A Deusa Fujoshi
8 Raphael Feiticeiro parte II
Notas iniciais
Daniel POV
Rapha-kun estava de quatro na minha frente na sala de aula... Aquela bunda dele... Droga... Aquela visão me deixou muito excitado...
Joguei Haion com ele durante anos... E sempre me imaginei metendo dentro daquela bundinha dele... Mas... Era apenas um sonho impossível. Eu tenho que encarar a realidade.
— Coloque logo as roupas, ou o pessoal vai te flagrar. — Falei a ele.
— Por quê..? Eu sou feio ?
— Não é isso, mas olha aonde estamos.
— Tudo bem... Já esperava que sua reação fosse essa, não que eu me importe com isso, mas enfim. — Falou ele.
Ele colocou seu shorts e sua cueca, e depois, se sentou em sua cadeira, que era a penúltima na fileira que ficava no canto esquerdo da sala, encostada nas janelas.
Fui andando até a porta... E a abri pra dentro.
Essa cena agora pouco foi mesmo tensa... O Rapha-kun me deixa louco...
Uma garota ruiva usando óculos caiu em cima de mim quando abri a porta. E ela acabou ficando com seus peitos GIGANTES em minha cara.
— M-m-me desculpe... Eu cheguei agora, eu não estava espiando atrás da porta, me desculpa. — Falou ela.
Ela rapidamente se levantou, e me ajudou a levantar do chão.
Olhei pro Rapha-kun, e ele estava olhando pra janela... Ignorando o acontecido ali na frente... Droga... Ele não liga nem um pouco pra mim.
— Você não é aquele garoto de ontem no mercado? Que conhecia o Rapha pela net ? — Perguntou a garota.
— Sim... Eu mesmo... E você é... Amanda ?
— Sim, em carne em osso... O que faz aqui ? — Perguntou a garota.
— Meus familiares decidiram morar aqui... Então fui transferido pra essa escola, e pra essa classe, pra ficar mais perto de Rapha-kun.
— Ohh !!! VOCÊ JÁ COMEU ELE !!? — Perguntou a garota com os olhos brilhando.
— N-n-n-não... Eu n-n-nunca t-tive esse tipo d-de relação c-com ele... — Respondi.
Um aluno estranho entrou e se sentou na ultima cadeira da fileira encostada na parede, que fica do lado direito da sala. Em seguida, abaixou a cabeça e ficou quieto.
Depois, outros dois alunos entraram.
— Bom dia Amanda. — Falou um deles.
— E ae Amanda. — Falou o outro.
— Bom dia Leo, Nando ! — Respondeu Amanda.
Os alunos começaram a entrar... E então, fui e me sentei na frente de Rapha-kun.
Duas aulas passaram bem rápido (1:40), e nesse tempo, um garoto que sentava atrás de Rapha-kun, e várias garotas que sentavam uma atrás da outra, na fileira ao lado ficavam chamando ele pra conversar... Mas Rapha-kun sempre era frio e curto... Respondendo às perguntas rápido pra colocar fim a conversa logo, e em seguida, puxava assunto comigo.
— Acho que vou comprar um croissant de chocolate hoje... Você quer ? — Perguntou ele.
Me virei pra trás, pra respondê-lo.
Ele estava balançando uma caneta azul com sua mão, e havia um caderno aberto em cima de sua mesa.
— Não, eu não gosto de doces... Prefiro o croissant de calabresa. — Respondi.
— Ohh !! Então você sabe o que é um croissant ? Estou impressionado... Nunca pensei que uma pessoa sem cérebro como você tivesse tal conhecimento. — Falou ele.
— Sem cérebro... ? — Perguntei.
— Sim ! Eu sei que você tem um rostinho lindo, mas tenho certeza de que não há um cérebro ai dentro de sua cabeça. — Falou ele.
Ele me elogiou... É a primeira vez que ele me elogiou... Será que ele... Não... Não. Ele está é me zoando.
— Mas eu tenho um cérebro...
— OHHHHH !!? SÉRIO !!? — Disse ele, com uma cara de surpresa.
Ele deixou a caneta cair em seu caderno, e ela formou um ponto azul no meio da folha... Ele a pegou de novo, e começou a fazer vários pontos iguais na folha.
Rapha-kun apesar de ser fofo, ele vivia com uma cara séria, e sempre que falava algo, falava em tom de ironia... Era um menino estranho.
— No Haion você era bem diferente... Você era alegre, animado, divertido... — Falei a ele.
Ele parou de fazer os pontos na folha... E começou a ligar eles, fazendo com que o desenho tomasse forma.
— Você não gosta de mim na realidade ? — Perguntou ele.
— Acho você muito desagradável. — Respondi friamente.
Ele parou de ligar os pontos na folha quando eu disse aquilo... Em seguida, a arrancou do caderno e a rasgou.
— Entendo... Não pense que eu me importe com sua opinião.
— Rapha... Por quê você fez aquilo mais cedo ? Por quê você ficou quase nu na sala de aula ? Por que você falou aquilo ? — Perguntei.
Será que o Rapha-kun me ama... ? Será que é isso.. ?
Meu coração começou a bater rápido... Comecei a ficar nervoso esperando uma resposta positiva...
Sim... Eu jogo com o Rapha-kun a 4 anos... E nos tornamos melhores amigos no jogo... Ele sempre ajudava todos os jogadores, e também era muito bom jogando... Tanto que se tornou o número 1 do ranking... O governor...
E mesmo se tornando governor, ele ainda era alegre e animado... Continuava ajudando os jogadores.
Eu comecei Haion junto com ele... Nós dois no level 1 começamos juntos... E Mesmo ele se tornando governor, ele não parou de jogar comigo, que nem estava no ranking.
Mas ele é diferente de como era no Haion... Aqui na realidade ele é frio... E desagradável.
— Pare de fazer essas perguntas difíceis... Assim você me deixa envergonhado. — Falou ele.
— Você ficou nu na sala de aula e não pareceu sentir vergonha. — Falei bem baixinho, pra ninguém escutar.
— Vire-se pra frente, é uma ordem. — Falou ele.
— Realmente... Muito desagradável. — Falei, enquanto me virava pra frente.
— Eu ser desagradável deve ser a razão... De eu ser tão sozinho. — Falou ele.
E então... Me lembrei de algo.
Flashback ON
Em Katalam, no Haion, voando dentro de um túnel de vento.
— Você costuma sair bastante de casa ? — Perguntou Tsunayuki (Raphael).
— Não costumo não... Eu fico em casa o dia inteiro, e você ? — Perguntei.
— Eu só vou pra escola... Quando não estou nela, estou aqui no Haion... — Respondeu ele.
— Você tem amigos ? — Perguntei.
— Não posso dizer amigos... Tem umas meninas na minha sala que me chamam pra conversar toda hora... Mas sinto que se eu desaparecesse, não faria falta a elas e nem a ninguém na sala... Sinto que ninguém lá gosta de mim. — Falou Tsunayuki.
— Ué... Se você conversasse bastante com elas, elas iriam passar a se importar contigo. — Falei.
— Mas eu não quero a amizade delas... Eu consigo meio que ler o coração das pessoas, só de falar com elas... Eu consigo ver os sentimentos delas... E eu sempre acerto... Elas não combinam comigo. — Falou ele.
— Hm...
— E também tem aquelas pessoas que vem até mim... E fazem uma pergunta tipo : você é gay ?.
— Se eu responder que não sou, elas começam a falar de mulheres, e se eu falar que sim, elas me zoam eternamente... Eu odeio isso... Eu odeio essas pessoas que fazem perguntas, esperando uma resposta para que possam me zoar ou me deixar constrangido em seguida. — Falou ele.
— E você é gay ? — Perguntei.
— Não, eu sou hétero. — Respondeu ele.
— Ah...E existe alguma pessoa que combina com você ? — Perguntei.
— Sim... Apenas uma...
— Quem ?
— Você. — Respondeu Tsunayuki.
Flashback OFF
Verdade... Jogo com o Rapha-kun a 4 anos... Sempre quis conhecê-lo na realidade... Sempre quis fazer coisas pervertidas com ele... Sempre quis que ele me amasse... Sempre quis que ele dissesse que me ama... Sempre.
Mas ele sempre me tratou como melhor amigo... Sem contar que ele havia me dito que era hétero... Então, tudo que eu sempre quis, não passa de um sonho que nunca será realizado... Acho que ele nunca retribuirá o amor que sinto por ele...
Fiquei pensando nisso, e o sinal pro intervalo tocou, bastante tempo se passou voando.
Eu e ele fomos caminhando até o pátio.
Queria perguntar a ele novamente se ele era gay ou bi... Mas ele tinha dito que odeia quando uma pessoa pergunta a ele esse tipo de coisa, e fica esperando uma resposta pra zoar ele... Mesmo eu não querendo zoar, ele poderia entender errado... Era mais fácil perguntar isso no jogo.
E ele já me disse antes que é hétero... JÁ DISSE... DROGA !!! Queria que ele tivesse dito que era Gay naquele dia no Haion !! Por quê Hétero !!?
Ficamos parados um do lado do outro no pátio, e uma garota bonita veio até nós.
— Você é o garoto transferido ? — Perguntou ela enquanto se dirigia a mim.
— Sim... Sou. — Respondi.
— Você é bem gatinho !! E ai... Você veio de onde ? — Perguntou ela.
Eu amei o Rapha-kun por anos... Amei um garoto hétero... Mas talvez já seja hora de acabar com isso... Eu não tenho chances mesmo... Se eu iniciar uma nova paixão, talvez eu esqueça ele...
— Ah... Obrigado... Eu vim de... — Rapha-kun me interrompeu e começou a falar.
— Garota, esse aluno transferido é bissexual, e ele gosta de se vestir de mulher de noite... Um travesti. — Falou ele enquanto se dirigia a mim.
— Você precisa de algum garoto que seja digno de tua beleza e de teu amor... — Falou ele enquanto apontava pra um menino alto, que provavelmente jogava basquete.
— Vixi, travesti, que desperdício... Falou ela.
— E então, qual o nome do garoto ali na frente ? — Perguntou ela.
— Otávio.
— Obrigada. — Disse ela enquanto se dirigia em direção a Otávio.
— Você é muito desagradável, sabia !!? Olha o que diabos você disse pra ela... Aff. — Falei.
— Desagradável é você... Que pensou em namorar uma piriguete dessas. — Falou ele.
— Me diga Niel... Eu sou feio ? — Perguntou ele.
— Não droga, você não é feio, você é lindo, você parece o Jack Frosty. — Respondi com raiva.
— Me pareço com o Jack Frosty ? Mas não tenho cabelos prateados, nem olhos azuis, nem pele branca. — Falou ele.
— Bom, o seu cabelo é idêntico ao dele, liso, e espetado na parte de cima... Além da franja, e a estrutura do seu rosto é igual a dele. — Expliquei.
— Se você mudasse a cor do seu cabelo pra prateado, os olhos pra azuis, e a pele pra um branco, ao invés de moreno claro, você ficaria idêntico a ele... No Haion daria pra você apenas mudar a cor. — Expliquei.
Rapha-kun me segurou pelo braço.
— Você gosta do Jack Frosty ? — Perguntou ele.
— Sim... Gosto. — Respondi, enquanto me soltava dele.
Fui até a garota, desfiz o mal entendido, e conversei com ela e Otávio como bons amigos, até o fim do intervalo... Raphael tinha ido comprar seu croissant, e em seguida, se dirigiu sozinho até a sala de aula.
Voltei pra sala aula, e sentei em meu lugar.
Rapha-kun estava virado pra trás, conversando com Vinicius... Em seguida, Amanda veio e colocou uma cadeira do lado da mesa dele, e ficou conversando com ambos os garotos.
Droga... Ele não gosta de mim... Ele não liga pra mim... Eu venho encontrá-lo na realidade e ele nem me da um abraço de boas vindas... E agora estou me sentindo ignorado...
Aff, estou com ciúmes.. ? Merda...
Abaixei a cabeça, até a aula acabar.
Sai da escola, e fui andando sozinho pela rua.
Vi uma espécie de nuvem branca ao meu redor... E senti uma tontura bem forte... Perdi o controle do corpo, e desmaiei.
Acordei... Olhei ao redor... Eu estava preso...
Haviam dois pilares, um de cada lado do meu corpo, eu estava acorrentado em pé, flutuando a uns 5 centímetros do chão.
Havia uma corrente em cada um de meus pulsos, que estavam pendurados pra cima.
E uma corrente em cada uma de minhas pernas que estavam abertas.
As correntes estavam amarradas nos pilares.
Olhei pro meu corpo... Eu estava pelado.
Vi uma porta velha a uns 10 metros na minha frente se abrindo, e dela surgiram duas figuras... Raphael e Amanda.
Os dois vieram conversando em minha direção.
— Raphael estava diferente.
— Olhe !!! Ele acordou !!! — Falou Amanda, que estava com dois algodões em seu nariz, cada um em uma narina.
— Sim... — Falou Rapha-kun que estava diferente...
— Engraçado... O tempo aumentou de 20 segundos a 2 horas... Essa diferença foi legal. — Falou Raphael.
— 20... Segundos...? Sleeping... Storm... ? — Falei.
— Sim... Sleeping Storm ! — Falou Amanda.
Nota : Sleeping Storm é uma habilidade de sorcerer no Haion, que cria uma nuvem que faz as pessoas dormirem por 20 segundos.
— Não estamos... No... Haion... — Falei com dificuldades, ainda estava um pouco zonzo.
— Sim, não estamos... Mas sabia Niel... Que eu sou um... Feiticeiro ? — Falou Rapha-kun.
Eles continuaram conversando entre si... Esperei 10 minutos até acordar completamente.
— Onde estamos ? Por que estamos aqui ? Foram vocês que fizeram isso comigo ? O que vocês querem ? Por que você está assim, Rapha ? — Perguntei.
— 1 : Estamos em uma fábrica abandonada em frente a escola. 2 : Estamos aqui porquê preciso fazer algo com você. 3 : Fui eu quem fez isso... A Amanda apenas me ajudou a te carregar. 4 : Você vai descobrir daqui a pouco. 5 : Estou como ?
— Você está com o cabelo prateado... E com os olhos azuis.. É spray ? — Perguntei.
— Não é spray, eu fui no salão e pedi pra pintarem de prateado mesmo... Já que você dormiu por duas horas. — Falou ele.
— Não me diga que...
— Sim... Jack Frosty... Meus olhos azuis são lentes mesmo... Mas e ai, fiquei parecido ? — Perguntou ele.
Ele estava com uma blusa azul clara com o zíper aberto, sem camiseta por baixo... Eu conseguia ver sua barriga... E estava com uma calça jeans.
Ele é muito lindo !! Aquela pele morena clara, aquela barriguinha fofa, aquelas bochechas coradas, aquele rosto bonitinho... Ele ficou melhor ainda com o cabelo prateado e com os olhos azuis.
Droga... Esse menino me deixa louco !!!
— Só não pense que eu fiz isso porquê você falou que gostava do Jack. — Falou ele.
— Bom, só não ficou 100% igual por causa da sua pele, que é morena clara... Mas isso é o de menos, é um moreno quase branco mesmo. — Falou Amanda.
— Olha lá Rapha ! Ele está ficando excitado ! — Falou Amanda.
— Não olhem para meu pênis !! — Oque era impossível, pois eu estava nu.
Rapha-kun se ajoelhou na minha frente... E começou a massagear o meu membro, com aquelas mãos pequenas e macias dele.
Droga... Era prazeroso.
Ele começou a me masturbar, e depois, colocou meu pau inteiro em sua boca (18 centímetros) e ficou com ele em sua boca o máximo de tempo que podia... E depois o tirou rapidamente, e ficou respirando forte pra recuperar o fôlego.
Em seguida, ele começou a passar a língua na cabeça do meu pênis... E o colocou na boca em seguida.
Droga... Era muito bom...
— Rapha-kun... P-para...
Será que ele está fazendo isso por que gosta de mim.. ? Não... Não pode ser... Se não ele não me prenderia nem me obrigaria... E a Amanda não estaria ali olhando com aquela aboca aberta e babando.
Ele começou a chupar, fazendo movimento de vai e vem, bem rápido... Nunca parando de passar a língua na cabeça do meu pênis... Era muito bom... Era delicioso !!
— Você... É... Desagradável... — Falei...
Amanda deu uns 6 passos pra trás, começou a ficar vermelha como um pimentão... Tirou seus óculos e os limpou, em seguida, os colocou de novo, e não tirou os olhos da gente.
Durante esses quatro anos... Claro que eu já tinha imaginado ele me chupando... Mas nunca pensei que seria daquele jeito... Naquele lugar...
Era bom... Era muito bom...
Acabei gozando na boca dele.
— Ah.... Ah....
Ele se levantou e ficou olhando pra mim... E vi duas gotas de esperma escorrendo de dentro da sua boca...
Ele empurrou as gotas de volta com seus dedos, e depois, ouvi um barulho de "gluc" vindo da boca dele... E vi um volume passando por sua garganta... Ele havia engolido tudo.
Ele novamente se ajoelhou, e lambeu a gota de gozo que estava saindo atrasada... E depois, se levantou de novo.
Ele não se importa comigo... Ele não gosta de mim... Ele me obrigou a isso... Será que ele é um prostituto viciado em sexo..? Se for isso mesmo... É uma boa explicação para a cena de mais cedo na sala de aula... E para isso também...
Mas se ele for um prostituto será pior... Pois ai mesmo que eu nunca terei o amor dele... E ainda terei que ver ele transando com outros garotos... Droga...
Senti o pior dos vazios em minha barriga... E algumas lágrimas escorreram de meus olhos.
Ele fechou o zíper da blusa, não deixando mais eu ver sua barriguinha linda... Que eu tinha vontade de morder.
Se virou de costas, e foi andando em direção a porta, em seguida, ele apontou sua mão direita para a porta velha.
— Wind Spear. — Disse ele.
A porta velha se desgrudou da parede e caiu pra trás com bastante força... Sozinha.
Ele foi até a saída e disse :
— Amanda... Agora é sua vez... Cumpra a parte do seu trato.
— E Niel... Amanhã quando nos encontrarmos... Esteja pronto para me usar... Do jeito que quiser... É uma ordem ! — Falou Rapha-kun, enquanto saia da fábrica.
Amanda estava com a boca aberta, babando, com um olhar pervertido e vermelha como um pimentão.
Demorou uns 10 minutos pra ela voltar ao normal.
Ela veio, abriu os cadeados nas correntes com uma chave e me soltou... Eu cai de joelhos no chão, e ela jogou minhas roupas em cima de mim.
Comecei a soluçar... E a chorar muito... Senti que tinha jogado fora meus quatro anos... Tentei por quatro anos conquistar um garoto... Tentei de tudo... Até vim o encontrar na realidade... Pra ele ser um prostituto no fim...
— Pronto... Agora vamos conversar e pare de chorar, eu sei que o que você deve estar pensando, mas você está entendendo errado... Falou ela.
— CONVERSAR O CARALHO... OLHA O QUE VOC... — Eu ia falar, mas ela se sentou de pernas cruzadas na minha frente, com um olhar muito sério no rosto.
— Você quer saber... Não quer ? O motivo do Rapha ter feito isso... E também, tudo sobre a personalidade dele. — Falou ela.
— O que você sabe... ? — Perguntei enquanto colocava minhas roupas, e me sentava de pernas cruzadas na frente dela.
— O Rapha sempre escondeu um grande segredo de você... E ele nunca teve coragem de te contar...
— Mas agora eu irei te falar... Sobre os verdadeiros sentimentos dele. — Falou Amanda.
Limpei minhas lágrimas... Talvez eu estivesse mesmo errado...
Continua no capítulo 09.
Fale com o autor