Poucas coisas a irritavam tanto quanto ser acusada de algo que não fizera, sobretudo, quando envolvia profanar solo sagrado. Tanto que, imediatamente, sentira a magia em seu corpo se aprumando feito as penas da ave que representava, a olência típica de seu poder alcançando as narinas.

O homem se retraiu.

— Jamais — bradou — ouse insinuar isso novamente. Eu nunca cometeria tal atrocidade no território da Deusa — e se soubesse de alguém tolo o suficiente para o fazer...

Ela caçaria. Destroçaria.

— A reserva está cheia de garimpeiros — ele admitiu, mudando o tom — estão atrás de ouro. Sabe de alguma coisa?

Harpia arfou.