Notas iniciais
boa leitura

–Vê se para de gritar, por favor. Era um lindo garoto loiro de olhos verdes.
–D-desculpa, é... qu... Ele colocou o dedo na frente da minha boca.
–Não precisa dizer nada. Ele só deu um soco na porta de, ela tipo... Que voou por outro lado do corredor, pelo menos eu podia sair. Mas meu maior desejo era que o sasuke estive atrás daquela porta, pena que nesse colégio sonhos não se realizam.
–Uaaauu! Você não vai ter problemas, por causa da porta?
–Nada não. Ele foi lá pegou a porta e a colocou no lugar, mas ela tipo que estava meio quebrada. Queria saber que tipo de monstro ele era, pois era forte. Não me apresentei, meu nome é Diego.
–Me chamo sakura, muito prazer.
–Encantado! Ele pegou a minha mão educadamente e a beijou, me deixando supervermelha.
–É... É...

–O quê esta a vendo aqui? Aquela voz me parecia muito familiar, a voz da pessoa que eu vou matar.
–Ah... sasuke. Que bom te ver , pois eu... VOU TE MATA! Eu queria voar no pescoço dele, mas Diego me segurou. Me solta, quero matar esse individuo.
–Ô sakurinha. Por que todo esse ódio por mim? Ele fez uma cara sínica.
–Só pelo fato do Senhor ter me trancado, na sala, seu idiota. Eu comecei a bater na mão do Diego, para ele me soltar. Eu ainda quero matar o sasuke.
–Calma saky. Ele disse me soltando devagar.
–Obrigada, mas... AINDA VOU MATAR ESSE MOLEQUE. Eu finalmente consegui chegar naquele individuo, mas antes que eu pudesse colocar minhas mãos no pescoço dele, ele segurou meus dois braços.
–Ai...ai...ai, você é mesmo muito tonta, né garota? Ele deu aquele sorriso que eu odiava tanto.
–Para de me chamar de ''garota'', que coisa hein. Meu nome é SAKURA vê se grava.
–Pelo jeito de vocês dois, de sempre estarem brigando, parece até um casa... Eu o interrompi.
–Se você terminar essa frase, eu juro que te mato, Diego.
–Não ta mais aqui quem falou.
–E você sasuke, não pode pelo menos me pedir desculpas?
–Eu? Pedir desculpas? Ele caiu na gargalhada. Tenho coisas melhores de fazer da minha vida, tipo... Vou voltar para a cantina. Aquele infeliz, foi embora, graças a Deus.
–E você não vai pra cantina?
–Dar de cara com aquele ali, prefiro ter que escrever um texto de 5.000 folhas, manuscrito. Ele riu.
–Vocês brigam dês de que você chegou ,dês de ontem pra ser exato.
–Sim, ele é muito chato. Me perturba por qualquer coisa, se bem que no começo a gente não se deu muito bem, mas agora nos entendemos, eu acho.
–sasuke nunca se ta bem com ninguém, no começo.
–Mas chega de falar dele, por favor né.
–Então, me diz aí o que você é? Por que vocês sempre tem que perguntar isso?
–É... Bom, eu vou indo. Não posso falar pra ele.
–Tá bom, mas mudar de assunto não é sempre a melhor coisa. Tchau. Ele começou a andar. Pois é ele percebeu que eu não queria responder sua pergunta, só não quero que ele perceba o ''Por que'' disso.

Eu estava querendo ir para o meu quarto, sim ''querendo'', pois não achava. Eu sei aonde é, mas não onde estou, o colégio é muito grande me perco fácil nesse lugar.
Andando por aquele imenso colégio, quando uma garota passa por mim. Ela era estranha, tinha os cabelos pretos e olhos azuis, ela estava usando uma blusa preta, uma saia de babados preta e uma bota preta também. O sinistro é que ela quando passou por mim, me olhou de cima a baixo, quase perguntei se ela perdeu alguma coisa em mim. Mas quando voltei a olhar para frente me bati com um garoto.

–Desculpa, eu sou muito desastrada e... Impressão minha ou esse garoto é a cara da garota que acabou de passar por mim?
–Tem nada não. Se quiser pode esbarrar em mim toda hora. Ele abriu um sorriso maléfico.
–Olha, desculpa a pergunta, mas você é parente daquela garota. A garota estava encostada na parede.
–Ela é minha irmã, mas não somos tão parecidos assim. Sério? Você tem a mesma cor de cabelo, a mesma cor dos olhos e até o mesmo estilo. E depois fala que não são parecidos, até parece.
–Bom, foi um prazer te conhecer... Qual é seu nome?
–Yuki e o da minha irmã é Yoko. Aff, até o nome é parecido.
–Eu sou sakura, prazer.
–O prazer foi todo meu. Ele beijou a minha mão. Até que o povo desse colégio é gentil, menos o sasuke.
–Até mais... Eu comecei a andar, mas ele segurou meu braço.
–Já vai? Por que a gente não bate um papo, hein? Ele disse com um olhar maléfico, eu só olhei bem na cara dele e respondi seca:
–Eu não tenho nada que falar com você. Me soltei daquele garoto que há segundos atrás pensei que era gentil. Era só isso que me faltava um paquerador barato no meu pé. Não tenho paciência com gente assim, não.

–Dar o fora no meu maninho? Coisa feia. Não reconhecia essa voz, mas só liguei A com B, acabei de dar o fora em quem?
–Você que é a Yoko? Acabei de percebe que estou sem um pingo de paciência, acho que a culpa é daquele paquerador barato.
–Uau, já estou tão famosa assim? Pois é pensei que não fosse popular no colégio.
–Foi seu irmão que me contou.
–E no final das contas ele se lembra da maninha. Ela deu um sorriso sarcástico.
–Olha, eu não estou com a mínima vontade de conversar, está bem? Eu voltei a andar até que escutei alguém me chamar.

–SSSSSAAAAAAAAKURAAAAAAA Pai amado, acho que fiquei surda.
–rock lee, né? O quê foi?
–Sim é rock lee mas pode me chama de lee. É que a ino me pediu pra te dizer que o diretor que falar com você.
–Sério e ela não tem boca, pra vim pessoalmente? Afff, eu acho que exagerei.
–Que isso, pensei que vocês fossem amigas.
–Desculpa é que perdi minha paciência, mas fala pra ela que eu já vou.
–Ta bom. Mas posso te fazer uma pergunta?
–Pode.
–Você sabe onde fica a sala do diretor? Pois é, to superdesconectada do mundo.
–Na verdade não.
–Na verdade, ela só quer um tempo com você. O quê é, que aquela Yoko está falando. Não disse isso na maldade não, garota.
–Nem percebi que você estava aí.
–Pessoas inteligentes passam despercebidas. Ela foi embora, sem dizer mais uma palavra.
–Ela é muito dramática.
–Não é isso, parece que ela gosta de você. Ele me encarou.
–Então ela disfarça bem. Ele começou a andar e eu o segui. Ficamos em silêncio, mas uma coisa que eu odiava era silêncio, a não ser na hora de ler algum livro.

–lee, como é trabalhar no clube de jornalismo?
–Meio chato, dá a sensação de a gente ser um bando de fofoqueiro, mas ao mesmo tempo é legal. Você queria entrar?
–ino disse que só tem vaga no clube de basquete e no de jardinagem.
–Ah é, mas você não iria gostar muito de tudo dia ficar ouvindo a rebeca, falar um bando de besteiras e toda hora dando em cima do deidara...
–Espera aí, o deidara não namora a meilaine?
–E você acha que a rebeca respeita? O deidara é o único que não percebe. Mas bem, é aqui. Ele disse na frente da porta. Vou te deixar aqui, tenho que falar com o naruto. Até.
–A-Até lee. eu não queria dar de cara com o diretor. O quê ele quer comigo? Por que a ino não veio me acompanhar? Isso não está me cheirando bem.

Notas finais
........................