A Herdeira: It is the Hope.

16 Capitulo 16 - Currently your mind, or the mind works?


Notas iniciais
Não está funcionando.

* Nem demorei dessa vez!
* Mas gente...Sério? Só três comentários? :c Obrigada: Sabidinha, Mel Polly Cullen e Bibi ♥
* Leitoras novas, sejam bem-vindas!
* Gostaram do cap 15?
* Tradução do cap: Atualmente a tua mente, atua ou mente?
* 3 DIAS PRA LUA CHEIA!
* O que acharam da Promo? https://www.youtube.com/watch?v=NywkAL242ok
* Sabia que a Herdeira só terá 23 ou 24 capítulos? e no 22 terão uma surpresa!
* Leitoras fantasma voltem pf!
* Mereço mais alguma recomendação? ♥ ♥ ♥
* Obrigaaaaaaada Raquel Liriel por todo apoio, sua linda! Além de lê, divulga ♥ Leitora perfeita e amiga também.
* Próximo capítulo: Once upon a time, a paradise lost.
* Traduçao: Era uma vez, um paraíso perdido.
* Espero que goooooooostem ♥
* Comentários pf pf pf :3

* Desculpa qualquer erro ♥ ♥

''Ilusões só existem porque acreditamos nelas.''

Jeff se remexia na cama, havia acordado à horas, mas se recusava levantar. A claridade batia nos seus olhos, que piscavam lentamente quase latejando.
O medalhão estava debaixo do travesseiro, e cada vez que apertava a cabeça no mesmo, sentia que estava na hora de fazer algo. Como no dia anterior, ele ouviu uma batida leve na porta, mas dessa vez decidiu abrir.

– Acordou cedo. — Hope falou sorrindo, não era de costume Jeff acordar cedo.

– Não consegui dormi. — ele bagunçou o cabelo e lembrou-se de ter ficado a noite toda olhando para o teto, o sono nunca chegava.

– Também não conseguir. — a garota entrou no quarto e abriu por completo a cortina, o clima continuava o mesmo, nublado.
Jeff percebeu que Hope ainda usava luvas, mesmo com a névoa, o frio não estava presente e a garota parecia pronta para enfrentar um inverno não tão rigoroso. (Look Hope)

– Já contou para alguém? — perguntou sentando-se no tapete. Ele também havia acordado com frio, meio pálido e até mesmo com maus pressentimentos, o que estavam os afetando tanto? Seria mesmo o medalhão? Mas como? É apenas um medalhão.

– Eu não quero falar sobre minha frieza repentina com ninguém. Não fará diferença.

– Mas e se isso estiver me afetando também? — ele levantou o olhar para Hope que ainda encarava a janela como se esperasse algo vindo dela. O silêncio dela era torturante, seu cabelo balançava de leve, a brisa leve entrava no quarto fazendo com que alguns papéis se bagunça-se.

– Então você fará algo. — conclui-o. — Não me importo em ter pesadelos todas as noites ou morrer congelada. Um dia isso terá que acabar, não ligo se demorar. Tendo um fim é o que importa. — era assim que ela queria. Ela optou em ter pesadelos todas as noites, guardar o que está sentindo e de sorrir dizendo que está tudo bem. Pois sabe que bem no fundo, ninguém nunca vai se importar de verdade.

– Mesmo que você não queira, quer dizer, não me importo se você berrar ou me jogar da janela agora mesmo. Eu vou achar um jeito disso parar. — o olhar dele segui o de Hope para o chão. A palavra da morena foi tomada quando Samantha entra no quarto. (Look Samantha)

– Hope! Você sabia que ele manchou duas toalhas minha de sangue?! — Samantha segurava as toalhas e estava pronta para esfrega-las no rosto de Jeff quando estranhamente, o garoto começou a respirar ofegante. — Eu nem toquei nele!

– Jeff?! — Hope agachou-se e tentou segura-lo. — Samantha, vai chamar Hayley! — Jeff piscava os olhos freneticamente e gritava palavras como ''PARA'', ''EU NÃO POSSO'' e ''TODOS VÃO MORRER.'' Ela o segurava forte, ficando por cima dele, o garoto se contorcia e não parava de repeti as mesmas palavras. — SAMANTHA!

O loiro entrou no quarto e viu que a filha estava com alguns problemas. O seu novo hospede estava no meio de uma convulsão. Hope olhou para o pai, pedindo para que fizesse alguma coisa. Mas Klaus nunca visto algo do tipo na vida, como poderia ajudar? Ele simplesmente agachou-se ao lado dos dois e segurou os braços de Jeff deixando as mão de Hope livre.

– Desculpa. — foi um tapa forte capaz de arrancar algumas gotas de sangue do menino, ele finalmente parou de se mexer e fechou os olhos. Klaus soltou devagar os braços dele e esperou mais alguma reação. — Jeff! — assim que o segundo tapa seria dado, Jeff segurou a mão de Hope e abriu os olhos tentando recuperar o fôlego.

Samantha observava tudo da porta, ela correu para a cozinha para pegar um pouco de água para o garoto. Hope saiu de cima de Jeff rapidamente deixando-o respirar melhor, Klaus somente encarava os dois, esperando que tudo se acalmasse, o que não demorou muito.

– Eu exijo explicações. — o híbrido disse com um tom ameaçador, mas a filha pareceu não se importar, ela ajudou Jeff se levantar e o deitou na cama.

– Está bem? — perguntou para ele que apenas tentava regularizar a respiração.

– Vai falar o terei que arrancar de você? — Klaus afastou Hope e encarou Jeff com um olhar severo.

– Ele acabou de ter um ataque de pânico! — a morena gritou fazendo o pai dirigi o olhar para ela.

– Então é melhor ele falar, se não terá outro. — assim que o híbrido terminara de falar, Samantha entrou no quarto, sentou-se na cama e ajudou Jeff beber a água com cuidado. Ele tossiu um pouco e sentou devagar.

– Se eu soubesse, eu falava. — o olhar dele estava meio perdido, o que aconteceu com ele era meio inexplicável, em um minuto ele jurava está no quarto conversando com Hope e no outro...Só havia sangue, gritos e corpos espalhados pelo chão, inclusive o da garota, ela segurava o medalhão que segundos depois fora arrancado de suas mãos por Garry, o Alfa de sua antiga matilha.

– Porque não chamou Hayley? — Hope perguntou tentando mudar de assunto.

– Eu não a achei, então recorri ao... — Samantha direcionou o olhar para o híbrido.

– A mim. — falou tomando a palavra

– Escute Klaus, a minha vida e a sua, são coisas que não vejo se cruzando. Essa casa também é minha, e ele é MEU hospede e a vida dele também não te interessa. — Hope cruzou os braços e viu um sorriso sarcástico surgi nos lábios de Klaus, ele suspirou e se aproximou mais um pouco da garota.

– Mas, não se esqueça querida que eu controlo essa cidade e nada passa em branco por mim. — falou divertido, ele se retirou do quarto, mas antes deu uma longa encarada para Jeff que engoliu seco cada palavra que o loiro dera.

– Temos que tira-lo daqui. — Hope alertou.

– Eu estou bem. — Jeff recuperou a postura.

– Não, você tem razão, precisamos de respostas.

– O que está acontecendo com você? — Samantha referiu-se a menina. Hope e Jeff fizeram um troca de olhares necessária e o garoto apenas assentiu. Hope retirou as luvas e encostou a mão gélida em Samantha, a morena afastou-se ao senti-la e arfou. — Sua mão...porque? — perguntou assustada.

– É isso que iremos descobri. — Jeff pronunciou.

(...)

No carro estava uma quietude, a única coisa que podia se ouvir era os suspiros incontroláveis de Samantha, Jeff escrevia algo no celular e Hope mantinha os olhos na estrada.

– Acho que deveríamos falar com Hayley antes de tomar qualquer decisão. — Samantha falou vasculhando uma mochila que levava consigo.

– Ela está no Bayou. — Jeff mostrou a mensagem que acabara de chegar.

– Quem vai nos ajudar? — a morena falou novamente.

– Uma pessoa que entende disso. — Hope firmou as mãos no volante e deu um olhar rápido no medalhão que se mantinha seguro no pescoço de Jeff.

(...)

– Quem é ele? — Kaleb perguntou assim que abriu a porta para as visitas.

– Não temos tempo para perguntas tolas. — Hope entrou passando direto por Kaleb e sentando no sofá.

– Ela acordou de mal humor. — Samantha encobriu a amiga. — Como todos os dias. — Jeff entrou em silêncio e sentou-se ao lado da morena e Samantha do outro lado, Kaleb sentou-se de frente para os três e esperou explicações para a visita inesperada.

– Precisamos da sua ajuda. — Hope foi a primeira a se pronunciar. — Jeff, o medalhão. — o garoto a fuzilou com o olhar, mas entregou o medalhão. — Sabe algo dele? — Kaleb passou os dedos entre as marcas do medalhão, ele lembra de ter visto uma ou duas em alguns livros, mas as outras eram desconhecidas.

– Vê essas duas marcas? — o garoto levantou o medalhão deixando ao olhos de todos. — Essa simboliza asas de borboleta, na mitologia significa transformação. Já essa marca representa a cabeça de uma Hidra...Hidra significa imortalidade.

– Tá, e o que isso significa para nós? — Jeff perguntou.

– O que? — como Kaleb poderia dar explicações sobre algo que nem se quer entendia?

– Isso tem alguma importância para nós? — o outro garoto parecia um pouco afoito, sua perna esquerda tremia enquanto tentava encaixar as palavras de Kaleb.

– Como posso saber? Nem sei o que está acontecendo. — falou encarando Hope e Samantha. Ela não queria falar, não podia, mas ele era a única ajuda e como Jeff havia falado antes, novas ajudas são sempre bem-vindas.

– Estou tendo ilusões. — Jeff apressou-se em dizer. — Mas não são ilusões normais, elas parecem ser reais ao ponto de me deixar paranoico.

– E vocês acham que é culpa do medalhão?

– Sim. — a garota respondeu. — Isso pode acontecer?

– Eu não sei. — Kaleb analisou novamente as marcas, mas nunca ouviu falar em um medalhão que manipulava a mente de pessoas.

– Você não é bruxo?! — Jeff pareceu um pouco irritado com a resposta, ele se recostou no sofá e jogou a cabeça para trás.

– Eu sou um vampiro.

– Ah! Fala sério! Viemos procurar ajuda com um vampiro?

– Eu sou uma vampira, Jeff. — Hope mantinha a cabeça baixa, tentando imaginar se aquela situação estava acontecendo mesmo.

– Não, não, você é METADE vampira.

– Kaleb, se você ficar mais um tempo com o medalhão, da para descobrir mais algo? — a garota disse ignorando o moreno.

– Acho que sim... — pausou. — De quanto tempo estamos falando?

– 3 dias... — antes que Hope continuasse a fala, Jeff a interrompeu novamente.

– Você não pode simplesmente entregar o medalhão para ele! Enlouqueceu?!

– Porque você não cala a boca? — a híbrida disse já irritada. — Eu confio no Kaleb, e você? Confia em mim? — semicerrou o olhar e tentou controlar sua audição nas batidas do coração de Jeff...

– Sim. — elas estavam regulares, então ele não estava mentindo.

– Gente, desculpa interromper essa ''DR'' super fofa, mas Hayley quer nos encontrar no Bayou e disse que é importante. — Samantha cruzou as pernas e esperou a reação dos amigos, eles se acalmaram aos poucos e Hope levantou-se anunciando a saída.

– Que seja importante mesmo. — falou.

(...)

Samantha tentava puxar assunto toda hora, mas nem Jeff e Hope estavam para conversa. Hope apertava as mãos no volante demonstrando ansiedade e nervosismo, já Jeff tinha os olhos fixados na estrada. Ele estava quieto, com raiva talvez, o garoto não confiava no vampiro e agora o bem mais precioso dele estava nas mãos do sangue-suga.

– Presta atenção. — Samantha disse indo um pouco para frente.

– Hm?

– Acho que vi algo. — Jeff colocou as mãos no painel e jogou as costas para trás quando viu um cara pular na frente do carro. Hope desviou rapidamente quase batendo em uma árvore, assim que o carro parou, a garota desceu nervosa.

– Você tem algum problema?! — ela disse virando de vez o homem que estava jogado no chão. Era Jackson. — Estúpido! — chutou seu estômago.

– Ei, ei! — mais uma presença se juntara a eles, a híbrida apareceu em meio as árvores e tentou afastar Hope de Jackson.

– Foi para isso que nos chamou? Para esse louco se jogar na frente do nosso carro? — Samantha tentou ajudar o lobo a se levantar, o que não foi fácil comparando o peso totalmente diferente.

– Claro que não... — pausou. — Eu chamei para ensina-los.

– Nos ensinar? — Jeff perguntou confuso.

– Como podem ganhar uma guerra, se não sabem lutar? — os olhos da híbrida de repente ficaram amarelos fogo assim como os de Jackson.

– Vocês nunca saberão a força que tem. Até que suas únicas alternativas é serem fortes. — as presas de Jackson apareceram e Samantha deu 3 ou 4 passos cambaleantes para traz ficando atrás de Hope. — Então permaneçam fortes.

Notas finais
E ai, o que acharam? Comentários por favor!!!