A Different Direction
15 Hometown Glory
Notas iniciais
Como estão todos? Eu estou ótimo, estudando e trabalhando mais que nunca HAHAHA mas é a vida, fazer o que né.
Esse capítulo é a introdução para muitas coisas, tem Larry e aquele gostinho que sempre temos de Niam ♥
Espero que gostem e queria agradecer a TODAS(OS) que estão me acompanhando desde o primeiro capítulo, fui ver e minha fic está em 20 favoritos ♥ sooo lovely! muito obrigado mesmo a todos, até os que não comentam, só quero que no entendem que sempre escrevo para vocês gostarem ♥ Mas combinamos, o maior capítulo até agora merece comentários poxa :(
Temos música nesse capítulo:
I'm Yours do Jason Mraz (O Liam e o Niall cantam então a versão dos dois http://youtu.be/zTUg9AGPzWM e a do Liam http://youtu.be/pZIyFUiOAno)
Vejo vocês lá embaixo...
POV do Louis
A estrada estava escura sendo apenas iluminada com as estrelas do céu. Compramos as passagens de ultima hora na rodoviária de Cardiff e nos despedimos dos meninos pela tarde. Por sorte, conseguiram alugar um carro sem realmente ter toda a documentação necessária horas antes.
Harry dormia profundamente, encolhido na fofa cadeira reclinada com capuz cobrindo seu rosto, enquanto respirava profundamente. Sorri por apenas observá-lo dormir de uma maneira tão suave. Obviamente é muito clichê dizer que alguém dormindo era fofo, porém o que chocava-me em Harry era a suavidade em seu sono comparado com sua hiperatividade quando estava acordado.
Restava poucos minutos para a chegada na rodoviária de Doncaster e havia sido uma viagem sem grandes problemas. Aquele poucos minutos eram um momento de paz, onde o silêncio era o ser dominante.
Meu olhar retornava para Harry e levantei levemente minha mão, a passando com cuidado sobre seus cabelos cacheados. Ainda sentia-me esquisito em relação a nós dois, apenas por não saber nos definir ainda, sabia que o próprio Harry não havia se decidido em toda a questão de sexualidade e como eu, ele ainda estava aprendendo a lidar por isso sábia que tinha que respeitá-lo, porque mesmo quebrando meu coração com nosso relacionamento, eu ainda vou querer tê-lo como meu melhor amigo, por isso não o forço a nada.
Em questão de minutos, ouvia o ônibus já estacionando na pacata Doncaster, passei minha mão esquerda sobre as maças de Harry, o chamando baixinho.
– Acorda, Hazza.
O toquei levemente e calmamente, ele respondeu ao meu chamando, olhando-me com olhos pequenos. Soltou um gemido enquanto esticava seu corpo de uma forma estranha e retorcida, soltei uma risada abafada enquanto notava aquela cena.
– Deixa eu acordar direito, Lou. – Dava-me um pequeno soco no ombro, falando manhosamente.
– Para de ser manhoso e acorda, Hazza. Ainda precisamos pegar um taxi.
Levantei-me, esticando minhas pernas depois de três horas e adentrei ao pequeno corredor de cadeiras. Harry seguia-me resmungando enquanto descíamos do ônibus, agradecendo o motorista. Fomos ao bagageiro, onde recolhemos nossas mochilas, já que arrumamos tudo as pressas.
Andamos mais um pouco e notava as ruas vazias e silenciosas, como sempre. Logo que vimos um taxi preto passar, ergui meu braço o fazendo parar imediatamente. Rapidamente, já estávamos no veiculo enquanto orientava para qual sentindo seguir.
– Eu estou com medo, Lou. – Harry disse baixo apoiando sua cabeça em meu ombro.
– Medo do que? Sou eu que vou sair do armário pro meus pais... – Disse ironicamente, dando uma risada leve para acalmar o clima.
– Ah não sei, vai que seus pais não gostem de mim ou sei lá. – Virava meu corpo para ele, o encarando.
– Imagina Hazza, você é a pessoa mais gostável que eu conheço... Ok, menos quando você acorda, ai você é detestável.
– Para de ser idiota, Louis. Eu estou falando sério. – Ele se afastava de mim, tomando sua atenção para a noite fria que se encontrava atrás da janela do carro.
– Você que tem que parar de ter essas ideia idiotas, obvio que eles vão adorar você! – Apertava sua bochecha, enquanto ele continuava a fingir que estava irritado.
Ficamos quietos por mais uns segundos e logo o taxi parava em frente a minha casa, tive apenas um relance rápido daquela casa na qual havia crescido e era esquisito saber que havia saído de um jeito e voltado de outro.
Harry saiu do taxi enquanto eu entregava o dinheiro para o senhor, o agradecendo enquanto saía do taxi. Logo, ambos estávamos apenas parado em frente de minha casa, por algum motivo, não conseguíamos dar o primeiro passo. Eu o olhei por um segundo e sentia que Harry também estava relutante, eram coisas tão reais que sabíamos as consequências.
– Louis?
A voz fina e feminina via por trás do portão que rangia ao ser aberto e notava o pequeno ser caminhar até mim com seus cabelos presos em alto rabo de cavalo e um pijama rosa de ursinhos. Sorri ao vê-la e agachei, logo sentindo seus braços ao meu redor.
– Daisy! – Apertava minha irmãzinha com força – O que está fazendo acordada? Já é tarde.
– Eu tava te esperando, né? – Eu a olhava, enquanto a erguia em meu colo. – Mamãe disse que você ia chegar hoje.
Minha irmãzinha reparava que alguém estava ao meu lado e encarou Harry como se ele fosse um E.T. ou coisa parecida. Ele soltou um sorriso envergonhado enquanto minha irmã ainda o encarava com seus grandes olhos.
– Esse é o Harry, Daisy, meu amigo – Ao terminar, ela soltou um sorriso tímido e apenas acenou para ele, enquanto se escondia em meu peito. – Melhor entrarmos, não? Está frio e não quero que nem você ou Harry se resfriem.
Todos concordaram e Harry ajudou-me com minha mochila, já que minha pequena irmã não queria me largar por um minuto sequer. Andamos calmamente sobre o pequeno quintal da frente da casa e ri ao notar as flores destruídas pelo jardim, ela sempre tentava plantar qualquer coisa e as meninas sempre achavam que eram brinquedos crescendo em arvores e as destruíam. Chegamos até a porta da frente, que já se encontrava encostada.
– Cheguei – Gritei, já ouvindo alguns barulhos de madeira batendo – E encontrei um gato fedido na rua e trouxe para dentro. – Minha irmã xingava-me de alguma palavra simples, já se soltando de meus braços e correndo até a cozinha.
Harry apenas me seguia quieto enquanto entravamos entre os corredores daquela casa bagunçada. Parei no batente da porta da cozinha, observando minha mãe tirar diversas formas do formo. No tempo livre que ela tinha além de trabalhar, cuidar de minhas irmãs ou cuidar da casa, ela tinha um pequeno negócio no qual fazia doces para casamentos.
– Não toca aí Daisy, tá quente. – Ela disse calmamente enquanto minha pequena irmã tentava roubar um bolinho.
Finalmente, ela notou minha presença e encarou-me com o rosto sujo de farinha, um grande sorriso se formou em sua face e logo largou o que estava fazendo correndo ao meu encontro. Um segundo depois, me abraçava fortemente, apertando meu corpo. Eu sentia tanto sua falta e o momento de mostrar era agora.
Aos poucos ela ia afrouxando o abraço e sentia suas mãos quentes percorrerem meu rosto a procura de qualquer coisa diferente, suas mãos iam para meu cabelo e ela dizia para parar de ficar cuidado tanto desse cabelo ele iria acabar caindo. Apenas ouvi uma risada baixa de Harry do meu lado, provavelmente por causa do comportamento de minha mãe.
– Mãe, esse é o Harry, o meu melhor amigo. – Eu disse calmamente, ele sorria timidamente enquanto minha mãe se aproximava.
– É um prazer, Harry. Meu nome é Jay!
Pego de surpresa, o mais novo sentiu um abraço de minha mãe, forte e apertado. Sorri porque notava que ela não havia mudado nada nesse meio tempo.
– Fico feliz de Louis ter um amigo como você para cuidar dele.
– Eu que fico feliz de ter um amigo tão bom quanto o Louis, seu filho é um ótimo rapaz – Sorri envergonhado enquanto os dois me elogiavam.
– Fico muito feliz que vocês estejam aqui, mesmo que for por poucos dias... – Minha mãe sorria animadamente para mim – Fiquem um pouco aqui, tenho que só acabar esses bolinhos e já mostro para Harry a nossa querida casa.
Adentramos a cozinha e sentamos nas cadeiras, apenas observando o pequeno balcão da cozinha lotado de formas e cobertura rosa. Minha mãe decorava cada bolinho com cuidado, fazendo pequenos desenhos em suas laterais. Nesse meio tempo, ouvia suas perguntas sobre a academia, a música e todas aquelas típicas perguntas.
Daisy, em pé sobre um banquinho, decorava um dos bolinhos tentando fazer algo bonito apenas para ficar conosco, ela era adorava pessoas na casa. Em alguns minutos, minha terminava o ultimo bolinho o colocando junto dos outros em uma caixa branca, porém torci a cara notando que ainda restavam mais quatro bandejas.
– Depois eu termino eles... – Puxava seu avental, limpando suas mãos — Vou mostrar o seu quarto, Harry – Podíamos ser uma família desorganizada porém tratávamos nossos convidados como reis, mesmo desejando que o mais novo dormisse comigo.
– Tem certeza que precisa usar o quarto de hospedes, mãe? O Harry pode ficar no meu quarto – Nossos olhares se cruzaram e ele sorriu.
– Eu só não quero incomodar, Jay. Você já está deixando eu ficar aqui, não preciso de um quarto só para mim! – Ele dizia enquanto seguíamos minha mãe, com as mochilas nas costas.
– Imagina, Harry. O quarto do Louis é muito pequeno e você ficará mais confortável no quarto de hospedes, eu insisto. – Minha mãe dizia enquanto subíamos as escadas para os quartos.
Andávamos pela casa bagunçada e ficava feliz ao ver que tudo estava no seu devido lugar, brinquedos das meninas pela escada, roupas penduradas pelos lados, retratos de famílias tortos porém todo a casa tinha uma sensação de família e as vezes temia por perder essa sensação quando o segredo viesse a tona.
Parávamos na porta perto de meu quarto e minha mãe abria o quarto de visitas, abri a boca ao notar que ela havia redecorado todo o ambiente.
– Este é o seu quarto, Harry. Fique a vontade e sinta-se em casa, qualquer coisa o Louis está aqui do lado. Eu vou voltar para cozinha que ainda tenho que decorar o restante daqueles bolinhos para um casamento daqui um dia.
Harry agradecia enquanto adentrava ao quarto arrumado, minha mãe deposita um longo beijo em minha bochecha direita, voltando a sorrir para mim.
– Desculpe, filho, por não conversarmos direitos mas eu tenho que acabar aqueles benditos bolinhos. Amanha conversamos melhor – Outro beijo era depositado – Boa noite, querido. – A mesma saindo correndo de volta para a cozinha.
– Eu vou dormir também Lou, entrega isso para o Harry... – A pequena se aproximava de mim entregando o pequeno bolinho mal decorado em minhas mãos – Ele é legal e tem um cabelo engraçado! – O sorriso largo mostrava seus dentes crescendo e dei um beijo em sua bochecha, enquanto ela corria para seu quarto no final do corredor.
Voltei a minha atenção para Harry, que continuava curioso com o quarto, jogando sua mochila sobre a cama e caminhando ao redor do cômodo, adentrei ao ambiente e encostei a porta, deixando o bolinho de Daisy no pequeno criado-mudo
Eu apenas o olhava de costas e sentia-me estranho por não saber como agir, eu não intimidá-lo a nada mas aquela apenas fazia querer encher seu longo pescoço de beijos e dar um forte abraço para agradecer sua companhia. Esqueci tais pensamentos quando ele se sentou sobre a cama e sorriu em minha direção, dei passos longos e sentei ao seu lado, apoiando minhas mãos sobre o colchão macio e logo, sua mão direita cobria a minha esquerda.
– Queria dormir com você, Hazza. – Eu disse baixinho enquanto notava suas bochechas corarem.
– Não faz assim, Boo. – Ele sorriu nervoso, provavelmente aquele assunto não estaria em nossos planos... por enquanto – Melhor irmos dormir, eu quero conhecer a cidade amanha, como prometido.
Revirei meus olhos, bufando enquanto levantava-me porém fui puxado em seguida. Harry se levantou juntamente a mim e depositou um pequeno beijo em minha bochecha, sorri no mesmo instante.
– Agora eu entendi como você segurava todas aquelas meninas, esse beijo estupido na bochecha faz qualquer um esperar mais um pouco. – Eu ria enquanto o mais novo revirava os olhos. – Boa noite, Hazza, dorme bem.
– Boa noite, Boo.
Saia do quarto quietamente e fechei a porta, uns passos depois chegava a porta de meu quarto, com a mesma madeira velha de sempre, girei a maçaneta entrando no meu próprio mundinho. Acendia a luz apenas vendo minha escrivaninha velha em frente a janela pintada, uns pôsteres velhos de bandas espalhados por todo o quarto e um armário embutido ao lado da porta. Foi aqui que passará horas sozinhos e pensando em minha vida, em como era algo bobo e descompromissado e hoje em dia sigo meus sonhos.
Cansado, joguei minha mochila no canto do quarto e sem pensar duas vezes, fui me despindo aos poucos, tirando minhas peças de roupas rapidamente pois finalmente poderia voltar aos meus velhos costumes de dormir nu. Deitei-me sobre a cama, puxando os lençóis debaixo de mim para cobrir-me, logo apagava a luz, deitando de barriga para cima, com as mãos em minha cabeça.
As estrelas que grudará quando pequeno ainda se encontravam nos mesmos lugares com o mesmo brilho vagabundo de sempre, era engraçado que eu sempre conseguia dormir melhor quando olhava para elas.
Joguei meu rosto para o lado, já tentando engatar algum sono, porém um pequena fresta de luz me distraiu. Um grande pôster da banda Busted se encontrava ao meu lado, minha cama era colada na parede e o final do pôster acabava bem onde meu rosto estava.
Curioso, puxei o pedaço solto do final do mesmo e vi um pequeno buraco iluminado, levei um de meus olhos até lá, lembrando das peripécias que havia feito quando criança. Um dia havia roubado uma das ferramentas de meu pai e feito esse buraco por algum motivo desconhecido, apenas era divertido fingir que era um espião ou algo parecido.
A imagem de Harry chegava ao meu cérebro e sorria ao notar que ele jamais iria perceber tal façanha minha. O mesmo apenas acabava de digitar algo em seu laptop e o fechava, colocando sobre a mesa perto da porta. Ele soltou um barulho baixo e torceu o pescoço, provavelmente se preparando para dormir.
O momento mais interessante chegou quando Harry tirava seu casaco, o jogando sobre o chão, após sua camisa na qual ele desabotoava com calma, o corpo descamisado dele era algo que eu gostava de ver, mesmo sem ele saber.
As linhas do corpo de Harry eram ao mesmo tempo delicadas porém marcantes. Eu já havia o visto sem camisa tantas vezes porém sentia-me diferente dessa vez, ficou tudo mais real depois daquele beijo, mais real que aqueles sonhos apaixonados que vinha tendo.
Eu não queria pensar que era um tarado ou algo parecido porém estava sendo inevitável não ter pensamentos mais pervertidos com aquela cena logo a minha frente. Movimentei meu corpo e tremia sentindo o leve toque de minha mão sobre o corpo nu, aos poucos, ia descendo, rodeando aquela região. Logo começava a estimular-me com leveza, era uma sensação que queria aproveitar ao máximo.
A calça dele ia descendo juntamente com suas boxers e logo o vi nu por completo. Aquela cena era esquisita e fascinante ao mesmo tempo, já sentia meu sangue circular mais rápido em minhas partes intimas. Harry caminhava nu pelo quarto e deitava na sua cama, jogando as coisas sobre ela, pelo chão. Logo, apenas vi o pequeno buraco se escurecer.
Tirei meu olho sobre o pequeno buraco e voltei a olhar novamente as estrelas, enquanto aquelas cenas juntamente com minha imaginação criavam uma sensação nova e gostosa. Aos poucos ia sentindo a intensidade estremecer meu corpo e meus músculos contrariem, soltei um gemido abafado, apenas curtindo aqueles minutos de prazer e juntamente com isso, meu sono ia vindo e ia caindo no sono pensando em Harry Styles.
(...)
Senti-me acordado ao ouvir um barulho perto de mim, baixo de folhas sendo folheadas e abri os olhos vagarosamente, ainda sem conseguir ver totalmente a imagem em frente a mim. Alguns segundos depois, a forma do rapaz de cabelos cacheados se formou e espantei-me ao notar que ele estava lá, assustei puxando o lençol para mais perto de meu corpo. Quando percebi o que ele folheava, notei o símbolo de meu antigo colégio na capa e me dei conta de que era meu anuário.
– Danny Zuko, por quê não me ensina uns passos de dança? – Harry dava altas risadas e virava o anuário para mim mostrando a foto de página na qual posava como o personagem icônico de John Travolta.
– Se me arranjar um casaco de couro, podemos dar um jeito. – Eu ri, sentando sobre a cama com lençol tampando minhas partes nuas. – Acordou faz tempo?
– Uma meia hora, eu acho. As suas irmãs não paravam de gritar enquanto ouviam Justin Bieber – Eu ri, lembrando como ficava quando acordava com a gritaria delas – Primeiro eu vi uma, depois duas, mais duas e por final, eu vi a quinta. Em algum momento, achei que estava em uma sitcom americana! – Rimos enquanto passava uma de minhas mãos sobre meus cabelos rebeldes.
– Não quero nem ver quando todas chegarem na puberdade e lidar com cinco meninas com crises hormonais mensais, isso sim daria uma boa sitcom.
– Bom Danny, acorde e bote roupas porque encontrei sua mãe no corredor e ela pediu para te chamar para tomarmos café da manhã – Hazza se levantou rapidamente, deixando o anuário sobre a mesa – Te encontro lá fora. — Saiu correndo, fechando a porta em seguida.
Sem me importar, caminhei até meu armário e agarrei a primeira calça de moletom que encontrei e a vesti no mesmo segundo, junto com uma camisa antiga e um pouco rasgada. Abri a porta e o encontrei novamente bisbilhotando minhas foto sobre um pequeno móvel que havia do lado da escada, o chamei a atenção e ele ria novamente de minhas fotos de bebê.
Descemos as escadas rindo enquanto Harry imitava caretas de bebês e tentava apertar minhas bochechas, chegamos no batente da porta da cozinha e já ouvia a gritaria das meninas por panquecas e calda.
Eu entrei silenciosamente andando por detrás das barulhentas, ao notar a pequena Daisy receber um panqueca em seu prato, através seu pequeno corpo roubando no mesmo instante a deliciosa massa e mordendo em seguida, a terminando em poucas mordidas, rindo com minha boca cheia. Assustada, ela se virou no mesmo segundo, perfurando-me com seus olhos.
No mesmo instante a gritaria delas eram encerrada e todas sorriam ao notar a minha presença, logo fui recebido com abraços das minhas irmãs por todos os lados, menos de Daisy, obviamente que já resmungava por outro pedaço de panqueca. Harry adentrou a cozinha tímido e as meninas o encaram no mesmo instante, porém logo o apresentei.
Meu pai que apenas ria com minha mãe de toda a situação finalmente havia se levantado ao meu encontro, puxando-me para um abraço. Mark havia casado com minha mãe ainda quando ela ainda estava grávida de Georgia, depois de uma separação complicada com meu verdadeiro paz achei uma benção ela ter achado alguém como ele em nossas vidas, eu o considero um pai em todas as maneiras e níveis possíveis. Harry dessa vez se apresentou para meu pai que sorriu e apertou sua mão e logo, estávamos todos sentados na mesa, enquanto minha nos servia as melhores panquecas do mundo.
O café da manha corria calmamente, minhas irmãs contavam para o Harry que se ele alisasse o cabelo, ele poderia brincar com elas de Justin Bieber e eu apenas ria enquanto conversava com meu pai. Styles para entrar para a família teria que aguentar as princesas da casa.
O telefone de casa começava a disparar aquele toque irritante e dispersei minha conversa com meu pai e levantei, correndo ao encontro do aparelho telefônico. Um pouco afobado, apertei o pequeno botão verde enquanto levá-la para meu rosto.
– Alô? – Disse apenas ouvindo um zumbido do outro lado linha.
– Louis? – No mesmo instante que sua voz se assimilou no meu cérebro, eu tremi levemente – É a Eleanor, soube que você está na cidade. Tudo bem?
– Tudo sim e com você? – A voz dela continuava suave como sempre, mas a situação havia mudado no momento que havia me assumido e sentia que ela também deveria saber. Sempre tivemos uma relação honesta estando juntos ou não.
– Eu estou ótima, estou de férias da universidade e queria saber se não quer se encontrar mais tarde? Vem na sorveteria e conversamos melhor.– Os pais de Eleanor tiveram a vida uma sorveteria, uma das mais famosas de Doncaster.
A partir desse negocio eles conseguiram crescer e mandar a filha deles para universidade. As vezes, minha mãe e a mãe de Eleanor trabalhavam juntas no negócio de doces de casamentos, as duas eram fantásticas na cozinha.
– Acho ótimo, eu estou com um amigo e ele vai comigo se não tiver problema.
– Claro, Louis, sempre é um prazer conhecer seus amigos... – Ela soltava uma risada meiga – Então nos vemos mais tarde. Beijo.
A linha já era desligada do outro lado e respirei fundo sentindo minha orelha quente em consequência do aparelho em meu ouvido. Respirei fundo novamente, tentando pensar uma maneira de explicar para o Harry que iriamos sair para conversar com minha ex-namorada.
POV do Niall
– Niall, deixa nessa música, eu quero mostrar a voz maravilhosa que eu tenho!
Enquanto tentava sintonizar em outra rádio, os gritos de Danielle me impediram no mesmo instante. Ela cantarolava altamente um dos diversos hits de Nicki Minaj, que provavelmente iria morrer de desgosto ao ouvir sua música sendo cantada em uma versão tão ruim.
Uma hora já havia passado desde que deixamos Cardiff e a academia para iniciarmos nossa pequena viagem. No inicio da tarde fomos a uma agência de aluguel de carros e passamos horas tentando convencer o atendente a nos autorizar a pega um carro, porque todas nossas carteiras de motoristas eram apenas temporárias. Felizmente, a mãe de Zayn fez uma ligação deixando que qualquer coisa que ocorre-se ela seria a total responsável e conseguimos um carro, o mais velho porém, pouco estava me importando.
O dia estava ensolarado com algumas nuvens porém poderia abusar de meus óculos escuros, mesmo não gostando o som eletrônico de Minaj estava feliz por estar saindo um pouco do ambiente da academia e apenas descansar. Zayn olhava-me com um sorriso enquanto dirigia o carro, enquanto apenas conseguia me concentrar nos cochichos e risadas do banco de trás, entre Danielle e Liam.
Liam, era de fora, a pessoa mais indecisa que havia conhecido. Entendia todas aquelas sensações repetidas sobre sentir-se confuso e com medo, porém quando ele estava comigo agia de uma maneira completamente diferente de quando estava com Danielle. Apenas soava-se falso demais.
– Está gostando da viagem, Nialler? – Zayn fumava seu cigarro, sem tirar seus olhos da estradas.
Devido a música alta, conseguia soltar um pequeno gemido de enjoo devido a todo aquele papo do banco de trás. Eu ri em seguida para o mais velho, ele parecia ter entendido a mensagem.
Felizmente a música farofa de Nicki já havia acabado e para mudar totalmente o ambiente, apenas ouvia uma batida gostosa vim em seguida. Jason Mraz. Afundei no banco do carro e aumentei um pouco o rádio, apenas ouvindo aquela música que tanto adorava.
O violão deixava-me calmo e logo sentia a melodia percorrer minha mente, aos poucos já cantarolava junto a música.
Well you done done me and you bet I felt it
I tried beat you but you're so hot that I melted
I fell right through the cracks, now I'm trying to get back
Minha voz baixa foi abafada pela alta voz de Liam, que cantava com firmeza. Arrumei minha postura no banco e comecei a cantar com mais firmeza quando notei que ele estava realmente tentando ultrapassar meu tom e ficar mais sonoro.
Before the cool done run out, I'll be giving it my bestest
And Nothings going to stop me but divine intervention
I reckon it's again my turn to win some or learn some
Um sorriso se formava em meu rosto enquanto aceitava tal disputa. Podia parecer boba mas poderia ser um dos poucos momentos da viagem que poderia socializar com calma com Liam e em seguida, nossas vozes entravam em harmonia enquanto ele tentava aumentar o tom em algumas partes.
But I won't hesitate no more, no more
It cannot wait, I'm yours
Well open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you're free
Look into your heart and you'll find love, love, love
Listen to the music of the moment people dance and sing
We're just one big family, and
It's our god-forsaken right to be loved, love, loved, love, loved
Em um momento de ecstasy enquanto cantarolava todos aqueles “loves” com meu coração, soltei meu cinto e virava-me com agilidade, apoiando meus joelhos no assento e me virando para o casal. Danielle parecia assustada e Liam apenas sorria com olhos baixos enquanto a música continuava, era a primeira vez que mostrávamos interação um com o outro na frente de outros, desde nossa discussão.
D-d-do you, but you, d-d-do
But do you want to come on
Scooch on over closer dear
And I will nibble your ear
I've been spending way too long checking my tongue in the mirror
And bending over backwards just to try to see it clearer
But my breath fogged up the glass
And so I drew a new face and laughed
I guess what I'm saying is there ain't no better reason
To rid yourself of vanities and just go with the seasons
It's what we aim to do, our name is our virtue
Nossos olhos estavam conectados novamente e me espantava com a facilidade que isso acontecia, estava em um mundo além do tempo normal, encontrava-me em uma parare-lo que apenas conseguia ouvir sua voz e mesmo negando os meus mais profundos sentimentos, eu não conseguia evitar. Eu sentia e sempre senti, como havia dito na noite anterior para Liam.
Come on and open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you're free
Look into your heart and you'll find that the sky is yours
So please don't, please don't, please don't
There's no need to complicated
Cause our time is short
This is, this is, this is our fate, I'm yours!
O ultimo acorde foi tocado e a música terminou com o som de nossas risadas, voltei a minha posição normal, ainda um pouco ofegante de cantar. Essa pequena e rápida interação esquentava meu coração e como sempre, gostava de sentir aquilo.
– Acho que você ganhou, Niall – Zayn ria, abaixando um pouco o som enquanto outra música já começava.
– Óbvio que não, Zayn – Novamente a voz aguda de Danielle dominava o carro – O Li foi o melhor, como sempre. – No mesmo momento que ouvia esse elogio meloso, Liam falava algo para Danielle parar um pouco com os mesmo. Ri por dentro.
– Se você Danielle... – Malik apenas não dava corda para a moça, achava que não era bom estimular qualquer conversa com ela apenas para evitar sua voz – Eu vou parar nesse posto aqui, vou abastecer e podemos comprar algumas coisas na conveniência para comer
O posto logo apareceu e Zayn já virava o volante, estacionando perto de uma das bombas. Abri minha porta e sai do veiculo, soltando um pequeno grunhido ao esticar minhas pernas, Danielle e Liam também saiam do carro, enquanto a moça gritava que estava indo ao banheiro retocar a maquiagem.
Avisei Zayn que iria comprar algumas coisas na convencia e o mesmo respondeu-me com um sorriso. Feliz, andei até o SevenEleven passando pelas portas automáticas, ao ver a loja branca e brilhosa, sorri como uma criança ao ver as caixas de balas por grama.
Agarrava a pequena pá rapidamente já ansioso por poder comer uma daquelas deliciosas balas de goma, enterrei o objeto na primeira caixa pegando uma grande quantidade minhocas e em seguida, colocava alguns ursinhos junto com jujubas. Por final, peguei mais algumas minhocas, apenas para não passar vontade.
Andando feliz como uma criança com meu saquinho de balas, corri para a geladeira pegando uma garrafa de coca-cola para Zayn, que havia pedido. Ansioso para comer minhas balas, corri ao caixa, despejando os dois produtos no balcão enquanto a atendente os registrava.
– 15 libras! – Arregalei os olhos ao notar que apenas as minhas balas haviam sido 12 libras.
Assenti com minha cabeça e abri minha carteira, apenas vendo uma misera nota de 10, teria que tirar algumas balas ou não iria levar nenhuma delas. Expliquei brevemente a situação para a atendente que concordou por eu devolver algumas balas para baratear a compra.
– Eu pago. – Sorri para ele, tentando mostrar alguma simpatia.
– Não precisa, Liam. Eu vou tirar algumas e já trago de volta. – O mesmo pareceu não entender minha reação, então entrou na minha frente, roubando o saco de guloseimas.
Quando as recebi de volta, já estavam pagas e ele me encarava com um sorriso sincero. Agradeci relutante e voltamos para o carro juntos e quietos.
– Minhas pernas doem... – Zayn reclamava apoiado no capo do carro enquanto dava socos leves em suas coxas.
– Eu posso dirigir, se quiser. – Um sorriso foi a resposta de Malik para a pergunta e o mesmo já entregava a chave para Liam.
Entregava a coca para Zayn que abria em seguia dando um longo gole, abri a porta de passageiro do carro porém fui impedido ao ver a pequena conversa do casal.
– O Niall pode vir na frente comigo?
– Por que eu não posso, eu sei ler mapas! – Dani bufava e revirava os olhos enquanto Liam se via sem muitas opções.
– Vamos ser sinceros Dani, você não sabe e é só por algumas horas, querida. – Ao vê-los se beijarem, senti um enjoo incomparável quase expelindo algumas das balas que mastigava – Por favor.
Finalmente, Danielle concordava e abria a porta do carro se sentando nele entre caras e bocas. Liam acenou para mim e sem enrolar muito, entrei no veiculo, sentando ao seu lado, ele já arrumava os espelhos e o retrovisor, girando a chave em seguida.
A viagem seguiu tranquilamente pelas horas seguintes, comia com felicidade minhas balas e o único momento que eu e ele trocávamos alguma palavra era para se informar sobre o mapa. O baixo som e a música calma que tocava já dominava o clima para uma calmaria súbita, ouvia leves roncos vindo tanto Zayn quanto de Dani.
– Niall? — Sacudi a cabeça enquanto cantarolava a música, retomando minha atenção para o mapa.
– 15Km mais. – Disse sem pensar, apenas querendo dar alguma instrução para Liam.
– Não estou falando do mapa, bobo – Aquela risada gostosa era um veludo para meus ouvidos — Só queria dizer que espero que goste da minha cidade. – O encarei sem entender o porque conversar de um assunto tão nulo.
– Eu vou gostar, não se preocupe. – Respondi baixo.
– Estou feliz que estamos voltando a nos falar.
Surpresas atrás de surpresas. Tentei não o olhar quando ouvi, minha mão ia ao meu peito e sentia meu coração bater mais forte enquanto minha respiração era profunda e rápida. Eu não queria parecer ansioso porque focar-me demais em tal assunto drenava minhas emoções, eu precisaria achar um tempo e conversar com Liam. Somente me preocupo com mais quantas conversas teremos até realmente resolvermos tudo, porém tinha que ser sincero.
– Eu também estou, Liam.
Novamente nossos olhos se encontravam juntamente a um sorriso. Eu poderia não entender o porque de toda aquela situação estranha, porém havia escondido meus sentimentos por muito tempo e era bom as vezes tirá-los para fora.
(...)
O sol já se punha e Liam estacionava o pequeno carro em frente a uma casa de tijolos de tamanho mediano com um jardim grande a amostra na entrada. Descemos do carro no mesmo instante nos dirigindo para o porta-malas, onde cada um já segurava seus respectivos pertences.
Liam seguiu na frente com Danielle ao seu lado, toda ansiosa para conhecer os Payne. O rapaz sequer precisou bater na porta e já via uma moça magra abraçar com força, provavelmente seria sua mãe, em seguida soltou ele e se focou em Danielle. As duas gritavam por algum motivo.
– Mãe, esses são meus companheiros de banda, Zayn e Niall.
A moça magra corria a nós, nos abraçando de uma vez. Ela parecia um tanto feliz em conhecer todos nós.
– Eu ouvi tanto a respeito de vocês, meninos. Por favor, todos entrem, mostro seus quartos e logo vamos jantar.
A mãe de Liam nos empurrou até a entrada na casa e logo que entramos, deparei-me com uma casa extremamente elegante e bem cuidado, diferente de muitas. Ela explicava os cômodos e por algum motivo, porque havia se inspirado em cores neutras para a decoração, diferente de Liam, ela gostava de falar.
Liam a todo momento que podia se desculpava pelas atitudes de sua mãe, pois ela era muito energética e gostava de hospedes, a única que realmente parecia se interessar pelo assunto da senhora Payne era Danielle, que ria de qualquer piada que fosse, apenas para ganhar pontos.
Já subíamos as escadas e reparava nas diferenças fotos de família espalhadas na extensão da parede, Liam foi uma criança bem fofa, ainda mais vestido de batman. Zayn puxava-me pela manga notando que já me atrasará na pequena excursão.
– Danielle, você vai dormir no quarto das meninas, a mais velha está estudando em Londres enquanto a outra está na casa de uma amiga, então terá problema em ficar no quarto delas.
Parávamos na frente de uma porta e Dani sorria como uma idiota ao entrar pelo quarto e agradecia diversas vezes a mãe de Liam, porem sentia falsidade na sua voz, só não entendia porque ninguém além de mim não percebia.
– Zayn, o quarto de hospedes é no final do corredor e seu quarto será lá. – Ela apontava para a porta branca — Niall, arrumei uma cama para você no quarto de Liam.
A primeira palavra que havia realmente prestado atenção vindo da senhora Payne. Aquela sensação quente no meu coração dominava já meus braços e estava sem reação, juntamente com Liam que não havia entendido muito bem a decisão de sua mãe.
– Eu posso dormir com o Zayn, sem problemas, vou deixar o Liam dormir em paz. – Eu disse falsamente, apenas para amenizar a situação.
– Óbvio que não é necessário, Niall. O quarto de hospedes é pequeno e não cabe outra cama enquanto a cama que tem no quarto de Liam é um pouco pequena para Zayn, então é melhor deixarmos tudo do jeito que está.
Perguntava-me para mim mesmo como ela sabia nossas alturas, provavelmente das diversas fotos que ela exigia todo o mês de Liam.
– Eu vou terminar o jantar, vão para seus quartos e troquem de roupa.
Exatamente como uma dona de casa dos anos 60, a senhora Payne desceu as escadas cantarolando enquanto arrumava seu cabelo. Liam deu os ombros e tive que aceitar tais termos, olhei para o lado sendo avassalado pelo olhar fulminante de Danielle sobre mim.
Liam se aproximou da namorada e depositou um longo beijo nela, a acalmando, provavelmente seus planos iniciais eram dormir com o namorado e não sozinha. Zayn sorriu para mim enquanto dava voltas com seu dedo na cabeça, mostrando o quão maluca era ela.
– Vai se trocar, amor. Nos vemos daqui a pouquinho. – Um selinho rápido foi depositado nos lábios dela e ela já fechava sua porta.
Zayn também seguiu seu caminho e se adentrou ao seu quarto quietamente, logo sobramos apenas nós dois. Liam foi primeiro mostrando-me onde era seu quarto, quando entramos notei um quarto bem simples, com um pequeno móvel com uma televisão com um videogame, uma armário e uma escrivaninha e obviamente, uma cama baixa devidamente arrumada para mim. Liam aproximou-se, tirando as alças de minha mala de minhas mãos e a colocando sobre a mesa, com um largo sorriso em seguida.
Encostei com cuidado sobre a minha cama e o vi andar calmamente pelo quarto, tirando algumas coisas de sua mala. Nenhum de nós ainda havia aberto a boca, apenas sorrisos um para o outro.
– Se quiser podemos jogar videogame antes de dormirmos... – Liam era simpático, como sempre – Ou ver um filme. – Eu sorri notando que ele se esforçava para ter minha atenção.
– Claro – Respondi educadamente.
– Ótimo! – Liam disse animado – Eu vou tomar banho, já volto.
Foi naquele momento que novamente tudo rodeava minha cabeça, quando minhas emoções começavam a agir sobre meu cérebro. Liam tirou sua camiseta a jogando sobre a cama, logo notei seu abdômen definido como uma pedra tentei não olhar, porém ainda conseguia ver de canto de olho e finalmente a perdição saiu do quarto.
Bufando, deitei na cama com Liam ainda em minha cabeça já que notava que nossa relação era pior que uma novela mexicana. Primeiro, nos beijamos e em seguida sou tratado friamente, depois de uma semana ele conversa comigo falando que está confuso com toda essa questão de sexualidade que porém ele gosta de mim. Eu saio do nosso quarto, perdemos o contato e de repente, depois dois meses, Liam volta a me notar e ser o “velho” ele, novamente.
Eu entendia toda a questão de sexualidade porém estava me cansado de tantas atitudes sem sentindo vindas de Liam. Eu apenas queria alguém que entende-se e compreende-se e não fazer de tudo uma grande bola de neve.
Respirei fundo novamente, apenas pensando que ele havia conseguia reacender a chama apaga entre nós e isso preocupava-me porque já não pensava, apenas estava amando.
Notas finais
Eleanor & Josh. Acho sempre bom pessoas novas para dar um twist na história ♥
Então gostaram do capítulo? Louis e Harry são dois fofos e fiquei envergonhado quando escrevi a cena do quarto do Lou hahahaha Liam e Niall é fofo demais, choro arco-iris ♥
OBRIGADO DE NOVO ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ fico muito feliz de ter vocês lendo, as/os melhores do mundo inteiro ♥
Beijo beijo beijo ♥ ♥ ♥
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