POV Isabella

Eles sempre foram gentis comigo... Em todas as ocasiões em que eu comparecia lá estava eu, num canto vazio com eles em volta entulhando minhas mãos com os mais caros e refinados presentes... Desde um bracelete cujo os rubis e esmeraldas foram cuidadosamente lapidados e unificados com o intuito de desenhar flores. Klaus, o segundo mais novo, era aquele que mais tinha afeição por mim; Sempre sorrindo como se não tivesse nenhuma preocupação com seu futuro, mas em quaisquer situação, era sem dúvida alguma atencioso e acolhedor. Sempre foi o que chamava a atenção das garotas, seu charme, beleza e simpatia.

Mas ainda haviam os outros três irmãos: Elijah,(minha paixão eterna) Finn ( aquele que me amava mais do que a própria vida) e Kol, o rebelde e despreocupado Kollie. Elijah sempre foi uma espécie de paixão secreta, possuindo uma boa metade de meu coração cujo o ladrão fora o próprio. No entanto, tinha Finn; O pobre e gentil Finn, sempre esteve cego de paixão por mim, sempre procurando alguém para amar e lhe servir de confidente... Eu tinha uma amiga na época em que descobri a paixão do jovem cavalheiro: Sage, Mary Louise Sage. Sempre pudemos confiar uma na outra, e um de meus segredos ( nem tão confessado) era o de minha afeição ( e algo mais, talvez) por Elijah, meu jovem e querido Elijah; Mas Sage me confessara que estava louca por Finn, mas acontece que ele também sentia o mesmo e aí dava para ver meu papel como ' a cupido'.

Elij sempre fora boa pessoa e, como Finn e Klaus, ele era um perfeito e completo cavalheiro. Todo dia me fazia sorrir, dar minhas melhores gargalhadas e ainda sim, apesar de sermos dois jovens crescidos e maduros, haviam ainda as gargalhadas que chegavam ao ponto de nos fazer rolar no chão e que fazia com que sentíssemos dores na barriga. Certo dia eu andava com Finn quando ele me pediu:

– Katia, andei prestando atenção em sua amiga, será que poderia me ajudar á... — ele não conseguiu dizer, mas eu o conseguira entender. — você deve saber do que eu estou falando. — Completou ele, constrangido; Abri um sorriso.

– Não se preocupe Finn. Vou conversar com ela, mas como você sabe, tudo no seu tempo.

– Sim, eu entendo. Obrigado Katia.

– O prazer é meu Finn, agora é melhor você ir, deve estar com fome após passar o dia inteiro comigo.

– Não invente, eu não passei o dia inteiro ao seu lado, de manhã você sabe o que eu fiz.

– Sim Finn, eu sei. Mas é melhor você ir, não é só só você quem tem coisas para fazer.

– Nem me fale Katia.

– Onde está Kol? Gostaria de falar com ele.

– Quer que eu o chame?

– Não precisa, mas lhe agradeço. Deixe que eu mesma faça as honras.

Seguimos caminho até a casa da família dele. Elijah e os outros irmãos estavam na sala de jantar.

– Boa noite Katia.

– Boa noite Elijah. Como está?

– Muito bem. — Ele gesticulou para uma empregada — Poderia por favor pôr mais um prato á mesa? Parece que teremos além do esperado para a noite.

– Obrigada Elijah.

– Tenho que sair daqui. — Bradou Rebekah. Elijah, os irmãos e eu sabíamos que era uma troca de palavras para " não quero ficar no mesmo lugar que Katia". Isso porque eu era a grande paixão de seus irmãos, que sempre se sentiram bem ao meus lado, sem bobeiras e mentiras. Apenas verdades e sinceridades.