A Escola De Monstros

12 A primeira carta


Notas iniciais
boa leitura!!

–Mas... Yoko? Disse espantada, por que raios ela me puxou.
–Surpresa? Ué, por quê? Depois de ontem você ter feito meu maninho pagar mico, hein?
–Opa! Eu fiz nada e aquele garoto bem que mereceu a sur...
–Cala a sua boca. Ela me deu um tapa.
–Quem você pensa que é? Ta bom, ela pode ser o monstro que for, mas me dar um tapa?
–Eu? Sou alguém que vai acabar com a sua raça, literalmente.
–Então ta, quero ver tentar. Sim, eu pirei agora.
–Você não acha que esta desafiando demais um monstro de raça superior. Sim, sim eu acho.
–Superior? Que raios de monstro você é, yoko? Melhor eu começar a pensar no que eu digo eu vou acabar me entregando.
–Eu é que pergunto. Você tem um cheiro diferente, até parece... Uma humana. Aí, não falei.
–H-humana? Eu? Você é muito da pira, né, garota?
–Se bem que... Não... Sim... Você é uma humana. Ferro, corre sakura, corre.
–E-eu n-não... É... Para de gaguejar, sakura. C-claro qu... Que eu não sou uma humana.
–Vamos ver então?! Ela me olhou com um olhar nada bom.
–O que quer dizer com isso?
–Vou te matar. Ela deu um sorriso. Bom, foi um prazer conhecer a ino, tenten, temari, maia, hina, bia, meilaine, também foi um prazer conhecer o Diego, gaara, lee, naruto, deidara, shikamaru. Vocês foram os monstros mais legais que eu conheci. Mas foi um desprazer conhecer o sasuke, neji, Yuki, a karin ,kaline, tayuya, malu, rebeca, hana e é claro essa Yoko.

–YOKO?! Alguém gritou. Oba, minha morte não vai vim... Agora.
–Alice?! Eu disse, aquela era garota que a ino me falou, mais cedo.
–O quê faz aqui, estorvo? Perguntou Yoko.
–O quê iria fazer com a garota?
–Humm... Quem sabe mata-la depois cortar seu corpo em pedacinhos, levar pra bem longe desse colégio e dar aos cães. Foi... ótimo ouvir o que ela iria fazer com meus restos mortais.
–Você é louca, Yoko. Vai embora sakura.
–Como você sabe meu nome?
–Você esta ficando popular nesse colégio.
–Não quero nem saber como.
–Nem queira mesmo, só te conheço pelas brigas que arrumou !! Brigas? Eu não briguei com ninguém. Também, não sou louca de brigar com alguém daqui.
–Olham, as duas estão virando amiginhas, que fofo. Eu amo estragar momentos fofos.
–Me erra, yoko. Alice disse. Você não tem moral pra falar de ninguém.
–O sujo falando do mau lavado. Quem você pensa que é pra ficar me criticando? Eu não trai minha melhor amiga.
–Cala a sua boca, você esta, completamente, errada. O clima não estava ficando nada bom.
–Eu e todo o colégio, minha queridinha. Todos nós sabemos que por sua culpa que... Antes que yoko terminasse de falar, Alice jogou uma mesa em cima dela, gente essa garota é forte.
–O que aconteceu aqui? Do que a yoko estava falando?
–NADA! Ela berrou.
–Calma, eu só queria saber...
–NÃO VAI SABER NADA. Ela saiu correndo e eu fui atrás dela.

Antes que eu pudesse alcançar a Alice, um sinal tocou, se eu não me engano era o de recolher.

–Maldição, coitada da Alice. Eu fui direto por meu quarto.

Quando cheguei lá, me deparei com uma carta em cima dos meus livros. Ela era estranha, tinha um formato arredondado, o envelope era preto e com um laço vermelho, minhas cores favoritas, e dentro estava escrito:

Aqui se passa mais um dia que esconde sua verdadeira identidade, humana. Esta se saindo bem a uma simples e inútil humana, mas até quando? Até quando poderá esconder isso de seus amigos.
Boa sorte, sakura.
J. H.

–M-mas... Que raios de carta é ess...
–ME AJUDAAAAA? ino entrou gritando no meu quarto.
–O que foi, mulher?
–Estou tentando me esconder.
–De quem?
–D-do... Do gaara. Hã? Espera... A guria é xonada nele (eu acho) e agora tá fugindo?
–Mas por quê?
–É lembra que ontem, eu cheguei atrasada?
–Siiim.
–Lembra que a gente estava na quadra e a hana me chamou?
–Sim, também me lembro disso.
–Que saber vou te contar dês do inicio. Quando cheguei na sala de representantes o gaara estava super nervoso e...
flashback on:
– Olá, gaara. Queria falar comig...?
–hana, saia, por favor.
–Mas eu nem dis...
–Por favor,hana. Ela saiu.
–g-gaara... O quê você queria comigo?
–Ah, nada de mais...
–Então por que expulsou a ha...
–Só o fato de UMA HUMANA ESTAR NO COLÉGIO. Ele gritou, nunca tinha visto o gaara naquele estado.
–Eu posso explicar. É irônico as pessoas dizerem: ''Eu posso explicar'' e nunca podem explicar a verdade.
–Não, você não pode explicar.
–Desculpa gaara, mas é que...

–TRIIMMMM. O sinal bateu.
–ino, você esta muito enquencada, só me diga quem é a humana?
–Desculpa e... Hã? Você não sabe?
–Se eu estou te perguntando.
–É... Eu não posso.
–COMO NÃO PODE? Ino isso não é uma brincadeira. Uma humana descobriu a existência desse colégio.
–Mas...
–Sem ''mas'', ME DIGA, AGORA.
–Desculpa gaara. Eu sai correndo da sala de representantes, até cheguei, atrasada, na sala de aula. Agora, vou ter que evitar o gaara o máximo.
flash back off:
–Ah...
–Entendeu agora? Eu não posso contar a ele que você é a humana, mas também não posso fugir dele pra sempre.
–Então... Acho melhor... Contar a verdade.
–QUÊ? Não hoje você pirou de vez?
–Talvez, mas ino... Olha esse envelope. Entrei o envelope que encontrei mais cedo aqui não meu quarto para ela.
–O que é?
–Leia. Ela começou a ler a carta.
–Mas isso é impossível. Quem? Não...
–Calma tá pior que eu. Alguém dever ter descubrido.
–Mas pelo jeito que essa pessoa escreveu... Até parece que... Sabe disso dês do dia que você entrou aqui.
–Ah... Olha aqui em baixo.
– ''J. H.'' ? Será que é alguma inicial?
–Não sei.
–Podia ser a sua mãe. Hã? Pirou, menina?
–Não. O nome da minha mãe era ''Sayuri''.
–E daí?
–Olha a primeira letra: ''J' não é ''S''.
–Ah, sei lá. Mas e a segunda letra?
–''H''... Hmm... De Hyuuga ?
–Quem é ''hyuuga''?
–É o sobrenome da minha mãe: Sayuri haruno hyuuga
–Esse ''hyuuga'' é sobrenome do seu pai?
–E eu vou lá saber, não tenho pai.
–Como assim?
–Meu pai me abandonou.
–Mas... Espera aí... Esse sobrenome estranho: ''hyuuga''. Acho que já o ouvi em algum lugar, ou já conhecia alguém com esse sobrenome, mas não consigo lembra.
–Esquece dever ter sido, algum engraçadinho.
–Mas esse ''engraçadinho'' sabe o seu segredo.
–Pare de me preocupar com isso, tenho outros problemas.
–Que tipo de problemas?
–A Yoko
–Nem precisa terminar a conheço muito bem a peça. Vou indo, quem sabe não me lembro desse hyuuga.
–Ta bom, até mais. Ela saiu e me joguei na cama.

P.O.V. ino

Eu estava morta precisava muito dormir, ficar fugindo do gaara o dia intero cansa. Eu entrei no meu quarto me surpreendi com o inesperado: gaara estava lá.

–Até que enfim, ino. Esse garoto era muito curioso, pra vim no meu quarto pra saber quem era a ''humana''.
–Você acaba de desrespeitar uma regra do colégio, gaara.
–Dane-se as regras. Você vai me contar quem é essa ou esse humano, e é agora.
–Já disse eu não posso.
–Por que não?
–É... Me recuso a falar.
–Ta bom, vai dizer ao diretor. Ele pegou no meu pulso e saímos do meu quarto.
–gaara... Você conhece alguém que tenha o sobrenome ''hyuuga''?
–Acho que sim, mas não me lembro.
–Tem certeza?
–Humm... Acho que é o Alguém o interrompeu.

–gaara, o que faz no dormitório feminino? Perguntou maia.
–É... Bem...
–Ele esta querendo saber, um troço lá, e eu não queria contar e ele foi até meu quarto pra tirar a história a limpo e... Ai! Ele me beliscou.
–Mas que história é essa?
–Nada, maia. Depois a ino te conta. Ele saiu me puxando de novo.
–Continua o que você iria me contar.
–Agora eu esqueci.
–Ah, lembra, por favor, gaa.
–''gaa''?
–É... Eu quis dizer...
–Aahh, lembrei.
–Sério? Quem?
–Se não me engano é o neji.
–QUÊ?

Notas finais
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