A Escola De Monstros
11 Brigas? Mais brigas?
Notas iniciais
Sai da cantina correndo e fui direto a sala de representante, já que a fofa da ino disse que iria para lá, mas quando cheguei adivinha quem não estavas lá... Sim, ino
–gaara, ino passou aqui? Perguntei ao fofo que estava arrumando aqueles bandos de papeis espalhados. Que organização que é esse povo, hein.
–Não, ainda não a vi hoje. Por quê?
–Ah é que eu queria saber um troço lá sobre alguns segredos do colégio.
–Cof... Cof... Cof... Ele tosse. E ela te contou algo?
–Na verdade não, mas bem que eu queria saber o conflito do passado.
–Conflito?
–Sim, entre a temari e o shikamaru.
–Ah... Você só quer saber isso. Ufa! Ele suspirou.
–Hã? Ah sim, também vou perguntar a ela sobre essa misteriosa biblioteca.
–B-biblioteca? O quê... Tem a... Biblioteca?
–Algo que te deixou muito nervoso. Eu é que pergunto O quê tem a biblioteca.
–Nada, e não estou nervoso. Ele voltou a procurar algo naquela bagunça.
–O quê você tá procurando?
–Nada de mais. Ele disse frio, parece que não gostou do papo da biblioteca.
–Tá bom, volte pra sua bagunça.
–Isso não é bagunça, é organização.
–Organização, você esta fazendo isso errado.
–GRRR! Sem a ino esse lugar é uma bagunça.
–Então, confessa que a ino é importante aqui...
–Sim.
–... É importante na organização...
–Sim.
–... É importante para você.
–Sim... É... Quer dizer. Ele ficou todo vermelhinho, que fofo.
–Oi, gaa... sakura?! Tinha que ser a hana pra estragar o momento que eu conseguiria arrancar algo do gaara, sobre a ino.
–... Oi H-A-N-A Não gostava dessa garota, ela parecia simpática, mas... Meu santo não bateu com o dela.
–O quê faz aqui?
–Tenho que ter motivo para falar com meu amigo.
–Eu não quis dizer isso, desculpe se VOCÊ não entendeu o que eu disse. Essa garota tá pedindo.
–Deixe, tanto faz. Já estava de saída, Tchau gaa. Dei um beijo na bochecha dele.
–Tchau sakura.
–Tchau...hana. Ela me encarou e eu fiz o mesmo, antes de sair.
Voltei ao corredor, mas não tenho quase ninguém por ali, parecei que nem sabiam que daqui a pouco começa a próxima aula. Milhares de coisas passavam pela minha mente naquele momento, ou melhor, milhares de perguntas: Por que o gaa ficou naquele estado? O que tem naquela biblioteca? O que tem, na história, da vida do diretor? Que papo é esse sobre a mulher do diretor ter sido assassinada? E por quem ela foi assassinada?
Voltando a realidade, eu quase me bati com aquela criatura chata, mas comecei a ignora-lo, até aonde eu pude.
–Vai ficar toda a hora atrás de mim? Vou te processar por perseguição, hein.
–Me erra, garoto.
–Que violência. O que foi que eu te fiz pra te deixar assim.
–Você que eu te diga em ordem alfabética ou cronológica?
–Me diga o motivo mais resente.
–Você me trancou na sala, besta.
–Só por isso? Ele revirou os olhos. Ei, mas me fala aí... É... O que você e o Diego foram fazer na floresta?
–Quem que te contou isso?
–O neji. Pois não foi só falar na criatura que ela aparece.
–Quê que tem eu?
–Nada que seja da sua conta.
–É se tem o meu nome na conversa é claro que é da minha conta.
–sasuke, não perturba o neji.
–Não precisa ficar com medo, sakura. Uau, ele lembrou meu nome.
–Eu já não posso garantir isso.
–Cala a boca, neji
–Ué, vem calar. sasuke não vai fazer isso, né?
–Ai, como é tonto, caso não lembra sou imune a suas habilidades.
–Você pode até ser... Mas ela não. Espero que tenha alguém atrás de mim e que neji esteja se referendo a esse alguém.
–Que foi neji? Agora machuca garotinhas? Antes eram as garotinhas que machucavam você. O quê será que sasuke quis dizer.
–Calado!
–s-sasuke, não irite o neji.
–sakura? Por acaso esta com medo que eu machuque o seu namoradinho?
–Não viaja neji.
–Mas até que vocês fariam um par bem lindinho.
–neji você tem um dom.
–Que dom?
–De irritar uma pessoa. sasuke deu um soco do armário, acho que ele faz isso pra não socar a cara do neji.
–Ficou brabinho?
–Se eu escutar mais uma vez a sua voz não vou me segurar.
–Ui... Que medo... Eu segurei o sasuke, para ele não voar no neji, mas não adiantou.
Os dois estavam se espancando naquele corredor que não tenha mais nenhuma alma viva, eu deveria os deixar brigando e ir à sala de aula, mas eu nunca faço o que deveria.
–Vocês poderiam parar de brigar, não acham? Sem resposta, obvio. Por favor, gente, brigas não levavam a nada.
–Cala a boca, sakura.
–Cala a boca, você neji. Que legal eles me ignoraram completamente.
–Quer saber... VOCÊS MONSTROS SÃO MUITO IGNORANTES.
–Vocês? Pra isso eles param de brigar. Legal.
–É... eu quis dizer... Que eu, sou um monstro tá, mas que... Não sou tão ignorante como vocês. Tenho duas noticias uma boa e uma má, vou começar pela boa: eles ignoraram a parte que eu insinuei que só eles eram monstros. Mas a má: eles não gostaram, que eu os chamei de ignorantes.
–Quem que é ignorante?
–É... Minha vizinha, ela era muito ignorante, tirando a parte que fazia um monte de fofoca. Será que cola?
–Tanto faz, vou embora. neji disse e logo depois foi embora.
–Eu ainda não esqueci o que você disse.
–Qual parte?
–Vocês monstros são muito ignorantes. A parte de vocês tenho minhas duvidas sobre a senhorita.
–Que duvidas?
–O que você acha? Ele pegou no meu pulso com força.
–Para com isso, me solta.
–E se eu não te soltar?
–Eu te mordo a sua mão.
–Opa, o único que morde aqui sou eu. Ele me soltou.
–Nem isso, eu acho, que você sabe fazer direito.
–Quer que eu te mostre que mordo muito bem.
–Fica longe do meu pescoço.
–To te zuando.
–Bom, mesmo.
–Sabia... Que a aula já começou.
–Sim, mas já dever ter terminado. Vocês só querem saber de brigar.
–Ta bom, até mais. Ele foi embora.
Eu fiz o mesmo, mas já que a aula tinha acabado eu fui direto para o meu quarto, mas no meu do caminho alguém puxou meu braço.
–Era você mesmo que eu procurava. Aquela pessoa que me puxou tinha uma voz feminina e eu acho que conhecia.
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