junto comigo. – senhorita Granger disse com raiva.
Toma esse Wesley!
Ela me apertou mais em seus braços e começou a andar.
Meu olhar recaiu em Longbottom. Eu estreitei meus olhos nele. Ah senhor Longbottom, quando eu voltar a minha forma real... Ele apenas me olhou aterrorizado. Um sorriso deslizou em minha face ao ver o senhor Potter afastar Neville de seu braço horrorizado.
Isso tenha medo, muito medo.
Pov Hermione.
De repente eu parei de andar e olhei para trás ao ouvir Harry soltar um pequeno gemido. Eu olhei para ele que olhava Neville em choque e descrença.
– Harry? Algum problema? – eu perguntei preocupada.
Harry apenas afastou Neville de seu corpo incapaz de formar uma palavra. E então eu vi. As calças de Neville e a camisa de Harry com uma grande mancha molhada.
– Por quê? – Harry pediu a ninguém em particular em tom choroso.
Ginny e Ron começaram a ri. Draco se juntou logo depois ao ver o que se passava e Luna apenas olhava confusa a cena diante dela.
– Eu não entendo. – comentou Luna. – Harry, acho que você não colocou a fralda do jeito certo. Devemos ficar mais atento.
O riso morreu e todos olhamos para Luna em choque.
– O que? – ela perguntou de forma inocente.
Nossos olhares imediatamente recaíram sobre Draco que estava bastante vermelho. E o riso recomeçou. Harry estava rindo ao ponto de lágrimas. Severo apenas olhava para eles como se todos fossem idiotas.
Com um aceno de minha varinha eu tinha corrigido as calças de Neville e a camisa de Harry.
Eu segurei Severo um pouco longe de meu corpo e olhei diretamente em seus olhos.
– Você não vai fazer nada parecido, você vai?
Ele apenas me olhou surpreso antes de encobrir qualquer emoção em sua face.
– Não senhorita Granger, eu não estou indo para fazer qualquer coisa semelhante.
Eu voltei a acomoda-lo mais perto em meus braços enquanto ele me olhava com adagas em seus olhos.
– Não fique com raiva, mas diante das circunstâncias eu tive que perguntar. – eu tento me justificar.
Eu voltei a andar, tentando sufocar meu riso ao ver Harry olhando a cada minuto em direção a Neville. Ron ainda ria olhando para um Draco muito vermelho.
Entramos em uma loja de doces e assim que eu coloquei Severo no chão ele foi correndo em todos os doces ali distribuídos. Eu nunca imaginaria que ele teria um fraco para doces.
Eu olhei vagamente Harry e Ron separando seus doces. Ginny e Luna pareciam entretidas com alguma coisa em um dos balcões.
Eu olhei em volta, sem me apegar a nenhum lugar em especifico. Eu não era lá muito fã de doces apesar de gostar de alguns.
– Mione! – eu olhei em direção a Ron que me chamava. – Seu filho me empurrou para fora do caminho. – ele reclamou.
– Ronald ele não é meu filho. Ele é o professor Snape. Além do mais, o que quer que eu faça? Que bata nele? – eu digo exasperada.
– Bem, sim. Eu acho que alguém tem que fazê-lo. – ele disse bufando e olhando para Snape que havia se aproximado de onde estávamos. – O que você quer monstrinho?
– Ron! – eu o repreendi. – Você não deve falar com ele dessa forma.
– É isso mesmo, você deve escutar a Hermione. – Snape disse petulante. Ele disse meu nome?
– O que está acontecendo com você Hermione? Até parece que fizeram lavagem cerebral em você. – Ron acusou.
– Isso não é verdade. – eu protestei.
– Você faz qualquer coisa por ele. – ele ressaltou e automaticamente meus olhos recaíram a Snape que olhava a briga com olhos amplo e assustado. Eu volto meu olhar irritada para Ron por está assustando Severo.
– Não faço não. – eu digo defensivamente e Ron apenas revira os olhos olhando de volta para baixo.
Severo apenas sorri, mas eu mesmo sou incapaz de pegar esse sorriso, pois quando acompanho o olhar de Ron eu apenas vejo Snape me olhar com olhos suplicantes, com lágrimas brilhantes que parecia que iriam cair a qualquer minuto.
– Oh! Por favor, não chore. – eu peço me ajoelhando e o pegando no colo. – Você quer um pirulito? – eu pergunto tentando animá-lo. Partia meu coração vê-lo tão triste.
– Não dê doces a ele. – Ron advertiu. – Ele assustou Neville e o fez fazer xixi em Harry.
– Ele tem um ponto. – Severo diz antes de baixar a cabeça com uma fungada. Seu lábio inferior tremia e ele olhou para o chão como se o seu coração estivesse partido.
– Oh cale a boca Ronald! Você está ferindo seus sentimentos. Ele é apenas um bebê e tem o direito de ter alguns doces. – eu digo apertando Snape em meus braços.
– O que? Ele está fingindo Hermione, você não pode ver isso? – Ron perguntou descrente.
– Por que você tem sempre que implicar com ele? – eu digo irritada saindo com passos largos.
Eu não consigo entender como Ronald podia ser tão insensível com uma criança. Eu sei que se trata do professor Snape, mas ele bem que podia considerar que no momento se trata de uma criança.
Bufei. Ron tinha muito que amadurecer.
Depois que todos pagaram por seus doces fomos em direção aos três vassouras onde nos acomodamos em uma de suas mesas.
Pov Severo.
– Ronald ele não é meu filho. Ele é o professor Snape. Além do mais o que quer que eu faça? Que bata nele? – eu escutei a senhorita Granger dizer exasperada ao ouvir o senhor Wesley choramingar.
– Bem, sim. Eu acho que alguém tem que fazê-lo. – eu bufei. Eu vou dizer quem é que precisa de uns tapas. – O que você quer monstrinho? – ele disse irritado para mim.
– Ron! Você não deve falar com ele dessa forma.
– É isso mesmo, você deve escutar a Hermione. – Espere! Eu realmente a chamei de Hermione? QUE PORRA É ESSA?
– O que está acontecendo com você Hermione? Até parece que fizeram lavagem cerebral em você. – Wesley acusou.
– Isso não é verdade. – ela protestou.
– Você faz qualquer coisa por ele. – Ele acusou.
– Não faço não.
Tem certeza que quer competir comigo senhor Wesley? Eu sorri largamente antes de me fazer de assustado ao ver que Granger voltava seu olhar em minha direção.
– Oh! Por favor, não chore. – ela disse se ajoelhando e me pegando no colo. – Você quer um pirulito? – eu pude ver a cara de incredulidade de Wesley e o modo que ele esfregava sua testa como se estivesse com início de uma dor de cabeça.
– Não dê doces a ele. – Ron advertiu. – Ele assustou Neville e o fez fazer xixi em Harry.
– Ele tem um ponto. – eu digo antes de abaixar minha cabeça com uma fungada. Projetei meu lábio inferior o fazendo tremer ligeiramente e olhei para o chão como seu eu estivesse arrependido do que tinha feito.
– Oh cale a boca Ronald! Você está ferindo seus sentimentos. Ele é apenas um bebê e tem o direito de ter alguns doces.
Perdeu Wesley. Ela é minha!
– O que? Ele está fingindo Hermione, você não pode ver isso? – Ronald Wesley perguntou descrente.
– Por que você tem sempre que implicar com ele? – ela disse irritada saindo com passos largos.
Eu apenas olhei para trás, sorrindo de forma triunfante e levantando meu dedo do meio para ele. O olhar em seu rosto era impagável. Pelo canto do olho eu vejo o senhor Potter e a senhorita Wesley rindo ás lágrimas. Idiotas! Senhor Wesley apenas continuou a olhar em descrença absoluta. Hermione não percebeu em nenhum momento o que eu tinha feito. Ela me comprou vários doces e eu apenas sorri para ela que me sorria de volta.
Notas finais
Ah e antes que eu me esqueça... Após o próximo capítulo teremos mais um bônus com Draco e Luna... Acho que esse capítulo já dá uma noção do que está por vim, não é mesmo??? rsrsrsrs
Agora sobre a votação... Bem, eu estou em dúvida sobre qual dessas historia eu vou postar, se bem que eu estarei postando a outra em algum outro momento... Mas eu gostaria de me concentrar em uma em primeiro lugar... Então peço que me ajude a decidir e optem pela opção 1 ou 2... Não vale ambas, ok? Eu vou me focar em apenas uma, mas fiquem sossegadas que eu deverei postar a outra mais para frente...
Opção 1 - Georgie/Hermione/Fred... Eu acho os gêmeos muito divertidos.
Opção 2 - Severo/Hermione/Sirius/Remus... É eu sei Sirius e Severo não são exatamente amigos ou mesmo sociáveis um com o outro. Imagine a cara deles em saber que vão dividir a mesma mulher??? Rsrsrsrs Bom para isso é que Remus Lupin entrou nessa mistura, afinal alguém tem que apaziguar os ânimos já que Hermione tem um temperamento próprio, não é mesmo? rsrsrsrs
Beijos ♥
Agora vamos às notas finais de minha maravilhosa beta.....
Milaims:
Oi pessoas lindas! É o primeiro capítulo [de muitos espero] que estou betando para a Josi!
Espero que todos vocês estejam amando a história!
Realmente Severo tem a Mione enroladinha em seus dedinhos gorduchos de criança...
Mal posso esperar para que ele assuma seu corpo adulto novamente!
Beijos!
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