A Irmãzinha
40 Capítulo Trinta e nove
Notas iniciais
Oi minhas irmãzinhas queridas :)
Como estão?
Espero que vocês gostem desse capitulo que eu amei escrever.
Boa leitura.
Passamos a noite num clima gostoso em família.
Edward e eu cozinhamos com a ajuda de nossa filha enquanto Emmett olhava para Rose com olhos de adoração, conversando baixinho num mundo só deles. Jasper e Alice ficavam rindo e brincando, dando palpites e implicando com cada ingrediente que adicionávamos ao jantar. Molly parecia estar no céu. Ela falava sem parar, contentíssima por ter os tios conosco, e de tempos em tempos ela encontrava meu olhar e sorria mostrando todos os seus dentinhos de uma forma encantadora que só me fazia ainda mais apaixonada por aquela pequena.–Acho que já está mais do que na hora de irmos — Jasper disse depois da sobremesa olhando para o relógio — já deve ter dado tempo para a minha mãe arrumar o quarto que era da Bella para a irm... — Alice deu uma cotovelada nada discreta nele que tossiu — Humm... Para Rose.–Tem certeza que não vou atrapalhar? — ela perguntou baixinho, fingindo não reparar nas palavras do meu irmão.–Claro que não, ela ficou imensamente feliz quando ligamos dizendo que você iria para lá. Se eu não tivesse insistido, você já estaria lá jantando com ela — eu a tranquilizei — vai gostar da temporada com a mamãe, assim como ela vai gostar de ter você lá, principalmente depois de eu ter me casado, já que por mais que sempre esteja por perto, ela sente falta de ter mais alguém em casa para cuidar. –Tudo bem então — Alice disse animada — Emm você vai no meu carro com a Rose que eu vou com o Jasper, nos encontraremos lá.–Combinado — Emm sorriu pegando na mão dela que corou.–Vocês vem também?–Não Alice, nós vamos ficar. Já está ficando tarde e essa mocinha aqui precisa ir para a cama.–Edward, não seja chato. Eu aposto que Molly está doida para ir, não é gatinha? — Molly assentiu timidamente, olhando esperançosa de mim para Edward.–Nós vamos outro dia — ele disse olhando para nossa filha — amanhã é um dia muito especial, lembra? Temos que acordar cedo.–Eu vou ficar em casa tia — ela falou rapidamente assentindo animada, nós rimos dela fazendo Alice franzir o cenho ao nos encarar.–Vocês ficam com esse papinho ai, mas eu sei muito bem por que querem que a menina durma depressa. –Por que mamãe? — Molly perguntou com o cenho franzido.–Para você não ficar com sono amanhã e acabar dormindo bem na hora em que veremos o seu irmãozinho ou irmãzinha. Você não quer perder isso não é?- ela negou com a cabeça e Alice cruzou os braços insatisfeita.–Essa sua cara de santinha não me engana dona Isabella, você pode enganar a sua filha, mas a mim não. E não pense que eu esqueci que você me deve uma resposta viu? Eu ainda vou fazer você me contar tudo.–Amor, outro dia você interroga a Bella até ela ficar roxa — Jasper falou fazendo gracinha ao perceber meu rosto vermelho — por hoje vamos deixar com que eles aproveitem a noite em paz — ele deu um beijo no biquinho emburrado dela e riu — vem pequena, vamos para a casa antes que a minha mãe venha nos buscar. Você sabe que Renée não é conhecida por sua paciência.–Tente não ser tão inconveniente uma vez na vida Alice e vamos de uma vez — Emmett levantou-se segurando na mão de Rosalie e Alice bufou reclamando que todos estavam contra ela e de cara feia, se despediu de nós três.Quando eles se foram, Edward cuidou de arrumar a cozinha enquanto eu cuidava de uma Molly animada com o nosso programa do dia seguinte. Durante o banho e enquanto eu a preparava para dormir ela falou e falou e falou.Edward terminou o que tinha a fazer, ele foi para o quarto ficar conosco, e então os dois passaram um bom tempo conversando com a minha barriga, contando historinhas para o bebê e Edward contou histórias para os dois, até que olhando no relógio ele viu que já era tarde, deu um beijo em nossa filha e a mandou dormir. Depois que ele saiu do quarto eu me deitei ao dela e ficamos abraçadas e quietinhas até que com um lindo sorriso no rosto ela caiu no sono. –Ela dormiu? — Edward perguntou quando entrei no quarto. Ele estava terminado de se secar, recém-saído do banho e eu assenti me animando toda ao olhar cada detalhe de seu corpo perfeito. Ele sorriu ao captar me ver e me seguiu com o olhar até que eu me aproximei e o abracei, beijando seu peito nu. Edward suspirou e sussurrou para mim — você já está indo para cama?–Ainda não. Eu preciso de um banho também.–Tudo bem, vou ficar te esperando — ele beijou meus lábios delicadamente e se afastou. Eu fiquei ali parada observando meu lindo marido se vestir apenas com a calça do pijama e só sai do meu tranze depois que o seu pequeno show tinha acabado, então eu peguei uma camisola no armário antes de ir para o banheiro.Demorei um pouco mais do que o de costume no chuveiro, deixando que a água quente fizesse meu corpo relaxar. Meus pés doíam um pouco e eu estava muito cansada, mas não era por isso que eu não via a hora de ir para a cama.Edward tinha me prometido uma noite deliciosa e eu estava louca por isso, louca pelo meu marido e desejando demais ter seu corpo sobre o meu, ou o meu sobre o dele, ou nossos corpos enroscados em uma maneira estranhamente gotosa que ele visse no livro.
Desliguei o chuveiro e passei um creme gostoso com cheiro de morangos em meu corpo para depois vestir uma das camisolas mais sem vergonhas que Alice tinha me dado. Preta e rendada, ela era até muito bonita, mas tão curta que mal cobria as partes mais necessárias do meu corpo e mesmo se houvesse pano o suficiente para isso ainda havia a transparecia que mostrava tudo.Obriguei-me a não me sentir tímida por estar vestida com ela, mas era meio difícil, mesmo sabendo que Edward iria adorar e, que ele sempre ficava mais animado que o normal quando eu me vestia para ele. E então, guiada pelo desejo de dar prazer ao meu marido que fui para o meu quarto.Quando cheguei, Edward estava todo concentrado lendo algo na cama que nem ao menos olhou para cima. Fiquei parada na porta observando seu rosto serio e seus lábios se movendo rapidamente com a leitura sem emitir som. Sorri esperando que ele me olhasse, mas isso não aconteceu e eu resolvi chamar sua atenção.–Amor o que você está lendo assim tão concentrado?–É um artigo novo que o papa publicou sobre o casamento e o padre Harry pediu minha opinião.–Sua opinião? Por quê?–Eu acho que ele está me testando, vendo o que eu aprendi no seminário. Parece que ele quer investir em meus estudos, ajudar a me formar para no futuro ele me recomenda para dar aulas, ou algo assim.–Isso me parece muito bom, amor — suspirei feliz por ele, mas ao mesmo tempo frustrada, já que ele nem sequer levantou os olhos para falar comigo — E falta muito? — perguntei manhosa fazendo-o rir.–Não amor, eu logo vou ficar livre para você. Já estou quase termi... Terminando — ele gaguejou engolindo em seco ao me olhar, surpreendido pela minha falta de roupa.–Tudo bem eu vou ficar esperando por você — eu me aproximei devagar e subi na cama debaixo do olhar atento e desejoso do meu marido. Deitei-me sobre as cobertas, bem ao seu lado, colocando minha cabeça em seu ombro, fazendo-o enrijecer — vou te esperar, mas termine depressa, por favor.Edward não tirou os olhos das minhas pernas por um longo minuto, prendendo a respiração, só voltando a respirar quando olhou para o papel que tremia levemente em suas mãos. Eu sentia que ele não estava prestando muita atenção no que estava fazendo, por que seu olhar acompanhava cada um dos mínimos movimentos que eu fazia, como ajeitar minha roupa, ou chegar mais perto dele.Eu suspirei, pensando no quanto isso ia se estender se ele continuasse assim. Edward nunca ia terminar de ler se a cada palavra ele parava para olhar para mim. Suspirei.Nós nunca íamos conseguir aproveitar nossa noite se não terminasse de ler.Enrosquei minhas pernas nas dele, tocando em seu peito com calma brincando com os pelos de seu peito e ele sorriu respirando fundo. Com aquele sorriso eu percebi que ele não estava mais trabalhando e então eu decidi que estava mais do que na hora de começarmos nossa noite. Eu espalmei minha mão em seu peito e fui descendo devagarzinho, beijando seu mamilo esquerdo enquanto tocava seu membro por cima da calça, fazendo-o gemer.–O que você...? –Shii — eu disse tocando seus lábios — você pode continuar a ler meu amor, eu vou procurar algo para me divertir enquanto isso, prometo que eu não vou ficar entediada.Dei um selinho nele e me afastei para ajoelhar ao seu lado e então, bem devagar fui puxando a única peça de roupa que cobria seu corpo perfeito e assim que ele estava nu, montei sobre seu corpo, me sentando em seus tornozelos e inclinando para frente.–Bella — Ele disse com a voz rouca quando eu o segurei com firmeza — o que você vai fazer?–Só quero te dar um beijo, não vou te atrapalhar.–Vai me beijar ai? — sua voz rouca me deixou arrepiada e olhei para cima, captando seu olhar cheio de expectativa, me deixando excitada.–Por que não? Seu corpo é todinho meu e eu posso beijar aonde quiser — eu beijei bem na ponta olhando em seus olhos — ou não posso?Edward não respondeu, apenas me observou enquanto eu beijava toda a sua extensão, até em baixo, dando atenção a cada pedacinho dele que gemeu mais alto quando eu o suguei de levinho. Eu estava começando a pegar o jeito nisso e já estava aprendendo o que o deixava assim, a forma como eu deveria chupá-lo e os movimentos que o deixavam louco. Eu adorava ver aquela expressão de prazer no rosto do meu marido. –Assim amor... Ah que delicia! — ele gemeu segurando meus cabelos quando eu já o tinha quase todo em minha boca, me incentivando a continuar.Eu gemi junto com o meu marido, mas foi ao olhar para seus olhos e ver o prazer que ele estava sentindo, que me incentivou a continuar de uma forma quase que selvagem querendo arrancar dele tudo o que tinha a me oferecer.Escalei seu corpo largado na cama, depois de engolir cada gota do seu prazer, me sentei em sua barriga e fiquei olhando para o seu rosto com um sorriso satisfeito que estava me deixando ainda mais acesa do que me encontrava.Eu sorri diante daquele sorriso tão lindo e permaneci ali, olhando hipnotizada para os olhos brilhantes que eu tanto amo. Não sei precisar bem quanto tempo ficamos nos olhando, mas Edward quebrou essa conexão ao me abraçar com força e me beijar demoradamente. –Eu acabei te distraindo não foi? — sussurrei de brincadeira dando uma risadinha, com minha boca ainda na sua.–Sim, você distraiu — ele riu também me puxando ainda mais para si — eu nem sequer me lembro do que estava fazendo antes, mas isso não importa — ele deu de ombros e eu abri os olhos encontrando os dele. Edward me beijou e acariciou meu rosto — nada mais importa quando eu te tenho aqui em meus braços.–E se eu resolver fazer isso todos os dias?–Vai me deixar louco! — eu ri.–E o que isso quer dizer?–Quer dizer que eu quero que você me beije dessa forma sempre, por que... Amor você... Uau, você sabe mesmo o que fazer.–Eu não sei — eu disse sorridente pelo elogio — me sinto um pouco culpada por ter tirado um homem do seu trabalho honesto, parece errado — ele franziu o cenho numa expressão divertida e riu.–Não se sinta assim meu amor. Você seduziu seu marido que estava louco para ser seduzido, isso é muito certo, sinta-se a vontade para fazer isso sempre que quiser.–Do jeito que você fala parece que eu fiz isso de caso pensado, como se estivesse tramando para distrair você.–Foi o que você fez, se estava planejado eu não sei, mas assim que você apareceu assim, toda gostosa nessa sua camisolinha sexy — ele respirou fundo com as mãos em minha bunda por baixo da camisola — eu só vi você, só me concentrei em você.–Eu te quero tanto Edward — suspirei fechando os olhos me deliciando com os beijos que ele dava em meu pescoço — mas eu posso esperar você terminar seu trabalho. Eu só fiz aquilo por que achei que você não estava conseguindo se concentrar mais e...–Ei, Amor... O único trabalho que eu tenho agora é o de dar prazer a minha mulher.–Tem certeza? Aquilo parecia importante — ele sorriu agarrando minhas cochas e foi subindo devagar até tocar em meu sexo.–Hmm... Eu acho que isso aqui é mais importante — ele colocou seu dedo dentro de mim devagarzinho – eu tantas coisas importantes no momento que eu nem sei o que fazer — Edward sorriu levando os dedos que a pouco estavam dentro de mim para a sua boca.–Então eu vou te dar uma solução — eu disse gemendo diante daquela cena — por que não termina logo o que tem a fazer para que nós possamos fazer da nossa muito mais gostosa do que já está sendo — Edward estreitou os olhos e me tirou de seu colo num movimento rápido, me colocando na cama e me beijou rapidamente se afastando de mim. No momento seguinte, Edward estava recolhendo os papéis que tinham se espalhado pelo quarto e eu me apoiei nos cotovelos para observar ele guardar tudo na mesa do outro lado do quarto.–Não precisava sair de perto de mim eu vou me comportar amor, eu prometo — de onde ele estava Edward olhou para mim parado feito um bobo, me observando enquanto sorria. Alguns instantes depois ele levou a mão ao seu membro, ele se acariciava, percorrendo os olhos pelo meu corpo largado na cama, como tinha me ensinado um dia.E eu tremi diante dele, afinal ali estava o meu homem: completamente nu, se dando prazer, ao olhar para mim.Aquela era uma cena linda de se ver.Sem resistir eu desci da cama devagar e fui até ele, tomando o lugar de suas mãos enquanto beijava seu peito. Ele estava duro e novamente pronto. Eu estava cada vez mais excitada por senti-lo latejar em minha mão, eu o queria mais perto de mim, dentro de mim, mas Edward se afastou um pouco para, outra vez, me olhar de cima a baixo e dizer com a voz rouca:
–Você está maravilhosa meu amor, quase perfeita.–Quase? — perguntei ofegante, ardendo com o seu olhar.–A única coisa é que você fica ainda mais linda sem essa camisola.–Você não gostou?–Você esta incrível, sabe que me deixa louco quando veste uma dessas, mas eu prefiro você completamente nua para mim.–Isso é fácil de resolver — eu disse sorrindo — por que você não tira? –É isso mesmo que eu vou fazer — ele sussurrou em meu ouvido, me deixando arrepiada e beijou meu pescoço, enquanto suas mãos puxavam delicadamente a camisola para fora do meu corpo fazendo com que ela caísse delicadamente aos meus pés, me deixando completamente nua.Ele gemeu tocando meus seios, olhando em meus olhos e um segundo depois se aproximou para beijá-los e depois chupar meu mamilo com vontade, me fazendo inclinar para aproveitar melhor aquele toque.Edward distribuiu beijos pelo meu pescoço, caminhando para trás de mim e puxou meu corpo para colar ao dele e começou a esfregar sua ereção em mim enquanto segurava meu seio passando o polegar em meu mamilo duro, enquanto com a outra mão deslizou pelo meu corpo até que seus dedos encontram meu clitóris nos fazendo gemer.Edward me empurrou para frente, com o corpo ainda colado ao meu me fazendo cair na cama com o rosto entre os lençóis bagunçados. Logo em seguida segurou minha cintura erguendo minha bunda e eu coloquei meus joelhos na cama enquanto ele me beijava bem ali, penetrando seus dedos em mim deliciosamente, entrando e saindo com facilidade do meu sexo encharcado.Eu gemia com o rosto na cama adorando tudo aquilo, eu fiz a menção de me ajeitar melhor, querendo vê-lo, mas Edward me impediu. –Fica assim Bella — ele disse apertando minhas nádegas com firmeza — é desse jeito que eu quero você hoje — ele aumentou o movimento de seus dedos habilidosos que faziam maravilhas comigo, me fazendo gemer cada vez mais alto pedindo por mais.Edward tirou os dedos de mim e beijou meu sexo, me lambendo de cima a baixo para depois se afastar e subir na cama. Antes que eu pudesse olhar para verificar o que ele estava fazendo, entender o que estava acontecendo, eu senti seu membro me invadir de uma só vez. –Oh meu Deus — ele gemeu rouco — minha nossa, como você é gostosa! Nós não nos movemos por um minuto, apenas aproveitando essa união maravilhosa entre nós. Passado esse momento, Edward começou a se mover devagar, testando cada movimento, para depois agarrar minha cintura e me penetrar com tanta força, tanta vontade que era como se sua vida dependesse disso.E naquele momento dependia.Ele ia tão fundo que eu mal conseguia respirar ou gemer, apenas me concentrava em respirar, me agarrando aos lençóis com a mesma força que Edward agarrava minha cintura, me fazendo rebolar para apreciar ainda mais a sensação.–Isso amor, rebola mais... Isso está tão bom — fiz como ele me pediu enquanto ele aumentava o ritmo, suas mãos me apalpavam e apartavam conforme íamos chegando mais perto do céu, até que o atingimos juntos.Meus joelhos não aguentaram o peso de tanto prazer e eu cai com o rosto enterrado na cama com Edward por cima de mim. Ele me abraçou apertado respirando com força assim como eu, buscando o ar que tinha escapado de nós.Nós nos acalmamos e Edward me beijou com delicadeza e eu suspirei quando ele segurou meu queixo para me olhar nos olhos.–Você vai acabar me deixando louco sabia? A cada dia que passa eu fico mais maluco, obsecado por você – eu toquei seu rosto e disse baixinho.–Todo dia, quando eu acordo e te vejo ainda dormindo, eu penso comigo mesma que seria impossível te amar mais do que te amo, que seria impossível caber mais amor em meu coração, ou em mim, já que o amor que sinto por você é tão grande que está em cada pedacinho do meu corpo. Mas quando o dia acaba e voltamos para a nossa cama, antes de dormir em seus braços, eu vejo que te amo muito mais do que quando acordei de manhã — eu sorri sem resistir ao sorriso torto dele, tocando seus lábios com as pontas dos meus dedos — Tem sido assim por tantos anos, e eu acredito que vai ser assim para sempre.–Eu te amo tanto minha Bella. Tanto. — ele fechou os olhos com força e me beijou delicadamente e aos poucos foi ficando mais urgente, tanto que logo ele estava em cima de mim, me tocando, me beijando em todas as partes que sua boca alcançava até que tomando seu lugar entre minhas pernas ele entrou em mim devagarzinho.Fizemos amor daquela forma, com os olhos nos olhos sem nada de mais estranho, observando atentos o amor e o prazer que havia em cada beijo, cada toque. E passamos o resto da noite assim, juntinho, conversando e fazendo amor, praticando nossa posição favorita até que adormecemos tão emaranhados que parecíamos um só..Acordei com Edward me puxando e me envolvendo ainda mais em seus braços. Eu suspirei feliz e beijei o peito dele.–Ah como eu adoro acordar com você em meus braços meu amor — ele disse quando eu abri meus olhos e encontrei os dele — e não tem nada que me deixe mais feliz do que saber que vai ser assim por todos os dias pelo resto da minha vida — ele se aproximou e eu coloquei minha boca na dele.–Foi o que eu sempre quis para mim, você, assim, comigo para sempre — eu o beijei, enfiando meus dedos em seus cabelos emaranhados puxando ele para mim, gemendo ao sentir o peso do seu corpo, ao sentir sua ereção pressionar a parte interna da minha coxa, fazendo meu corpo despertar.Abri minhas pernas para que ele se acomodasse e as cruzei ao redor de sua cintura. Ele esfregou seu sexo no meu e eu passei a gemer baixinho em sua boca, a cada movimento mais pronta para receber seu membro que já estava muito duro.Passei minhas unhas por suas costas parando em sua bunda o forçando para baixo desesperada para que ele me possuísse de uma vez.–Vem meu amor, vem — eu gemi em seu ouvido — eu quero você dentro de mim agora, agora Edward — enquanto eu falava ele me penetrou tirando meu fôlego. Ele saiu todo de dentro de mim e voltou com força, me fazendo gemer um pouco mais alto.–Mamãe, papai? — ouvimos Molly chamar no corredor ao longe e depois mais perto. Nós nos afastamos depressa, tentando assimilar o que estava acontecendo, mas foi só quando ouvimos a porta se abrir, que nos cobrimos depressa antes que ela pudesse dar uma boa olhada para nós dois — vocês já acordaram? Eu posso entrar? — ela sorria com a cabeça dentro do quarto enquanto nos certificávamos de que ela não estaria vendo nada que não deveria.–Filha está um pouco cedo para você acordar — eu disse ainda ofegante, tentando acalmar minha respiração — tinha muito tempo para você dormir ainda.–Eu sei, mas eu quero ir logo ver meu irmãozinho no médico — ela veio correndo e subiu na cama entre Edward e eu por cima das cobertas.–Está muito cedo ainda querida, por que não volta para a sua cama mais um pouquinho?–Eu não quero ficar lá sozinha mamãe, posso ficar aqui com você e o papai? Nós podemos dormir juntos! — ela exclamou como se tivesse tido uma ideia fabulosa e ficou em pé tentando puxar as cobertas para entrar embaixo delas, mas Edward a segurou.–Molly espera você não pode... Não pode deixar a sua... Boneca ficar lá sozinha... — ele acenando para que eu o ajudasse.–Não mesmo meu bem, por que você não vai buscá-la para ficar conosco?–Acha mesmo? — Edward e eu assentimos freneticamente fazendo-a sorrir — E qual eu trago?–Pode trazer qual você quiser. Vai lá escolher.–Tudo bem mamãe, eu volto bem rápido tá bom? — ela saiu correndo toda animada e assim que passou pela porta, Edward e eu nos olhamos, voltando a respirar normalmente.–Meu Deus que situação — ele riu pelo nariz e passou as mãos pelo cabelo tentando se acalmar — temos que começar a trancar essa porta, antes que algo pior que isso aconteça.–Concordo plenamente — gemi observando meu lindo marido se levantar e desfilar sua nudez gloriosa, atravessando o quarto até o armário para pegar o que vestir para nós dois. Ele me entregou a roupa e se sentou ao meu lado depois de vestido. Eu olhei para os olhos dele e suspirei.–Eu sei meu amor — Edward disse entendendo o meu suspiro — não queria ter parado também, estava tão bom dentro de você...–Para Edward — eu gemi fechando os olhos para me controlar. Meu corpo estava supersensível pela a excitação que ainda me dominava — para, por favor, antes que eu não responda por mim, que eu atenda o que meu corpo está pedindo. E eu não posso fazer isso, se nossa filha vai voltar a qualquer momento, não vou poder fazer o que eu quero com você...–Mais tarde meu amor... — ele suspirou me olhando e prometeu — Mais tarde — eu engatinhei até ele e o beijei com desejo, mas antes mesmo que nossas mãos bobas pudessem entrassem em ação, Molly voltou com os braços carregados de bonecas jogando todas em cima de nós.Aos poucos nós nos concentramos em nossa menina e em sua conversinha infantil, assumindo nosso papel de pais, priorizando nossa filha. Ficamos na cama por algumas horas bem gostosas conversando e rindo. A maior parte do tempo eu apenas ouvia as conversas entre Edward e Molly que eram sempre uma delicia de presenciar, de ver o amor e cumplicidade que só crescia entre esses dois. Isso deixava meu coração aquecido, feliz e ainda mais ansiosa para ver minha família maior, com essa cama cheia de crianças tão lindas e amorosas quanto ela.A hora da consulta se aproximava, nós nos aprontamos para ir, os três ansiosos e torcendo para que o mistério finalmente chegasse ao fim. Edward e Molly foram conversando sobre o lado bom de termos uma menina ou um menino.Quando chegamos ao consultório, ainda precisávamos esperar a nossa vez e enquanto isso Molly conversou com as outras grávidas que estavam na sala de espera. Como se estivesse em casa, conversando com velhos conhecidos, ela perguntava sobre o bebê delas e contou tudo o que sabia sobre o seu irmãozinho que estava crescendo dentro da mamãe. Edward e eu a observávamos orgulhosos de ver nossa menina encantando a todos como nos encantava. Ela estava tão entretida em suas conversas que tivemos que chamá-la quando chegou a nossa vez.–Senhor e senhora Cullen — a Doutora Brandon nos saudou quando entramos em seu consultório — vejo que trouxeram mais alguém hoje, quem é você moça bonita?–Eu sou a Molly — ela disse sorrindo e a medica me olhou esperando uma explicação.–Ela é nossa filha — eu disse acariciando os cachinhos dela — a irmã mais velha do bebê. –Eu achei que teria que preparar vocês para serem pais, que estavam assustados demais, mas parece que já fazem isso muito bem com essa princesa aqui.–Nós precisamos sim da sua preparação — Edward disse — não estamos assustados para seremos pais, mas é a nossa primeira gravidez, nosso primeiro bebê e, é isso que nos assusta.–Eu estou aqui para ajudar no que for preciso, não se preocupem — ela sorriu para nós — venham e sentem-se.Nós conversamos por alguns minutos relatando a ela sobre o ultimo mês, com as vezes que passei mal e sobre a fome constante que eu vinha sentindo. A doutora disse que era tudo bem normal e que a partir desse mês o mal estar vai acabar, mas a fome só vai aumentar. Edward e Molly se entreolharam e riram.–Então é isso — ela disse sorrindo depois de ouvirmos todas as suas orientações — chegando ao quarto mês muito bem mamãe e bebê. Vamos ver se conseguimos ver o sexo? –É para isso que estamos aqui — Edward disse animado e Molly que passou toda a consulta em silencio se animou toda e me seguiu com os olhos quando eu fui para a sala ao lado vestir o avental.Quando eu voltei Edward e Molly já estavam acomodados ao lado da pequena tela, enquanto a doutora explicava de uma forma simples como que aquele aparelho funcionava.Minha filha olhava curiosa para a médica enquanto ela espalhava o gel geladinho e passava o aparelho na minha barriga. Ela ficou atenta a cada movimento, já que não queria perder o grande momento.A médica começou o exame e em poucos instantes o consultório foi tomado pelo som do coração do meu filho muito forte e saudável, graças a Deus. Edward segurou minha mão com força e eu encontrei seu sorriso encantado e o olhar maravilhado, provavelmente iguais ao que eu tinha. –Molly, o que você acha: vai ter um irmãozinho ou irmãzinha? — olhei para a minha filha esperando sua resposta.–Eu não sei. O papai disse que você é quem sabe e vai dizer para a gente. Você sabe não é?–Ainda não, mas ele ou ela vai aparecer ali na tela e nós vamos descobrir — enquanto ela falava surgiu um contorno na tela que me era muito indistinto, mas ainda assim, era a coisa mais linda que eu já vi.–Onde?–Você não está vendo? — minha filha negou com o cenho franzido e a doutora tocou a tela — bem aqui querida, vê? O bebê está com o dedo na boca.
–É verdade! — Molly exclamou rindo, nos fazendo rir com ela – olha lá mamãe.–Sim, eu estou vendo.–E o sexo doutora? Dá para ver?–Só um minuto papai, me deixa ver... Sim, eu consigo ver. Vocês vão ter mais uma menininha — fechei os olhos respirando fundo, sem saber como ou se deveria conter a emoção e agradeci a Deus pela felicidade que me permitiu estar vivendo. Ao contrario de mim, Molly comemorava contente cantando vivas pela irmãzinha.Senti a mão de Edward secar uma lagrima que eu nem percebi que tinha derramado e depois, seus lábios beijando delicadamente os meus e quando ele se afastou abri meus olhos para encontrar os dele me olhando com intensidade.–Obrigado por mais esse presente meu amor, obrigado por me fazer o homem mais feliz desse mundo — eu funguei de uma maneira nada delicada, chorando e sorrindo sem conseguir dizer nada.E foi nesse estado de graça que eu passei pelo resto da consulta e pelo caminho até a nossa casa. Ia com um sorriso maravilhado espelhado no de Edward e Molly que ficou fazendo planos para a irmã, e escolhendo os nomes que seriam os mais lindos, segundo ela.–No que você está pensando meu amor? Está tão quieta desde que saímos da consulta — Edward me perguntou, sentados em nosso sofá, em nossa casa, depois de ter deixado Molly contando as novidades para Alice. Ele me envolveu com um de seus braços enquanto o outro segurava meu queixo, examinando meu rosto e eu sorri para tranquilizá-lo.–É que eu estou em estado de graça. Sei que é real, desde que eu soube que estava grávida e depois no primeiro ultrassom, mas agora, ao saber que tem uma meininha aqui dentro... Crescendo com saúde dentro de mim... É... – eu me afastei tocando minha barriga e suspirei voltando a sorrir, sem palavras pra continuar.–Sim, eu sei — Edward sussurrou se aproximou beijando minha barriga – eu sei.Ele me abraçou e permanecemos ali, curtindo esse nosso momento especial.
Notas finais
E ai meus amores? O que vocês acharam? Contem para mim, por favor!
Aproveitem bastante o carnaval, divirtam-se com juizo hein e estejam aqui, para acompanhar o ultimo capitulo da historia junto comigo.
Espero vocês viu?
Beeeijos
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