A Escola De Monstros

13 Uma história a desvendar


Notas iniciais
boa leitura meus amados leitores!!!

–Sim, ino. Que eu saiba o nome dele é neji hyuuga. gaara disse.
–Mas... Não pode ser. Então o neji... Sabe o segredo da... Às vezes eu penso em voz alta.
–Que segredo?
–Segredo? Quem falou em segredo? Eu não.
–Você sabe de muita coisa, ino.
–Hey, mais me conte... É ''Hyuuga'', tequinicamente , é o sobrenome da mãe ou do pai dele?
–E eu vou lá saber, pergunte a ele.
–Boa ideia. Eu me virei para ir ao quarto do neji, mas gaara segurou meu braço.
–Faça isso depois, vamos à sala do diretor.
–Não gaara, por favor, eu não vou contar.
–Na frente dele você vai. Não disse mais nada, até que chegamos à sala.

–Por favor, gaara, me entenda.
–Não eu não consigo entender. Nós entramos na sala.
–gaa, eu te imploro, não posso trair a confiança de uma amiga, por favor, gaa.
–O que os dois estão fazendo à uma hora dessas na minha sala? Perguntou o diretor.
–Diretor... Eu... Queria saber se o senhor pode pedir a alguns alunos que ajudassem na organização do baile, pois se não, o baile não saíra até semana que vem.
–Sim, gaara, amanhã resolvemos isso. Agora, os dois sabem que tem aula amanhã e que o sinal de recolher já tocou. Ele saiu da sala.
–G-Gaara... Eu abracei ele bem forte, não acredito que ele desistiu de falar pro diretor da humana.
–Ta bom, mas você me conta?
–Vou perguntar a ela se posso.
–ino?!
–gaara, eu vou te contar.
–Espero...
–Tchauzinho, gaa. Dei um beijo na bochecha dele.
–É... T-tchau. Ele foi se afastando, quando ele virou o corredor, sai correndo atrás do neji. gaara que pense que eu não vou atrás desse troçio dos sobrenomes. Não to nem aí se o neji estiver dormindo, mas minha preocupação maior é de, como eu conheço o neji, ele não dever estar no colégio há essa hora. Mesmo assim, fui até o quarto dele que pra minha alegria estava lá.

–neji, me responda uma cois...
–O quê você fazendo aqui?
–Só me responda: você é irmão, primo, tio, sobrinho, pai, avó ou bisavó da sakura? Ele ficou me olhando com um cara de quem não estava entendendo nada.
–Você bebeu ino? Piro das ideias? Eu não sou parente daquela... Inútil.
–Não tente me enganar. Foi você que enviou aquela carta a ela?
–Eu não sei do que você está falando.
–Não se faça de idiota, neji Você sabe muito bem que ela é uma hu... Mas espera. Vai que ele não sabe, pois se ele soubesse já teria acabado com ela, ele odeia os humanos.
–Uma o que?
–neji... A sakura tem o mesmo sobrenome que você.
–E daí? Isso acontece muito no mundo dos humanos, se as pessoas tem o mesmo sobrenome, não quer dizer que elas sejam parentes. Cruz credo eu ser parente daquela garota.
–Tem certeza?
–Completamente.
–Ta bom,neji... Mas... hyuuga é o sobrenome do seu pai ou da sua mãe?
–Meu pai, por quê?
–Por nada, aff.
–Então, agora pode sair?
–Tá, to indo só queria saber da carta e do sobrenome. Me virei para começar a andar, mas ele segurou meu pulso.
–Mas que carta você estava falando? Que raios de carta é essa?
–É que a saky, recebeu uma carta é... É... Raios, não posso contar a ele o que tinha na carta. De um admirador segredo. Minha criatividade é bem melhor que isso.
–O QUÊ? Você veio até aqui me acusar de ter mandado uma cartinha de amor pra ela? Você... GRRRRR. Ele me empurrou até a porta do seu quarto.
–Poxa, obrigada pela educação. Ele fechou a porta na minha cara.
–DE NADA. Ele gritou do quarto.
–Pois saiba que eu vou ficar aqui até você sair. E foi isso que eu fiz me sentei no chão ao lado da porta do quarto dele e depois de 30 minutinhos ele saiu do quarto com uma mochila, me olhou e foi saindo andando e, claro, eu fui atrás dele.
–neji, você não vai sair do colégio.
–Quero ver você me obrigar.
–Você vai atrás do Rafael, não é? Eu disse baixinho e com a cabeça baixa.
–Não é dá sua conta. Ele continuou andando.
–Você não deveria ter feito aquilo. Ele se virou e me encarou.
–Espera aí, você sabe?
–Sou uma Vidente, seu otário.
–Tanto faz, a vida é minha.
–Eu não estou preocupada com você, mas sim com o seu pai, quando descobrir o que você fez.
–Se você contar pra ele eu acabo com a sua vida.
–E você acha que eu tenho medo de você, neji. Eu conheço a sua história e sei que você não é assim.
–Pois eu tenho uma novidade pra você: Eu mudei, e muito. Ele foi embora.
–neji, não entendo o que te fez ficar assim. Abaixei a cabeça e fui direto pro meu quarto. Amanhã, conto à saky o que descobri.

P.O.V. ino Off

Quando amanheceu eu fui direto falar com a ino, mas ela não estava no quarto dela. Acho que já foi pro clube de jornalismo. Então, o que me restava era ir para a sala de aula, mas no caminho encontrei a maia.

–olá, Lindy.
–Oi... saky. Ela estava pensativa.
–Que foi?
–gaara. Acredita que ontem o gaara estava no dormitório feminino.
–Sério? Fazendo o quê?
–Foi atrás da ino. Pelo o que entendi, ele queria saber algo e ela não quis contar.
–Ah... To sabendo.
–O quê que é então?
–Uma humana no colégio. Não sei se conto, ou se não conto, que eu sou a humana.
–Humana? Nesse colégio? E tudo na mesma frase? Aí, não. Mas quem é a humana?
–É... Bem... Conto, ou não conto? Conto, ou não conto?
–Quem é?
–Olha, a humana sou... Eu estava quase contando quando aquela garota de cabelos brancos apareceu.

–Oi,maia. Eu sei o nome dessa criatura, mas não me lembro.
–Olá... Rosalya.
–Quem é você? Ela arqueou uma das sobrancelhas.
–sakura... Nenhum prazer em te conhecer.
–A novata? Estão falando de você, e muito. Ela me olhou de cima a baixo.
–Algum problema?
–Nem. Nada a ver. Ela me encarou. Não tenho medo de cara feia, por isso estou olhando a sua.
–Oh-oh, que climão. maia disse.
–Nada a ver mai. Inacreditável, ela não conseguia tirar os olhos de mim. Acho que me achou bonita.
–maia, depois a gente se fala.
–Até mais, saky. Eu sai e fui ao clube de basquete, mas como eu só uma ''ótima'' pessoa pra gravar os lugares acabei parando no clube de jardinagem.

–Que lugar é esse? Me perguntei, olhando o lugar até que era lindo lá, mas não gostava de plantas.
–Aqui é o paraíso. Alguém disse atrás de mim me fazendo quase ter um troço.
–Quem é tu? Da onde você veio? Era um garoto, mais bizarro que o shikamaru ele tinha cabelos verde, olhos também verdes e um visu... Meu que de Jardineiro. Só me falta o nome dele começar com J.
–Te assustei?
–Não imagina. Disse com um tom irônico.
–Me chamo Jade. Estão me avacalhando, né?
–''Jade?'' Err... Jade não é nome de garota?
–Algum problema?
–Nada não, nome muito lindo. Alias, me chamo sakura, muito prazer.
–Eu cuido aqui do clube de jardinagem, adoro meu ambiente, ficar ao ar livre, flores, plantas... Ta aí, tudo que eu não curto.
–Ta... Mas... Onde que é a saída?
–Você se perdeu? Você não gosta de plantas? Magoei.
–Desculpa, mas... Aonde fica o clube de basquete?
–O outro lado do colégio.
–Ta zuando com a minha cara, né? Esse colégio é gigante.
–Então, é melhor pegar um mapa, no clube de mapas. Aff, isso existe?
–Quantos clubes têm aqui?
–Uns mil. Poxa, brigada.
–Mas quais são... Tipo... Os principais?
–Os clubes que todos conhecem são o de jornalismo, basquete, jardinagem, musica, informática, leitura, natação...
–Espera! Tem clube de leitura e natação e ninguém me conta?
–Você gosta de leitura e natação? Que eu saiba tem vaga no de natação.
–Oba! Com quem eu falo para que me coloquem no clube?
–Com o garoto ruivo. Olha, brigada mesmo por especificar.
–Tem tanto nesse colégio.
–O representante, ééééééééé..... gaara. Parava, no representante, já entendia o recado.
–Muito obrigada, mas acho que vai ser um pouco complicado achar ele. Vazei daquele clube.

Como já erra de se imaginar me pedir. Olha, daqui a pouco, vou mesmo pedir um mapa emprestado no clube de mapas. Mas eu acho que já passei por aquele lugar.

–Olá, sakura.
–Essa voz... neji?!
–Olha só, um ponto pra você.
–Olha só, ele é irônico.
–Ai, ai. Você esta desafiando o perigo.
–Ultimamente só faço isso.
–É perigoso, brincar comigo. Ele ficava me roteando, odeio isso.
–Estou morrendo de medo. Eu posso ter dito isso com a maior ironia, mas na real, disse com a maior verdade.
–Pois deveria mesmo, depois de ficar inventado que é minha parente.
–Oi? Que parte que eu perdi?
–A parte... De seu sobrenome é hyuuga. Por que fica inventando isso?
–Mas o meu sobrenome é hyuuga.
–Você não é minha parente. Ele alterou voz.
–Você também se chama hyuuga?
–Não te importa. Ele gritou.
–Coma torta. O que deu na minha cabeça pra dizer isso?
–Você gosta de ser engraçadinha? NÃO.
–Me deixa.
–Ta bom, mas... Primeiro vou acabar com você.
–Já é o décimo que fala isso essa semana.
–Pois vou ser o primeiro a realizar. Ele se afastou, e começou a me olha, até dar um sorriso. Isso significava que eu me ferrei.
–O Que você quer dizer com... Eu comecei a sentir uma dor de cabeça muito forte, que me fez escorregar na parede até o chão, coloquei as mãos na minha cabeça, aquela dor era infernal, mal conseguia ouvir meus pensamentos e nem sair do lugar era com se minha cabeça estive ao ponto de explodir a qualquer momento. Foi aí que me toquei essa que era a habilidade do neji.

Notas finais
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