A Esposa Perfeita

42 A Anatomia de um Milagre


Notas iniciais
Olá, minhas leitoras maravilhosas! ❤️ Antes de começarmos este capítulo, eu preciso agradecer mais uma vez por algo que ainda parece um sonho para mim. 🏆 A ESPOSA PERFEITA terminou em 1° lugar no evento "Missão: A Mentira Perfeita". E isso só aconteceu por causa de vocês. Cada leitura, cada comentário, cada voto, cada surto, cada teoria maluca e cada mensagem de carinho fizeram essa história chegar onde chegou. Vocês carregaram Edward, Bella, Charlotte e toda essa família até o topo, e eu nunca vou conseguir agradecer o suficiente por isso. Vocês transformaram uma ideia em algo muito maior do que eu imaginava. Então, do fundo do meu coração: Obrigada. ❤️ E agora... preparem-se. Porque o capítulo de hoje responde perguntas, cria outras e mostra que talvez o destino tenha planos muito mais ousados do que qualquer contrato. Boa leitura, minhas queridas. ✨

💍 A ESPOSA PERFEITA

Capítulo 42 — A Anatomia de um Milagre

POV — Edward Cullen

Eu conseguia ouvir os pensamentos de Bella apenas olhando para os seus olhos castanhos: ela estava a um passo de gritar pela segurança do hospital. E, honestamente, eu não podia culpá-la. Um homem que ela conhecera por dez minutos no camarote de uma boate na noite anterior acabara de surgir do nada no corredor da UTI, chamando-a de "meu amor" e falando sobre gêmeos.

— Venha comigo — pedi, mantendo a voz o mais mansa, pausada e controlada possível. — Tem uma lanchonete aqui no final do corredor, perto da ala da oncologia. Está vazia. Deixe-me pagar um café para você. Se depois de dez minutos você ainda achar que eu sou um maníaco, eu juro que vou embora e nunca mais me aproximo. Mas, por favor, Bella... me escute.

Ela olhou para o copo de plástico quase frio em sua mão, depois para a porta do quarto 402, e por fim para mim. A exaustão física e o desespero financeiro que eu sabia que ela estava escondendo falaram mais alto. Ela apenas assentiu com a cabeça, rígida, mantendo uma distância segura de um braço enquanto caminhávamos pelo corredor com cheiro de éter.

Sentamos em uma mesa de fórmica nos fundos da lanchonete do hospital. Comprei dois cafés expressos e um pedaço de torta que ela mal tocou. Bella cruzou os braços sobre o peito, os olhos castanhos me fuzilando.

— Você tem exatamente dez minutos, Cullen — ela avisou, o tom cortante. — Como você sabe sobre o meu pai? O Emmett te contou?

— O Emmett não sabe de nada, Bella. Ele achou que eu estava tendo um surto psicótico quando liguei para ele há uma hora — apoiei meus cotovelos na mesa, inclinando-me para frente. Eu precisava que ela visse a verdade no meu olhar. — Eu sei sobre o seu pai porque eu vivi os últimos cinco anos da minha vida com você. Em uma única noite de sono, na minha cobertura, eu tive um sonho. Um sonho com uma riqueza de detalhes que nenhuma mente humana seria capaz de inventar de forma consciente.

Respirei fundo e comecei a falar. No início, a voz dela foi firme ao me interromper:

— Você é louco. É completamente insano... Você teve um sonho erótico com uma garota que viu na balada e veio atrás de mim no hospital? Isso é perseguição!

— Não foi um sonho erótico, Isabella! — a cortei, e a menção ao seu nome completo a fez sobressaltar. — No meu sonho, eu era um canalha corporativo. O Grupo Cullen estava prestes a fechar uma fusão e eu precisava de uma imagem de homem de família. Eu redigi um contrato. Um maldito contrato de duas mil páginas onde eu comprava o seu tempo, a sua dignidade e o seu caráter para que você fosse a minha esposa perfeita de aparências. Eu ia oferecer isso para você hoje. Ia usar a doença do seu pai para te encurralar contra a parede.

O ar sumiu da garganta de Bella. A cor começou a sumir de suas bochechas.

— Como você... — ela gaguejou, mas eu não a deixei parar. Eu precisava descarregar o mapa da vida dela naquela mesa.

— Eu sei tudo sobre você, Bella. Detalhes que o Emmett jamais saberia, porque você guarda para si mesma. Eu sei que você passa vinte horas por dia correndo de um lado para o outro em Seattle e Forksbpara pagar as contas médicas do Charlie. Sei que você trabalha como garçonete em um café de manhã, corre para trabalhar como babá à tarde nos Newtons e, à noite, engole o seu orgulho para servir drinks no balcão daquela boate barulhenta. Eu sei que, apesar de trabalhar naquele ambiente caótico, você nunca deixou nenhum homem tocar em você. Você é virgem, Bella. Guarda isso como uma armadura secreta.

Ela levou a mão à boca, os olhos arregalados de puro pavor. Ninguém sabia daquilo. Ninguém.

— Eu sei que o seu verdadeiro sonho não é servir mesas — continuei, a voz amaciando, transbordando daquela saudade que ainda me rasgava o peito. — Você ama fotografia. No meu sonho, a nossa casa tinha um quarto escuro de revelação só para você. Eu sei sobre a sua mãe, Renée Dwyer, e o quanto o egoísmo dela e o casamento com o Senador Philip Dwyer te machucam. E eu sei que o Charlie... o Charlie é tudo para você e te criou sozinho. Ele é um xerife de Forks afastado por invalidez, que está morrendo lentamente porque o coração dele não está aguentando.

— Para... por favor, para — ela sussurrou, uma lágrima solitária escapando de seus olhos e rolando por sua bochecha. Ela olhava para mim como se estivesse vendo um fantasma. — Quem é você? Você colocou escutas na minha casa? Investigou a minha vida?

— Eu sou o homem que te ama, Bella. Eu passei cinco anos em um laboratório mental aprendendo a te amar. Eu te vi dar à luz a nossa filha, Charlotte, em meio a uma tempestade, com sete meses de gestação. Eu vi você quase morrer. Eu limpei o seu sangue, eu segurei a sua mão. Você se tornou o meu ar. E eu acordei hoje em uma cama vazia, descobrindo que o universo me deu o roteiro do futuro para que eu não cometesse o erro de te magoar com um contrato frio.

Bella negou com a cabeça, trêmula, levantando-se da cadeira de solavanco.

— Isso é impossível. É uma coincidência, ou você é um psicopata muito bem informado. Eu vou embora. Vou chamar a polícia...

— Bella, espere! — levantei-me também, mas não avancei. Mantive as mãos erguidas. — Só mais uma coisa. Se tudo o que eu vivi for um delírio da minha cabeça, eu vou embora agora. Mas se for real... o Dr. Gerandy vai cruzar aquela porta da UTI em menos de um minuto. Ele vai até você com uma prancheta na mão. Ele vai dizer que o tratamento atual do Charlie não está fazendo efeito, que eles precisam ajustar a medicação e introduzir um procedimento novo. E ele vai te dar a notícia de que esse novo tratamento custa exatamente o triplo do valor que você já não tem como pagar.

Bella travou no meio do salão da lanchonete. Suas costas ficaram rígidas. Ela se virou lentamente, me encarando com uma mistura de raiva, medo e uma ponta de dúvida cortante.

— Se ele disser isso... — ela engoliu em seco — ...eu me interno em um hospício junto com você.

— Vamos ver — respondi, caminhando lado a lado com ela de volta para a recepção da UTI.

O silêncio entre nós dois era espesso, quase palpável. Paramos diante do balcão. O relógio de parede do hospital parecia mover seus ponteiros em câmera lenta. Tic, tac, tic...

A porta dupla de isolamento da UTI se abriu com um estalo pneumático.

Um homem de meia-idade, cabelos grisalhos e jaleco branco com o nome Dr. Gerandy bordado no peito cruzou o corredor. Ele tinha uma expressão cansada e segurava uma prancheta cinza contra o estômago. Ele olhou ao redor, localizou Bella e caminhou diretamente na nossa direção.

Meu coração parecia uma britadeira. Eu não pisquei.

— Senhorita Swan — o Dr. Gerandy chamou, a voz grave e compassiva. — Que bom que a encontrei aqui fora. Eu precisava mesmo falar com a senhora.

Bella olhou para o médico, depois desviou os olhos rapidamente para mim, o terror puro começando a se desenhar em suas feições.

— Houve alguma piora, doutor? — ela perguntou, a voz saindo num fio quase inaudível.

— O quadro do seu pai está estável, mas os exames de laboratório que saíram agora há pouco mostram que o tratamento atual não está fazendo o efeito esperado no miocárdio — o Dr. Gerandy explicou, exatamente como na engrenagem do meu sonho. — Nós vamos precisar ajustar a conduta imediatamente e entrar com um protocolo de suporte intensivo novo, com medicamentos importados. O grande problema, senhorita... é o valor... O custo dele é, infelizmente, o triplo do valor do que vínhamos fazendo.

A prancheta na mão do médico parecia o martelo de um juiz.

Bella não respondeu ao médico. Ela empalideceu tanto que achei que fosse desmaiar nos meus braços, exatamente como eu fizera seis meses depois em La Push. Suas pupilas dilataram. Lentamente, como se estivesse movendo uma tonelada, ela girou a cabeça e cravou os olhos castanhos em mim.

Não havia mais ceticismo. Não havia mais raiva. Havia apenas o choque avassalador de uma mulher que acabara de descobrir que o homem parado ao seu lado guardava as chaves do próprio destino em sua mente.

Eu dei um passo à frente, ignorando a presença do médico, e estendi a mão para ela. Dessa vez, não para firmar um contrato de aparências.

— Eu cuido disso, Bella — disse, olhando no fundo de sua alma. — Eu cuido de tudo.

— O quê? — Dr. Gerandy piscou, olhando de Bella para mim, completamente confuso com a minha intrusão. — Desculpe, quem é o senhor?

— Edward Cullen. Eu sou o responsável financeiro pelo tratamento de Charles Swan a partir de agora — anunciei, retirando o meu cartão Black de platina do bolso e entregando-o diretamente nas mãos do médico, antes que Bella pudesse processar o que estava acontecendo. — Transfira o Sr. Swan para a melhor suíte de isolamento deste hospital. Quero a equipe de cardiologia chefe monitorando-o vinte e quatro horas por dia. O protocolo importado deve começar imediatamente. Debite o que for necessário neste cartão.

— Não! Espere! — Bella finalmente recuperou a voz, a adrenalina fazendo suas bochechas corarem enquanto ela tentava puxar o médico pelo braço. — Edward, pare! Você enlouqueceu de vez? Doutor, não faça isso, eu não posso aceitar...

— Senhorita Swan, o caso do seu pai é urgente — o Dr. Gerandy interveio, olhando para o cartão de crédito com o brasão da família mais poderosa de Seattle e depois para ela. — Com todo respeito, se o Sr. Cullen está se oferecendo para cobrir os custos, a senhora deveria aceitar. Vou encaminhar o cartão para a administração e iniciar o novo protocolo. Com licença.

O médico se afastou rapidamente pelo corredor, como se temesse que Bella mudasse de ideia e colocasse a vida do paciente em risco por puro orgulho.

— Por que você fez isso?! — Bella se virou para mim, os olhos castanhos faiscando de uma mistura de humilhação, desespero e puro choque. Ela bateu com as mãos contra o meu peito, mas eu não saí do lugar. — Eu não sou uma caridade, Cullen! Eu não preciso que um bilionário excêntrico venha brincar de Deus com a minha vida só porque teve um sonho esquisito!

— Bella, escute... — tentei segurar suas mãos, mas ela recuou.

— Isso é um empréstimo! — ela decretou, a voz trêmula, apontando o dedo na minha direção. — Você ouviu bem? Um empréstimo! Eu vou trabalhar em quatro, cinco, dez empregos se for preciso, mas eu vou pagar cada centavo desse tratamento de volta para você. Eu não vou dever nada a um homem que eu mal conheço!

Eu sorri. Um sorriso terno, cheio daquela admiração profunda que eu vinha cultivando por ela há cinco anos no meu laboratório mental. Aquela era a minha Bella. Orgulhosa, forte, indestrutível.

Antes que eu pudesse responder, o celular no bolso da minha calça começou a vibrar insistentemente. Puxei o aparelho e o nome na tela fez meu coração dar um solavanco: Alice.

Olhei para Bella, pedindo um segundo com o olhar, e atendi na mesma hora. Eu precisava ouvir a voz da minha irmã. Precisava saber que ela estava bem.

— Alice! — disparei.

— Nossa, Edward! Que milagre é esse que você atendeu no primeiro toque? — a voz fina e hiperativa de Alice ecoou do outro lado, exatamente como eu me lembrava. — Olha, eu liguei porque eu preciso da sua ajuda para...

— Para organizar o almoço de aniversário de quarenta e cinco anos de casamento do Carlisle e da Esme, certo? — eu a interrompi, antecipando cada palavra.

Houve um silêncio absoluto na linha. Eu quase conseguia ver Alice piscando de forma confusa em seu apartamento.

— Como... como você sabe? Eu acabei de ter a ideia! — ela gesticulou do outro lado, a voz subindo um tom de pura estranheza. — Bem, de qualquer forma, eu estava pensando em contratar aquele bufê francês perto do...

— Perto do teatro municipal, mas você está em dúvida se a Esme vai preferir as louças brancas ou florais. Escolha as florais, Alice. E as glicínias. Ela ama glicínias — despejei tudo de uma vez, sentindo um nó na garganta.

— Edward... que porra é essa? — Alice sussurrou, genuinamente assustada. — Você colocou uma escuta na minha mente? Isso é muito bizarro, até para os seus padrões de controlador!

— Só confia em mim, baixinha — dei uma risada curta, mas logo a minha expressão ficou séria. Havia uma pergunta que eu precisava fazer. Uma pergunta que definiria o tabuleiro do nosso futuro. — Alice... como está o Jasper?

Outra pausa. Alice soltou um suspiro entediado.

— O Jasper? O meu marido? Ele está bem, Edward. Está no escritório dele lidando com aquelas ações da bolsa. Por que a pergunta? Você odeia ele...

— Só... mantenha os olhos abertos com ele, Alice. Por favor. Te vejo mais tarde.

Desliguei o telefone antes que ela me fizesse mais perguntas. Eu precisava processar aquela informação. No mundo real, Jasper ainda era apenas o marido inútil e sem graça da minha irmã. O monstro psicopata que tentaria destruir a nossa família ainda estava adormecido, escondido sob a fachada de um homem de negócios. Mas, dessa vez, eu estava preparado. Eu jogaria o xadrez antes mesmo de ele mover a primeira peça.

Guardei o celular e voltei minha atenção para Bella, que assistira a toda a cena de braços cruzados, olhando para mim como se eu fosse um enigma saído de um filme de ficção científica.

— Você é realmente uma caixinha de bizarrices, não é? — ela murmurou, balançando a cabeça.

— Eu sou apenas um homem com o mapa do tesouro nas mãos, senhora Cullen — brinquei, dando um passo à frente.

— Senhora Cullen? — Bella soltou uma risada indignada, embora um brilho de diversão começasse a surgir no fundo dos seus olhos castanhos. — Você é louco. Completamente louco...

— Eu sou completamente louco por você — corrigi, a voz caindo para um tom sério, denso, carregado de toda a promessa da vida que eu sabia que construiríamos juntos.

Bella parou de sorrir. Ela deu um passo na minha direção, o peito subindo e descendo com força, confrontando-me com a realidade dura do que havia acontecido de verdade nas últimas vinte e quatro horas.

— Edward, olhe para mim — ela pediu, a voz embargada. — Você praticamente cuspiu na minha cara ontem à noite naquele camarote. Você me olhou de cima a baixo, foi frio, arrogante, agiu como se eu fosse um pedaço de nada servindo bebidas para você... E agora, poucas horas depois, você aparece aqui, paga o tratamento do meu pai e diz que me ama? Como eu posso acreditar em uma palavra que sai da sua boca?

A verdade na voz dela me atingiu como um soco. Ela tinha razão. O Edward de ontem tinha sido um idiota completo.

— Você tem toda razão — admiti, dando o último passo que nos separava. Nossos corpos estavam a centímetros de distância. Eu conseguia sentir o calor da pele dela. — O homem de ontem era um imbecil cego pelo dinheiro e pelo poder. Mas o homem de hoje... o homem de hoje viveu cinco anos em uma noite. Eu vi você sorrir, Bella. Eu vi você chorar. Eu sei o gosto do seu beijo. E eu não vou passar mais nenhum segundo da minha vida fingindo que o meu futuro não pertence a você.

Antes que ela pudesse rebater, antes que o orgulho dela erguesse mais uma barreira, eu quebrei a distância restante. Levei minhas mãos até o rosto dela, meus dedos se enterrando na maciez dos seus cabelos com morango, e curvei o meu corpo para selar os nossos lábios.

O beijo não foi o primeiro contrato de aparências do meu sonho. Foi urgente, profundo, desesperado. Foi o encontro de duas almas que haviam se desencontrado no tempo e que finalmente haviam se achado no corredor frio de um hospital. Bella soltou um suspiro curto contra a minha boca e, para o meu completo alívio, suas mãos subiram pelo meu peito, segurando o tecido da minha camisa preta amassada com força, entregando-se àquela insanidade junto comigo.

O mundo ao redor sumiu. Não havia hospital, não havia preocupações financeiras, não havia passado. Havia apenas nós dois.

Lentamente, fomos nos afastando. Nossas testas continuaram coladas por alguns segundos, as respirações misturadas e ofegantes.

Abri os olhos e vi Bella olhar para mim. Ela estava com os lábios vermelhos, as bochechas coradas, e um sorriso sutil, quase inacreditável, começou a desenhar o canto da sua boca. Ela soltou uma risada baixa, balançando a cabeça enquanto limpava o canto dos olhos.

— Tudo bem... — Bella sussurrou, olhando bem no fundo dos meus olhos verdes, deixando o controle de lado pela primeira vez. — Eu acho que a sua loucura é contagiante. E, por mais bizarro que tudo isso seja... ela acabou de fazer algum sentido no meu coração.

Eu sorri de volta, puxando-a para um abraço apertado contra o meu peito.

O contrato de aparências havia morrido antes mesmo de nascer. O império dos Cullen ainda seria construído, a casa de La Push ainda seria erguida de frente para o mar, e os nossos três filhos ainda correriam pelo gramado. Mas, dessa vez, nós escreveríamos cada linha daquela história pelo caminho do amor. E o futuro, finalmente, era real.

Notas finais
E então...O que vocês acharam desse Edward completamente desesperado? 😭❤️ Porque eu confesso que ver ele acordando sem Bella, sem Charlotte e sem a vida que construiu foi uma das cenas mais dolorosas que eu já escrevi.Mas talvez...O universo tenha decidido dar a ele uma segunda chance e agora eu quero saber de vocês: Vocês acreditam que tudo foi um sonho? Foi uma visão do futuro?foi destino? Foi um milagre? Ou existe algo ainda maior acontecendo por trás de tudo isso? Quero teorias!Muitas teorias! Porque estamos chegando aos momentos finais dessa jornada e eu estou AMANDO ler tudo o que vocês estão imaginando. ❤️ E mais uma vez...Obrigada por terem colocado A Esposa Perfeita em 1° lugar na Missão: A Mentira Perfeita. Essa vitória é nossa. 🏆❤️ E antes de ir embora...Quero fazer um convite especial para vocês. ❤️ Se vocês gostam de romance intenso, emoções à flor da pele, personagens quebrados tentando encontrar cura e histórias que fazem o coração apertar e depois explodir de amor... Venham conhecer a minha nova fanfic da Saga Crepúsculo: ✨ UNRAVELED ✨ Inspirada na música "The Cure", da Olivia Rodrigo. ♡ É uma história sobre amor, vulnerabilidade, cicatrizes emocionais e duas pessoas tentando salvar uma à outra enquanto aprendem a se salvar primeiro. Se vocês embarcaram comigo em A Esposa Perfeita, eu tenho certeza de que vão se apaixonar por essa nova jornada também. Espero encontrar vocês lá. ❤️ Com amor, Giozpattz