A História De Uma Espada É Escrita Com Sangue
2 A Batalha Se Aproxima - Riven
Notas iniciais
É como eu expliquei, vou aumentando o capitulo aos poucos...
É hoje. A batalha contra Ionia. O comandante deixou claro que partiríamos assim que o sol descesse no horizonte, e que honrássemos Noxus brandindo nossa força. Eu carrego comigo uma espada que já tenho há muito tempo, presente de guerra de meus líderes por ter tanta força e habilidade com ela.
O sol, vagarosamente, se abaixava rumo ao seu leito, cobrindo o céu com o manto escuro da noite. E a batalha se aproximava.– Em ordem! — Darius, o comandante do exército, ditava glorioso. — Posição! Hoje, guerreiros de Noxus, iremos trazer o melhor para Ionia, que foi perdido há anos. Vamos tirar o mal que ali prevaleceu e plantar a semente do poder noxiano, mostraremos a eles quem somos e por que lutamos! — Ele brandiu seu machado acima dos ombros, vários guerreiros ao meu redor e além imitaram o gesto. Minha espada era grande demais para que pudesse ser levantada sem ferir alguém. — Marchem!E começou, marchamos por detrás das colinas de grama verde, a vegetação ali era tão delicada que não parecia haver nada de maléfico ou demoniaco. Vi olhos amarelos de raposas por entre alguns arbustos. Não parecia ser nada demais. Avançamos por mais alguns minutos e então nosso grupo se separou. O ataque viria de vários lados, 50 navios da frota Noxiana estava a caminho pelo mar, comandados pelos Du Coteau vindos de Bilgewater. Por terra, Swain, o rei de Noxus levava toda a guarda e infantaria pesada, e nós, pelas costas, liderados por Darius, atacaremos as colinas e templos, renderemos os mestres, capturaremos e pediremos resgate à Demacia. Minha unidade foi comandada a atacar o primeiros dos sete pátios do templo da colina mais alta, espreitávamos a vegetação. Enquanto esperávamos que a noite de fato caísse, e os últimos feixes de luz desaparecessem, observamos ao longe os navios se aproximando. Não passavam de pontos quase invisíveis naquela imensidão de água negra, naquela noite sem lua. O ataque por guerra foraçava as muralhas e os quase dez mil soldados noxianos a derrubariam a qualquer momento. Arqueiros ionianos tentavam atirar flechas desesperadamente por cima dos muros. Não podia ver o que estava acontecendo. – Avancem! — Eu disse para os soldados que me seguiam. A distração já havia sido feita, e os soldados desciam em numero maior, deixando os pátios desprotegidos. Pulamos os muros das casas e alguns homens surgiram para tentar nos deter, antes que eu pudesse brandir minha espada para um duelo, um dos meus companheiros, utilizando um machado em cada mão, decepou a cabeça do homem, fazendo sangue esguichar em meu rosto. Não tive tempo de olhar para o cadáver hediondo, outros soldados surgiam de todos os lados. Eu agitava a minha espada com leveza, mesmo ela sendo tão pesada, não duelava, e sim massacrava. Estava massacrando e tirando vidas como se não fossem nada no meu caminho. E quando notei, o caminho realmente estava livre. Uma dúzia de corpos de homens ionianos deitados no chão, mutilados. Subimos as escadas para o próximo pátio.
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