Notas iniciais
Postei rapidinho dessa vez né? HAHAHA O capítulo ta bem fofinho, época de natal, nada de drama por enquanto :)
Aproveitem
Música:http://www.youtube.com/watch?v=Z1PloNGzuEI&ob=av2e

"Held your standards close to heart
But late one night you threw them down
Simple promises you said you'd never break
But now you have
All throughout the morning though
I'm begging no
Your lips they stay perfectly still" — Bombay bicycle club


O fim do dia estava chegando e Rachel mal tinha voltado a respirar direito. Se Rachel Berry já é animada naturalmente, imaginem uma Rachel Berry após assinar um contrato que iria mudar sua vida. Ela passou o dia dando pulos de alegria por todos os lados, o sorriso de orelha a orelha permaneceu o tempo todo. Ela foi dispensada do ensaio hoje por Samantha, pois a amiga sabia que nunca que Rachel se concentraria em qualquer coisa depois da notícia. Ela permaneceu no shopping fazendo compras o dia inteiro. Almoçou por lá sozinha e comprou algumas coisas. Um grupinho de garotas parou para pedir uma foto e um autógrafo e a garota sorrindo e mais simpática que o normal até passou um tempo conversando com elas, que tinham os olhos brilhando de excitação. Quando começou a escurecer seu celular apitou:

Ei Rach, ainda ta com vontade de me ver hoje? — Q

E então ela teve uma brilhante idéia. Iria surpreender Quinn no trabalho. Já começou a sair a caminho do lugar quando lembrou que não tinha o endereço. Pegou seu Iphone e pesquisou pelo escritório Fabray, acabou achando mais rápido do que esperava e ergueu as sobrancelhas ao perceber como esse sobrenome era influente na advocacia.

Não sei... Vou pensar no seu caso — R


RACHEL'S POV

Eu ainda estava muito animada com a mais nova notícia, simplesmente não aguentaria esperar mais para contar para Quinn.

Entrei correndo no escritório que ficava em um ponto muito bom de Nova York, e ao avistar o pai de Quinn de longe me endireitei e percebi que estava entrando meio grosseiramente e parecendo uma adolescente. Deixei meu corpo ereto e fui devagar até a porta aonde havia o nome de Quinn, para que seu pai não me visse, também percebi que Lucy não estava na mesa de recepção mas dei de ombros. Quando cheguei na porta, abri sem cerimônia e avistei uma loira mergulhada em uma pilha de papéis, muito concentrada. Nem dei tempo dela me ver e pulei no colo dela, colocando uma perna de cada lado de sua cintura. Quinn deu um gritinho agudo e com o peso que joguei em cima dela a cadeira foi para trás, quase derrubando nós duas. Comecei a ter um ataque de riso e Quinn permanecia assustada, com a mão no peito.

– Pirou de vez? Sua maluca! Você não pode entrar no meu escritório pulando no meu colo sem nem bater na porta! Eu poderia estar em uma reunião com algum chefe de tribunal ou algo do tipo, você quer que eu perca meu emprego Rachel? – Quinn parecia brava, mas na verdade estava se segurando para não rir.

– Me... Me desculpa – eu disse, fazendo biquinho e desviando o olhar. Balancei a cabeça negativamente e fiquei brincando com alguns fios de seu cabelo – Quero não.

Quinn abriu o sorriso mais lindo do mundo e começou a fazer cócegas em mim.

– Eu estou brincando baixinha. Eu adorei te ver pulando no meu colo, apesar do susto – ela disse, apertando a ponta do meu nariz.

– Pensei que você tinha ficado brava comigo Quinn! Nunca mais faça isso! E não me chame de baixinha.

– Ta bom, tampinha. – Eu ia abrir a boca para protestar mas fui impedida por aqueles olhos maravilhosos me fitando – Posso saber o que minha estrelinha está fazendo aqui? Não era pra você estar se agarrando com Jesse em algum ensaio qualquer? – ela bufou.

– Estava com saudades da minha loirinha – eu disse, imitando sua voz infantil – E eu tirei o dia de folga porqueeeee – dei uma pausa querendo que ela perguntasse.

Ela revirou os olhos, sorrindo ainda mais – Por queeeeeee rach? – ela disse colocando as duas mãos nas minhas coxas expostas e fazendo carinho.

– Porque eu acabei de assinar um contrato e agora sou a cantora principal da turnê mundial de Cats e também vou participar de um filme, no CINEMA, e vou ser a PROTAGONISTA – disse num fôlego só e comecei a dar pulinhos no colo dela.

O queixo dela caiu:

– MENTIRA! Rachel, você ta falando sério? Meu deus, não posso acreditar nisso, se você estiver brincando comigo você vai apanhar agora mesmo! – Ela ficou tão feliz por mim, isso era tão fofo. Seus braços me envolveram num abraço tão apertado e eu senti que podia ficar lá para sempre. Respirei fundo e as lágrimas começaram a escorrer, eu estava tão feliz. Minha vida não podia estar tomando um caminho melhor que esse, e eu sentia que graças a ela, essa garota que fez da minha vida um inferno á apenas alguns anos atrás, que me fez chorar de tristeza tantas vezes, graças a ela eu agora chorava de felicidade, meus sonhos estavam se realizando ainda mais, alcançando um novo patamar. Sorri mais ainda, batendo minha mão na outra, empurrei meu corpo um pouco para trás e a fiquei observando, ela percebeu minhas lágrimas e as limpou delicadamente.

– Porque está chorando amor? Eu falei alguma coisa?

– É só que... Eu... Obrigada Quinn, por tudo que você está fazendo comigo.

Sem dizer mais uma palavra ela procurou minha boca com urgência. Coloquei meu corpo mais perto do dela e minhas mãos foram parar em sua cintura.

Quinn estava me beijando ferozmente, suas mãos estavam arranhando meu abdômen por baixo da camiseta e se não fosse por um pigarro atrás de nós as coisas poderiam ter saído fora de controle.

Dei um pulo do colo dela soltando um gritinho e me encolhendo. Girei minha cabeça para trás e avistei uma Lucy nem um pouco contente, mas mesmo assim, com os olhos vidrados de admiração por mim. Pude ver a relutância dela entre ficar brava por Quinn estar provavelmente a usando e entre continuar me considerando uma grande estrela da Broadway. Apesar de triste, ela não parecia sentir raiva de mim.

– Quinn... Er... – Seus olhos estavam focados em qualquer outro lugar da sala, menos em nós duas.

Me levantei, ajeitando minha roupa.

– Desculpe Lucy, não queria atrapalhar o...uh... trabalho de vocês, acho que já vou indo.

Já ia me retirando da sala quando Quinn me puxou de volta para si

– Não amor, fica aqui, não terminamos nossa conversa. Lucy, eu preciso conversar com você, mas não agora. Por favor, nós poderíamos sair amanhã? Eu quero esclarecer algumas coisas e eu quero deixar uma coisa bem clara, eu gosto de você, então não fique brava comigo!

Ela apenas acenou afirmativamente com a cabeça e sorriu em minha direção. Eu estava com pena da garota.

– Então – Quinn disse, soltando um de seus sorrisos matadores – Será que eu poderia ir embora agora? Por favorzinho Lucy, você segura as pontas com meu pai?

Ela revirou os olhos e disse:

– Eu devo ser muito trouxa mesmo né? Sim Quinn, pode ir embora agora. – Finalizou saindo de lá e deixando as duas sozinhas de novo.

Quinn me puxou de volta para seu colo, falando no meu ouvido:

– Aonde tínhamos parado? – soltou um sorriso de lado

Ela já foi me agarrando mas eu me afastei, um pouco emburrada

– Quinn, não.

– Por quê?

– Não me sinto confortável com isso... Lucy é uma garota legal – fiz beicinho de novo.

– Ei rach, eu vou falar com ela, prometo! De amanhã não passa, não fica brava comigo vai. Eu jamais ficaria saindo com vocês duas ao mesmo tempo e – ela disse, segurando meu rosto e erguendo meu queixo – é sempre você amor, sempre foi e sempre vai ser.

– Eu gosto quando você me chama assim – disse sorrindo

– De amor? Uhh... Então vou te chamar assim pra sempre, porque você é MEU amor, só meu – ela disse, agarrando minha cintura com possessividade.

– Promete que não vai me deixar? Porque eu vou participar de uma turnê Q... E se você se cansar de me esperar?

– Nunca vou cansar tampinha. Eu fiz de tudo para te esquecer, eu tentei tanto, e não adiantou, olha onde estou agora! Nunca vou te largar, se acostume com isso. Nem que você roube o trono de Barbra Streisand e todos aqueles fotógrafos e caras comecem a correr atrás de você, eu sempre vou estar lá, segurando sua mão, te apoiando, e afastando esses idiotas de você — ela disse,apontando o dedo na minha frente. – nada de caras dando em cima de você.

– Quuuuuinn, você fala umas coisas que eu nem sei como responder – disse, afundando minha cabeça na curva de seu pescoço.

– Não diz nada, só me beija. Eu sinto tanta falta de você, o tempo todo – Ela disse, procurando meus lábios.

Dei um tapinha de leve em seu braço

– Não Quinn! Nada de beijos, estamos conversando aqui

Quinn revirou os olhos

– Por que você tem que ter esses ataques de diva ao tempo todo?

Mostrei a língua e levantei de seu colo.

Ela ficou emburrada, unindo as sobrancelhas, aquela carinha que eu amava.

– Eu trouxe uma coisa pra você. Eu fui ao shopping e achei que você está precisando dar uma vida naquele apartamento. É lindo, claro, a decoração é perfeita, mas falta alguma coisa... aconchegante, eu entendo que você não queria... sabe, espalhar fotos de “certas pessoas” pelo apartamento, mas eu pensei que sabe... talvez de Beth, ou de nós – disse essa parte brincando com meus dedos.

– Aonde você quer chegar amor? – Ela pegou a sacola da minha mão – Rachel, você comprou uma casa para mim? Que sacola gigante! – Ela disse enfiando a cara dentro da sacola

Soltei uma risada e a empurrei, brincando.

Ela tirou de lá um dos vários portas retratos. Cada um era de uma cor e de um formato diferente.

Ela sorriu, finalmente entendendo o que eu queria dizer com meu monólogo.

– Obrigada amor – ela me deu um beijo de leve – Não precisa se incomodar comigo enquanto fazia compras. Sabia que eu amo fotografia? Tenho três tipos de câmera, qualquer dia te explico a diferença se você quiser. Não vejo a hora de tirar fotos e colocá- las pela casa. Se vai fazer você se sentir mais a vontade por lá – Ela tirou uma mecha de cabelo do meu rosto e sorriu. Enfiou a mão na sacola e tirou mais uma coisa e eu tive certeza que por um momento ela parou de respirar. Agora ela tinha entendido o porque da sacola gigantesca.

– Eu sei que você ama vinis... Já vi vários deles na sua estante, também vi que você tem um tocador, e aquele dia no restaurante, você estava bem animada, eu estava bêbada mas sou muito esperta e... – Fui interrompida pela boca de Quinn sugando todo meu ar.

Ela se separou ofegante e me deu um tapa um pouco forte.

– Eu não vou aceitar isso NUNCA! Sua louca, eu sei quanto custou isso, eu fico babando nessa coleção de vinis do Radiohead desde sei lá... desde sempre. É muito caro Rachel, deve ter uns 10 vinis nessa caixa, não não. Toma – ela entregou em minhas mãos com um olhar de dor.

– Você está mesmo pensando em recusar um presente da rainha do drama aqui? Você quer que eu cometa um assassinato?

– Mas Rachel! Não posso...

– Quinn, por favor, se você não aceitar esse presente vou ficar muito magoada. Aliás, não existe a opção não aceitar meu presente, ou você aceita, ou... ACEITA. Ponto final.

Quinn me olhava com tanta admiração, era praticamente impossível sentir outra coisa além de amor por ela. Eu gastaria todo meu dinheiro se ela me olhasse desse jeito pro resto da vida. Ficamos assim, nos olhando por um tempo, até ela pegar sua bolsa e seu mais novo presente e me puxar pela mão, saltitando para fora de sua sala.

– Vamos Rach, já está ficando tarde e quero jantar com você.

Me despedi de Lucy com um sorriso, e ela como sempre me olhava muito alegre. Quinn nem a viu, parecia muito chocada com seu presente, ela parecia uma garotinha que acabara de ganhar a casa inteira da Barbie, sorri com a visão de uma Quinn Fabray perdida no seu mundinho.

– Você se importa de deixar seu carro aqui? Depois eu peço para algum dos seguranças levar pra casa, ta? Vai comigo? Quero ficar o tempo todo com você tampinha.

Sorri – Claro Quinn, sem problemas – disse, já entrando no carro.

Ela entrou do lado do motorista e deu partida, um silêncio extremamente confortável permaneceu durante um tempo, enquanto o som de alguma banda que eu não reconhecia tocava na rádio. Me perdi em pensamentos enquanto observava os carros fora da janela.

Quinn parou em um farol e senti seu olhar em mim.

– Posso ajudá-la fabray? – Disse, sem me virar em sua direção. Sua mão repousou em minha coxa me fazendo suspirar. Ela percebeu, sorrindo torto e começou a subir. Me remexi, abaixando sua mão e lançando um olhar reprovador.

– Chata, hunf.

– Só não quero morrer tão jovem fabray.

– Exagerada.

– Quantos elogios hein. Acho que vou pegar meus presentes de volta – disse, cutucando sua barriga.

– Você não se atreveria.

– Ah, quer apostar? – eu disse, tirando meu cinto e enfiando metade do meu corpo para o banco de trás, procurando os presentes no escuro.

Percebi que Quinn havia parado de tentar me impedir e quando comecei a achar estranho, questionei:

– Achei que você queria muito esse presente...

– Eu quero. Mas se você estivesse tendo a visão que eu estou tendo agora, também se esqueceria dos presentes.

Virei meu rosto para frente e corei.

Eu estava em uma posição totalmente constrangedora, e ainda usava uma saia curtíssima, deixando toda minha perna a mostra. Voltei a me sentar, me remexendo, ainda envergonhada.

– iii, ficou quietinha. – Quinn sorriu, já entrando na garagem do prédio. Descemos e as duas acenamos com sorrisos para o porteiro.

– Você sempre me deixa com vergonha.

– Você que fica me provocando – Quinn colocou a sacola na minha mão, procurando sua chave do apartamento.

– Mentirosa, eu sou inocente – disse, mexendo na minha franja.

– Ahã, ta bom.

Quinn abriu a porta e eu entrei atrás dela, carregando suas coisas. Ela riu.

– O que foi?

– Me dá isso amor, você é tão pequenininha e desajeitada, pode se machucar carregando uma sacola desse tamanho. – ela disse, tentando puxar as coisas da minha mão.

Segurei com mais força, emburrada

– Para de me tratar que nem criança! Eu consigo carregar. Larga Quinn.

– Não! É muito pesado pra você. Me dá amor – ela disse, ainda rindo.

– Não vou deixar você pegar!

Eu sei que as duas estavam sendo infantis, mas perturbar Quinn fabray era tão divertido, não pude evitar.

Quando ela finalmente parou de ser delicada e puxou com sua força de verdade, se desequilibrou e caiu para trás, me puxando junto.

– Ai – eu disse, mesmo sem sentir dor nenhuma.

– Ai nada, quem caiu de cabeça no chão fui eu, anã.

– É, eu tive um ótimo travesseiro!

– Ta me chamando de gorda?

Ergui as sobrancelhas, ela riu:

– Estou brincando, besta.

Ela fez força pra levantar, mas eu não me movi.

– Rachel, eu meio que preciso que você saia de cima de mim para eu poder me mexer.

– Não quero.

– Com assim?

– Não quero sair.

– Rachel! Sai logo, estou com fome, vou pedir alguma coisa.

– Não.

– Você ta muito abusada, sabia? – Quinn jogou seu peso sem esforço nenhum sobre mim e inverteu as posições, logo depois me deu um chupão no pescoço e levantou, puxando minha mão para me ajudar.

Fiquei em pé na sala enquanto ela ia até o quarto guardar seus presentes. Logo depois ela voltou sorrindo e pediu comida para nós. O tempo passou voando, sentamos no sofá mesmo, comendo uma do lado da outra e assistindo qualquer coisa na TV. Mal prestei atenção pois a conversa estava muito mais interessante.

Quando terminamos Quinn me puxou para a varanda. Nosso andar era bem em cima, então a visão da cidade, dos prédios, era lindo.

– Olha amor, ta cheio de estrelas! É raro por aqui! Tão diferente de Lima, lá eu passava horas olhando pras estrelas. – Quinn falava animadamente. – Você olhava para as estrelas? Com Finn talvez...

Ela me abraçou por trás enquanto eu me apoiava na grade da varanda. Senti sua respiração no meu pescoço e minhas pernas já estavam moles.

– Não... Eu olhava sozinha. Você sabe minha fixação por estrelas, mas Finn nunca se interessou. Ele até colocou o nome dele em uma delas, mas nunca se importou mesmo.

– Que desperdício de nomes para estrelas! – Quinn revirou os olhos

– Acho que alguém esta com ciúmes!

– Não to não... Olha Rach! Uma estrela cadente, faz um pedido. – Enquanto eu fechei meus olhos, senti algo no meu pescoço, fiz o pedido rapidamente e abri a tempo de ver Quinn fechando algo no meu pescoço.

– O que é isso? — Passei a mão e senti uma corrente no formato de uma estrela.

– Um dos meus presentes de Natal. Resolvi antecipar esse porque não aguentava mais esperar. É só uma pequena parte dos presentes – Quinn piscou – mas tem um significado especial para você, e eu sei disso.

Eu já estava com lágrimas nos olhos, pra variar. Me virei de frente para ela e sorri, a beijando. Minha língua entrou lenta e sensualmente em sua boca, explorando cada parte, sem pressa, querendo provar cada pedaço. Quinn suspirou, sugando minha língua. Fomos nos afastando com selinhos e ela fez uma carinha triste.

– O que foi?

– Você vai embora antes do Natal?

– Não, falta tão pouco, o natal já é o próximo final de semana, então eles resolveram que só começaria no próximo ano. Sou toda sua até o último dia desse ano.

Quinn voltou a ter aquele brilho nos olhos e sorrir.

– Só minha? – ela passou as mãos na minha cintura e ficamos ali, aproveitando o calor uma da outra.

Balancei a cabeça afirmativamente, depositando beijos no seu pescoço.

– Você... Você quer passar o natal no estilo fabray? Não é nada sofisticado, pelo contrário, não é uma forma normal de passar... Vou entender se não quiser, tudo bem e...

– Fala o que é Quinn. Portanto que não seja torturando adolescentes por mim tudo bem – sorri, brincando.

– Desde aquela vez que nós passamos o natal ajudando Sue com as crianças, a distribuir comida e cantar para eles... É assim que passo todos os anos. Em algum lar de idosos ou crianças, moradores de rua, enfim... Ajudando. Eu já achei um lugar aqui em Nova York que estão precisando muito... – Ela olhava para os pés – Você quer fazer isso? Eu entendo se não quiser, sério amor! Pode passar com seus amigos e...

– Shiu Quinn... – coloquei o dedo em seus lábios, admirada com aquela garota na minha frente – Eu estou aqui me perguntando o que aconteceu com aquela líder de torcida de uns anos atrás... Você só pode ser uma cópia idêntica da Fabray! Você não é ela, está me enganando. – Passei meus dedos delicadamente em seu rosto, registrando cada parte daquela face perfeita – Você é linda Quinn. Não me arrependo de ter confiado em você. Eu jamais teria conhecido esse lado. Essa Quinn que poucos tiveram a oportunidade de conhecer, pelo que observei. Eu... Eu te amo Quinn.

Ela deixou uma lágrima cair e eu a limpei. Ela colou nossos corpos e pude sentir nossos corações batendo freneticamente juntos.

– Você foi a única na verdade... Ninguém me conhece tão profundamente quanto você amor. Eu te amo. Eu sempre te amei. Eu só não queria te assustar dizendo isso. Rachel Barbra Berry. Eu te amo – Ela disse, sorrindo e me beijando com paixão.

Nenhuma das duas ouviu o barulho da chave e a maçaneta girando.

– Urgh. Por favor. Já falei que não quero vocês enfiando a língua na boca uma da outra quando eu estiver por perto. Larga ela Berry – Santana se enfiou no beijo, me empurrando para ir até o quarto – Vou ter pesadelos essa noite.


Olhei para Quinn e sussurrei:

– Você deu uma cópia da chave para ela? SÉRIO?


Quinn apenas deu de ombros, sorrindo e ao mesmo tempo envergonhada.


Notas finais
E ai, gostaram?
Desejo a todos um feliz natal, um pouquinho atrasado né? Mas vou tentar postar antes do final do ano ainda ok?
beijo beijo, até a próxima
ps: vou ver se respondo todos vocês que me mandam review ta? brigada gente, eu realmente fico feliz :D