A Escolha

1 Desaventura da vida


Notas iniciais
Capítulo ao qual onde tudo se inicia onde a vida do jovem casal, está sendo "modelada".

Minha vida é comum, como a de qualquer garoto de 15 anos, estou fazendo curso de informática. Não sou muito de “ficar” pois eu me apego muito rápido ás pessoas. Há muitos anos desde meus 9 mais ou menos, sou parado na Jullie Strabway, ela é minha vizinha á muito tempo. Minha vida começou a mudar á partir do dia de hoje, fui no curso e fui meio que “Atropelado” Maryanne e sua mãe passavam no exato momento e me deu ajuda. Eu nunca havia reparado muito bem nela, pois eu gostava muito da Jullie, ela nunca me deu muita ideia sempre foi muito popular, e só dá bola para os Playboys da escola, eu apenas observo. Minha mãe disse que isso é de adolescente, se apaixona e desapaixona fácil. Minha vida é comum, como a de qualquer garoto de 15 anos, estou fazendo curso de informática. Não sou muito de “ficar” pois eu me apego muito rápido ás pessoas. Há muitos anos desde meus 9 mais ou menos, sou parado na Jullie Strabway, ela é minha vizinha á muito tempo. Minha vida começou a mudar á partir do dia de hoje, fui no curso e fui meio que “Atropelado” Maryanne e sua mãe passavam no exato momento e me deu ajuda. Eu nunca havia reparado muito bem nela, pois eu gostava muito da Jullie, ela nunca me deu muita ideia sempre foi muito popular, e só dá bola para os Playboys da escola, eu apenas observo. Minha mãe disse que isso é de adolescente, se apaixona e desapaixona facilmente; o que é de fato para alguns "jovens" dessa idade. Depois da ajuda de Maryanne nós marcamos de nos encontramos, para irmos para o curso juntos. Me arrumei e fui para o ponto de ônibus e depois de cinco minutos ela chegou, com um perfume que marcou-me muito, de fato se eu me encontrar com alguém que tenha o mesmo lembrarei me dela sempre. Eu e Maryanne ficamos mais chegados depois de alguns dias indo juntos, para o curso. Eu como de bobo não tenho nada, resolvi perguntar a ela se ela tinha algum "romance" , surpresa com a pergunta ela olhou para a janela, do ônibus e virou-se e me respondeu: -Não, nunca me entreguei para um romance, mas... -Mas o quê? -Disse eu. -Depois de algum tempo vindo com você, eu... melhor não falar nada não, deixa quieto. -Pode falar... eu também sinto algo diferente quando estou com você. -Eu nunca me entreguei a uma paixão mas você tocou me de forma inesquecivel. Nesse momento o ônibus parou no nossa ponto. E eu disse a ela: -Depois nós conversamos direto. Ela acenou com a cabeça de forma que estava dizendo sim. No termino do curso fui até a sala dela, e me falaram que ela foi embora, pois a sua mãe havia a buscado mais cedo retornei sozinho pra casa, chutando as pedras do caminho. E pensei que havia algo estranho nessa conversa. Mais resolvi esperar mais talvez estamos indo muito rápido, talvez desacelerar seja a melhor opção. Cheguei em casa e fui direto para o computador, fazer dever não era a melhor opção, afinal os exercícios do curso cansam muito. Em meio a vários comentários na redes sociais ,depois de um tempo percebi que eu estava completamente viajando no mundo da lua, e em cada pensamento já não me lembrava mais de Jullie, e só tinha o pensar para Maryanne. Minha mãe me aconselhou muito ela nunca não tem resposta, ela arruma um jeito de fazer com que a situação de descomplique. Minha mãe disse que era para mim ligar para ela.

Notas finais
A forma em que os dois se conhecem de fato é algo curioso.