A Guerra das Cápsulas

58 Goku e Chichi - parte II - hentai


Notas iniciais
Yoo mina-san! Faz tempo que não tem hentai nessa fanfic, né? Será que Akemi-san se tornou uma puritana? Enjoy!

Chichi o olhava horrorizada. Nunca havia visto algo assim na vida, era assustador, ele parecia estar pegando fogo.

— Isso dói? — ela perguntou ao aproximar as mãos da energia que fluía ao redor dele.

— Não.

Chichi tocou o peito dele e sentiu o calor emanando daquela aura de energia, era quente e eletrizante, mas não doía, não causava ferimentos, era muito estranho.

— Por que seu cabelo ficou loiro? Seus olhos também mudaram de cor!

— Existe uma lenda antiga no meu planeta, que conta que uma vez, um guerreiro nasceu com os cabelos dourados e os olhos claros. Bem, você sabe que todos os saiyajins são morenos, não sabe? Todos nascem com cabelos e olhos escuros, mas esse nasceu loiro, e mesmo quando era bebê, ele era o mais forte de todos. Então ele foi treinado para ser o melhor dos melhores e se superar a cada dia, e se tornou um guerreiro lendário e imbatível, eles o chamavam de o Super Saiyajin

— Uau... e você é descendente dele, ou algo assim?

— Não sei, provavelmente não. Acontece que depois dele, diziam que apenas um entre mil guerreiros poderia se tornar o Super Sayajin, mesmo que treinasse até a morte. Então parece que fui um dos escolhidos.

— Isso é impressionante! Desse jeito você com certeza conseguirá derrotar Vegeta!

— Será? Vegeta sempre tem uma carta na manga.

— Eu não sei, mas acho difícil ele ganhar disso, você parece magnífico... dá até um certo medo.

Goku estava se sentindo o máximo sendo elogiado por Chichi. Tanto tempo que ela não dirigia palavras doces à ele, era só gritos e xingamentos, que ele ficou novamente esperançoso. Ela estava muito perto, ainda passando as mãos pela aura dourada, completamente imersa naquela experiência de sentir o poder dele diretamente em suas mãos, então Goku a pegou pelos braços com o máximo de delicadeza que conseguiu e a beijou com suavidade. Chichi gritou.

— Por que você fez isso? — ela o empurrou e ficou massageando os braços.

— Chichi, me desculpe, eu não resisti em te beijar!

— É, mas precisava esmagar meus braços também?

— Não, eu não esmaguei!

— Esmagou sim, quase quebrou meus ossos!

Então ela levantou as mangas do vestido e mostrou os vergões vermelhos na pele.

— Olha isso! — ela falou.

— Nossa, eu não sabia... pensei que havia medido a minha força.

— É esse negócio pegando fogo na sua cabeça! Tira isso antes de tocar em mim!

Então ele desfez o poder do Super Saiyajin. Seus cabelos e olhos voltaram a ficar negros.

— Posso agora? — ele pediu.

— Nem pensar, nem ouse em chegar perto de mim! — ela gritou.

— Chichi, pare de gritar.

— Você é muito burro, Goku! Pensa que eu vou facilitar pra você só porque você virou um demônio que pega fogo? Você pode ter virado esse super-não-sei-o-quê, mas eu não quero mais você, entendeu? Não quero! — ela continuava gritando.

— Chichi, por que está gritando assim comigo? Eu não fiz de propósito!

— Mentira! Você fez sim! Você fez essa cabeça pegar fogo e aí veio com tudo pra cima de mim quando eu estava distraída!

— Mas você que pediu pra eu te mostrar como que é.

— Seu bruto! Gosta de me bater, não é? — ela berrou.

— O quê? Não... Chichi, por favor, entenda.

— Não tem o que entender... você só quer o meu mal! Eu já sei disso! — ela berrava descontrolada.

Goku não estava mais aguentando aquela gritaria e as acusações sem sentido. Sem o poder do Super Saiyajin era mais fácil controlar a força, então ele a segurou novamente pelos braços, a pouca força que usou foi o suficiente para ela perceber que ele falava sério. Assustada, Chichi parou de gritar.

— Vai me ouvir agora? — ele falou mais alto.

Ela ficou calada.

— Chi, eu não quis te machucar, entendeu? Nem eu sabia a extensão da minha força quando estou daquele jeito... eu não vou mais fazer aquilo com você.

— Seu bruto...

— Eu não sou bruto, eu só quis te beijar... eu ainda quero.

Chichi estava petrificada, estavam longe da casa, não podia gritar, nem correr, nem medir forças com ele. E só aquele simples toque a lembrou de todas as noites que compartilharam como amantes. Naquela época, estavam tão cegamente apaixonados, que qualquer hora era hora, ela o desejava a todo momento, e ele desejava à ela insanamente também. Foi assim no passado, e ainda era assim naquele momento.

— Chi, eu vou te beijar agora, entendeu? E você vai ficar quietinha — Goku avisou.

— Eu vou gritar.

— Grita então pra você ver...

Ele a agarrou e a beijou de uma vez. Chichi não conseguiu lutar, ele a pressionou mais forte entre os braços e ela sentiu-se derreter. Ela o agarrou pelas costas e correspondeu àquele beijo que ela estava querendo há tanto tempo. Goku passeou as mãos pelas costas dela e junto com o movimento abriu o seu vestido. Ele a despiu, depois abriu o fecho do sutiã, logo as mãos estavam nos seios dela. Ele pressionou de leve os mamilos e ouviu ela gemer. A deitou em cima do próprio vestido, e deitou por cima. Passou as mãos pela cintura dela e desceu para os quadris, levou embora sua calcinha. Chichi não conseguia fazer nada, exceto suspirar e corresponder aos beijos cada vez mais exigentes dele.

— Foi bem aqui — ele disse entre um beijo e outro.

— Foi bem aqui o quê?

— A nossa primeira vez juntos.

— Seu bobo.

Ele entrou de uma vez com um movimento e ela gemeu alto.

— Eu falei pra você ficar quietinha — ele disse.

Chichi se entregou, enquanto Goku entrava com força, sedento por receber dela tudo o que desejava. Ele a sufocava com seus beijos, mal dando à ela chance de respirar.

***

Eles ficaram se beijando ainda após terminarem. A maré subia e a água chegava até seus pés, molhava as pontas dos dedos e recuava.

— Você é tão malvado — Chichi falou.

— Eu sou o mocinho — ele sorriu malicioso.

— Você está mesmo mais forte de que antes — ela ruborizou ao dizer.

— Eu não te machuquei não, né? — ele perguntou preocupado.

— Não.

Ele voltou a beijá-la, estava feliz que tinham se acertado.

— Isso não significou nada pra mim, tá? — Chichi disse.

— Não? — ele pareceu desapontado.

— Não...

— Então eu posso ir embora da Terra sem problemas?

Ela tinha esquecido disso. Se ele partisse, nunca mais teria aqueles beijos, aquele corpo, aquela força toda sobre si.

— Pode ir, você é um covarde mesmo — ela desdenhou irritada.

— Eu não sou um covarde! — Goku reclamou.

— Não? Está louco para me reconquistar, como não conseguiu resolveu ir embora.

— Chichi, eu...

— Pode ir, Goku. A gente não vai voltar mesmo, não teremos nada mais um com o outro, essa noite foi um erro, foi porque você me obrigou.

— Eu não te obriguei.

— Não mesmo? E aquele: "Grita então pra você ver"?

— Se você gritasse aí mesmo que eu te agarraria.

— Eu não gritei e você me agarrou mesmo assim! — ela protestou.

— Agarrei mesmo, não foi? — ele riu.

Ela revirou os olhos. Como era tolo o seu... então ela percebeu que a relação deles não tinha nome. Não eram namorados, nem amantes, e definitivamente não eram marido e mulher.

— O que nós somos?

— Você é minha, é isso o que importa.

— Eu não sou sua.

— Você é minha, Chichi.

Ela o ouviu em silêncio. Era ainda era o mesmo bobão de sempre, mas agora parecia mais destemido. E tinha aquela ambição de se tornar mais forte, isso seria bom para eles na guerra.

— E o seu treinamento para ficar mais forte? — Chichi perguntou.

— Eu vou conversar com aqueles mercadores para eles trazerem os caras fortes até aqui. Assim todos poderão treinar também. Vai ser importante se todos ficarem fortes, não só eu.

Como sempre, a fofura dele a enternecia. Ela o abraçou por fim, já estava vencida, não tinha porque continuar fingindo que não o amava, que ele não era nada para ela. Vendo agora que ele havia se tornado corajoso e muito mais forte, ela sentia que poderia confiar nele.

— Nunca mais me deixe pra morrer nas mãos de um bandido como aquele — ela pediu.

— Eu prefiro morrer antes.

— Também não quero que você morra, seu bobo.

— Chi, eu vou ficar ainda mais forte para proteger você e o Gohan, mas guerra é coisa séria... eu posso morrer, assim como os nossos amigos.

Chichi se entristeceu fortemente. Sabia o que era morrer, não ser mais nada, ter todos os sonhos e esperanças desfeitos. Não queria isso para nenhum dos seus amigos, muito menos para ele, apesar de ter desejado a morte dele pouco tempo atrás. Ela se arrependeu de ter pensado assim.

— Não ouse morrer! Se você morrer, quem é que vai cuidar da gente?

Goku sorriu.

— Então eu não vou morrer, tá? — ele beijou as mãos dela — se algum dia estiver em perigo, grite o mais alto que puder com essa sua voz esganiçada que eu venho voando te salvar.

— Minha voz não é esganiçada! — ela deu um tapa no peito dele.

— Não? Meus ouvidos bem que sabem... — ele riu.

Goku estava feliz agora que definitivamente tinham feito as pazes. A verdade é que aquilo tudo era parte do plano do Rei Ox, ele disse para Goku inventar que partiria do planeta, se Chichi não se sentisse tocada com isso, então ele poderia desistir. Pelo visto, mentiras às vezes funcionavam.

— E eu vou querer treinar o Gohan quando ele ficar um pouco mais velho. Já percebi que ele é forte, ele pode se tornar mais ainda com o treinamento adequado.

— Nem pensar! — Chichi gritou — não quero que meu filho se meta nisso!

— Chichi eu tinha falado que eu não quero mais que você grite comigo.

— Eu vou gritar o quanto eu quiser! Já falei que não quero que ele se meta nessas violências.

— Ok, então cada vez que gritar comigo eu vou fazer bem forte com você.

— Vai fazer o quê? — ela perguntou assustada.

— Já esqueceu? Quer que eu te mostre? — ele disse com um sorriso malicioso.

Então ele a beijou e voltou a entrar no corpo dela, com mais força ainda do que da primeira vez. Chichi reclamou, mas adorou.

— Eu falei que você é malvado — ela disse no final.

Daquele momento em diante, os gritos dela ao longo do dia, se tornaram o código secreto para a noite deles.

Notas finais
Será que Akemi descobriu o grande mistério por trás de toda a chatice de Chichi? Huahauahua! Quero ver geral deixando comentários, hein? Abraços!