A Filha de Apolo

3 Meu namorado é um monstro


Notas iniciais
eu meio que tive essa ideia em um sonho de ontem e eu acordei pensando nele, na verdade toda a fanfic são sonhos que eu tive, isso é estranho na verdade :)

Sexta chegou mais rápida do que nunca,aqui estou eu de novo, pronta para me lançar às lágrimas e me sentir só após o encontro e desejar nunca ter aceitado, o dia foi engraçado, minha mãe e eu fomos ao shopping, fizemos compras, fomos ao salão, sempre vamos, isso não é muito novo, mas eu sei que ela estava feliz por eu finalmente ter resolvido sair com alguém de novo, ela sabia que um dia isso ia acontecer, mas ficou tão feliz por ser naquela época, ela gostava do Liam, achava ele um bom menino, na verdade eu acho que ela nem sabia o que ele fazia, independente disso eu sou obrigada a ir, a única coisa que fiz no salão foi as unhas, não tenho paciência para o resto, cheguei em casa coloquei um vestido e sapatilhas, não vou desperdiçar um salto com ele, ele chegou 7:30 em ponto conversou com minha mãe, ela me chamou para longe e disse:

– Tome cuidado, você pode não saber quem é ele- dando um leve sorriso e acariciando meu rosto- vá agora e divirta-se

comemos em um restaurante provavelmente caro, rimos bastante e nos divertimos muito também, a noite tomou outro rumo quando estávamos passando por um beco perigoso de Nova Iorque, de repente tudo mudou ele começou a falar estranho, eu comecei a ficar com medo, lembrar da cena me dá medo, ele se virou e disse:

– A quanto tempo eu queria você, ele não pode mais esperar, precisa de você, você é a chave de tudo

– Você está me assustando, de verdade

– Essa era minha intenção, tenha medo — ele disse me olhando com os olhos fixos em mim, com a língua de fora, como se fosse uma cobra, como se estivesse doente.

– Para, eu não quero você, o que aconteceu com você? você estava bem até agora.

No momento que eu falei isso, uma baba começou a pingar, aquilo era nojento, a primeira gota que pingou, quando tocou no chão eu não sei eu podia estar louca, mas derreteu o chão, eu lembro que me virei para começar a correr e ele me segurou pela mão e disse:

– já vai docinho? ainda nem ganhei um beijo -e deu um sorriso, não era mais o de antes, os dentes estavam estragados, esverdeados, o canino estava maior, pronto para rasgar qualquer coisa que quisesse, eu tentei me soltar, mas ele me pendia, eu tentei gritar, mas me senti fraca, mas eu acho que estava louca porque eu usei minha outra mão e dei um tapa nele, foi forte, mas não o suficiente, senti a pele dele, era dura, e escamosa, porém, eu consegui, uma distração pelo menos para ir a algum lugar mais iluminado, e pedir ajuda, sei que ninguém iria me ajudar, mas eu precisava tentar, corri desesperadamente duas quadras, consegui chegar a um lugar mais iluminado, eu sei que ele corria atrás de mim, eu sei, eu vi alguém do outro lado da rua era um garoto eu acho, mas continuei correndo, mas fui para o lugar errado eu acho, fui a um beco sem saída, ele tinha um poste nele e no final uma cerca, me senti inútil por causa daquilo, ele vinha lentamente, provavelmente querendo me causar mais dor, meu pulso (onde ele havia segurado), sangrava, mas o sangue não era vermelho, ele estava verde, como se eu tivesse sido envenenada, me senti impotente e boba, com minhas últimas forças gritei, mas sei que foi em vão a última coisa que eu vi foi aquele garoto me carregando e fumaça como se algo estivesse queimando.

Notas finais
espero que tenham gostado :)