A Escolha
2 A Ligação
Notas iniciais
Depois do conselho de minha mãe fiquei pensativo, ligar ou não eis a opção. Depois de muito pensar resolvi ligar... Disquei e o telefone chamou uma, duas e.. eu desliguei não tive coragem suficiente para encarar e ouvir a voz de Maryanne. Fui dormir afinal, estava um tempo bem chuvoso. ás 15:34 P.M minha mãe me acordou dizendo que havia um telefonema para mim, fui correndo crente de que era Maryanne e disse eu eufórico: -A... alô? — Alô, Freedie, sou Marta, mãe da Maryanne. -Pois não Sr. Avellar't. — Agora que você e a Mary são amigos, resolvi ter a intimidade de te ligar, hoje eu fui busca-lá mais cedo pois ela estava se sentindo mal, e a levei ao Dr. Dommand's, e ela está com infecção nos rins, será que você poderia ligar para ela ou visitá-la ? Ela não tem muitos amigos , e você é um dos que ela mais fala. -Claro, que sim... ela diz bem de mim ? — Muito bem, a primeira pessoa que ela pronunciou o nome foi o seu. Ela depende de bons cuidados agora, e terá de fazer uma cirurgia. -Irei ir visitá-la o mais rápido possível... -Obrigado, Freedie. -É um prazer senhora. -Tchau -Tchau. Naquele momento percebi a importância de minha amizade para Mary. Coloquei meu casaco no tom azul marinho, avisei a minha mãe e fui. Toquei o interfone e Sr. Avellar't veio meu atender, segurou em minhas mãos e me disse: -Obrigado, Obrigado mesmo. Fui até o quarto de Mary e ela estava deitada. Fragilmente, seu rosto pálido, e sua boca branca, seu rosto estava deformado. Senti me na intimidade de passar as mãos em seus cabelos e dizer a ela o quanto ela era importante pra mim, ela com voz frágil e rouca me responde: -Você...também... disse ela. Fiquei um bom tempo com ela , até ela dormir, não pode promete-lá que estaria ali quando ela acordasse pois, não dia seguinte teria um teste da Sr. Clover , a professora chata de óculos. Fui para casa pensando como o ser humano é tão frágil, a poucas horas atrás ela estava boa e conversando normalmente e agora estava de cama com infecção nos rins. Cheguei em casa e o relógio já beirava 19:13 P.M, não consegui fazer exatamente nada depois de ter ido lá, minha vontade era de passara a noite ali. Meu coração já batia de forma que ninguém poderia entender, eu estou apaixonado por Mary, minha pequena, espero que ela se recupere logo pra mim poder, dar nela um abraço e dize-lá tudo que sinto, que o que eu disser não seja apenas palavras, mais sim uma prova de todo meu amor por ela. Exatamente na hora do sofrimento dela que eu percebi, eu tenho que estar ao lado dela todos os dias, sentir o perfume dela e mostrar a ela que eu posso ser mais que um amigo, e muito mais que um irmão para Mary, e sim um namorado, de fato muito apaixonado por ela. 23:34 P.M daquele dia eu ainda estava acordado me virando de um lado para o outro na cama, pensando como ela podia estar. Será que ela melhorou? Ou piorou? espero que ela esteja bem... De qualquer forma eu tenho que descansar. Amanhã eu vejo a ela.
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