Notas iniciais
P.O.V. Percy

Ela estava correndo, a chuva caia forte, cada pingo era como uma agulha fincando a pele de minha irmã. Marina corria dentro de uma floresta densa demais, na qual eu não conseguia entrar, por ais que eu tentasse eu não conseguia ajudá-la. Somente o brilho de seus cabelos loiros como o sol conseguiam se destacar e escapar por entre as folhas escurecidas. Alguma coisa a estava perseguindo e eu não conseguia distinguir o que era.

Eu tentava gritar, mas o som não saia.

– Marina! – alguém porem conseguia e gritava por ela.

– Marina estão perto!

– Eu sei, estou pensando!

E de repente ela na estava mais lá. Minha irmã havia sumido. O cenário mudou e agora tudo estava azul. Marina estava no mar, afundava adormecida, o menino que gritava por ela não estava mais ao lado dela. A menina loira estava afundando em águas desconhecidas sozinha.

– Acorde!

Eu tentava me aproximar e sacudi-la mas não conseguia. Tentava sussurrar de novo e de novo, acordá-la ou fazer-la perceber que eu estava ali mas não parecia ajudar. Alguém parecia fazer o mesmo comigo me puxando para mais longe de minha irmã até me arrancar do que mais tarde descobri ser um sonho.

A interrupção de Grover ao meu sonho somente me fez ficar mais preocupado, como semideus sonhos, desse tipo, nunca são só sonhos e eu tenho quase certeza de que minha irmão está em perigo.

– Percy! Você está péssimo hoje! – disse Grover.

– Mais que o normal até... – Brincou Annabeth.

– Eu estou... não estou me sentindo bem. Vou para o meu chalé!

– A qual é Percy qual o problema?

– Eu só estou meio cansado. Não dormi bem essa noite.

No chalé 3, na escrivaninha ao lado da minha cama está a carta que Marina deixou para mim.

Notas finais
Aiiin eu tinha que fazer um néah!!!