A Escola De Monstros

74 Qual é o verdadeiro? parte 2


Notas iniciais
To sentindo falta de algumas pessoas nos comentários to triste Ç.Ç Boa leitura!! Ç.Ç

–Vai ter realmente coragem de fazer isso? Perguntei.
–Acha que eu não teria?
–Acho. Droga! Cala a boca, mulher.
–Esse... É o seu fim. Ele lentamente perfurava meu pescoço com a espada.
–AAHHH! Vi o sangue escorrendo.
Você deve estar se perguntando: Por que, diabos, eu não saiu correndo? Por que estou parada vendo tentar perfurando meu pescoço? A resposta é: Eu não sei.
–Chega! Seguei a ponta da espada e a afastei do meu pescoço. Já entendi! Você é capaz de me matar.
–Garota, isso não é um teste para eu provar que do que sou capaz, eu irei te matar.
–Pare com isso!
–Vai implorar por sua vida?
–É isso que você quer?
–Sim!
–Não, eu não irei fazer isso. Eu não me preocupo com a minha vida, ok? Eu só fico pensando no sasuke, como o sasuke vai sentir se caso ele, de certa forma, me matar? Alem disso...
–Você está mais preocupada com ele, do que com a sua vida? O irritei?
–Aham!
–Pois quer sabe? Não vou ser mais bonzinho. Até agora ele foi bonzinho?
–Olha, podemos conversar.
–NÃO! Ele me empurrou contra a parede e se aproximou, levantou aquela espada para dar o golpe final e eu fechei os olhos esperando (é! A gente fecha os olhos quando vai morrer) O estranho é que eu não senti nada, nem via a luz branca, estava uma escuridão. Então abri um dos olhos e ele não estava mais na minha frente, ao contrário, estava caído no outro lado do corredor desacordado. Olhei em volta e vi o cara que me ajudou: o diretor. Droga! Agora eu devo uma a ele.

–Pensei que as habilidades dos Moderadores não funcionassem nos Vampiros.
–sakura, ele é o diretor.
–Ele a machucou? Perguntou o diretor.
–Que nada! Só tentou cortar meu pescoço.
–Com licença. O diretor passou por mim e foi até o garoto e colocou um bracelete no seu pulso, mas ele acordou.
–Qual é? Vai me selar de novo, mas agora com pulseirinha?
–Não irei te selar.
–Não?
–Como assim, diretor? Me aproximei, mas ainda atrás do diretor.
–Isso não cabe a mim, mas pelo que pude ver... Você ainda é uma ameaça, por isso coloquei esse bracelete que irá bloquear suas habilidades.
–D-diretor, eu não acho que seja uma boa ideia, sabe? Ele ignorou o meu comentário e pegou o medalhão da minha mão.
–sasuke, isso te pertence e não deixe que caía em mãos erradas.
–Diretor, colocar nas mãos dele já é errado. Disse Vivian.
–obito, por que não me contou o que estava havendo aqui?
–Eu ameacei a namoradinha dele.
–Cala a boca,sasuke.
–obito, sua namorada estava aqui na escola?
–sakura, eu não tenho namorada.
–Não tem?
–Não!
–Mas o Diego disse que você... Ele mentiu por que achou que eu estava interessada no obito. Que filho da mãe.
–Bem, eu vou voltar para minha sala.
–Mas diretor, você precisa... Ele me interrompeu.
–Como eu já disse: Isso não depende de mim.
–Mas...
–Desculpe, mas, sasuke, se o Senhor encostar mais um dedo que seja na sakura de novo... Como você disse? Ah, sim, não serei mais bonzinho. Ele foi embora.
–Peraí? O Diretor te defendeu? Disse aquele garoto.
–Acho que... Sei lá. Dei de ombros.
–Tudo bem, sakura? Perguntou rafael.
–Você iria deixar ele me matar?
–Claro que não. Vivian me segurou.
–Claro! Essa briga não é sua, sakura não iria querer que ninguém se metesse, ela se garante. Garante-se, né, sakura? #TomabanhoVivian.
–É! Só não garanto que meu pescoço ira continuar.
–Eu concordo! Com os golpes que você recebeu dele, uma humana não conseguiria ficar de pé!
–Sim! Passei a mão no meu pescoço e vi que o meu colar não estava ali. AI, MEU PAI. CADÊ...?
–Isso? Disse a Vivian com o meu colar na mão.
–Devolve!
–Não! Antes de... Acontecer isso, o sasuke disse a meilaine que esse colar podia selar o poder das suas habilidades Vampiras e, talvez, o seu lado Vampiro. E, pelo que eu pude ver, ele, realmente, sela seu poder, mas suas habilidades pra se defender... Nem tanto.
–Tô entendendo nada!
–Eu preciso analisar esse colar e ver qual o seu poder. Depois te explico.
–Tá!

–Hey, estão dizendo que ela é Vampira, também? Perguntou aquele garoto.
–Meio Vampira.
–Espera... O farsante a transformou, né?
–Isso!
–Não chama ele assim!
–Me obrigue.
–... GRRRR! Saí dali batendo o pé e fui direto para o meu quarto.

Quando cheguei lá vi aquele vestido vermelho, que eu tinha supostamente ganhado de um admirador segredo, em cima da cama. O que é estranho, pois o deixei dentro do guarda-roupa antes de tudo aquilo acontecer.

–Que droga é essa? Peguei o vestido e joguei dentro do guarda-roupa, mas alguma coisa caiu.
Era aquela maldita carta do J.H., pois ela era preta com um laço vermelho e quando abri estava escrito:

Hmm... Admirador? É minha querida? Como vai? Se divertindo? Para uma humana acho difícil. Fico triste por hoje você não ter morrido, muito triste, mesmo. Humana, inútil, durma de olhos abertos... Nunca se sabe, né?
J.H.

Deixei a carta cair no chão, assustada, qual é a desse cara se for um cara? Isso estava me deixando um pouco intrigada. Na primeira carta ele não me ameaçou... Nada! Agora ele fala que quer me ver morta e que é melhor eu dormir de olhos abertos? Fala sério? Quem é esse cara? E Por que está me perseguindo?

–Qual é universo? Não se cansa de zoar com a minha cara? Me sentei na cama, com as mãos na cabeça.
–Vai ver ele não vai com a sua cara, igual a mim. Tomei um baita susto quando vi aquele... Infeliz ali, me olhando. O clone do sasuke.
–Como voc...? Janela!
–Esperta! O que é isso? ele pegou a carta e leu. Tem alguém querendo te matar, além de mim? Que coisa, não.
–Idiota!
–J.H.? Jhonas Hyuuga?
–QUÊ? Quem?
–O avô do ne.
–É neji!
–Dane-se. O pior é que é difícil, tem o Jonas, o Jacob, malditos Js.
–Jacob? Piro? Por que ele iria querer me matar?
–Jonas?
–Quem é esse?
–Irmão do Jacob.
–Nem conheço.
–Júlia? Ah, não ela não é hyuuga, é Suede.
–Vocês monstros e seus sobrenomes complicados.
–Você também se chama hyuuga, não? Ele aproximou o rosto do meu.
–É-é... S-s-sim. Caramba, esse garoto me deixa nervosa. Mais nervosa do que quando estou com o sasuke.
–Não vai me chamar de sasuke, né?
–Não!
–Em vez de me chamar de garoto, me chame de itachi.
–bonito nome!
–valeu acho legal!
Engoli seco e disse:
–Tá bom... itachi.
–Melhorou. Ele se deitou do meu lado.
–Hã?
Caramba, esse garoto queria me matar a dois segundo e, agora, está deitado no meu lado, com essa maldita cabeça na minha perna. Qual é a dele? É bipolar igual ao sasuke? Hã? Se esse garoto não for embora, eu vou. Não gosto dele e nunca irei gostar. Eu só quero o meu sasu...

–Tchau! Ele se levantou e foi.
–Hã? Não entendi! Que droga foi essa? O mundinho complicado para minha cabecinha. Me deitei e fui tentar dormir.

sonho on

–FICA LONGE DE MIM! Corria em meio à chuva.

Eu estava em uma rua deserta, estava de noite à lua brilhava a única luz que eu tinha em meu caminho. Eu corri! Sem olhar para trás! Só corria, como se não houvesse o amanhã. Estava desesperada, o meu vestido preto ensopado, descalça, cabelo despenteado e caindo no rosto, tampando minha vista. Só queria fugir de algo, não sei de quem, não sei donde ele vem, só corria em uma direção só: em frente.
Mas eu tropeço e caiu no chão, minha cabeça estava girando, estava tonta, cansada e via uma sombra, vindo uma minha direção. Rastejei, mas ele segurou o meu pé e me virou em sua direção. Fiquei tão aliviada ao vê-lo, meu protetor, amado...sasuke.

–sasuke?! O abracei, com todas as forças que me restaram.
–sakura, eu fiquei com tanto medo de te perder. Ele me beijou.
–Nunca! Nunca! Eu te amo! Amo demais!
–Você é minha e de mais ninguém.
–Hã? Como assim? Do que você está falando?
–De mais ninguém!

–sakura? Essa voz... Era o rafael.
–rafael? O que voc...?
–Fique longe dela! sasuke passou na minha frente e, em um piscar de olhos, estava lá, do lado do rafael. Nunca mais verá ela! Ele quebrou o pescoço do rafael.
–SASUKE! Só vi o rafael cair no chão e seu corpo desaparecer.

–Assassino! Disse kiba.
–Sou! E o mesmo se repetiu, depois com o hidan, Diego, Sai, nagato, kabuto e todos os outros, todos que eu conheci.
Um mar de corpos.
Ali! Logo a minha frente! Sangue, morte, destruição, pelas mãos do cara que eu amava.

–Pronto, minha querida! Ele veio em minha direção, com um sorriso maligno, sangue em seus olhos.
–FIQUE LONGE DE MIM! V-VOCÊ É UM ASSASSINO! OLHA O QUE FEZ?
–Foi por você, meu amor.
–Não! Você não é o sasuke.
–Sou! Sou o seu sasuke. Eu sou assim. Ele me puxou pela cintura, pegou no meu cabelo e o puxou para o lado, fazendo-me deita a cabeça para o lado e deixando meu pescoço ali, descoberto.
Ele cravou suas presas no meu pescoço, aquilo doeu mais do que na primeira vez, eu gritava e ele nem ligava. Queria sugar até a última gota de sangue e quando eu estava quase desmaiando ele parou e me jogou no chão com força.
Sua boca estava cheia de sangue, do meu sangue. Ele se aproximou com aquele mesmo sorriso maligno, maníaco, assassino.
–Não! Fica longe de mim! NÃÃOOOO!

sonho off

–AAAAAHHHHH! Acordei!

Minha cama estava molhada de tanto suor. Eu levantei e fui direto para o banheiro e joguei a água no rosto. Repetindo inúmeras vezes foi só um pesadelo, para mim mesma.

–sasuke... Olhei no relógio e eram cinco da manhã.
Pouco importa, vou tomar um longo banho frio, e me arrumar para a aula, mesmo faltando 3 horas para ela começar.

Depois de um bom tempo fui direto para a sala de aula e me sentei no lugar de sempre, olhando aquele lugar vazio no outro lado da sala que era ocupado por aquele... Imbecil.

–Oi, saky. Diego!
–O-o-oi!
–Tudo bem? Ele se aproximou.
–S-s-s-sim!
–Para de gaguejar, então.
–T-t-tudo b-bem.
–Você está estranha. Ele foi se sentar.

Os alunos chegaram e a aula de português começou. Eu abri o livro e fiquei ali encarando aquele texto, ignorando o olhar de itachi sobre mim, sei muito bem que ele está me olhando. Ele sabe o sonho que eu tive? Que eu sonhei com o meu sasuke matando todos? Se ele sabe... Por que não está rindo de mim? Por que, raios, ele fica sério perto de mim? Por que, raios, ele fica me perseguindo?
A aula acabou e as meninas me chamaram para ir à cantina. Disse que só iria terminar de arrumar meu material, guardá-lo no armário e já estava indo.

–Ainda aqui? Perguntou itachi
–Agora, não mais. Peguei meu material e já estava saindo quando ele foi mais rápido e fechou porta. Mas diferente da outra vez, ele fechou consigo mesmo dentro.
–Preciso falar com você... Ele me olhou de cima a baixo e completou: sakurinha!
P.O.V. sakura off

P.O.V. Vitória on

Quando acabou a aula e fui atrás da minha irmã, mas não a achei. Quando estava subindo as escadas, alguém puxou o meu braço.

–Hey? Era aquele loiro... Sei lá o nome.
–Você... É a vitoria?
–E você não é o amigo da shion...?
–Sai?
–Isso! Nome difícil de esquecer. O que quer comigo?
–Nada de especial. Só... Conversa?
–Da onde conhece a shion?
–Ah, sim. Da Fairy Tail.
–Aquela organização que quer destruir os humanos?
–Essa mesma!
–É de lá?
–Sim! Você é amiga da shion?
–Não! Droga! Disse rápido demais.
–Mas se conhecem?
–Um pouco!
–Hmmm... sakura já te contou que ela quase morreu, caindo a escada?
–Glup! Não estou entendo aonde você quer chegar!
–Dessa alturazinha você mal se machuca.
–Hã?
–Só aviso do que eu sou capaz! Ele me empurrou escada abaixo.
–VOCÊ É MALUCO? Tentei me levar e o encarei.
–Talvez! Só pra te fazer lembra... Não aconteceu nada! Se você falar qualquer coisa... As coisas não ficaram legais pra você e nem para sua maninha. Não se meta comigo, linda. Ele subiu as escadas.
–Ele é maluco. Droga! Minha perna estava doendo.

–O que aconteceu? Perguntou aquele tal de kiba.
–Só... Caí da escada.
–Eu te levo a enfermaria. Coloquei meu braço sobre os ombros dele e tentei me apoiar até chegar à enfermaria.

–O que houve? Perguntou obito.
–Ela se machucou.
–Tudo bem, eu cuido daqui.
–Pensei que eu era seu assistente.
–Não, nas horas de aula.
–Mas já acabou a aula.
–kiba!
–O.K.! Ele saiu.
–Tudo bem?
–Sei lá! Acho que sim. Ele me colocou na maca.
–Não quebrou, só torceu. Recomendo um repouso, e colocar uma bolsa de gelo.
–Droga! Desgraçado!
–Quê?
–Não, não é você não. É um babaca lá.
–Quem?
–Aquele sai.
–O que houve?
–Nada! Esquece.
–Você chamou o diretor ontem, não?
–Sim! Desculpa! Você disse para não chamar, mas...
–Não tem que se desculpar. Fez o certo! Se você não tivesse feito isso a sakura teria batido as botas. Nós rimos. Quer que eu fale para sua irmã o que houve?
–Não precisa, não. Quanto tempo eu vou ter que ficar de repouso?
–Não muito, 5, 7 dias, as pessoas nesse colégio não ficam muito tempo machucadas, sabe?
–Aham! Tentei me levantar, mas... Eu quase caí no chão. Quase por que obito me segurou.
–Não tão rápido assim, né? Ele riu.
–Eu não consigo ficar parada.
–Por isso caiu da escada?
–Eu fui empurrada e... Ops.
–Como assim? Dane-se. Eu não tenho medo aquele lá.
–O sai, ele me empurrou, dizendo para eu não me meter no seu caminho. Não entendi nada, não me meti no seu caminho, mal falei com ele.
–Nem deveria mesmo, ele é um monstro muito forte.
–Que monstro ele é?
–Sei lá! Hã?
–Se você não sabe... Como pode dizer que ele é um monstro poderoso?
–Simples! Na ficha dele não está que monstro ele é. E somente monstros poderosos, ou com um bom cacique, conseguem não ter a raça na ficha.
–Hmmm... Você vê a ficha de todos os alunos?
–Sim!
–Por quê?
–Preciso conhecer todos os alunos, eu e os professores.
–Deve ser legal! Um enfermeiro, aposto que muitas garotas babam por você.
–Pior que não.
–Hmmm... Acho que eu vou indo.
–Tudo be... Ele deixou cair alguma coisa e eu fui pegar, na mesma hora que ele também foi pegar e nós dois batemos a cabeça.
–AI! Olhei para frente e vi que ele estava bem perto, perto... Até demais.
–D-desculpa. Ele se afastou.
–Tudo bem! Me sentei na maca.
–Estou incomodando?
–Não! Geralmente esse lugar é vazio, o povo não briga mais tanto.
–Posso ficar?
–Como quiser. Ele sorriu.

O sorriso dele era tão bonitinho, que fazia meu estomago revirar. Era uma sensação que eu nunca tinha sentindo e admito... Estou com medo dessa sensação.

P.O.V. vitoria off

P.O.V. sasori on

Eu estava conversando com o meu irmão, sobre o assunto do momento: O novo sasuke, que eu tenho que admitir, é muito mais legal que o outro.

–Finalmente, alguém teve coragem de colocar aquela guria no lugar dela! Disse me referindo a sakura.
–Não fala assim dela, ok? Revirei os olhos.
–Fala sério, rafael! Ela quase morreu pelo sasuke e você ainda fica correndo atrás dela? Vai atrás de outra garota, de preferência uma que não seja tão certinha, fofinha, timidinha, sem inha.
–Não diga nada, que você bem que se atraiu por ela e também pela a konan.
–Hey, eu estava com a Melissa e eu me divertia vendo você sofrer correndo atrás da konan.
–É! Mas se você não tivesse tentado agarrar a saky, o sasuke não iria ter a defendido e eu teria alguma chance com ela.
–Já falei! Para de correr atrás de inha.
Já estava ficando cheio! Meu irmão é muito idiota! Fica se atraindo por qualquer rabo de saia gentil. Estava revirando os olhos toda a vez que ele falava um aí que for, quando vejo aquela tal de victoria sentada, lendo algum livro. Eu me levanto e estava indo em direção dela, quando rafael segurou meu braço.
–Para de tentar ir atrás de garotinha, lobo mal.
–Não me dou certo com vilã. Você viu como acabou com a Melissa, garotinhas são muito melhores. Sorri e fui até ela.

–Como vai, gracinha? Perguntei, me sentando no seu lado.
–Bem! Ela não tirava os olhos do livro.
–Eu sou muito mais interessante que isso. Peguei o livro da mão dela e joguei longe.
–Sinto muito decepcioná-lo, mas não é! Ela se levantou, mas eu segurei seu braço.
–Que isso, gata? A puxei pelo braço e forcei-a a sentar na minha perna.
–Olha, eu não gosto de me irritar com as pessoas, mas você está me fazendo mudar esse ponto de vista.
–Que fofinha! Então, o que te trás para o KHS?
–Meus pés, ou o ônibus.
–Que irônico. Revirei meus olhos.
–Poderia me soltar?
–Claro! Ela se levantou.

–sasori? Deus me livre é a Rosalya.
–O que é?
–Seja simpático com uma garota.
–Ela é uma garota?
–Pare com isso, sasori. Seu irmão está te procurando.
–Acabei de falar com ele.
–O outro irmão. Ela riu e foi embora.
–Você tem outro irmão?
–Ele não é meu irmão.
–Como assim?
–O kiba! É filho do Willian.
–Seu pai?
–Aham!
–Por que não gosta dele?
–Porque meu pai, também, prefere confiar mais nele em vez de em mim.
–Você deu algum motivo para isso?
–Talvez...
–Fala logo!
–Eu saí da subdivisão do meu pai para ir para a primeira subdivisão.
–Hã? Subdivisão de quê?
–Da Fairy Tail.
–Você é da Fairy Tail?
–Sim!
–Por quê? Essa organização só trás o mal e...
–Vai me dar lição de moral?
–Não, só estou dizendo que... Isso não vai acabar bem.
–Claro que não, a Fairy Tail está quase conseguindo... Desculpa! Não posso falar.
–Eles têm uma arma secreta contra os humanos e quem se meter no caminho? Nossa!
–Isso aí!
–Está certo! Não precisa me contar, mas você sabe que quem é da Fairy Tail não fica muito tempo nesse colégio.
–O diretor não vai me expulsar.
–E como tem tanta certeza?
–Por que eu sei uma coisa sobre ele que é um segredo.
–O que é?
–Não posso contar... Bem, não de graça.
–O que quer dizer?
–Isso! Eu puxei ela pela cintura e tentei beijá-la, mas... Ela me deu um tapa.
–Ah... Desculpa! Foi reflexo.
–Você é maluca?
–Não, desculpa. Ela estava vermelha.
–Tudo bem! Já estou acostumado.
–É... Desculpa. Ela saiu correndo.

–Assustou a garota? Perguntou o rafael.
–Quem você acha que eu sou?
–Um idiota, imbecil, que merece a morte.
–Não precisava ser tão sincero.
–Precisa sim! Vê se acorda!
–Estou acordado. Sai da cantina e fui andando. Quando vejo algo curioso, sakura e sasuke na mesma sala, mas a porta estava fechada. Acho que a sakura não está em uma boa.

P.O.V. sasori off

P.O.V. sakura on

–NÃO! Eu vou sair, com licença. Ele saiu da minha frente, mas a porta estava fechada. Como voc...?
–Aqui! Ele mostrou aquelas chaves que tinha a da biblioteca. Eu peguei na sala do diretor.
–Você não presta.
–Falou à guria que queria entrar na biblioteca.
–Isso não é crime.
–Pegou a chave na sala do diretor, também.
–Como eu já disse isso não é crime.
–Então o que eu fiz, não é crime.
–Me deixa sair, por favor.
–Não! Primeiro eu quero saber um coisa: Por que você não voltou?
–Hã? Do que está dizendo?
–Não se faça de idiota.
–Eu não estou me fazendo de nada!
–Fala logo! Pensei que gostava de ficar aqui.
–Eu gosto.
–Então por que não voltou?
–Mas eu voltei, eu podia ter indo embora na suspensão, mas fiquei.
–Suspensão? Do que você está falando?
–Do que VOCÊ está falando?
–Vai dizer que não se lembra.
–Eu sinceramente não me lembro.
–Para de brincar comigo! Ele em colocou contra a parede.
–Eu não estou, me deixa ir, por favor.
–Não, primeiro me diz...
–E você. Me diga sobre os Lordes das Trevas.
–OK! Joguei verde e colhi maduro. O quê?
–Hã? Sério? Você me conta?
–O que você quer saber?

Ele vai me contar? Vai mesmo? Mas não é trapaça o que eu estou fazendo? Pois não sei do que ele está falando e... Dane-se! Eu quero saber sobre esses Lordes!

Notas finais
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