A Filha de Cronos

8 Capítulo 8 - A Primeira Prova


Notas iniciais
Genteee!!! Desculpa pela demora!
É que amanhã é meu aniversário e essa semana eu passei arrumando a casa, essas coisas.
Como amanhã é meu aniversário, eu queria ganhar um presente de vocês.
Conversamos mais lá em baixo.

No Capítulo Anterior...

"[...]- Tudo bem. — respondi. — Então Lyra, o que será a minha tarefa? — perguntei."


Capítulo 8 — A Primeira Prova

POV Lyra

– Tudo bem — respondeu Aghata. — Então Lyra, o que será minha tarefa? — perguntou Aghata para mim.

– Bem meu pai tinha falado, que hoje ele queria que o trabalho dele acabasse antes. Então pensei que você poderia tentar mexer com o tempo, para encurtar o dia. — falei pensativa.

– Tudo bem. Farei isso. — respondeu ela.

– Mas os humanos não podem perceber. — falei preocupada.

– Não se preocupe Lyra, vai ser só eu mexer nos relógios deles. — ela disse rindo.

– Muito bem. Quando em um dia normal for 15:00 o dia de hoje, deve ser 18:00. — falei. — Vai começar... Agora! (N/A: Gente, desculpa pela tarefa sem ação e sem sentido. Mas é necessário para a história.)

Aghata começou a fazer um movimentos com as mãos e logo fazia uns passos que a faziam parecer estar dançando.

...

As horas foram passando e ela apenas não alterou um relógio.

Nele marcava 15:00, mas o céu e os outros relógios, já diziam ser 18:00.

– Meus parabéns, Aghata!!! — disse parabenizando-a. — Agora meu pai lhe dirá quando será seu próximo teste. — disse para ela e saí.



POV Aghata

Logo que Lyra saiu, Apolo chegou com um sorriso 'de orelha a orelha'.

– Obrigado Aghata. — disse ele. — Você só terá mais uma prova, e ela será depois de amanhã. Eu que darei ela. — disse ele.

Assenti e perguntei:

– Já posso ir meu lorde?

– Sim, pode. — respondeu ele.

Me virei para sair, mas achei melhor dar um aviso para ele.

– Antes de sair Apolo, acho que é bom você saber que minha mãe não gostou nem um pouco disso. — disse e comecei a andar.



POV Apolo

Depois do 'aviso' que Aghata me deu, me dirigi ao meu palácio. Sabia que encontraria Samantha ali, e pelo aviso da Aghata, ela estaria furiosa.

Mal entrei, e ela já veio brigando comigo.

– Apolo, você é um irresponsável! Não pensou que isso pode afetar Ártemis? — gritou ela.

– Calma Samantha... Hoje é noite de lua nova. A maninha não tem serviço hoje. — falei. — Acha mesmo que eu prejudicaria ela? — perguntei.

– Acho que não... Mas você vai ter que se explicar com Zeus. — disse ela cabisbaixa.

– Como assim? Você falou para Zeus sobre a tarefa que eu pediria para a Aghata fazer? — perguntei abalado.

– Na verdade... Não. Mas quando Aghata começou a manipular o tempo, eu estava perto de Zeus. — respondeu ela.

– E como meu pai soube disso? — perguntei confuso.

– O tempo ao meu redor, não pode ser modificado. Meus poderes sobre o tempo são maiores do que o de Aghata. E Zeus estava perto de mim, sendo assim ele percebeu a mudança. — respondeu ela.

– Por que a Aghata não me avisou? — perguntei.

– Porque não era você dando o 'teste', e também porque você não perguntou. — respondeu ela.

– Obrigado Samantha, ajudou muito sabia. Eu vou morrer. — disse me jogando no sofá.

– Deuses não... — começou ela.

– Não é necessário falar isso. — cortei. — Então, quando vai ser minha conversa com Zeus? — perguntei.

– Agora. Ele está te esperando na biblioteca. — falou ela me derrubando do sofá.

– Ótimo. Vou até lá. — falei me levantando.

– Vou com você. — disse ela se levantando e ficando ao meu lado.

– Não é necessário. — falei.

– Relaxa. Eu conheço meu irmão. Ele vai querer te dar um castigo ou algo assim. — disse ela.

– Então você está indo só para saber meu castigo? — perguntei.

– Não. Se você tivesse deixado eu terminar... Eu estou indo para te livrar do castigo. — respondeu ela rindo.

– Desde quando você me protege? — perguntei confuso.

– Desde quando eu te protejo? Deixa eu ver... Desde quando você é meu sobrinho, e eu tenho uma aposta para pagar com você. — respondeu ela sorrindo.

– Obrigado. — falei sorrindo também.

Andamos até a biblioteca em silêncio.

– Acho que é melhor você entrar. — falou ela colocando a mão em meu ombro.

– Também acho. — respondi.

– Boa sorte. — disse ela.

– Obrigado. — disse já entrando.



POV Samantha

Apolo e meu irmão já estão lá dentro, faz uma hora.

Acho que não deveria estar conversando com Zeus aquela hora.– pensei.

Só foi eu pensar isso, que a porta se abriu.

– Graças a Cronos, que vocês saíram dessa sala. Estava ficando preocupada com vocês. — falei ignorando a careta que Zeus fez e o sorriso que Apolo deu.

– Samantha, você não poderia tentar mudar o hábito de falar "Graças a Cronos"? — perguntou-me Zeus.

– Zeus, eu já tentei se lembra? — perguntei. — O máximo que eu consegui mudar, foi o nome do titã. Hábitos, são hábitos. — disse.

– Sim, eu me lembro. Mas você poderia tentar. — falou ele.

– Tudo bem. O que vocês decidiram? — perguntei mudando de assunto.

– Apolo ainda terá que dar uma prova para Aghata. Ela será uma prova de lealdade. E você deverá supervionar. — respondeu Zeus.

– Por que eu? — perguntei.

– Porque você é melhor. — respondeu saindo dali.

– Ótimo. — disse me sentando no chão.

– Descupa Samantha. — disse Apolo se sentando ao meu lado.

– Por que está se desculpando? — perguntei confusa.

– Porque se não fosse a prova que eu pedi para Lyra dar a Aghata, eu não estaria aqui, e você não teria que supervisionar a próxima prova. — explicou ele.

– Tudo bem. Vamos? — me levantei e me virei para ele.

Ele se levantou e veio atrás de mim, fui para o meu palácio e ele nem se importou.

– Apolo, o que aconteceu dentro da biblioteca? — perguntei entrando.

– Nada demais. — disse ele.

– Apolo, quem você está tentando enganar? — perguntei. — Eu trouxe você para o meu palácio e você nem reparou. — disse fazendo ele perceber aonde estava.

– Eu só estou distraído. — disse ele.

– Pare de dar desculpas Apolo. O que aconteceu? — perguntei segurando seu rosto em minhas mãos.

– Nada demais Samantha. — respondeu ele, abaixando a cabeça.

– Apolo, não me faça entrar na sua cabeça. — ameacei.

– Só levei uma bronca maior do que deveria ter levado, eu acho. — respondeu ele.

– Relaxa. Hoje você vai ficar aqui comigo. — disse autoritária.

– Tudo bem. Aonde eu vou dormir? — perguntou ele.

– Você não foi o único que rearrumou o quarto depois da aposta. — falei.

– Como assim? — perguntou ele confuso.

– Vá até meu quarto e descubra. — falei rindo.

Mal terminei de falar ele saiu correndo para ver. Eu fui atrás dele.

Não pude deixar de rir da cara de surpresa que ele fez.

– Fiz a mesma cara quando abri a porta do seu quarto. — disse parando ao lado dele.

– Quando você fez isso? — ele me perguntou.

– Ontem a tarde. — respondi. — Não vai ser sempre que eu vou querer dormir no seu palácio. Então, eu já arrumei aqui também.

Ele riu, mas ficou sério de novo.

– Vai ficar só na porta? — perguntei rindo.

Ele deu um meio sorriso e entrou.

– O que você pensou para a prova de lealdade da Aghata? — perguntei.

– Você está mesmo interessada? — ele perguntou.

– Na verdade, não. Mas já que irei supervisionar, então acho que devo ficar sabendo. — respondi me sentando na cama.

– Sinceramente, eu ainda não pensei em nada. — ele disse sentando-se ao meu lado.

– Ei, quem te deu autorização para se sentar na minha cama? — perguntei séria.

– Eu. — respondeu ele me encarando.

– Muito engraçado, Apolo. — falei rindo.

Ele riu e perguntou:

– Você pode me ajudar a pensar em uma prova para a Aghata?

– Pode ser. Mas agora vá se arrumar para dormir. — disse levantando e indo para o banheiro.

Quando saí, Apolo já estava deitado. Fui até sua cama e me sentei ao lado dele.

– Boa noite. — falei dando um beijo em sua testa.

– Boa noite. — ele disse de olhos fechados.

Notas finais
Gente, o que acham de me dar uns presentes???
Se eu receber um número agradável de reviews, depois de amanhã eu posto.
Beijos.