A Garota Que Mudou o Mundo Dos Vampiros
37 A Tragédia
Alissa ainda estava em Nova Orleans. Sem seu conhecimento, seus dois tios ( Kol e Finn) estavam ajudando sua avó, Esther, a conspirar contra Klaus; Acontece que não eram só seus parentes que planejavam isso, até sua amiga Davina quis que eles fossem destruídos. O que Alissa não sabia era que a jovem bruxa cuja qual um dia se afeiçoara, estava mantendo prisioneiro Mikael, e Davina só o libertaria quando descobrisse um jeito de matar os Originais sem que Marcel ou Josh sofressem as devidas consequências. Acontece que Esther não estava contando apenas com a ajuda de dois dos seus filhos, ela também havia ressuscitado ninguém mais, ninguém menos do que a mãe de sua neta, Isabella.
Mas para garantir que Isabella não fosse atrás da filha, Esther foi inteligente em colocar Isabella no corpo de uma inimiga de Elijah e Klaus : Genevieve. Em certa ocasião, quando eles já haviam descoberto que ela estava no corpo de uma das bruxas da Colheita, ela combinou que eles fariam uma reunião familiar durante um jantar, na qual compareceram as duas e, Kol e Finn. Quando Isabella entrou, Klaus tentou golpeá-la com uma faca de prata.
– O que ela está fazendo aqui?! — Ele gritou, furioso.
– Ela NÃO É a Genevieve, se é o que está pensando. Ela é Isabella.
Klaus e Elijah ficaram surpresos.
– Isabella? — Elijah se aproximou dela.
– Mas Alissa não pode saber que ela está viva. — Disse Esther, abrindo um sorriso.
– Por que não? Você por acaso sabe como sua neta está sofrendo devido ao luto pela mãe que ela acredita ter perdido há dois anos atrás?
– É aí que está, meu jovem Elijah. Isabella não verá a filha enquanto eu disser que elas não irão se ver.
– Isso é golpe baixo até para você. Finn, Kol, vocês não sabem como Alissa está sofrendo com issso mas, por favor, mãe, deixe Isabella apenas ver a filha... Eu imploro, por favor, me escute.
– Por mais que fosse generoso da minha parte fazer isso, a resposta é não, Elijah.
– Como pode fazer isso com uma criança?
– Saiba acima de tudo que eu não me importo com a demôniazinha que possa ser a menina a quem você chama de filha.
Nesse momento, Alissa entrou e ficou chocada.
– Oi vovó. Mamãe. — Ela correu para abraçar Isabella.
– Quanto tempo passou nos espionando?
– Estava ali atrás desde que vi tio Finn entrando aqui no cemitério.
– Então resolveu dar uma de detetive e xeretar no que não é da sua conta? — Disse Finn.
– Sim, mas pelo menos eu não tive a cara de pau de salvar minha sobrinha pra depois conspirar com a minha mãe e o meu irmão caçula pra matar o resto de nossa família.
– Vocês é quem pensam... — Um enorme sorriso maroto surgiu no rosto de Alissa, ela abriu os braços como se fosse o Cristo Redentor e seus olhos, na maioria das vezes castanho esverdeados, agora estavam cintilantes num verde vivo e claro, parecendo água cristalina e mar em fúria juntos. De repente, como se possuísse uma força sobre humana e invisível, todos o que estavam a sua volta foram arremessados ao longe: Elijah e Kol foram de encontro á paredes opostas, Klaus e Finn caíram sob a mesa, mas não antes de Esther bater com a cabeça nela e cair no chão inconsciente. Isabella, por sua vez, foi arremessada para fora do que era um jazigo, se chocou contra uma sepultura e caiu no chão, assim como Esther, inconsciente.
Quando tudo pareceu parar, Alissa olhou em volta, assustada com o que acabara de ocorrer, ela correu para a mãe, segurou a mão dela e esperou o momento em que os olhos dela iriam se abrir novamente. — Não me deixa de novo. — Alissa estava chorando ao dizer isso.
De repente, um arrepio passou por todo o seu corpo como se fosse um choque elétrico... A mão de sua mãe se mexera! Isabella olhou para a filha como se não a conhecesse.
– Mamãe?
– Quem é você? Não sou sua mãe.
– Sim, você é, eu sou Alissa, sua filha, e você é minha mãe, Isabella.
– Eu não sou Isabella, menina tola, eu sou Agatha.
– Você tem um irmão chamado Silas.
– Como sabe?
– Sei por que você é minha mãe.
– Se você for mesmo minha filha, então deve saber qual é o nome do primeiro homem que eu amei.
– Elijah Mikaelson.
– O primeiro e único. — Elijah agora estava ao lado de sua filha.
– Ela não está se lembrando de mim. O que eu faço, papai?
– Eu vou fazer o que for possível para trazer sua mãe de volta.
– Promete? — Ela estava com os olhos lacrimejosos.
– Eu prometo.
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