A Estação da Bruxa
21 Solo Sagrado
A viagem terminara mais rápido que imagina — ou gostaria, a bem da verdade.
Pousaram em uma clareira repleta de painas, rochas e silerca — um cogumelo exótico naquela região, provavelmente espalhado por algum produtor local descuidado — ao longe, via-se a trilha e ouvia-se o som da cachoeira.
— E agora? — Cristian perguntou.
Sem dizer nenhuma palavra, Harpia esticou as asas e voltou a forma humana.
— Quando chegarmos até a cachoeira — ela soprou — vai pedir perdão à Deusa.
— Perdão?
— Exatamente.
— Pelo que, exatamente?
— Que tal começar pela blasfêmia? — Harpia respondeu enquanto pegava um galho seco de paineira que jazia no chão.
Notas finais
Estou de volta!
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