Notas iniciais
Desculpe pela demora ^^

POV Sakura

A minha vida é uma merda! Como descobri isso? Simples. Eu era conhecida como a rebelde da família, e olha a onde estou agora. Em um banheiro, que fica no cú do Judas. Isso só pode ser palhaçada. Mas até que é uma boa aventura. Considerando o fato de que a minha única emocionante aventura, foi quando eu corri pelada pela escola, em que estudava. Ah, aquele dia foi divertido. Mas agora, aqui estou eu, sendo transportada como se fosse uma encomenda, para o Japão, era só o que me faltava.

Talvez vocês se perguntem, por que eu sou rebelde, ou por que estou aqui?

Bom eu sou rebelde por que a minha mãe nunca se importou comigo. Então, se eu desse o cú, ou usasse drogas ela nem ligaria, a única frase dela era “Não fique grávida, se não, você irá para a rua, junto com a criança”. Antes de morrer, ela apenas disse para eu chutar a bunda do meu pai, quando o encontrar.

E por que estou aqui?

Quem sabe, nem eu entendo direito, só sei que estava andando pela rua, e um carinha de cabelo laranja me segurou. De primeira, até que poderia achar bom, pois ele era gostoso, mas depois ele me jogou dentro de um carro preto. E quando acordei novamente, estava naquele quarto imundo. E esses idiotas estavam tentando tirar a minha roupa!? Comecei a chutar espernear e gritar, esses idiotas acha que eu sou o que? Nem pense em responder. Bom então aconteceu aquela perseguição de avião. Foi até emocionante. Rsrs.

Então o gato e gostoso do meu seqüestrador me deu aquele vestido, ele era até que fofo (N/a: O vestido ou o seqüestrador?) Hehe,os dois, mas o senhor seqüestrador é muito gato, meu Kami, parece até um deus grego, de tão perfeito. E aquela expressão de “não me importo com nada”? Assim ele me mata.

Enfim, nesse banheiro tem uma pia, e um vaso, que pobre, bom minha cara ta horrível, parece que eu fui pisoteada por filhote de tiranossauro Rex, e depois jogaram lama em cima.

Melhor eu começar pelos meus lindos cabelos rosa. Não me ache uma E.T, ou uma idiota que pinta cabelo de tosa. Eles são muito do natural, ok? Bom, caminhei até a pia, e comecei a lavar o meu cabelo, passo a mão para ver se saia, aquela sujeira toda.

Depois de um tempo, os meus cabelinhos estavam todo molhadinhos, então eu tirei o excessinho e ficou melhorzinho, (Inner: Para de falar no diminutivo u.u) (N/a: Eu odeio quando ficam falando comigo no diminutivo “Apoiado inner” KKK) Vocês duas fiquem quietas. Continuando... Eu então tirei aquelas roupas horrível, todas rasgadas e coloquei o fofo vestido verde claro.

Depois peguei água e passei no meu pé, bom eles vão ficar molhados mesmo. Coloquei o chinelo. Olhei-me uma ultima vez no espelho, era o Maximo que eu conseguiria. Então apenas limpei o meu lindo rostinho. Até que seria interessante me fazer de boazinha pro meu senhor seqüestrador.

Meu Kami! Que barulheira é essa lá fora? O senhor seqüestrador está fazendo alguma festa? Fui caminhando até a porta, mexi na maçaneta, mas nada, a balancei com força, então ela abriu, mas logo minha visão foi tampada com uma imensa prateleira com alguns salgadinhos, retirei alguns da minha frente. E a visão que tive, fez a minha adrenalina subir, fazer o que se me exito no perigo, quanto mais o risco de vida, melhor, KKK.

O senhor seqüestrador estava apontando a arma para um carinha jogado no chão à sua frente. Mas havia uma grande mancha de sangue na blusa do senhor seqüestrador. Nem deu para eu abrir a boca, no minuto seguinte, o senhor seqüestrador atirou no carinho do chão, iup iup, ~ pulando igual uma idiota ~ Dançinha da vitoria. Mas nem deu para eu continuar comemorando, pois uma velha sai metralhando tudo. Isso mesmo uma velha. VELHA, vê se pode, até que as velhas caducas, nem tão caducas, estão soltando a franga minha gente. Só sei que ela atirou até na minha direção, tive que abaixar. E eu achando que a velha era gente boa. Deixa só ela.

O senhor seqüestrador se abaixou e rolou por baixo de umas prateleiras. E a velha continuou atirando. Tinha que ajudar o senhor seqüestrador. Por isso fiz uma grande burrada. Mas quando eu não faço, não é mesmo?

– OH!! VELHA CADUCA! – gritei a pleno pulmão, e foi ai que a velha olhou para mim, e atirou, à bala venho bem na minha testa? Mentirinha, ela só me olhou, mas quando ia atirar, acho eu, o senhor seqüestrador atirou. Coitada da velhinha levou um tiro bem no peito, e dois na testa, caiu com tudo no chão do corredor.

Olhei para o senhor seqüestrador, que vinha em minha direção. Com aquele andar sexy, em câmara lenta, os cabelos pretos voando com o vento, e os olhos frios me encaravam. MEU KAMI! Morri e fui pro céu.

Ele retirou a prateleira do caminho, e me encarou.

– Vamos – Ele disse sua voz tão baixa e rouca, agora eu me molhei toda. Hehe.

O segui, iria colocar meu plano de “boazinha” em ação. Seguimos até o carro, entrei e me sentei, ele saiu estrada a fora. Mas ainda pude ouvir o som de explosão atrás de nós. Ele havia destruído a loja? Coitados, então o caminhou se seguiu em silencio.

oOo

Eu estava com tédio. Ele não fala nada, só dirigia. Quando ia reclamar, ele estaciona perto de uma casa, à beira mar. Aquele lugar era bonito.

– Sai – ele me ordena, nem tinha notado que ele tinha saído do carro.

Sai, caminhando lentamente ao seu lado, Ele abriu a porta da casa, e fui andando. Chegamos a uma cozinha. Foi quando ele foi abrindo as gavetas, retirando delas, fita, corda e uma adaga.

Ele me forçou a sentar em uma cadeira, depois me amarrou e por fim colocou um grande pedaço de fita na minha boca. Puxou uma cadeira, e se sentou na minha frente:

–Agora vamos ás perguntas – disse frio e cortante, estremeci – E você irá responde-las – ele começou a brincar com a adaga.

O único pensamento que tive foi.

“Agora fudeu tudo”


Notas finais
Espero que tenham gostado, comentem por favor ^^