A Escola De Monstros

75 Lordes das Trevas e Propostas


Notas iniciais
oi meu lindos leitores, eu estou indo pra casa da minha vó passa dois dias com ela então não tem como posta já que la não tem pc e posta pelo telefone e um saco,entao vou deixa esse cap. Bem grande pra vcs boa leitura!! :3

Ele se sentou no chão e me obrigou a sentar do seu lado. Eu me virei ficando de frente para ele e pronta para escutar a história. Como se eu tivesse 8 anos e estava esperando lerem aquelas histórias sem sal mas algo me diz que com 8 anos, eu não curtia isso.

–Então? Perguntei impaciente, meus olhos brilhavam, a coisa que eu mais queria era saber sobre eles.
–Não sei se devo contar.
–M-mas por quê? Minha voz parecia a daquelas crianças que estavam prestes a chorar.
–Você não me parece confiável.
–Foi tu que tentou me matar e eu estou aqui. Droga! Você que não é confiável.
–Pode até ser! Mas... Eu não iria te matar, só estava com raiva. Raiva?
–Raiva de quê? Eu não te fiz nada. Ué sakura, a karin, tayuya, hana, Rosalya, matsuri,shion, Vivian, tem raiva de você sem você ter feito nada. Então, cala a boca e para de usar esse argumento.
–Não vem ao caso.
–itachi, por favor, conta...
Ele olhou nos meus olhos, me encarou, revirou os olhos e disse:
–Tá bom! Ok! Eu fiquei feliz, mas não! Eu não irei abraçar ele. Tudo começa com um Vampiro orochimaru.
–Ele foi um dos Lordes das Trevas?
–Não, ao contrário, os Lordes lutavam contra ele.
–Por quê?
–Ele é, ou era, o monstro mais poderoso de todos, sugou os poderes de muitos monstros para se tornar o mais poderoso, ele era o Alucard. Ninguém podia contra ele, pelo menos, não sozinho. Eram quatro Lordes das Trevas, um Vampiro, um Moderador, um Seirene e uma Yaksimi.
–itachi, os medalhões tem alguma coisa a ver com os Lordes?
–Já irei chegar lá. Juntos esse quatro Lordes das Trevas, que ficaram conhecidos assim, em outras palavras, botaram o Alucard, para dormir.
–Tem algum risco dele acordar?
–Pouco, mas como ele está na Fairy Tail, todo o risco é grande.
–O quê?
–Sim! Ele está adormecido na primeira subdivisão da Fairy Tail, mas não se preocupe para conseguir despertá-lo o líder da Fairy Tail precisa de todos os medalhões.
–E quantos são?
–Seis! Ah, sim, esqueci-me de te explicar. Os medalhões não tem tanto envolvimento com os Lordes, eles conseguiram derrotar o Alucard sem os medalhões, eles ganharam por coragem, honra e também, para selar seus poderes dentro dos medalhões, nunca se sabe quando um dele pode se voltar contra os outros.
–Mas se são quatro Lordes, por que seis medalhões?
–Ah, sim. O ''fiel'' escudeiro talvez ganhou, pois, sem ele, talvez, os Lordes não conseguiriam ganhar. Ah, outra coisa, os medalhões foram passados de geração e na última geração o Alucard acordou e foi posto para dormir de novo.
–Pera aí! Deixa-me ver se entendi. Os que derrotaram o poderosão lá, na primeira vez, não foram os pais do povo aqui do colégio?
–Não, foi meu bisavô e os de: gaara, neji, rafael, hidan.
–Ah, sim.
–Também tem outra coisa... Sobre meu pai.
–Sim?
–Não vou contar.
–itachi...
–Nem vem com esses olhinhos não, hein. Ainda não confio em você.
–Nem eu em você, empate!
Um silêncio tomou conta, eu me recuso a olhá-lo, mesmo sabendo que ele está me olhando. Aquele silêncio estava me matando até que ele diz:
–Meu pai... Não foi o primeiro Lorde das Trevas, ele não derrotou o Alucard.
–Como não, mas...?
–Foi a minha mãe.
–Mas o descendente não era o seu pai.
–Sim! Por isso todo mundo acha que foi ele, e, até certo ponto, foi.
–Não estou entendendo.
–A humana!
–O que ela tem a ver com isso?
–O outro sasuke já te contou sobre a guerra entre as duas famílias de Moderadores?
–Vagamente.
–Falou o motivo?
–Não, ele só disse que foi a humana.
–Então, ela despertou o Alucard que estava adormecido aqui.
–M-mas como ela conseguiu isso?
–Ela também tinha um medalhão, ganhou por bravura, mas ela dividiu o medalhão em dois colares de encaixe.
–Como assim?
–Outra história! Não quero contar, agora. O problema é que ninguém sabia, estavam em uma luta, mal sabiam eles que o Alucard tinha sido despertado, só minha mãe.
–Então...
–Ela não morreu na luta entre as famílias e sim... Protegendo-me, eu não tinha ficado onde eles mandaram, eu fui até o centro do colégio atrás da minha mãe e... Encontrei, lutando contra ele sozinha. E conseguiu adormecê-lo, trancando-se dentro dele. Isso parecia o abalar por dentro, por que por fora ele tentava ao máximo ser forte, não demonstrar fraqueza.
–Que horror, você...
–Ela sumiu na minha frente, dizendo que iria ficar tudo bem, mas não ficou não ficou tudo bem. Ele cerrou os punhos. Ela morreu, salvando a humanidade e... Salvando-me. Eu não sei por que, mas... Não estou com medo dele e...
–itachi... O abracei.
Eu sei a dor que ele sente, mas a dele deve ser muito pior, ele perdeu a mãe na sua própria frente, ela morreu o salvando, isso foi um ato lindo, ela poderia ser a minha melhor sogra, um anjo. Sei como ele se sente, sim.
–sakurinha... Ele retribuiu o abraço. você sempre me ajudou, era a única que me desafiava, me ajudou a superar muita coisa, mas eu senti muito ódio quando você foi embora. E ainda mais, por que você se apaixonou por ele, isso me deixou cego de raiva, por isso fiz aquele pesadelo na sua mente, eu...
–COMÉ QUE É? Me afastei dele, pasma, então... Foi ele.
–sakurinha, eu queria você longe dele e...
–CARAMBA, PARE DE ME CHAMAR DE SAKURINHA, MEU NOME É SAKURA!
–Deixa de drama, garota.
–Não! Você... Entro na minha mente... Só para me envenenar contra o sasuke? Para me fazer ficar com medo dele? E, ao mesmo tempo, me afastar dos meus amigos... Isso... Isso... Foi baixo.
–Você queria que eu fizesse o quê? Você era minha e não dele.
–Que droga! Parem de falar de mim como se eu fosse um objeto, um troféu. Eu não sou de ninguém, eu sobrevivo sem os dois, agora, abre aquela maldita porta.
–Não! Eu não irei abrir a porta.
–Não estou brincando, a conversa acabou. Fiquei olhando a chave na mão dele, mas quando eu fui pegar ele levantou-as lá no alto.
–Nossa, continua baixinha. Bom, vamos ver se continua leve que nem uma pena.
–O que quer dizer com iss...? Ele me jogou no seu ombro. Hey, me solta! Me põem no chão.
–Não! Ele abriu a porta a saiu pelo corredor.
Eu vi o sasori do outro lado da porta, e implorei silenciosamente para ele me ajuda, mas ele disse não com a cabeça e sorriu.
–Depois que morre! Não sabe por quê.
–O quê?
–Nada e outra: onde está me levando?
–Quando chegamos lá eu te digo.
–Pode me pôr no chão?
–Acho que não.

E é assim que a vida é, só me pergunto: Aonde ele está me levando?

P.O.V. sakura off

P.O.V. meilaine on

Eu, Maia e Vivian, estávamos na sala liberada somente para feiticeiros, bruxos e magos, vendo aquele colar da sakura que é muito intrigante. Ele não foi feito por qualquer Bruxinha e sim por um Mago de último nível.

–Esse colar foi dado pela mãe da sakura? Perguntou Vivian.
–Sim!
–Mas... Ela não é humana? Como ela conseguiu esse colar?
–Ótima pergunta! maia e Vivian me olharam.
–Hey, eu não sei muita coisa sobre colares místico.
–Conhece alguém que sabe?
–Bem o... deidara.
–Então, por que ainda está aqui? E não foi falar com ele?
–Por que... Ele é meu ex-namorado, Vivian.
–E daí?
–Como assim ''e daí''?
–Você só precisa falar com ele, isso não mata.
–Mas...
–Você quer ajudar a sakura?
–Morra, Vivian. Dei de costa para elas e fui para o clube de Jornalismo, mas ele não estava lá só a ino.

–Oi, ino. Viu o deidara?
–Sim, ele saiu daqui não faz nem 2 minuto.
–Sabe para onde ele foi?
–Acho que para a sala de aula, ou para o quarto.
–Ah, sim. Obrigada.
–Espera! Desculpe a pergunta, mas por que esse interesse?
–É! Nada de especial.
–Mesmo?
–S-s-sim! Agora eu tenho que ir. Sai do Clube de Jornalismo e já me bati com alguém.

–Desculp... rebeca? Retiro minhas desculpas.
–O que é? Procurando o deidara?
–Não é dá sua conta.
–Hey, meilaine, ele gosta de você. Deixa de ser idiota.
–Olha, rebeca, não estou a fim de ouvir essa sua voz.
–meilaine! Não seja uma babaca e perdoa ele, a culpa foi minha.
–Ele que pediu para você dizer isso?
–Não! Eu estou falando isso por que eu quero e também por que eu gosto do deidara e não quero ver ele decepcionado. Ele gosta de você, meilaine.
–Tá obrigado, por avisar. Dei de costa para dela e fui andando até a sala de aula e ele estava lá, falando com o Professor asuma e eu esperei até ele terminar e sair.

–O que faz aqui? Ele perguntou, espantado.
–Quero falar com você.
–Comigo? Ele olhou para trás para ver se eu não estava me referindo a outra pessoa.
–Sim, nós precisamos da sua ajuda.
–Nós, quem?
–Vivian e maia.
–Sobre?
–O colar da sakura.
–Ah, sim. Tudo bem. Não falei mais nada e o levei para a sala onde nós estávamos.

–Ótimo! Trouxe-o sem matá-lo. maia e Vivian riram.
–Hahaha! Muito engraçado.
–Então, o que vocês querem comigo?
–deidara, você entende sobre colares místicos?
–Sim, muito. Por quê?
–Você consegue decifrar esse colar? maia deu o colar para ele.
–Talvez. Só me dê tempo. Acho que já tenho uma ideia.
–Claro! Ele se se sentou à mesa, onde estavam algumas poções espalhadas por mim e as outras.

–Então, por que demorou tanto? Perguntou maia.
–Ele não estava no clube de Jornalismo, e sim, conversando com o professor. Sem falar, que encontrei a rebeca no meu do caminho.
–rebeca? Nossa! Já vi que teve discussão.
–Sim! Mas já tive piores. Nós rimos.
–meilaine, aquele lindinho ali é o seu namorado?
–Não! Ex-namorado!
–Então você não se incomoda de eu ''falar'' com ele, né?
–Nem a pau! Ops...
–Falei que Iria funcionar.
–Do que estão falando?
–Eu falei para a Vivian tentar dá em cima do deidara para ver se você ainda gosta dele e pelo jeito...
–Que nada! Vivian, se você quiser casar com ele, eu nem me importo.
–E ter filhos?
–Cala boca, sua idiota!

–Pronto!
–Então?
–Vocês não iram acreditar.
–Fala, homem.
–Esse colar não é de proteção e sim de encaixe.
–Encaixe, como assim?
–Esse colar é um dos lados do sexto medalhão.
–COMO É? Nós três dizemos juntas.

P.O.V.meilaine off

P.O.V. sakura on

–Pronto querido? Ironizei.
–Cala a boca! Obrigada pela educação, itachi
Aparentemente ele está me levando para a escadaria (ótimo! Vai me jogar da escada), ou melhor dizendo, me levando para o porão, abaixo da escadaria. Poxa, só entrei naquele lugar quando eu e a maia viemos tirar a ino daqui, ali era muito escuro e frio. Caramba, por que, raios, ele me trouxe para cá?
–Pronto! Ele em colocou no chão, quer dizer, ele me jogou no chão com tanta força capaz de eu ir parar no núcleo da terra.
–Aie! Qual o seu problema, homem? Ai, meu bracinho. Choraminguei.
–Se você caiu em cima do seu braço e é uma orca baleia assassina. O que eu tenho culpa?
–Seu desgraçado! Como ousa falar assim de mim?
–Ousando! Ele deu de ombros e trancou a porta, alias, como tem uma porta aqui?
–Nunca irei entender esse colégio.
–Cala a boca!
–Vem calar! Algo me diz que... Eu não deveria ter dito isso.
–Sério? Com a rapidez de sempre, ele já estava em cima de mim. Ótimo que você disse isso!
–É-é-é-é... i-i-i-ita... P-p-p-p-pode... Não vai sair nenhuma palavra.
–Já sei! Quer que eu me afaste? Balancei a cabeça positivamente. Tá bom... Eu não irei.
–itachi... Por... Que... Você...?
–Te trouxe aqui?
–Aham! Ele se levantou e me puxou.
–Vem!
–Pra onde, nesse escuro?
–Dei-me paciência. Ele bateu, duas vezes, palmas e algumas tochas se acenderam.
–Uau!
–Cala a boca e vem!
–Sabe o que eu percebi, itachi?
–O quê?
–Que entre o cavaleiro e o cavalo, você é o cavalo. Ele parou de andar.
–Realmente, você não sabe o que é perigo, né?
–Hmm... Não! Ri!
Ele revirou os olhos e me obrigou a ir com ele mais um pouco, até chegar aonde queria.

–Que troço é esse? Disse, olhando um grande quadrado vazio, grande mesmo, esse porão é do tamanho do colégio e esse quadrado da um terço do porão. O que ficava aqui?
–O Alucard!
–Nossa! Tá zoando, né? Não é possível, que essa criatura seja quase do tamanho do colégio.
–Ele é um monstro.
–Ah, vá! Se você não tivesse me dito eu nunca teria percebido.
–Claro, do jeito que é retardada não iria perceber mesmo.
–COMO É?
–Isso que você ouviu!
–Chega! Hey, você não me contou muito sobre o Alucard, só sobre seu poder e sobre os Lordes. Me sentei no chão, olhando aquele lugar vazio.
–Olha, eu não estou muito a fim de falar de chatice, por que... Não conversamos sobre algo mais interessante? Quando notei ele estava atrás de mim, me segurando pela cintura, com a boca muito perto do meu pescoço.
–S-sabe, itachi? Nem tô a fim! Me afastei dele.
–Mas eu estou muito afim... De você. Antes que ele se aproximasse eu o parei.
–Olha, pare com esse joguinho, eu não estou gostando.
–Você que vai me impedir?
–Por favor, chega, ok? Olha, eu ODEIO pervertidos.
–Sério? Assim me deixa com mais vontade de virar um.
–Não! É... Por favor! Para! Não chega perto!
–Estou te assustando? Adoro! Ele me segurou pela cintura.
–NÃO! Me solta!
–OK! Não te solto! Ele tentou me beijar mais eu virei o rosto. Pra que fugir tanto?
–Pra que ser tão bipolar?
–Eu não sou bipolar.
–Rá, sério? Me jogou no chão, depois veio dá em cima de mim, me insultou e agora fica aí com segundas intenções? Ele estava me segurando para não ir, olhando para mim com uma cara de deboche, não está nem aí para o que eu estou dizendo. Qual é? Qual será o próximo passo? Me bater? Sem contar que você já fez isso! E depois? ME OBRIGAR A FAZER ALGO QUE EU NÃO QUERO? Gritei tão alto que é capaz do papa ouvir.
–Se revelou!
–Caramba, pode me levar a sério?
–Nananinanão! Ele me forçou a deitar no chão, meu coração já estava a mil, eu não sabia o que fazer. Já implorei e esse garoto nem se tocou, mandei a real e ele debochou da minha cara. Com toda a certeza esse não é o sasuke.
– MAS QUE DROGA! Ele me segurou com força.
–O que te deu? Bipolaridade de novo? Pois acho que a sua é séria, você é maluquinho.
–Para de falar desse garoto!
–Amor, fofura, benzinho, idiota, criatura, infeliz, eu nem falei o nome dele.
–Mas pensou.
Engoli seco!Que droga! Ele estava escutando tudo que eu pensei até agora? Que droga! Por que eu não calo a boca da minha consciência?
–Sei lá, deve ser idiota!
–Tô falando. Sério! Pode me deixar ir?
–Não! É... Eu não sei nem mais o que eu estou fazendo.
–Então, que tal sair de cima de mim? Ele saiu de cima de mim e se sentou do meu lado. Bom, que está acontecendo contigo, mermão?
–É, bem, não sei por que mais tem algo em você que não está me deixando em paz.
–Como assim?
–Eu não consigo me controlar perto de você. Ele colocou a mão sobre a minha me fazendo corar.
–Deve ser o meu sangue. Ri! Mas só depois vejo o erro que eu cometi, falando isso.
–É! Esse seu pescoço, sua pele branquinha e lisa... Ele mordeu seu lábio interior, sem tirar os olhos do meu pescoço.
''Sabe o que isso é, sakura?'' ''O quê?'' ''Um alarme de... CORRA!''
–Sabe, itachi? Eu tenho uns compromissos e poderia , tipo, por gentileza, me dar à chave?
–Não! Ele segurou os meu braço com força. saky... Tirou os olhos do meu pescoço e foi descendo pelo meu corpo me fazendo arrepiar até o último fio de cabelo.
–i-itachi...
–Psssiiuu! itachi tirou o cabelo do meu pescoço.
–Eu... Acho... O empurrei e me levantei. Eu acho que é melhor nós matemos uma distancia.
–Hey, toma cuidado.
–Cuidado com o quêêêêêêêêêê...? Quase que eu caí dentro aquele espaço que era reservado o Alucard, mas itachi me segura.
Eu acabei caindo pra frente, em cima dele. Diferentemente de mim, ele não parecia muito incomodado, até passou lentamente a mão pela minha cintura, me impedindo de me levantar.

–itachi! Gritei.
–O que é, criatura?
–Saí... Quer dizer, me deixa sair de cima de você?
–Eu te ajudei, se você tivesse caído ali é: Adeus, mundo!
–E daí? Me deixa sair daqui, por favor.
–Garota, eu estou no comando daqui, ok? Você sai quando eu quiser.
–Paro!
–Com o quê?
–Com isso! Tirei o braço dele da minha cintura e me levantei. Pare de tentar achar que pode mandar em mim e que é o dono da situação, eu não sou um brinquedo, objeto e... Não sou sua e nunca serei.
–Humpf! Ele se levantou e ficou de frente para mim. Você é realmente apegada a ele, que não o traí nem com ele mesmo.
–Aí é que você se engana. Vocês dois podem até ser parecido na aparência e, de certa forma, no jeito bipolar, mas há uma grande diferencia entre vocês... Caráter. Isso é uma coisa que ele tem e que você precisa de muito tempo para conseguir.
–Sério? E se eu quiser calar a sua boca para não escutar mais isso, quebrando o seu pescoço e deixando seu corpo ali ele apontou para aquele quadrado vai demorar a alguém achar seu corpo, pode acreditar.
–Que droga! Você sempre acha que pode me controlar e se caso eu ''me revelar'', como você disse, acha que usando o argumento de me matar, vai me obrigar fazer tudo que você quer.
–Acho que funciona!
–Não! Não funciona.
–Se eu quisesse o que a sua mente poluída está pensando. Eu teria, eu te obrigava, mas não quero te obrigar.
–Mas a resposta é não caramba!
–Não pra quê?
–Eu não irei deixar você tocar no meu pescoço.
–Espera! Você acha que eu estou querendo... Ele riu. Tu é lerda, né?
–Ah?
–Esquece!
–Para aí! Você está querendo... Pervertido!
–Essa é sua resposta pra tudo!
–Para uma criança de 10 anos você está muito saidinho.
–Caramba, eu não tenho 10 anos e vive esses 9 só que selado dentro do medalhão.
–Dá pra vê que viveu. Cala a boca e para de ficar olhando para esse corpinho escultural e... Ele escutou meu pensamento.
–Sério? Sua consciência que é meio pervertida.
–Calado!
–Hey, vem aqui, quero te mostrar uma coisa.
–Opa, opa aé! Eu não quero ver nada.
–Mente poluída essa a sua, hein! Garota vem. Ele em puxou pelo braço, mas eu não quero ir com ele a lugar nenhum.

Ele andou me puxando mais um pouco dentro daquele porão, quando abriu uma porta e me obrigou a entrar, mas não trancou essa porta. Ali era uma salinha pequena, tinha dois criados-mudos, um tapete e um a TV de tela plana, 46'' polegadas.

–Que lugar é esse? Perguntei, me sentando no tapetinho.
–Você deveria reconhecer. Ele foi até a TV. Ah, nem notei que também tinha um videogame.
–Por quê?
–A gente sempre jogava lá em cima, mas aqui era nosso lugarzinho especial. Deve ter um monte de chocolate vencido aqui.
–Mas... Eu não me lembro.
–Você amava videogame de zumbi.
–Hoje eu amo série de zumbi.
–Qual?
–The Walking Dead.
–sasuke tem o videogame.
–COMÉ QUE É? Eu quero jogar.
–Espera! Ele colocou o CD dentro do videogame e se sentou do meu lado.
–Como se joga?
–Jogando! Ele ligou o joguinho.
–Esse botão vai para o lado?
–Nãããoooo! Ele faz um chazinho para os zumbis e... Vão comer você.
–AAHH! Matei aqueles filhos da mãe e fui atrás de mais zumbis, só quero saber onde está minha equipe.
–Para de tentar matar zumbi.
–O jogo é pra quê? Ficar dançando?
–Nossa que placar.
–Eu sei que eu sou demais.
–É... Ops... Ele esbarrou em mim de propósito e os malditos zumbis me comeram.
–Idiota!
–Quanta crueldade! Lembrou-se?
–Que você era um trapaceiro e só por que eu consegui um placar maior que o seu, você desparalisou o meu jogo me fazendo perder?
–Isso!
–Acho que me lembro. gaara ficava olhando eu e você sairmos na porrada.
–Isso mesmo!
–Eu tirei uma vez o neji do lixão, onde o primo dele o colocou e Michel quase me bateu por isso se você não tivesse me defendido.
–É! Agora, você se lembra de mim.
–Sim, mas não estou feliz por isso.
–Como?
–Simples, você, tirando as brigas, sempre me tratou bem, me defendeu, mas... Fala sério! Você não é aquele garoto que eu conheci. Falam que quando cresce você fica diferente, mas, no seu caso, foi pra pior. Me levantei e saí dali.
–Pega essa porcaria e some da minha frente. Ele jogou a chave do porão.
–Com todo o prazer. Peguei a chave, abria a porta e fui direto para o meu quarto.

–sakura! Pelo menos tentei.
–Não estou com cabeça, Vivian.
–É importante! Sobre seu colar.
–Dane-se! Não quero saber. Entrei no meu quarto e fechei a porta.

–Que porcaria! Qual o problema desse cara, meu? Estou começando e me irritar amargamente com ele. Afundei minha cabeça no travesseiro.

P.O.V. sakura off

P.O.V. deidara on

Eu estava esperando uma delas chegarem, pois elas foram atrás da Jhullyeta falarem para ela que o colar dela é um dos dois pedaços do sexto medalhão, mas até agora ninguém cheg...

–Oi! Disse meilaine.
–Então?
–Vivian me disse que a sakura estava nervosa e não queria nem saber de colar/medalhão, nenhum.
–Pensei que ela iria se importar com o colar que a mãe dela deu a ela.
–Interessante... meilaine se entrou do meu lado.
–O quê?
–A mãe dela! Como ela conseguiu?
–Falaram que a sakura já estudou aqui com o sasuke, gaara, neji e Michel. Pode ter pegado daqui quando levou a filha embora.
–Ótima observação, mas... Por que a sakura veio para cá?
–Sei lá! Mas é uma ótima pergunta. Como e por que a sakura veio parar aqui.
–Pois é! Bom, eu já vim disse o que eu precisava dizer e agora estou indo. Ela se levantou.
–Espera! Segurei sua mão. Podemos conversar?
–Não temos nada para conversar.
–meilaine...
–deidara, acabou! Nada que você faça ou fale vai me fazer voltar atrás.
–Mesmo se eu disser que te amo, não consigo viver sem você, me perdoa?
–Que nada adianta palavras se não são verdadeiras!
–meilaine olha os meus olhos e vê se eu estou mentindo. Eu te amo, meilaine, nunca faria nada para te magoar. Tudo que eu mais quero é você de volta. Por favor, me perdoa.
–... É... Eu preciso ir.
–meilaine! Você sabe que eu não estou mentindo.
–E como eu posso saber, hein?
–Por que você sabe que eu te amo.
–Ama? Ama, mesmo? Porque se amasse não teria feito o que fez.
–Caramba, vai voltar naquele assunto? Você sabe que foi a Melissa e a rebeca que armaram tudo.
–Não! Eu não sei, literalmente, eu não sei.
–meilaine! Respirei fundo. Eu não sinto nada pela rebeca, ela me beijou bem na hora que você entrou na sala e quando eu a afastei você já tinha entendido tudo errado.
–Aquilo foi um beijo, não tinha como eu entender errado, criatura.
–meilaine, o beijo não importa se eu não gosto da garota que estou beijando.
–Ahá! Você confessou que estava beijando ela.
–meilaine....
–deidara, eu não sei se devo confiar em você, se devo te dar outra chance.
–Eu juro, meilaine, que eu nunca mais irei fazer isso, por favor, volta para mim.
–Eu vou pensar.
–Vai falar com suas amigas, né?
–É! Isso! Ela deu aquele sorrissinho tímido e fofo, que eu senti tanta falta.
–Só mais uma coisa.
–Hã...? Puxei ela para mais perto e a beijei. d-d-deidara... Ela correspondeu o beijo.
–Desculpa, você disse que queria um tempo pra pensar... Ela me interrompeu.
–Não! Não preciso mais de tempo.
–meilaine, eu...
–Eu não preciso mais de tempo, por que eu sei que te amo, deidara.
–meilaine...
–S-sim, mas agora nós precisamos ir para a aula. O semestre já está chegando ao fim e eu não estou a fim de reprovar, ok?
–Ah, sim, claro. Nós dois fomos para a sala de aula.

P.O.V. deidara off

P.O.V. sakura pn

Quando a aula de matemática acabou, eu voltei direto para o meu quarto não queria falar com ninguém. Só que a Vivian, mais cedo, disse algo sobre o meu colar e eu acho que deveria falar com ela, pois o colar foi a minha mãe que me deu, mas quando eu fui à porta do meu quarto ela estava trancada.

–Curioso, não me lembro de ter trancado. Digo, procurando a chave.
–Por que eu tranquei. Ele não disse que não queria mais me ver?
–Olha, me trancar na sala até vai, no porão, tudo bem, mas me trancar no meu próprio quarto? Tá ficando maluco? A chave me pertence e não a você.
–Mas a sua chave está em cima da cômoda, eu peguei uma na sala do diretor. Ele estava sentado na janela me encarando e eu torcendo para ele cair para trás.
–Qual é? O diretor é cego?
–Ele viu.
–Hã? Pera aí! Ele diz que não é para esse garoto chegar perto de um fio de cabelo meu, mas dá a chave do meu quarto para ele?
–Vai entender, vai ver ele acha que você consegue me fazer mudar de ideia e eu aceito ser selado.
–Primeiro: o que veio fazer aqui?
–Exatamente isso. Irei deixar você me selar.
–Quê? Tá zoando com a minha cara, né?
–Não! Estou falando sério... Ele mostrou o medalhão na sua mão.
–Mas? Isso não vai sair de graça.
–Mas... Tem uma condição. Ele veio em minha direção.
–É? E qual séria a sua condição?

Notas finais
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