A Guerra das Cápsulas
28 Nas mãos do demônio - hentai
Notas iniciais
Assim que Vegeta saiu do quarto de Chichi, foi ao encontro de Bulma, que estava na fogueira bebericando a sua bebida de morango. Goku estava cortando mais lenha para alimentar a fogueira em uma região afastada da praia.
— Mulher, está tudo certo.
— Vocês foram rápidos, hein? — Bulma debochou.
— A princesa é muito prática, aprecio essa qualidade dela.
Bulma terminou sua bebida de uma vez.
— E você concordou com tudo? Até mesmo sobre o bebê? — ela perguntou.
— Não fiquei muito feliz, mas não sou nenhum monstro. Eu já imaginava... Kakarotto me decepcionou.
Bulma o olhou espantada.
— "Eu não posso acreditar. Chichi é uma fada da argumentação, só pode ser" — ela pensou.
— Agora vamos lá logo. Vamos usar a casa de cápsula onde eu durmo, a princesa não precisa ver o que vamos fazer — Vegeta insistiu.
— Eu posso ter algum tempo pra me preparar?
— Você não está indo para a forca, mulher.
— Não?
Ela saiu andando.
— Me dê trinta minutos — Bulma pediu.
— Quinze!
***
Ela pegou mais uma bebida e bebeu apressada. O coração batia desesperado, e nada fazia se acalmar. Lavou o rosto e logo se arrependeu de ter bebido mais. Estava zonza e precisava de toda a lucidez que pudesse obter, já podia imaginar tudo o que ele faria com ela e queria estar bem acordada para não permitir que ele fosse além do combinado.
Mal concluiu seus pensamentos e Vegeta entrou no quarto.
— Ainda não deu nem dez minutos! — ela protestou.
— Eu não aguentei esperar — ele respondeu avançando sobre ela.
Ele já foi agarrando e beijando, apertando, mordiscando.
— Calma, Vegeta!
— O combinado foi sem frescura!
— E sem violência também.
— Não estou sendo violento!
— Ah não?! Minha nossa!
— Então faz do seu jeito, eu quero ver — ele ordenou.
Ela o empurrou e deslizou as alcinhas da blusa e passou-a por cima da cabeça com cuidado e a deixou cair no chão ao lado dos pés. Vegeta observou cada movimento sem piscar. Ela deslizou o shortinho e moveu os quadris devagarinho para tira-la. Ele estremeceu com o gesto.
— Você gosta desse jeito de mulherzinha então? — ele perguntou.
— Eu sou uma mulherzinha.
— Uma bem vulgar... — ele disse com os olhos cravados nela.
Deu dois passos e a puxou para si. Ela sentiu que o corpo dele estava muito quente, mas a sua respiração estava controlada.
Ele estendeu as mãos e deslizou as alcinhas do sutiã pelos ombros dela. Passou as mãos pelas suas costas e a puxou com força para mais perto. Ela gemeu. Com um gesto rápido abriu o fecho do sutiã e o tirou. Rapidamente deslizou as mãos pelos quadris dela e retirou sua calcinha, trouxe a peça até o rosto e a cheirou como um animal. Bulma enrubesceu.
Ele girou seu corpo e a deitou na cama. Deitou por cima e comprimiu o corpo contra o dela. Com uma mão livre, abriu as calças e liberou seu membro, esfregou entre as pernas dela e a fez abri-las.
— Faz direito.
— Eu sei fazer, mulher.
— Com carinho?
— Não, mas todas sempre gostaram.
— Elas estavam sob alguma ameaça? — ela provocou.
— Mulher, não brinca comigo.
— Quando você terminar eu vou dar minha nota — ela riu.
— Quando eu terminar você não vai nem conseguir falar — dessa vez foi ele quem riu.
Dizendo isso ele penetrou de uma vez. Bulma jogou a cabeça pra trás e soltou um gemido alto.
Vegeta abafou seus gemidos com sufocantes beijos.
***
Chichi saía da casa neste exato momento. Goku voltava carregando um punhado de lenha. Ela sentou diante da fogueira e ficou observando ele alimentar o fogo.
— Cadê o Vegeta? E a Bulma? — Goku perguntou.
— Devem ter ido resolver o assunto deles — Chichi respondeu simplesmente.
— Não me diga que você falou pra ele?
— Falei.
— Estamos perdidos! — ele colocou as mãos na cabeça em sinal de desespero.
— Você não confia mesmo em mim, não é?
— Chichi, o Vegeta vai dar o troco, acredite em mim. Quando a gente menos esperar ele vai se vingar.
— Não, ele não vai. Ele concordou com tudo.
— Eu duvido.
— Não precisa acreditar em mim se não quiser. Só não fale mais sobre isso.
Goku suspirou profundamente. Considerava aquilo um erro e temia pela vida dela.
— Você está com fome? — ele ofereceu.
— Estou.
Ele tirou uma porção de carne assada e deu pra ela.
— Não é esse tipo de fome — Chichi disse.
— Não podemos arriscar, daqui a pouco ele aparece e se não nos encontrar estamos fritos.
— Daqui a pouco? Isso aí vai a madrugada toda — ela riu.
Chichi entrou na casa de cápsula que ela usava com Bulma e o chamou da porta.
— E vem logo que você me deixou de mal humor.
Goku terminou de arrumar a lenha na fogueira e correu atrás dela.
***
A lua crescente iluminava parcialmente a cama desfeita. Vegeta ainda se deliciava com o corpo de Bulma. Ele era bruto e quente. Gostava dos jogos e de pequenas maldades, como morder seus ombros e sua nuca enquanto a penetrava de quatro. Se ela gemesse ele enfiava dois ou três dedos na sua boca, depois pressionava seu pescoço, quando estava quase no limite de perder o ar, ele a beijava até um novo limite de sufocamento.
Mordeu todo o corpo dela, até as partes mais inacessíveis. Puxou seus cabelos, pressionou-lhe o queixo. Tudo enquanto mantinha uma penetração forte e ritmada. A tortura de Bulma durou muitas horas, porque mesmo após se derramar dentro, ele continuava.
— Vege... — respiração entrecortada.
— O que foi mulher? Fala.
—Veg...
— O que foi? Não consegue falar? — Ele provocou.
Colocou-a sentada no seu colo e recomeçou a maratona de sobe e desce, ele mesmo fazia o movimento por ela que estava prestes a desfalecer. Depois de muito tempo assim ele resolveu mudar de posição. Colocou-a novamente sobre quatro apoios na cama.
— Mulher, eu quero aqui também.
— Não, aí não.
— Eu falei que queria tudo!
— Meu corpo é frágil, eu não vou aguentar — ela choramingou.
— Vai sim, você vai até gostar.
Então ele enfiou dois dedos na boca dela.
— Chupa — ele ordenou.
Ela passou a língua debilmente pelos dedos dele. Ele enfiou esses dedos nela e ela gemeu alto enquanto ele brincava lá dentro. Ele forçou ela a inclinar o rosto na cama e prendeu as mãos dela nas costas. Revezou os dedos dentro dela, até relaxá-la.
— Vai doer? — ela alcançou um fôlego para dizer.
— Vai. Mas vai ser gostoso... pelo menos pra mim — ele riu.
De início só a ponta da cabeça. Bulma se retorceu. Ele introduziu dois dedos na sua vagina.
— Está tão lambuzada, está gostando?
Bulma não conseguiu responder, ele pressionou mais um pouco a entrada apertada e foi ganhando espaço.
— Relaxa que fica mais fácil — ele disse quase sem fôlego também.
— Dói muito...
Ele se inclinou sobre o corpo dela e puxou seus cabelos forçando-a a olhá-lo.
— Eu não vou te machucar... fica tranquila — ele disse com a boca colada na dela antes de beijá-la com fúria.
Ele terminou de empurrar o membro rijo para dentro dela e ela gritou quando o sentiu inteiro dentro de si.
— Mulher você nunca tinha feito assim? — ele perguntou
— Não... vai devagar... — muitos gemidos ofegantes dela.
— Que gostoso — ele sussurrou.
Vegeta se esbaldou tudo o que podia sem poupar seus fetiches agressivos. Quando finalmente terminou ele também estava ofegante.
— Mulher você conseguiu me derrubar, fiquei até cansado — ele disse jogando o corpo na cama ao lado dela.
Bulma não respondeu. Não conseguia.
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