A Garota Winchester // Supernatural
5 Capítulo 5 - A Lizie foi cremada
Enfim consigo abrir a porta e antes que eu consiga fechar a mesma atrás de mim, o escuto dizer:
— Eu sou seu pai.
Tarde demais para admitir isso, penso.
Bato a porta, me encosto na mesma, e sim, começo a chorar que nem uma garotinha.
Depois de me "recuperar", me levanto do chão ( sim, eu estava sentada no chão ) e vou até o banheiro tomar um banho.
[...]
Deito na minha cama depois de ter acabado meu banho.
Se a Sophie "viu a Elizabeth" matando a Alicia, pode ser que a mesma esteja atrás de vingança e pretenda matar as outras duas garotas. Droga, tenho que dar um jeito nisso, e rápido.
[...]
Acordo por volta das dez da manhã, me levanto e vou arrastada até o banheiro, entro no mesmo e tiro meu pijama, entrando no chuveiro logo em seguida, saio do banho e me visto. Coloco uma calça preta rasgada no joelho, uma regata branca que cabe duas de mim dentro dela e calço meu vans preto.
Termino de arrumar meu cabelo, pego meu óculos de sol, dinheiro, celular, chave do carro e saio do quarto trancando o mesmo.
Desço as escadas e paro no segundo andar ao ver uma certa quantidade de gente em frente à porta de um dos quartos.
— O que houve? — Pergunto a primeira pessoa que vejo, que no caso é a Sophie.
— Sophia foi morta. — me avisa. Droga, Sophia é uma das garotas que afogaram a Elizabeth, ela está agindo rápido até demais.
— Como? — Pergunto a garota.
— Ouvi eles falarem que foi afogada.
— Entendi. Conhece alguma garota chamada Kate? — pergunto.
— Minha irmã. — Ah droga.
— Ah Okay. Obrigada. — agradeço a ela e saio dali.
Desso as escadas e na recepção acabo encontrando com as duas pessoas que eu menos queria ver no momento.
— Lya... — Dean começa a falar assim que me vê.
— Depois. — digo ríspida passando por eles e indo para o estacionamento do hotel entrando logo em seguida em meu carro.
Ligo o som colocando Shoot to Thrill do AC/DC para tocar.
Depois de alguns minutos paro em frente a casa que era de Elizabeth e como ontem acabo encontrando sua irmã saindo de casa.
— Você não era amiga da minha irmã. — me acusa assim que saio do carro e me aproximo.
— Como descobriu? — pergunto a ela, para as perguntas que vou fazer a garota precisa saber pelo menos um pouco da verdade, então... chega de mentiras, bom... pelo menos nessa questão, eu nunca vou deixar de mentir.
— Tenho meus meios. Então o que queria com aquelas perguntas ontem? — me pergunta.
— Primeiramente, qual seu nome? — e sim, ontem eu conversei um maior tempão com a garota e não perguntei seu nome.
— Meredith. — se apresenta. — Agora, o que queria com aquelas perguntas ontem? — me pergunta novamente.
— Caso eu te conte a verdade não irá me chamar de louca? — Pergunto.
— Vou tentar. — diz baixo depois de pensar por um longo tempo.
— Okay. — concordo. — Então... -e conto toda história sobre Demônios, espíritos e essas coisas — Acredita em mim? — pergunto a ela assim que termino.
— Acho que sim. — diz meio relutante. Okay, ela não me chamou de louca mas também não parece acreditar muito, tudo bem.
— Mas o que isso tem haver com a minha irmã? — me pergunta.
— Bom... Hoje de manhã acordei e recebi a notícia de que a Sophia Marshell estava morta: — digo — e também a Alice morreu a dois dias e a irmã da Kate diz que viu a sua irmã a matando. O que me leva a crer que Elizabeth quer vingança. E mesmo a Kate tendo matado sua irmã, não acho que seria certo ela morrer também.
— Concordo com você. — diz.
— Mas por que está aqui?
—Preciso saber onde sua irmã está enterrada. para eu poder queimar seus ossos e acabar logo com isso. — a explico.
— Espero que não tenha problema. — diz parecendo hesitante. Que ela não tenha sido cremada. Que ela não tenha sido cremada. Que ela não tenha sido cremada. — A Lizie foi cremada. — Porra. Droga. Merda.
— É um problema. Mas... eu vou pensar em algo. Não se preocupe. — digo.
— Okay.
— Me passe seu número. — peço a ela. — Caso eu precise de sua ajuda novamente, te ligo. — Aviso a mesma assim que ela termina de gravar seu número em meu celular e me entrega o mesmo.
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