A Force Called Love
5 Cineminha
Notas iniciais
E aí, meus potatos?
Podem me esganar x___x
Demorei, né?
Desculpem. Deu bloqueio na escritora desta humilde fic u-u
Enfim, aqui tô eu, num cap meio nada a ver, só pra não ficar sem postar mesmo.
Beijinhos.
Na boa? FUDEU. Eu aceitei. O Rafa aceitou até antes de mim. A Jess é difícil, e só temos até o dia 11 de Julho para conquistá-la. Tá complicado conquistá-la em dois meses, mas ok. Vou tentar. Com todas as forças. E não é só pelo dinheiro.
POV’S RAFA
Aê! A chance que eu tanto queria. Cara, o Thiago manjou muito na decisão dessa aposta. Logo a Jess, a menina que eu gosto, e logo contra o Nate, que também é fissurado nela. Agora eu vou provar que consigo o que eu quero, e ainda por cima, o Nate ficará livre para a Carol. Nós dois ficamos felizes. Tô sabendo que não vai ser fácil. A Jess é meio complicada, e não gosta nem de mim nem do Nate. Mas, nas proporções de quem ela gosta mais, eu ainda tô ganhando. O sinal bateu. Todos correram feito condenados da sala. Hoje no intevalo teria jogo de futebol contra o segundo ano. Eu não fui jogar, atravessei o gramado e sentei do lado da Jess em um banco. Avril estava do seu outro lado, e mexia no tablet sem se preocupar com o mundo real.
- E aí, Jess? – Ela deu de ombros.
- Na boa. E você?
- Bem. Oi, Avril.
- E aê. – Diz, sem olhar pra mim.
Não liga, ela tá meio que no mundo dela agora. – Avril era bonita. Perto da Jess ficava menos bonita, mas era bem gatinha. Seus cabelos loiros escuros (meio que um castanho) ia até seu cotovelo, e tinham umas mechas azuis escuras. Seus olhos eram castanho avermelhados, e ela usava óculos de armação wayfarer preta. Tinha um piercing na sobrencelha, e era meio avoada. Lembro dela na sexta, sétima série. Ela era a estranha, e hoje em dia tem até vários guris querendo ficar com ela. As coisas mudam.
- Tudo bem. Como vai a vida, Jess? – Ela suspirou e olhou para frente.
- Bem. Meus pais vão viajar para Punta Cana essa semana para ver se é bom de levar a família toda. Eu vou ficar responsável pela Alice. A Laura não suporta que se intrometam na vida dela, então ela se cuida sozinha.
- Como a Alice está? – Alice era a irmã de três anos da Jess. Ela era um amor, fofa como uma boneca.
- Bem. Estou lendo “As Cônicas de Nárnia” pra ela dormir. Daqui apouco ela aprende a ler. – Sorri involuntariamente.
- Que amor. – Jess riu e pôs o cabelo atrás da orelha.
- É... – Ficamos calados um tempo. As manhãs de outono estavam muito bonitas, mas frias. O sol iluminava tudo com tanta intensidade que não se acreditava que havia amanhecido com zero graus.
- Amanhã eu vou com uma galera no cinema. Quer ir junto? – Ela me olhou.
- O que tá passando?
- Acho que “O Homem de Ferro 3”.
- Ah, claro, quero muito ver esse filme. – Sorri ela.
- Ok, então nos encontra no cinema, às seis, ok?
- Beleza. Quem mais vai?
- Ah, a Nati, a Lu, o Thiago, o Nate, a...
- Pera, o Nathaniel vai?
- Sim.
- Que ódio! – Resmunga. Ri por dentro. Essa aposta tava na mão.
- Por que odeia tanto o Nate?
- Ele é... mestre na arte de me irritar. Na verdade, acho que ele só faz isso da vida. Desculpa. Mas eu vou sim.
- Então fechou.
***
Cheguei no cinema e não esperei nem seis minutos pro Nathaniel chegar.
- E aí. Ela vem?
- Vem. – Digo, vagamente. Compramos pipoca e refrigerante. Logo a Nati chegou. Natália Graham, uma menina bem bonita, e que andava de skate. Ela andava de skate meio que por influência do irmão dela, o Lipe, porque ela era bem patricinha até. Estava de touca rosa, seus cabelos cacheados e loiros caindo nos ombros, shorts jeans brancos e uma blusa soltinha cinza. Calçava all-stars rosa.
- E aí, guris?
- E aí, Nati. – Falamos. Ela sentou ao nosso lado na escada na frente do cinema. Pegou uma pipoca e colocou na boca.
- Pode pegar uma mão inteira, Nati. – Diz Nate.
- Tô de dieta. – Reviramos os olhos. A Nati era magra. Mas estava sempre fazendo dieta por se achar gorda. Então a Jess chegou. Usava jeans claras rasgadas, mas justas, blusa cinza meio longa e solta, estilo regata, com cortes atrás em formato de rosto de caveira. Calçava vans pretos e usava um boné preto com LA em branco. Sorriu pra gente.
- Oi Rafa, Nati, Panaca. – Diz, sentando ao nosso lado.
- Oi, Jess. – Dissemos, rindo.
- Oi, Estrupício. – Fala Nate. Ela revira os olhos. Conversamos normalmente até o resto da galera chegar e a gente ir ver o filme. Era muito legal. Eu gostei, pelo menos. Saímos. Um por um, eles foram indo embora. Quando o primo da Jess passou para pegá-la, ela disse tchau, e ia sair. A puxei e abracei. Ela, surpresa retribuiu o abraço.
- Por que me abraçou? – Perguntou, baixinho.
- Deu vontade. – Ela revirou os olhos e beijou minha bochecha.
- Tchau, Rafa. – Passou por Nate e deu tapinhas nas suas costas. – Te vejo depois, panaca. – Entrou no carro e foi embora.
POV’S JESS
- Quem eram os moleques? – Pergunta Nick, meu primo, enquanto voltávamol pra casa.
- O Nate, nosso vizinho, e o Rafa, meu amigo da escola.
- Hmm amigo, é?
- Sim, Nicholas, amigo. Que mania de vocês acharem que a gente quer ficar com todo guri que vê pela frente, credo!
- É que... ele não parecia querer ser só seu amigo.
- Que que você tá dizendo?
- Garoto entende garoto. Dava pra ver nos olhos dele à distância que ele tá a fim de ti. – Olhei pra ele.
- Nick, não viaja, o Rafa poderia ficar com todas as gurias da escola, por que ele ia querer ficar comigo? – Nick estacionou na frente de casa e apertou minha bochecha fraquinho.
- Porque seu jeito marrentinho é bem adorável. Bora, zangadinha. – Saiu do carro. Revirei os olhos e saí também.
Notas finais
Descuuuulpem pela droga que ficou, tô morrendo de dor de cabeça e mesmo assim vim postar pra vocês, viu como eu amo meus leitores? :xx
Ok, vou ficar quieta.
Bom, sei lá. Comentem.
Beijões
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