As palavras da Harpia ecoaram em seus ouvidos. Ela dissera a mesma coisa na cidade, enquanto apontava o maldito galho de paineira em sua direção feito uma doida.

Então ele tinha sido... amaldiçoado?

Não, claro que não. Maldições não existiam, tampouco bruxas.

— É um truque barato — concluiu, evitando encarar as... mãos.

Ela riu.

— Cuidado ou vou pensar que está tentando damejar comigo, docinho.

— Você está de tramoia — acusou — me quer longe da cachoeira por causa das histórias, por causa do ouro.

O sorriso de Harpia morreu.

— Meu único interesse na cachoeira é que fique longe dela, homem tolo — rosnou.

— Mentirosa.