A Irmãzinha

25 Capítulo Vinte e quatro


Notas iniciais
Oi Irmãzinhas :)
Como vão?
Quero dedicar esse capitulo a minha querida mapynha que recomendou a história. Obrigada pelas palavras meu bem *---*
Então aqui vai mais um capitulo. Espero que gostem.
Boa leitura.

–Nós estamos aqui para decidir o que vai acontecer com vocês — Carlisle disse depois de um longo minuto em um silencio desagradável. Meu pai olhava com a cara fechada, quase assustadora na direção de Edward que continuava a me abraçar quase como se não sentisse o olhar dele.

–Passamos grande parte da manha conversando sobre o que aconteceu e ainda não entendemos como foi que vocês puderam fazer isso conosco.

–E o que foi que fizemos contra vocês? — Edward perguntou com o cenho franzido — Bella e eu erramos sim, mas foi contra Deus e não contra vocês. Por mais que Charlie tenha confiado em mim para ficar com a Bella e tenha se decepcionado com o que aconteceu, eu não fiz nada de errado contra ele. A única pessoa que tinha que reclamar é a Bella. Tem alguma queixa amor? — eu ri.

–Eu não, não poderia estar mais feliz.

–Então está tudo bem — ele me deu um selinho e riu nervoso pela primeira vez. Ele acariciava meu rosto olhando bem dentro dos meus olhos e ignorando todo o resto. Depois de um longo momento buscou algo em seu bolso, uma pequena caixa de veludo.

Edward ficou em pé na minha frente e quando falou percebi que por trás de toda a segurança que a sua voz transmitia, ainda havia um pouco de nervosismo nela.

–Hoje eu fui buscar minhas coisas no seminário e aproveitei para resolver mais alguns assuntos, quando eu passei por uma vitrine e vi esse anel — ele abriu a caixa e olhou lá dentro — Comprei para você para podermos assumir um compromisso. Eu já tinha dito que queria me casar, eu sei que você também quer, ainda por cima vem um filho chegando, mas eu decidi que queria fazer tudo da maneira certa, começando pelo pedido, por que eu pedi ao seu pai e não é com ele que eu quero me casar, não mesmo — ele riu outra vez e suspirando se ajoelhou em minha frente colocando a caixa em minhas mãos.

–Isabella Marie Swan, você sempre foi tudo na minha vida, desde que te conheci é essencial para a minha existência e a cada dia que passa eu me sinto mais dependente de você para viver. Então nada melhor do que passar o resto de nossas vidas juntos. Você me daria a extraordinária honra de se casar comigo, para que eu tente te fazer tão feliz quanto você me faz?.

–Sim — eu disse num sussurro. Minha garganta estava fechada por causa das lagrimas que me impediam de falar por isso eu me joguei em seus braços e deixei que o meu amor falasse mais alto tomando seus lábios. Edward me abraçou forte enquanto me beijava com entusiasmo.

–Meu Deus, olha só para a madre Bellinha, que diria hein? — Emmett falou enquanto nós nos separávamos ofegantes. Olhei em volta percebendo os olhares de admiração dele, o sorrisinho contido da minha mãe e Alice sorrindo e secando o canto dos olhos e se abanando dramaticamente. O sorriso de Esme era muito grande e ela piscou para mim quando me viu olhar para ela, eu ri e Edward beijou minha testa. Ao me virar eu pude enxergar a cólera de meu irmão. Jasper assim como meu pai estavam roxos, parecendo que estava prestes a ter um treco. Carlisle nos olhava com o cenho franzido e um sorriso torto cujo o qual Edward tinha aprendido com ele.

–Você me fez o homem mais feliz desse mundo — Edward segurou meu queixo e me fez encontrar seus olhos, me dando um beijo doce — você me faz feliz desde o dia em que nos conhecemos, minha melhor amiga, companheira de brincadeiras, de travessuras — nós rimos cheios de lembranças — e que por muitos anos eu achei que dividíamos o mesmo sonho, agora realmente dividimos, o sonho de ver o nosso bebezinho crescer com saúde e de ser felizes juntos.

–Esse sonho eu faço questão de realizar meu amor, todos os dias. Vamos ser muito felizes.

–Sim, eu você nosso filho e a…

–Só se for por cima do meu cadáver — meu pai levantou gritando.- Eu já disse que não vou permitir que a minha filha, minha freirinha se case com você.

–Charlie…

–Carlisle eu já disse e não vou voltar atrás…

–É isso mesmo pai, Bella não pode ficar com ele.

–Jasper, não comece além do mais você não tem nada a ver com a vida deles.

–Ninguém tem Alice. Se a Bella quer se casar comigo, nós vamos nos casar.

–Eu já disse que não vou permitir isso — meu pai disse tentando controlar seu ódio.

–Mas Charlie o que vamos fazer então? A Bella está grávida e eles estão apaixonados — Carlisle disse parecendo cansado — eu já lhe disse que não faz sentido nenhum que impeçamos esse casamento, não seja cabeça dura.

–Eu não vou aceitar Carlisle, não importa o que digam. Olha, eu sei que exagerei quando sugeri que a Bella tirasse o bebe, mas…

–Você o que? — Edward ficou em pé e agora era ele quem parecia em cólera — O senhor passou de todos os limites Chefe Swan. Bella não vai tirar o nosso filho, por nada nesse mundo. Como pode sugerir isso, ele é o seu neto, pequeno e indefeso dentro da sua filha. Por mais que não goste da ideia não é possível que queira a sua morte, isso é inconcebível. eu tenho nojo do senhor.

Meu pai esperou que Edward desabafasse e continuou falando como se nada o tivesse interrompido.

–Eu sei que exagerei. Não queria ter dito aquilo, mas eu ainda não quero que a Bella deixe de ser freira por uma única vez que ela tenha se deixado levar com o seu amigo…

–Não foi apenas uma única vez pai…

–O que eu estou tentando dizer — ele me interrompeu quase gritando — é que eu tenho uma solução para isso.

–E qual é? — Carlisle perguntou — Será que não vê que o mais certo agora é que eles fiquem juntos?

–Me ouça. Bella pode passar os meses da sua gestação na casa da minha mãe, lá na fazenda e quando o bebe nascer ele pode ficar lá. Vai crescer com muita saúde, em um lugar lindo cheio de espaço para brincar e aos cuidados de quem o ama, enquanto os dois podem seguir para a vida religiosa que tanto sonharam.

–Charlie, não. não queremos mais isso, entenda que estamos apaixonados e tudo o que queremos é ficar juntos e em paz. Nada que o senhor diga vai nos fazer desistir disso.

–Pensa bem rapaz. Durante anos eu o vi querendo ser padre, eu enxergava como seus olhos brilhavam quando imaginava o seu futuro na igreja. Não é possível que tudo isso tenha se apagado de uma hora para a outra. Pense Edward.

–Não tenho nada que pensar senhor. Eu amo a Bella e isso não veio de uma hora para outra, todos esses anos juntos, contribuíram para o que eu sinto hoje. não vou abrir mão da Bella por nada. Poupe o seu latim.

–Não fale comigo como se o que eu estou tentando fazer fosse errado moleque, eu estou apenas tentando defender a minha filha.

–Eu também. A única coisa que eu quero é estar perto da mulher que eu amo e do nosso filho, por favor, Charlie não complique as coisas para nós. Só queremos ser felizes, desde quando isso é errado?

–Desde o momento que ela entrou para aquele convento — meu pai gritou — desde que você teve a maldita ideia de ir para lá e a deixar grávida quando ela era freira.

–Não há nada que eu possa fazer para mudar isso Charlie, não vê? Seu eu pudesse voltar atrás eu teria feito diferente, eu não teria a deixado entrar no convento e só teríamos esse bebe depois de estarmos casados, mas eu não posso mudar o que aconteceu e então o senhor vai ter que aceitar meu casamento com ela de uma forma ou de outra.

–Quem vai ter que aceitar aqui é você. Bella vai hoje mesmo para a fazenda dos meus pais e quando a criança nascer ela vai voltar para o convento de onde só vai sair morta.

–Charlie…

–É isso mesmo Renée. Está decidido, eu ainda sou o pai dela e sei o que é melhor.

–Você está certo pai — Jasper concordou — É o melhor para Bella, principalmente se ela nunca mais ver o Edward, você sabe como é longe dos olhos, longe do coração. Em poucos meses vocês vão esquecer o que viveram, vai ser melhor assim.

Carlisle tentava fazer meu pai se acalmar para que pudessem conversar melhor, Esme e Renée ajudavam enquanto Alice e Jasper discutiam baixinho. Ela estava furiosa com a atitude do namorado, mas ao que parece ele também estava irredutível.

Emmett apenas observava tudo, incomunmente quieto, olhando escutando, mas nunca dizendo nada.

E era assim que Edward e eu estávamos também.

Sentado ao meu lado e brincando com a aliança que tinha acabado de colocar em meu dedo Edward pensava. Eu sei que ele estava tentando encontrar um jeito de reverter a nossa situação e colocar novamente a nosso favor, mas eu sabia que ele já tinha usado de todos os seus argumentos.

Edward e eu nos entreolhamos enquanto todos ali na sala discutiam o nosso futuro e eu pude ver no fundo de seus olhos uma pontada de medo, pela primeira vez desde que eu lhe contei que estava grávida. O medo que eu vi nele se apoderou de mim também e eu senti meus olhos se encherem de lagrimas.

–Então é assim? — sussurrei para ele — acabou?

–Não meu amor, eu ainda vou lutar por você. Não vou deixar que nada nos separe, não sei como, mas eu não vou te deixar ir — Edward me abraçou apertado e eu senti seu coração tão disparado quanto o meu. Eu não podia viver sem ele, sem meu filho e principalmente eu não poderia voltar para o convento. Isso não tem nada a ver comigo, não vou deixar que meu pai resolva isso. Eu disse tantas vezes para que a Rosalie fosse atrás da felicidade dela e eu não poderia abandonar a minha dessa maneira.

–Renée — ouvi meu pai dizer firme — vá para cima e faça uma mala para a Isabella, enquanto eu ligo para minha mãe avisando que eu vou leva-la depois do almoço…

–Chega — Eu gritei de repente fazendo que todos olhassem para mim — eu cansei disso. Pai você não vai decidir o meu futuro.

–Não tem mais nada a ser decidido Bella. Você vai ficar com os seus avós até o seu filho nascer e depois você vai de volta para o convento. Eu vou ligar para a irmã Irina e dizer que você está doente, precisa de um tratamento de um ano e depois você volta. Volta para a sua vida, suas crianças e tudo vai ficar bem, eu prometo querida.

–Pai, não perca o seu tempo. Eu não vou a lugar nenhum. vou ficar aqui mesmo e me casar com o Edward ter o meu bebe junto com ele.

–Isabella já está tudo decidido. Obedeça sim?

–Não. Eu cansei de deixar que os outros decidam a minha vida, não tenho mais cinco anos pai eu sei o que eu quero para a minha vida e eu quero o Edward, quero o meu filho. E eu não me importo que não seja o que você quer.

–Bella, não discuta. Eu sei o que é melhor para você.

–Se soubesse não estaria contra o meu casamento. Eu não vou aceitar que aja como um homem das cavernas pai, impondo suas ordens e querendo que elas sejam cumpridas. Eu vou me casar e se não estiver satisfeito me expulse, me deserde, brigue comigo, mas o senhor não vai me impedir por que eu não vou abrir mão da minha felicidade — olhei em volta e todos na sala estavam tão surpresos quanto o meu pai por essa minha explosão, apenas Edward sorria orgulhoso. Como um imã eu fui atraída para perto dele e o segurei pela mão

–Vem comigo — falei baixinho o levando para as escadas e meu pai gritou.

–A onde você pensa que vai com ele?

–Eu estou indo para o meu quarto – eu gritei também – Preciso me arrumar, nós temos que falar com o padre Harry e marcar a data do casamento e eu não posso ir lá de camisola.

–Ele não precisa ir com você lá em cima.

–Precisa sim. Ele precisa e vai. Quero ver quem vai me impedir. Vem Edward — nós subimos as escadas praticamente correndo e ao chegar no quarto eu fiz questão de bater a porta bem forte e cruzei os braços bufando de raiva. Edward riu e me abraçou.

–Uau eu nunca vi você tão brava…

–É por que eu nunca estive tão brava. Eu vi que você não sabia o que fazer e não poderia deixar ele nos separar. Ninguém vai me impedir de ficar com você Edward, não depois de tudo o que passamos, não agora que eu te tenho que estamos livres para viver o nosso amor juntos. Não vou te perder.

–Nunca meu amor — Edward me deu um selinho e olhou para mim com o seu magnífico sorriso torto – Eu adorei ver você assim tão nervosa. Foi muito quente – Edward me apertou um pouco mais em seus braços e eu me derreti neles. Em seus olhos eu pude enxergar o quanto ele tinha se animado já que eu conhecia aquele tom escuro que seus olhos ficavam quando estava excitado. Quando eu estava entrando no clima ele me afastou.

–Vai se arrumar amor, antes que a gente não saia mais desse quarto.

–Sabe que eu não reclamaria disso não é?

–Claro que eu sei. Conheço-te muito bem minha noiva insaciável – Edward me deu um selinho e se afastou indo se sentar na cama – Sei também que eu não resistiria a você e ai seu pai viria me tirar daqui com uma arma na mão.

–Covarde — eu o provoquei e ele apenas deu de ombros. Sentindo-me frustrada eu fui para o guarda roupas procurar o que vestir.

Quando eu o abri fiquei ali olhando para dentro desanimada.

Minhas roupas todas se resumiam em saias muito cumpridas e blusas de gola alta e mangas até os punhos. Eram roupas que eu sempre gostei e que usava desde os doze anos, mas que agora eu não achava tão bonito.

Comecei a avaliar cada peça tentando encontrar uma que não fosse tão ruim para vestir até que Edward veio para o meu lado encostando-se ao guarda roupa, sorrindo para mim.

–Eu nunca me dei conta de que você também fazia isso.

–Isso o que?

–Ficar horas olhando para o guarda roupas e pensando na roupa perfeita, como a Alice faz – eu ri.

–Eu não estou aqui há horas e não estou atrás da roupa perfeita. Eu estou só desanimada com as roupas que eu tenho aqui, quero ficar bonita para você, mas com essas roupas é meio difícil.

–Ei… Você é linda meu amor, de qualquer jeito.

–Mas eu queria vestir algo mais bonito para você, algo como o que Alice veste. Ela é tão elegante… — Edward pegou minha mão e me levou para a cama me fazendo sentar em seu colo.

–Já que a gente decidiu que não ia mais esconder nada um do outro, eu vou te contar mais um segredo meu – eu ri e ele franziu o cenho – o que foi?

–Eu sempre achei que a gente não tinha nada para esconder um do outro, que eu sabia tudo sobre você e agora a todo o momento você tem um segredo para me contar.

–Você sabe quase tudo sobre mim, só o que falta saber é que eu sempre morri de tesão com as roupas que você usa – eu ofeguei com as suas palavras, mas ele continuou sem se deixar abalar – as garotas da escola mostravam seus corpos usando roupas curtas e decotadas, deixando quem quisesse ver tudo o que tinham, mas você não. Eu adorava imaginar como seria seu corpo, cada curvinha sua cada centímetro da sua pele escondida debaixo de tanto pano.

Enquanto falava Edward foi infiltrando a mão por debaixo da minha camisola, acariciando minha coxa. Foi subindo devagar pelo meu corpo até chegar em meu seio. Ele beijou meu pescoço e foi subindo até minha orelha sussurrando.

–Eu ficava o tempo todo imaginando como seria a sensação de segurar seus peitos em minhas mãos e me perguntando se eles caberiam perfeitamente nelas, desse jeito – ele o apertou gemendo e me fazendo gemer também – Ah Bella eu queria muito saber como seria sentir a sua pele macia e cheirosa. E quer saber? Valeu muito a pena esperar tanto tempo. Meu amor, que delicia é sentir você, seu corpo em meu corpo. É a melhor sensação do mundo para mim.

Edward soltou meu seio fazendo o caminho de volta para a minha coxa e deixando um rastro quente por onde sua mão passava sem deixar de falar em meu ouvido com a voz rouca.

– A primeira vez que eu te vi depois de que entrou para o convento, com aquela roupa de aspirante – ele respirou bem fundo – eu tive que me concentrar muito para não ter pensamentos pecaminosos durante aquela missa, mas era bem difícil…

–Por quê? – eu perguntei gemendo enquanto ele beijava meu pescoço. Edward pegou minha mão e a colocou em seu membro muito duro.

–Por que eu estava exatamente assim, louco, maluco por você, duro de tanto desejo. Eu fechei meus olhos e implorei para que você não percebesse nada, tentando tirar da cabeça todas as fantasias que eu tinha com você para poder me acalmar, mas cada vez que eu respirava, sentia seu cheiro e me esquecia do que eu estava rezando, de onde eu estava eu esquecia até o meu próprio nome.

–E o que você fazia?

–Durante a noite, no meu quarto, eu pensava em você e tinha que cuidar sozinho das ereções que tinha por sua causa.

–E foram muitas? – perguntei baixinho, a voz tão rouca quanto a dele.

–Oh sim... Muitas e muitas noites sozinho pensando em você. E não pense que quando começamos a tranzar as coisas melhoraram, por que não – Edward afastou um pouco minhas coxas tocando meu sexo por cima do algodão molhado da minha calcinha – Eu ficava ainda mais louco por que sabia exatamente o quanto era bom estar com você e a lembrança me deixava mais desesperado do que a imaginação. Eu me lembrava perfeitamente o quanto era bom estar dentro de você... Porra Bella — ele gemeu infiltrando os dedos em minha calcinha e continuou falando com dificuldade.

–Seu sexo tão gostoso e apertadinho esfolando meu pau dentro de você, me deixando louco. A noite eu quase morria de saudade disso aqui — ele colocou um dedo dentro de mim bem devagar – ah Bella eu ficava louco de vontade de te comer – eu ofeguei me derretendo com as suas palavras. Edward nunca tinha falado comigo daquele jeito e eu estava adorando aquele palavreado que só contribuía mais e mais para a minha excitação.

–Bella, agora que está aqui você pode cuidar de mim não pode? – ele me perguntou gemendo e eu o imitei.

–Eu vou adorar cuidar de você meu noivo querido – Edward gemeu outra vez.

–Repete amor, repete o que eu sou para você, fala de novo o que você vai fazer comigo.

–Eu vou te ajudar de agora em diante. Você nunca mais vai ter que cuidar sozinho das suas ereções meu noivo querido, eu estou aqui para fazer isso para você meu amor, sempre — enquanto eu falava movia minha mão por cima de sua calças em seu membro completamente pronto.

Edward me colocou de pé de repente e tirou a calça junto com a cueca e se sentou me puxando para o seu colo outra vez. Eu me posicionei sobre ele e me concentrei em dar prazer, acariciando seu membro com firmeza, como eu já sabia que ele gostava.

Edward fechou os olhos bem apertados gemendo com a boca aberta. Sem resistir eu o beijei absorvendo seus gemidos e me sentindo orgulhosa por fazê-lo estremecer. Naquele momento nada importava, nem saber que meu pai era contra, nem as outras pessoas que teríamos que enfrentar por estarmos juntos. Nem se quer a nossa família no andar de baixo, imaginando ou até ouvindo estamos fazendo.

A única coisa que me importa naquele momento era dar prazer ao homem da minha vida.

Aumentei o ritmo e logo Edward gozou e encheu minha mão com aquele líquido espesso. Ele me abraçou enquanto estremecia e depois riu com o rosto em meu pescoço.

–Se é assim quando ficamos noivos, que Deus me ajude quando nos casarmos — eu ri também me sentindo um pouco desconfortável com a umidade entre as minhas pernas que começava a escorrer para minhas coxas e para disfarçar eu olhei para o liquido em minhas mãos, um pouco curiosa, levando ao nariz – tem um cheiro bom? – Edward perguntou com o cenho franzido.

–Eu não sei ao certo – respondi cheirando novamente – eu estava mais me perguntando pelo gosto.

–Por que não experimenta? – olhei para ele e vi seus olhos brilhando novamente. Então dei de ombros levando meus dedos a boca, mas ele me impediu – Não amor. Você precisa beber direto da fonte — olhei para o seu membro, amolecendo entre nós imaginando como eu faria para provar. Será que teria que colocar minha boca ali? Sorri. Não me parecia má ideia, até por que eu já tinha pensado nisso, em como seria provar dele e estava mesmo curiosa. Levei a minha mão de volta para o seu sexo acariciando de vagar e Edward gemeu.

–Acho melhor não fazermos isso agora meu amor...

–Você não quer?

–Eu quero. Quero muito, mas o seu pai está lá em baixo, furioso com a gente... E já fizemos muito barulho, nós não podemos abusar.

–E quem é que se importa com ele? Eu quero provar Edward, quero provar de você. Deixa vai... – aumentei os movimentos e ele não me impediu de acaricia-lo para cima e para baixo algumas vezes. Quando ele estava pulsando novamente eu me preparei para descer de seu colo e colocá-lo em minha boca, mas ele me segurou.

–Não Bella... Hoje não.

–Por favor, Edward. Por favor, eu sei que nunca fiz, mas se me ensinar eu faço bem direitinho.

–Eu sei e não vou me esquecer disso, mas agora eu tenho uma coisa mais importante para fazer.

–E o que seria?

–Eu quero cuidar de você primeiro — ele disse baixinho, ofegando voltando a segurar em minhas coxas com firmeza e enquanto me beijava sua mão afastou a minha calcinha e gemeu junto comigo enquanto penetrava dois dedos em mim me fazendo rebolar os quadris em sua direção – você merece muito prazer minha noiva adorada — ele me beijou com vontade ainda bombeando seus dedos em mim sua boca absorvendo meus gemidos seus olhos não saiam dos meus até que eu gozei amolecendo em seus braços.

–Adoro isso — falei quando consegui respirar novamente olhando para o sorriso torto de Edward — adoro estar com você meu amor.

–Eu também querida, adoro ficar com você — ele riu beijando minha mão bem em cima da minha aliança — não tem maior alegria do que saber que logo estaremos juntos para sempre, que você vai ser a minha esposa, mãe dos meus filhos e que eu vou ter você só para mim. Que eu não vou precisar ter pressa quando estivermos juntos com medo de alguém aparecer ou escutar o que estamos fazendo — ele olhou para o meu corpo e sorriu — que eu vou poder pelo menos tirar a sua roupa quando te fizer gozar — eu ri e nos abraçamos.

–Eu mal posso esperar por isso.

–Eu também não meu amor, mas… Se você quiser eu posso tirar a sua roupa agora mesmo.

–Depois você diz que eu sou a insaciável não é.

–Só estou me adaptando a você… — ele me beijou subindo minha camisola.

–Edward — eu gemi — por mais que eu queira ficar com você aqui e agora, por mais que eu tenha me rebelado, meu pai pode perder a paciência e vir até aqui para derrubar essa porta. Então é melhor a gente ir marcar o nosso casamento, antes que eu resolva atacar você e o chefe Swan nos atacar — eu o beijei descendo de seu colo.

–Se você me atacar primeiro até vale a pena aguentar o segundo ataque.

–Bobo — eu ri tirando minha camisola e a atirei em Edward. Apenas de calcinha e fui para o guarda roupas procurar o que vestir e sentia que ele estava olhando para mim. Eu ainda o queria, mas tentava de todas as formas ignorar o desejo que insistia em me enlouquecer, mas não demorou muito e Edward estava atrás de mim, abraçando minha cintura e beijando meu pescoço.

–Eu não vejo a hora de ver você com a barriga bem grande — ele disse depois de um suspiro e sua voz estava rouca, me fazendo arrepiar. Seu membro duro encostado em meu corpo e eu respirei bem fundo tentando me controlar. Edward acariciou minha barriga e continuou — eu vou adorar ver meu filho crescendo dentro de você, a cada dia, a cada mês.

–Eu vou ficar enorme…

–Vai ficar ainda mais linda, mais gostosa Bella — ele passou os polegares dentro da minha calcinha e a tirou do meu corpo tão rápido que eu nem percebi como ele me prensou contra a parede do quarto e me penetrou.

Eu mordi meus lábios tentando fazer silencio, mas era difícil já que o que eu queria mesmo era gritar o quanto estava gostoso e que eu queria mais e mais e mais.

Edward segurou meus seios, apertando meus mamilos com firmeza penetrando com força.

Eu mordi meu lábio com força quando eu senti meu orgasmo se formando novamente e choraminguei baixinho quando gozei junto com o Edward.

Ele me pegou no colo em seguida e levou para o meu banheiro. Tomamos um banho trocando beijos e carinhos debaixo do chuveiro e depois ele me secou e vestiu com uma saia comprida e uma blusa fechada, sorrindo e me dizendo o quanto eu estava linda.

Descemos as escadas de mãos dadas e todos ainda estavam na sala, em silencio. Meu pai, assim como Jasper encarava Edward com verdadeiro ódio no olhar. Pela forma como estavam eles provavelmente sabiam o que tínhamos feito, se não soubessem nossos cabelos molhados e as roupas amassadas de Edward teriam nos denunciado e eu não poderia estar me importando menos com isso, afinal vamos nos casar.

–Mamãe? — eu chamei baixinho — Nós vamos falar com o padre Harry, tudo bem?

–Eu acho que vocês tem mesmo muita coisa para confessar — meu pai resmungou e minha mãe deu uma risadinha.

–Vai sim querida. Espero que consigam uma data bem próxima.

–Nós vamos começar com os preparativos do casamento Bella — Alice disse sorrindo e ao seu lado Jasper revirou os olhos — vamos conseguir dar uma festa para vocês, mesmo que se casem na semana que vem.

–Obrigada Alice — eu sorri verdadeiramente agradecida.

–Vem amor — Edward chamou e eu sabia que estava muito desconfortável com o clima eu assenti e o segui para fora — acho que mais um segundo lá dentro meu cérebro teria explodido exatamente como o seu pai queria — eu ri e ele abriu a porta do volvo para mim.

Quando nos afastamos um pouco de casa eu disse.

–Eu acho que não foi tão ruim – Ele me olhou como que para ter a certeza de que eu não tinha enlouquecido e eu dei de ombros – conseguimos o que queríamos e é isso o que importa.

–Acho que você tem razão.

–Eu sei que tenho – ele riu – Edward? Como seus pais reagiram quando você contou sobre nós?

FlashBack On Por Edward

Eu entrei em casa sem me preocupar com o que eu encontraria ali.

A minha cabeça ainda girava, dando voltas.

Eu não conseguia parar de pesar em meu filho crescendo dentro do ventre de Bella.

Deus que loucura. É tudo tão assustador, tão louco, tão perfeito. Eu não poderia estar mais feliz com essa noticia melhor que isso só se eu conseguisse fazer a grande surpresa para a Bella, o verdadeiro motivo pelo qual eu queria permanecer no seminário até o fim do ano. Seria incrível se eu conseguisse. Eu vou continuar trabalhando nisso e antes do nosso bebê nascer eu vou dar esse presente para Bella, para nós.

–Edward — minha mãe correu em minha direção me abraçando tão logo eu cruzei a porta – O que você está fazendo aqui? Aconteceu alguma coisa? Você esta bem -eu assenti — E a Bella…?

–É por causa dela que eu estou aqui.

–Ah não… O que foi que aconteceu? Onde ela está? — minha mãe tremia — pobre Renée deve arrasada… O Jasper já sabe? Carl ligue para ele enquanto vamos para junto dela… Sabe para onde a levaram?

–A Bella está em casa mãe e está bem, nós estamos bem — eu sorri — muito bem.

–Então por que estão de volta? Achei que só viriam no fim do ano...

–É por que nós desistimos de tudo. Bella deixou o convento e eu o seminário.

–O que? Isso não faz sentido. Vocês dois nasceram para a vida religiosa.

–É verdade. Edward era que você queria, desde sempre e a Bella também, nunca se interessaram por outras coisas, nunca namoraram, focados no que queriam. A vocação de vocês era vista de longe...

–Eu acho que não pai. Bella e eu descobrimos a nossa verdadeira vocação, um pouco tarde, mas descobrimos. Acho que isso acontece muito ao contrario. Pessoas que vivem vários romances e depois descobrem que a vida religiosa é o que sempre procuraram. Bella e eu foi diferente sempre pensei que éramos perfeitos para isso e agora…

–Meu filho, por favor. Nós estamos ficando perdido aqui. Conte desde o começo o que foi que aconteceu.

–Eu estou completamente apaixonado pai, e não é pelo sacerdócio, não é pela igreja. Eu amo uma mulher e é por ela que eu estou deixando tudo.

–Filho, ah meu Deus. Você tem certeza disso? É algo muito serio o que está fazendo, deixando seus sonhos para trás por alguém que você mal conhece por alguém que amanha você vai perceber que não é nada do que você pensa ser...

–Pai, eu sei o que estou fazendo e eu sei que não vai haver nada no mundo que eu queria mais do que ela…

–Eu posso imaginar o que tenha acontecido para você se sentir assim Edward. Vocês fizeram sexo? — eu sorri.

–O que fizemos foi muito mais que isso. Nós fizemos amor pai – eu sorri ao pensar no meu amor e meu pai suspirou sentando ao meu lado.

–Foi a sua primeira mulher? — eu assenti.

–Primeira e única pai, para sempre — ele assentiu

– E pelo que estou vendo você está todo encantado com ela…

–Apaixonado pai. Completamente apaixonado, como eu já lhe disse.

–Filho é assim mesmo que a gente se sente depois da primeira vez, todo mundo é assim. O sexo nos deixa maravilhados e por um tempo perdemos a razão – ele deu uma batidinha no meu joelho – Eu, por exemplo, me lembro de que na minha primeira vez eu também achei que fosse a única coisa de que eu ia precisar para o resto da minha vida, que sexo seria todo o meu mundo, mas não é bem assim meu filho. Você precisa enxergar a razão…

–Não estou com ela por causa do sexo pai, apesar de eu adorar essa parte também. Eu estou apaixonado e já estava antes do primeiro beijo, antes da primeira vez. Ela é a minha razão…

–Edward — minha mãe se manifestou pela primeira vez — Se é por isso que está voltando, por que a Bella também está aqui, o que ela tem a ver com isso?

–Não é obvio mãe? — eu ri e ela negou franzindo o cenho — Foi por ela que eu me apaixonei.

–Ah não — meu pai se levantou caminhando pela sala parecendo pensar, bagunçando seus cabelos da mesma forma que eu costumava fazer — Edward você está louco? Você andou fazendo sexo com a Bella?

–A gente faz amor pai. Nós estamos muito apaixonados…

–Como você me faz uma coisa dessas? Bella é noviça, isso é muito errado, de muitas maneiras.

–Eu sei pai, nós erramos muito, mas vamos fazer tudo certo de agora em diante. Eu quero me casar com ela — ele respirou fundo tentando se acalmar.

–Você conhece o pai dela... Charlie vai querer acabar com a sua vida quando descobrir…

–Ele já sabe de tudo…

–Como?

–Nós tivemos que contar pai. Bella está grávida — ele fechou os olhos e deixou o corpo cair no sofá parecendo cansado. Minha mãe parecia tão sem reação quanto ficou a Renée quando soube.

–Pai não se preocupe...

–Como eu não vou me preocupar Edward? Você sabe o quanto foi irresponsável? Você engravidou a sua melhor amiga dentro do convento. O que foi que deu em você?

–Eu já disse. Eu a amo pai.

–Você no mínimo deveria ter se protegido, sei que eu ensinei a você sobre isso.

–Eu sei pai, mas nesse tempo todo eu nunca me dei conta que isso poderia acontecer com a gente. Eu só pensava em...

–Eu sei no que pensava, mas deveria ter pensado no Charlie. Ele vai matar você.

–Ele está furioso mesmo pai, ele não quer permitir que eu me case com ela.

–Você quer se casar?

–Claro que sim. Vou assumir meu filho, minha mulher. Como deve ser.

–Edward...

–Pai eu preciso que fale com o Charlie, faça ele perceber que não deve ficar contra nós, por favor.

–Eu não sei filho...

–Por favor. Vamos fazer o seguinte eu preciso voltar ao seminário amanha e resolver algumas coisas e enquanto isso você vai para a casa dos Swan falar com ele, me ajude – Carlisle me encarou por um momento e assentiu.

–Se é o único jeito.

–Obrigado pai, muito obrigado.

FlashBack Off

–Minha mãe não disse nada, nem hoje de manha. Ela simplesmente não sabia o que dizer, mas eu sei que não ficou contra.

–Pelo menos isso – eu concordei.

–Na hora do café da manha meu pai estava contando tudo a Alice, Emmett e Jasper e eu sai de lá antes que seu irmão conseguisse fazer o que seu pai não fez.

–Ele também ficou muito bravo com a gente, mas eu não me importo. Você e nosso filho é tudo o que eu preciso para ser feliz.

Edward assentiu e olhou para mim sorrindo. Logo ele estacionou na frente da nossa tão querida igreja.

Entramos na igreja de mãos dadas e como era de se esperar, aquela hora no meio da semana não havia ninguém ali. Edward e eu entramos e fomos direto para o nosso lugar ao da igreja. Ele passou os braços a minha volta e beijou minha cabeça e eu suspirei me aconchegando a ele, como sempre ficávamos antes das missas.

–Como você quer que seja o nosso casamento?- Edward perguntou depois de um longo momento de silencio.

–Eu não tenho nenhuma grande exigência só quero que seja aqui e que quando eu entrar por aquela porta você esteja bem ali, no altar, me esperando.

–Eu vou estar Bella, nem que você demore uma eternidade para chegar.

–Até parece. Eu esperei a vida interia para me casar com você Edward, acho que eu chego aqui primeiro que você — ele riu e acariciou meu rosto.

–Ah meu amor, como eu gostaria de ter percebido antes como você se sentia, eu gostaria de ter feito outros planos com você, de ter sonhado com uma vida juntos totalmente diferente do que sonhamos… Ou melhor, do que eu sonhei para nós.

–Edward não fica pensando nisso, já passou. O que vivemos foi lindo, e apesar de tudo eu adorei ter tido essa experiência…

–O que me tortura é que eu fico pensando se algum dia você se cansasse de fingir que queria ser freira e um dia, você viesse a essa igreja para se casar com outro homem... Eu celebraria o seu casamento como o padre amigo, mas com uma dor imensa no meu coração.

–Isso não aconteceria. Se você não me quisesse eu provavelmente ficaria no convento, o resto da minha vida e seria feliz ao seu lado, como a sua amiga, sua irmãzinha. Tenho certeza que isso me bastaria para sempre por que eu te veria feliz e para mim é o que importa.

–Ah meu amor… Eu te amo demais. Demais. — Edward sussurrou me beijando. Eu envolvi meus braços em seu pescoço segurando em seus cabelos. Minha pele ficou arrepiada como se houvesse uma corrente elétrica passando por mim. Edward finalizou o beijo com pequenos selinhos e eu ri em meio a eles.

–O que foi?

–Eu sempre sonhei que o nosso primeiro beijos seria aqui, no lugar que nos conhecemos.

–É mesmo? — eu assenti — Nós não demos o primeiro, mas acho que poderemos dar um jeito nisso — Edward sorriu, olhando em meus olhos, foi se aproximando para me beijar, quando olhou por cima do meu ombro parando de sorrir eu olhei para trás já imaginando o que iria encontrar.

Padre Harry estava sorrindo ao nosso lado.

–Minhas crianças. Que surpresa — ele disse olhando para mim com curiosidade — Não que eu não esteja feliz em ver vocês, mas o que estão fazendo aqui?

–Nós viemos conversar com o senhor — Edward sorriu segurando minha mão e se colocando de pé.

–Pelo visto vocês têm muito para me contar não é? – ele olhou com curiosidade para minhas roupas – venham comigo.

Edward segurou minhas mãos enquanto seguíamos o padre.

Notas finais
E ai gente? O que acharam? Me contem por favor adoooro saber as opinioes de voces.
mapynha obrigada mais uma vez.
E obrigada pelo carinho que eu sempre recebo de voces.
Bem vindas novas leitoras.
Eu vejo voces no domingo que vem certo?
Mil beijos