A Jornada Para o Último Céu
157 Capítulo 153 - Névoa (II)
— Yi-Fang? O que é isso!?
Naquele momento em que Yi-Fang veio pra cima de mim, eu sabia que ela estava fora de si.
Por mais que ela fosse safada quase que o tempo todo, até agora, ela nunca tentou abusar de mim ou me estuprar, apesar do seu jeito, ela me respeitava, e também á Jia-Li, e toda aquela situação e a névoa...Havia algo ali, mas naquele momento meu corpo estava fraco e eu não conseguia com sua força.
Ela segurou em meus dois braços esticados e começou a roçar sua vagina em meu pênis, ela estava gemendo e com a expressão corada e salivando, ela impunha força contra meus pulsos não me permitindo escapar.
— Yi-Fang, se recomp-
Enquanto eu tentava me libertar de Yi-Fang, algo tomou conta do meu corpo, eu senti como se um calor tivesse se espalhado por meus músculos, comecei a olhar para os seios enormes da mulher balançando em minha frente e aquilo me fez arregalar os olhos e ficar descontrolado, eu usei QI em meu corpo, mas não estava conseguindo ter auto controle, eu me soltei das mãos da mulher e caí de boca em seus seios os chupando e mordendo com agressividade, Yi-Fang gemeu alto e começou a me arranhar nas costas rasgando minhas vestes, eu segurei em suas coxas e me levantei com ela segurando-a no ar ainda com a boca em seus seios enormes, ela me segurava com força, eu a encostei na bancada do barco e encaixando meu membro em sua boceta que, por incrível que pareça, era bem apertada, comecei a socar enquanto a segurava com as duas mãos apoiadas em suas coxas fazendo-a bater as costas contra o galpão de madeira, comecei a movimentar minha cintura sem parar fazendo meu membro, já grosso e ereto, penetrar em sua vagina de uma maneira com que não houvesse tempo para a mulher respirar, eu comecei a usar o QI nos meus músculos para meter com ainda mais força, fazendo até mesmo o barco balançar. Naquela altura, Yi-Fang gritava e me arranhava me fazendo sangrar pelas costas, ela usou sua boca para morder e chupar meu pescoço, sua boceta se contorcia no meu pênis, ela me segurou no pescoço e começou a movimentar sua cintura também para fazer meu membro penetrar ainda mais fundo.
Cessei por alguns segundos os movimentos colocando-a em pé com apenas uma das pernas apoiadas no chão, segurando a outra, mantendo-a aberta, voltei a movimentar minha cintura empurrando meu pau para que sentisse sua boceta escorrer, ela começou a gemer alto e seus olhos se viraram enquanto salivava.
— MAIS HUO, MAIS!!!!!!!!
Yi-Fang gemia e gritava feito louca enquanto se segurava em mim, eu caí deitado no chão em cima dela e mantive suas pernas bem abertas para socar cada vez mais fundo, estava impondo uma velocidade em que nossos corpos chegavam a fazer um estrondo ao se chocar, ambos já estávamos suados, Yi-Fang me segurou com suas unhas no pescoço e me olhou de uma maneira selvagem.
— Fode desgraçado, acaba comigo.
Ao ouvir a voz da mulher e seu olhar penetrante, impus mais QI nos músculos da minha cintura e quadril e comecei a me movimentar de maneira com que eu sentia meu membro chegar no útero da mulher, ela começou a gritar e chupar meu pescoço mordendo, suas pernas estavam entrelaçadas em minhas costas e seus braços sobre meu pescoço, eu estava ofegante e totalmente suado mas não parada um só segundo de me movimentar, meus braços se apoiavam no chão de madeira enquanto eu afundava o corpo de Yi-Fang no chão, ela começou a rir insanamente e contorcer mais seu corpo se apertando em minha cintura.
“O que eu to fazendo!? Eu não consigo me controlar, eu não consigo mais controlar esse desejo.”
Eu sabia que havia algo errado mas havia me deixado levar, era aquela névoa maldita, como poderia sair dessa situação?
— VAI HUO-LEI!
Yi-Fang gritou mas naquele momento, algo dissipou a neblina em nossa frente, eu comecei a ter mais controle sobre meu corpo, olhei para o lado e recebi um chute em que saí rolando no chão até quase cair na água.
— Acorde, Huo-Lei!
Hiang-Lin estava parada em minha frente ofegante quase cambaleando, ela respirava de maneira irregular parecendo estar bem nervosa.
— SUA VAGABUNDA!
Yi-Fang se levantou e criou uma lâmina de gelo em sua mão direita, mas naquele momento, algo a fez desmaiar também.
— Eu acho melhor te colocar pra dormir, irmãzinha.
Uma mulher de cabelos cinzas surgiu, ela transmitia uma aura pesada semelhante ao demônio do sangue que havíamos lutado antes.
Não é possível, é? Outro demônio surgiu? O que está acontecendo?
Os demônios ficaram ‘ocultos’ esse tempo todo, será que o nosso movimento foi que os fez agirem?
A demônio do veneno, a demônio do sangue, Yi-Fang...agora essa, se tivermos a mesma dificuldade que tivemos com o demônio do sangue, não sairemos vivos da próxima.
— Você não está com medo? Geralmente quando um demônio surge as pessoas costumam rezar e se ajoelharem pedindo por clemência, mas você parece bem corajoso, jovem, pelo visto já enfrentou algumas das minhas irmãs.
A mulher se sentou no canto do barco e começou a me analisar.
— Você é outra delas? O que diabos tá acontecendo?
Hiang-Lin, ainda sem forças, se colocou na minha frente, ela sabia o perigo que aqueles demônios representavam.
— Você é quem? Sai daqui menina.
A demônio tentou ignorar Hiang-Lin, mas esta, se colocou em posição de combate.
— Deixa eu te mostrar quem eu sou, sua puta desgraçada.
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