A Friendzone de uma Nerd na Merda
13 Voldemort, Heat Saving, man-lamppost, shopping ... and fake vomiting Part 3
Notas iniciais
Voldemort, Prova Salvadora, Homem-poste, shopping, filmes de vampiros adolescentes e vômitos falsos (Parte 3)
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Saí do banheiro e vi Gajeel tentando arrumar o cabelo. Isso é que dá ter cabelo grande!
– Quer ajuda? — Perguntei.
– Ah, seria bom. Pode passar gel no meu cabelo? Quero estar apresentável hoje.
– Aye!
Enquanto eu passava gel no cabelo do Gajeel ~gel + Gajeel= rima~, senti seu cheiro amadeirado invadir minhas narinas. Carolho, perfume masculino é tão... Masculino!
– Pronto Redbull-san.
– Arigatou McDonald-chan.
Sorrimos idiotamente e depois começamos a gargalhar. Esse é o poder do amor...
[N/A: ~modo Uende on~ Owwn S2 S2]
– Levy.. Sei que você não é muito fã de rock, mas... Poderia usar essa camiseta hoje? É a minha preferida, acho que vai ficar boa em você.
Gajeel abriu o baú onde ele guarda suas roupas e tirou uma camiseta de manga curta, com uma escrita grande “Pantera”. Então ele gosta de felinos, como gatos e panteras.
– Ok. Espere um pouco.
Voltei ao banheiro e vesti a camiseta, que ficou um pouco acima dos meus joelhos. Olhei no espelho, dei uma ajeitada no cabelo e voltei para o quarto.
– E ai, como estou?
– Ponte que partiu, você está ótima! – Gajeel afirmou, animadamente animado.
– Arigatou gozaimasu..
Acho que meu cérebro deu uma paralisada e quando voltou ao normal, Gajeel estava muito próximo de mim. Podia sentir sua respiração descompassada, seu coração batendo aceleradamente..
– Hihi mandou avisar que o jantar está na mesa!! — Wendy apareceu na porta e berrou. Sinto-me culpada por não ter dedicado meu salário para dar a ela uma viagem de ida sem volta para o Triangulo das Bermudas.
Suspirei, um pouco chateada. Wendy sempre dava um jeito de aparecer nas horas impróprias, e ainda tem gente que diz que ela não me odeia.
– Vamos baixinha? – Gajeel ainda estava próximo de mim, deu um beijo na minha testa e pegou minha mão, para descermos juntos.
– Crianças, tenho uma noticia incrível para vocês! Estão saindo? – Hihi falou, quando nos viu descer as escadas.
– Sim senhora-mãe-da-Levy, vamos ao shopping com a galera.
– Bom, então não vou enrolar.. A notícia é a seguinte: Levy, você terá um irmãozinho!
Arregalei os olhos e olhei imediatamente para o chichi, que estava quase enfartando, dessa vez de felicidade. Todos ali estavam felizes, então eu também deveria que estar.
– Ainda bem que não é uma menina. – Falei, imaginando uma Mini-Wendy.
Chichi e hihi começaram a rir. Talvez porque eu estava com uma expressão de alívio no rosto.
– Parabéns tia, desejo boa sorte para a senhora e para o bebê.
–Own Gajeel.. Arigatou gozaimasu!
Ficamos rindo por alguns instantes até ouvirmos um barulho de buzina. Era a galera.
– Vamos indo. Bai hihi, chichi!
– Bai crianças, comportem! — Acho difícil..
– Bai bai neesan, bai Gajeel.
– Bai Wendy.
Gajeel abriu a porta e demos de cara com uma van enorme com os dizeres: Transportadora Igneel.
– Uau, ainda compro uma van dessa! – Gajeel disse, um tanto admirado com o tamanho da coisa.
– Minna [N/A: Mina, seus cabelo é daora.. Tá, ignorem.], me ajudem a levar o Natsu para trás, ele está com ânsia de vômito. – Lucy gritou para mim e Gajeel.
– Hey, me deixem dirigir, já que Natsu não está em condições. Juvia, vem comigo. – Gray saiu de sei lá onde e entrou na parte da frente junto com Juvia.
[Música 1]
Assim que colocamos Natsu nos bancos traseiros, Gray ligou a van e saímos em disparada pelas ruas. E quando eu digo “em disparada”, foi em disparada mesmo.
– Gray-sama, vá com calma.. É que eu sinto um pouco de medo. Vai que você bate a van em um poste e sei lá... –É mais fácil a van machucar o poste do que o contrário.
– Uuuh islou raide! Cante comigo, Levy! – Gajeel gritou para mim, enquanto tocava uma guitarra imaginaria. Sorte que eu conheço essa música.
– Theique i eeese!! – Cantei e Gajeelficou fazendo barulhinhos com a boca.
...
Vick-senpai diz:
Tá, pra quem não entendeu nada, ai vai. Gajeel e Levy cantaram o refrão da música Slow Ride porque Juvia pediu para Gray dirigir com calma.
Slow ride
(Passeio na cidade)
Take it easy
(Vá com calma)
...
Todos riram, enquanto eu e Gajeel fingimos ser cantores profissionais. Aé, Jellal e Erza estavam na van.
Depois de uns vinte minutos chegamos ao estacionamento do shopping. O cheiro que havia ali não era agradável.. Era uma mistura de fralda suja, com ovo podre e pequi*.
– Merda, que cheiro é esse??– Gray perguntou. –Veio ai de trás.
– Gomen minna, soltei um pum. – Natsu disse, enquanto erguia as mãos em sinal de redenção.
Corremos para fora da van, enquanto Natsu e Luu-chan rolavam de rir. A risada deles acabou nos contagiando e começamos a rir como idiotas, porque na verdade é isso que somos.
– Ae, vamos comprar uns lanches ali e depois a gente vai pro cinema assistir alguma coisa. – Gajeel deu a ideia.
– Ok, vamos lá.
Na lanchonete, uma música muito agradável tocava no rádio.
[Música 2]
– Planetary, música do My Chemical Romance. – Gajeel disse para mim.
Enquanto aguardávamos nosso pedido, Luu-chan começou a dançar e me puxou para dançar com ela. Logo após, Natsu e Gray vieram dançar com a gente enquanto Erza filmava tudo no seu celular hiper mega caro, hiper mega chique e hiper mega cheio de aplicativos.
– Aqui está o pedido de vocês. – A garçonete de cabelos rosa disse, enquanto colocava nossa comida em cima do balcão.
– Arr.. Nunca havia dançado tanto assim.
– Nem eu, Lu-chy, temos que fazer isso mais vezes.
– Eu só danço quando ouço a abertura de Lucky Star. – todos olharam pra mim, tentando entender do que eu estava falando. Sorte que Gajeel começou a rir e confirmou.
– É, eu também. Levy e eu sempre dançamos a abertura de Lucky Star. – Ok, a última parte foi desnecessária.
– Cada casal com suas manias, não é, Scarlet? – Jellal disse, colocando o braço sobre os ombros da Erza-chan.
– Er.. – Erza ficou um pouco rubra, mas não perdeu a pose de moça séria e deu um jeito de se desvencilhar dos braços do Jellal.
– Vamos procurar um filme para assistirmos? – Gray opinou.
– Fiquei sabendo que hoje teria um filme muito bom, sobre vampiros adolescentes.
– Uii, vampiros meu dão medo! – Juvia disse, encolhendo os ombros. Mas tudo depende de quem é o vampiro. Se forem aqueles vampiros adolescentes super branquelos é óbvio que não iremos sentir medo, agora se for o tio Alucard...
– Vamos ver esse filme ae! – Desde quando meninos gostam desse tipo de filme??
– Então vamos, a sessão das 19 horas já vai começar.
Compramos pipoca e mais refrigerante e fomos até o andar do cinema. Aproveitei que todos estavam conversando para discutir algo com Gajeel.
– Hey, porque os meninos estão animados para ver esse filme?
– Haha, acho que é porque as meninas têm medo. Se elas ficarem com medo, certamente vão se agarrar aos meninos que ficarão contentes com isso.
– Quando te conheci, você era mais assustador que um vampiro e mesmo assim nos tornamos amigos.
– Porque você me ama, não conseguiria viver sem mim.
– Não seja convencido, metaleiro esquisitão!
Ele deu aquele sorriso satisfeito e muito, muito bonito que fez meu coração bater mais rápido. Vou dizer que é efeito pós-uísque..
– Olha gente, eu estava certa! O filme Vamp* vai começar agora!! – Luu-chan disse, super animada. Porque a gente não vai ao fliperama, hein?
– Vai se agarrar a mim, Levy?
– Nem nos seus sonhos.
– Você diz isso agora. – Hey, não tenho culpa se eu me agarro a Gajeel enquanto estou dormindo! Poderia dar a desculpa de que ele é como um ursinho de pelúcia qualquer, mas sei que não iria colar..
Sentamos nas últimas poltronas do salão. Os trailers ~que por sinal pareciam ser mais interessantes que o filme~ estavam sendo exibidos, enquanto garotinhas de 13 anos procuravam lugares para sentar. Hoje a noite promete! Promete gritos agudos, pipocas voando e ponchá escorrendo por becos escuros... Na boa, cadê meu toddynho?
– Olha o que eu trouxe! – Gajeel sussurrou para mim.
– Lesado, não percebeu que estamos no escuro? Como eu vou ver o que você trouxe??
– Aé, que vacilo.. Bom, eu trouxe toddynho pra gente.
– Sério?? Cara, já disse que te amo?
– Ainda não, estou esperando por isso.
Fiquei rubra, mas ele não percebeu por causa da escuridão.
– Gomen.
– Porque?
– Eu não sou boa em falar o que sinto.
– Nem eu..
O que a gente faz agora? Se beija?? Não, isso não..
– O filme tá começando. Vou colocar meu braço em volta de você, e se sentir medo pode me abraçar, chorar, sei lá mais o que. E se quiser me beijar, não tem problema, eu deixo de boa.
– Não sou tão atirada assim, falou?!
– É brincadeira, pequena. Ou não.. Sei lá.
Preferi ficar em silêncio e assistir o filme. A história é a mesma de sempre: uma garota frágil, delicada, tímida e pálida se apaixona pelo cara mais esquisitão do colégio, um rapaz muito bonito, sério, também pálido e que não dá bola pra ninguém. O que ela não sabe é que o esquisitão esconde um segredo que pode colocar em risco a vida da garota... Perai, já vi isso antes! Aé, foi na saga Crepúsculo.
– Gajeel?
– O que foi? Já tá com medo??
– Cala a boca, bocó. Eu queria te perguntar uma coisa.
– Fala.
– Se você fosse um vampiro, me contaria?
– Claro que não!
– Porque??
– Você teria medo de mim, e se afastaria.
Ele não vê filmes de vampiros adolescentes.. E é óbvio que eu não me afastaria dele, não iria conseguir fazer tal ato.
– Mas nos filmes, as garotas se aproximam dos vampiros e pedem que eles a transformem.
– Isso porque são retardadas.
Não pude deixar de rir.
– É sério! Acham que ser vampiro é fácil e agradável. Você tem sede e não pode sair por ai matando pessoas só para tomar seu sangue. Só se o cara for muito malvado. – Ele pode assaltar um banco de sangue, né? É mais fácil. Isso me lembra um yaoi que li certa vez... E foi nojento. - Você não pode sair no sol, não envelhece, não sente a sensação de estar vivo, não sabe o que é ter um coração batendo... Resumindo, vampiros não passam de caras vivos por fora e mortos por dentro. Pra mim, são todos retardados. Tanto as garotinhas apaixonadas por vampiros, quanto os vampiros.
Depois dessa, preferi ver no que aquele filme iria dar..
– Você sabe que eu te amo. Mas sou perigoso demais, posso te machucar se não me controlar. – O menino vampiro dizia para a garota humana.
– Eu não dou à mínima! Porque não me transforma? Poderemos viver juntos para sempre! Sem falar que eu serei linda, nunca envelhecerei... Ou será que você não quer isso? Não quer ficar comigo para sempre?? – Ela respondeu, um pouco arrogante e bastante alterada.
– Vai se feder, sua marmota egoísta! – Desculpa mãe, não resisti, tive que falar isso.
Todos fizeram aquele barulhinho “Shiiiu”, mesmo sem saber quem tinha falado aquilo. Gajeel parecia estar se divertindo, pois seu corpo sacudia. Isso acontece quando a gente quer rir e não pode. De repente uma ideia rebéldi me invadiu. Decidi atiçar a gargalhada oculta do Gajeel, como alguém fazendo cócegas em outro alguém.
– Você tem razão Gajeel, essas garotas são muito retardadas. E saibam que Voldemort-cara-de-cobra* dá mais medo que esses vampirinhos do carolho! – Gritei para todos ouvirem e joguei meu saco de pipocas para cima, claro que me arrependi disso depois.
Gajeel fez como eu previ, começou a rir escandalosamente. Isso é tão legal de se ver!
– E digo mais, se eu fosse o vampiro já teria matado essa garota! Quem ela pensa que é, achando que ser vampira irá torná-la mais bonita?! Pois você não vai ser bonita nem aqui, nem no Ponchá nem em Tão Tão Distante, tá ouvindo minha filha?? – Gritei como se a mocinha estivesse pessoalmente a minha frente.
– Nem em.. Haha.. Paradise City*.. Hahaha.. – Gajeel falava com dificuldade, pois estava rindo..
– Hey, façam silêncio, seus bagunceiros! – Uma das garotinhas de 13 anos gritou lá da frente.
– Vá ler Harry Potter, criança! Se conseguir, já que Voldemort e seus comensais dão mais medo que esses bocós-da-cara-pálida-fumadores-de-erva!
Ok mãe, vou calar a boca. Mas na boa, ver Gajeel se contorcendo de tanto rir é tão maravilhoso!
– O que vocês estão arrumando? Se não ficarem quietos, eles vão nos expulsar daqui, nos prender e meus pais não vão querer pagar minha fiança... – Esse é o Jellal, ás vezes ele consegue ser mais enjoado que meu chichi.
– AAAAAAAH- Alguém gritou e eu sei quem é esse “alguém”, conheceria esse grito em qualquer lugar.– NAT-NATSU, OS VAMPIROS ESTÃO ATACANDO O MOCINHO, FAÇA ALGUMA COISA!!
– Posso proteger você, vem cá. — Natsu abraçou Luu-chan e meus olhos sangraram ao ver tanta fofura..
– Vocês não vão parar de fazer escândalo? Queremos assistir o filme e vocês estão... AAAAAAH, O VILÃO ARRANCOU A CABEÇA DO PAI DO MOCINHO! SEU FILHO DA PUT... –A mesma garotinha que ralhou comigo, berrou lá da frente.
– Pelo amor do Dear God*, vamos embora daqui baixinha.
– Mas não podemos deixar o pessoal!
– Aê minna, vamos ao fliperama jogar alguma coisa. Nos encontrem lá quando esse filme acabar, ok? Pronto Levy, agora a gente pode ir.
– Ok cara, vamos tentar acalmar as garotas aqui, hehe.. – Gray respondeu para Gajeel.
Saímos do salão em silêncio, já que eu tinha gritado o suficiente. As meninas faziam muito barulho lá dentro. Erza era a mais controlada, como sempre. Acho que ela é um exemplo pra mim, um exemplo de como eu deveria tentar ser. Tentar, só tentar.
– Vamos duelar? – Gajeel perguntou.
– Aye! E eu vou vencer, obviamente.
– Depois sou eu quem fico me achando..
– Você se acha, Redbull-san, admita.
– Mas eu sou um poço de gostosura, não pode ignorar isso.
Estávamos andando, até que eu parei a frente de Gajeel, estiquei meus pés e olhei bem no fundo dos seus olhos. Gajeel estava estático, talvez esperando que eu o beijasse. Passei minha pequena mão por sua bochecha e disse lentamente, tentando ser sexy.
– Mas cara... – cheguei mais perto do seu rosto, ou melhor, tentei chegar perto do seu rosto.– ... Ninguém liga!!
Gajeel ficou como nos velhos tempos, quando sua aura era terrivelmente negra. Será que ele vai querer se vingar? Será que ele é um vampiro e vai tomar todo meu sangue?? Hey Ponchá, me dê uma ajudinha aqui!!
– Vou te mostrar o que acontece quando alguém zoa a minha cara.
– Eu não zuei só a sua cara, zuei tudo em você.
Tá mãe, eu disse que iria calar a boca, mas é algo mais forte do que eu!
Gajeel me olhou furiosamente, e eu comecei a achar que ele iria me matar ali mesmo. Socorro vó, socorro! Cadê o spray de pimenta quando a gente precisa? Cadê o toddynho?? Aé, falando em toddynho, eu não abri o meu ainda! Só que antes de furar o buraco virgem da caixinha, Gajeel me pegou no colo e começou a me jogar pra cima como se eu fosse um travesseiro retardado.
– PARA COM ISSO, SEU TARADO!
– Tarado?!
– Gomen, não pensei em nada melhor..
– Hey, vamos ver se você consegue tocar o céu, pequena Levy. – Cara, essa voz que ele acabou de fazer é assustadora. Nunca queira ouvir. Nunca mesmo!
Bom, ele continuou me jogando para cima e até disse que eu não pesava mais que um saco de arroz.
Comecei a espernear e a chutar o ar na tentativa de acertá-lo, mas nada dava certo.
– ME COLOCA NO CHÃO, AGORA!
– Não. Só se você dizer: “Eu amo o Gajeel, ele é meu melhor amigo. Sem ele eu não seria nada”.
– NUNCA!
– Então tá. Sabe, não me importo de passar a noite aqui, te jogando pra cima.
– UMA HORA ESSA MERDA VAI FECHAR, E VAMOS TER QUE SAIR DAQUI!
– Pois é, mas o shopping fecha exatamente daqui a três horas.
– SEU BRAÇO VAI SE CANSAR!
– Que nada, você é tão leve, como o seu nome diz... – Levy=Leve.. Será?? – É a mesma coisa de jogar um travesseiro pra cima.
– VOCÊ É UM FILHO DA...
– Vai falar palavrão aqui, pequena Levy?
Bufei nervosamente enquanto Gajeel morria de rir. Filho de uma pulga!
– ME COLOCA NO CHÃO!
– Vai falar o que eu mandei?
– NÃO!
– Ok.
– ARG, CAROLHO!
Será possível que aquela porcaria de filme não acaba? Ou será que os casais já estão se pegando??
– Te beijo a bochecha, se me soltar.
– Só a bochecha? Não.
– PARA DE SER TARADO, SEU TARADO!
– Não, haha.
– HUNF!
O que é melhor? Dizer que eu amo o Gajeel ou dar um beijo na boca dele? Liguem para 555-342398 e deem suas opiniões.
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Enquanto isso, Vick Tsuki ouve “Eu vi gnomos” alegremente na sua casa, mas isso não é importante.
Vick-senpai diz, novamente:
*Pequi: é uma árvore que dá um fruto amarelado que é ingerido junto com arroz, frango e/ou farofa. Pra mim, esse fruto exala um cheiro muito ruim, mas minha mãe disse que eu sou a única a sentir esse cheiro porque sou uma criança "fresca".
* Vamp: é o nome do filme que o pessoal foi assistir. Não sei se existe um filme com esse nome então, tanto faz.
* Voldemort-cara-de-cobra: apelido carinhoso para Voldemort, vilão da saga Harry Potter. Tudo porque o cara tem "cara de cobra", ou pelo menos o nariz.
* Paradise City: é uma música da banda Guns N' Roses. Significa "Cidade do Paraíso" ou apenas "Paraíso".
* Dear God: Querido Deus.
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