A Deusa Fujoshi

26 Bruno Borboleta parte II


Notas iniciais
*Nuss, esse capítulo ficou tenso .-., e ficou programado pro dia 10/02, às 10:45 também =3 *Espero que gostem =3

Bruno POV

No dia seguinte, acordei cedo para ir pra escola.

Estava bastante ansioso... Será que o Raphael iria para a aula hoje ?

Fiz as necessidades bem rápido, e saí de casa.

Minha casa ficava longe da escola, então demorava um tempo pra eu chegar.

Encontrei Raphael no caminho pra escola, vi ele saindo de outra rua.

— Raphael, oi ! — Falei.

— Bruninho !!! Você, me chamando ? Oba !! — Exclamou ele, enquanto atravessava a rua.

— É, é, é.

— E aí, como vai ? — Perguntou ele.

— Estou normal, e você ?

— Normal também.

Fomos andando juntos pra escola, estava uma manhã bem gelada, com uma neblina bem densa.

Raphael usava o uniforme da escola, mas por cima dele, usava uma blusa azul claro, e um cachecol azul claro... Será que ele gostava da cor azul ?

O garoto parecido com o Jack Frosty, pegou na minha mão, e começamos a andar de mãos dadas.

— Sua mão está gelada... Quer que eu esquente ela pra você... ? — Perguntou ele.

— S-solta...

— Não vou soltar... Pode gritar, espernear, que não irei soltar sua mão. — Falou ele, com um sorriso no rosto.

D-droga... Esse sentimento... Por quê eu estou sentindo isso.. ? Por favor... Não quero passar por aquilo de novo... Se algo assim acontecer novamente, no fim o Rapha vai me dizer coisas cruéis também e... Tudo se repetirá...

E-ele vai me abandonar... E-ele vai namorar outra garota... E-ele vai fazer igual o David fez... Vai ficar com vergonha de mim... Vai ficar com vergonha de me amar, ele não vai me querer, ele não gosta de mim...

— Bruninho... ? Ei !! Está tudo bem !!? Você está tremendo !! — Falou Raphael.

— N-não é nada...

— Você está chorando também !!! — Falou ele, com um olhar surpreso.

— E-e-e-eu n-n-não e-esto-to-tou choran-do-do-do...

— Está chorando... Tremendo... Gaguejando... O que houve !? — Perguntou Raphael, enquanto soltava minha mão e ficava olhando fixamente pra mim.

— N-não é nada.

O garoto me abraçou, no meio daquela rua coberta por neblina.

— N-não chora... Eu estou aqui... Com você... — Falou ele, enquanto começava a fazer carinho na minha cabeça.

Flashback ON

— S-sabe... Eu estava pensando... Que tal nós irmos no cinema assistir os jogos dos gases : em chamas ? — Perguntei.

— Não quero.

— Nós poderíamos ficar de mãos dadas enquanto assistíamos... Apesar de não ser um filme romântico... Eu quero passar bastante tempo ao seu lado, a partir de hoje... — Falei a ele.

— Cara, que porra é essa ? Para de me tratar como seu namorado, eu não sou viado. Se você quiser dar o cú, tem um monte de cara que vai querer ai, mas não fique dando em cima de mim. — Disse ele.

— M-mas D-daví...

— Mas eu nunca disse que te amava, e nem que gostava de você.

Flashback OFF

— R-Rapha... D-desculpa... É que... — Falei.

— T-tudo bem seu bobo... Acho que deve ter um bom motivo pra você ter chorado... — Falou ele.

— É uma longa história... — Murmurei.

— Me conte quando você estiver pronto. — Falou ele, com um sorrisinho no rosto.

Ele me soltou, e continuamos andando de mãos dadas. As mãos dele eram bem quentinhas.

Fomos pra escola, e o dia foi diferente (Quinta-feira)... Fiquei conversando com Rapha o dia inteiro... Era muito divertido.

No dia seguinte (Sexta-feira) , foi a mesma coisa.

Sábado, às 10:47 da manhã.

Eu estava na cozinha tomando café da manhã, quando o telefone tocou.

— BRUNO !!! VÁ ATENDER !!! — Gritou minha mãe.

Fui e atendi o telefone.

— Alô ?

— Oi Bruninho ! — Falou a voz no telefone.

— Raphael...? — Perguntei.

— Sim, tudo bem ?

— Como conseguiu meu telefone ?

— Ah... Eu pesquisei.

— Hm... O que você quer ? — Perguntei.

— Queria perguntar se você quer sair comigo, hoje... Estou no maior tédio. — Falou ele.

— Pra onde ?

— Que tal ir no cinema ?

— Assistir que filme ? — Perguntei.

— Hm... Já assistiu Parrie, a orninto-estranha ? — Perguntou ele.

— N-nunca assisti. — Respondi.

— E-então, bora comigo ?

— Não tenho dinheiro pra ir.

— Sem problemas, eu pago pra você. — Falou Raphael.

— Não posso aceitar...

— Aceita !! Por favor, por favor, vamos vai !! Vai ser legal, vamos, vamos, vamos !! — Insistiu ele.

— Não.

— Por favor !!! Eu quero ir com você... Por favor Bruninho !!!

— Mas você pagar tudo pra mim... NÃO !!!! — Exclamei.

— Vaiiii, vamos, vamos, vamos, vamos !! — Insistiu ele.

Percebi que ele nunca iria parar de insistir... E resolvi aceitar.

— Aff, tá bom então... Mas vou fazer questão de pagar depois. — Falei.

— Oba !!!! E não precisa pagar, não há necessidade de ser tão orgulhoso ! — Falou Raphael.

— Errrr.... Você que está sendo mão aberta demais.

— Enfim, vamos nos encontrar hoje, às 19:45 na frente da escola, okay ? Aí eu abro um portal pra irmos pro cinema. — Falou Raphael.

Não entendi o que ele quis dizer com portal, mas aceitei as condições.

Fiquei andando pra lá e pra cá em casa... Contando os segundos pra dar 19:45

Às 19:00, tomei um banho bem tomado, passei perfume e fiquei bem cheiroso.

Escolhi cuidadosamente uma roupa bonita... E depois, penteei o cabelo e coloquei meu boné por cima.

— Isso ! — Exclamei, enquanto olhava no espelho.

— Há, que milagre, o menino se arrumando todo... Vai encontrar com uma piriguete, é ? Faz tempo que você não faz isso. — Comentou minha mãe.

— Cala a boca sua velha. — Falei, enquanto saía de casa.

Andei até um pouco mais rápido do que o normal, pra chegar logo em frente a escola.

Cheguei lá, e vi Raphael parado na frente do portão, me esperando, estava escuro.

— Oi. — Falou ele.

— Oi... Me atrasei ?

— Não, você chegou adiantado. — Respondeu ele.

— Então... Vamos ? — Perguntei.

— Sim, vamos.

Raphael começou a fazer uns movimentos estranhos com os braços e falou :

— Illusion Gate !

Um brilho forte apareceu no meio do ar, e começou a tomar uma forma circular.

Ele pegou na minha mão, e me arrastou pra dentro do brilho.

Senti uma tontura... E quando ela passou, eu já estava dentro do shopping, com ele.

— O QUE DIABOS FOI ISSO !!? — Perguntei.

— Eu não te disse ? Eu sou um feiticeiro. — Respondeu ele.

Raphael usava uma camiseta branca, uma blusa preta, uma calça jeans e um tênis preto e branco, combinando com a blusa e com a camiseta.

Seu cabelo estava o mesmo de sempre, prateado, parecido com o do Jack Frosty.

Fomos andando pelo shopping, no início as pessoas ficaram olhando pra gente... Pois tínhamos saído de dentro de um portal... Mas enfim.

— Quer comer alguma coisa ? — Perguntou ele.

— A-acho melhor deixarmos pra comer depois do filme... — Respondi.

— Beleza. — Falou Raphael.

Fomos pro terceiro andar do shopping, onde era o cinema. Chegando lá, mostramos nossas carteirinhas de estudantes, pois assim, reduziríamos o preço do cinema pela metade.

Compramos uma pipoca bem grande pra comermos lá dentro, e entramos na sala escura.

Sentamos um do lado do outro... Haviam poucas pessoas assistindo o filme, e só havia nós dois na fileira em que estávamos.

O filme começou... Parrie, a orninto-estranha. Era um filme de terror, sobre uma menina paranormal... E muito assustador.

No meio do filme, Raphael me puxou pelo quadril, e se agarrou em mim, de medo.

— A-ah.... Você não está com medo Bruninho ? — Perguntou ele.

— E-estou normal. — Respondi.

Raphael colocou a pipoca no outro banco, e ficou pegando uma a uma e colocando dentro da minha boca.

— P-pra quê isso... ? — Perguntei.

— Não sei... — Respondeu ele.

Ele continuou agarrado em mim, me deu várias pipocas, e depois parou de me alimentar... Acho que ele pensou que eu já tinha ficado cheio.

Comecei a sentir a mão dele percorrendo meu corpo, por dentro da minha camisa... Ele ficou fazendo carinho na minha barriga e no meu peito, depois, começou a fazer um cafuné na minha cabeça.

Ficou fazendo cafuné o filme inteiro... Só parava um pouco quando se assustava com a Parrie.

Saímos do cinema, e paramos pra comer algo sustentável na praça de alimentação.

Raphael pediu dois pedaços de bolo de morango, um milk shake de baunilha, um pedaço de mousse de limão e um pouco de pó de paçoca, pra jogar em cima do bolo.

Já eu pedi um hamburger, batata frita, duas esfihas abertas de queijo e um copo de suco de laranja.

Ele estava sentado na cadeira a meu lado.

— Quer um pedaço de bolo ? — Perguntou ele, enquanto segurava uma colher com um pedaço de bolo em cima.

— S-sim... — Respondi.

— Abre a boca.

Abri a boca, e ele colocou a colher lá dentro.

Algumas pessoas que estavam perto, falaram algo como "awn, que bonitinho", provavelmente se referiam a nós dois.

— Está gostoso ? — Perguntou ele.

— Está sim... — Respondi.

Depois, saímos do refeitório, e fomos até o banheiro masculino dentro do shopping.

Raphael me puxou pro mesmo banheiro que ele, e trancou a porta com nós dois lá dentro.

— O-o-o que v-você vai fazer... ? — Perguntei.

— Vou abrir o portal pra irmos embora... É que é melhor abrir em lugares onde as pessoas não veem.

Ele fez os gestos estranhos com os braços, e falou :

— Illusion Gate.

O portal se abriu, flutuando em cima da privada, bem grande.

— D-destranca a porta, por favor. — Falou ele.

Destranquei a porta do banheiro, e segurei na mão dele.

Subimos em cima da privada e adentramos o portal. Novamente senti aquela tontura, e quando passou, estávamos dentro de um quarto.

Quando chegamos, o portal desapareceu atrás da gente.

— Bem vindo ao meu quarto... Pode dormir aqui hoje ? — Perguntou ele.

— S-seu quarto... ?

Olhei bem o quarto... Havia uma cama bagunçada... Um computador em uma estante... Também haviam vários gibis, semelhantes à aqueles da casa da Amanda.

— Dorme aqui hoje... Por favor... Por favor !!! — Pediu ele.

— T-tenho que pedir pra minha mãe... — Falei.

Na verdade eu não precisava pedir, minha mãe nem ligava pra mim mesmo, antigamente eu sempre saía e não dava notícias. E ela ficava "to nem aí".

Ele me orientou até o telefone de sua casa, e lá eu telefonei pra minha mãe, explicando que iria dormir na casa dele.

Depois subimos pro quarto novamente.

Me sentei na cama dele.

— S-seus pais não estão em casa ? — Perguntei.

— Não, hoje nós estamos sozinhos. — Respondeu ele.

— A-ah...

Raphael veio até mim, sentou no meu colo, e enrolou seus braços nos meus ombros.

Seu rosto ficou bem na frente do meu.

Fiquei olhando dentro dos olhos de Raphael... Mas a imagem de David reinou na minha mente.

Flashback ON (Bruno estava lembrando de momentos aleatórios que teve com David, misturando todas as memórias)

Cheguei no rosto dele, e o beijei.

Eu me sentia muito confortável quando estava beijando ele... Me sentia seguro... Sentia que nada mais no mundo importava...

Afastei meus lábios dos do dele... E o fiquei olhando nos olhos bem de perto.

Senti ele passando seus braços em minhas costas... Me fazendo carinho... Era muito bom...

— D-daví... E-eu...

— O-o que... ?

— E-eu t-te amo... — Falei ao David.

— Mas eu nunca disse que te amava, e nem que gostava de você. — Falou David.

— Mas Daví... — Tentei abraçar ele.

Ele me empurrou bem forte, e eu cai de bunda na calçada.

Flashback OFF

— SAI !!!!!!!!!!!!!!!! — Gritei, enquanto empurrava Raphael pra fora do meu colo.

— B-Bruninho... V-você está chorando e tremendo de novo... — Falou Raphael, que ficou com uma cara assustada.

O garoto ficou sentado no chão, olhando eu chorar.

V-vai acontecer de novo... Eu tenho certeza... Não adianta eu tentar algo com o Rapha... O resultado final será o mesmo... E-eu não quero passar por aquilo de novo... E-eu...

Raphael se sentou na cadeira que ficava em frente à estante do computador e se virou pra mim.

— Por quê não me conta agora, a razão dessa tremura e desse choro ? — Perguntou ele.

Será que devo contar... ? A-ah... Foda-se... Vou falar... Acho que vai ser melhor pra mim.

— É porquê... E-eu devo ter perdido minhas esperanças... — Falei.

— Como assim ?

— Eu tinha um amigo... Ele era meu melhor amigo... Seu nome era David... E daí nós zoávamos muito na sala de aula e vivíamos escutando funk... Também tínhamos vários outros amigos, e até íamos a bailes funk... — Falei.

— Hm... Prossiga.

— Mas daí, um dia, em um baile funk, aconteceu que nós ficamos muito bêbados, doidinhos... E acabamos nos pegando... Tipo, nos abraçamos, nos beijamos e tal... Só não chegamos a transar. — Contei a ele.

— E depois ?

— Daí ele foi embora e me deixou lá... Mas uma menina me ajudou, e me levou pra casa dela, pois eu estava muito bêbado... A menina era da nossa sala... Amanda. — Falei.

Dei um suspiro, e continuei contando.

— Daí eu tomei banho na casa dela, e dormi lá... E no dia seguinte, quando acordei, eu e ela conversamos bastante... Ela me orientou a ficar com o David e talz... Ela disse que era algo normal no dia a dia, garotos namorarem...

— E aí, você ficou com ele ? — Perguntou Raphael.

— E-eu já estava começando a perceber que eu sentia algo forte pelo David... Algo que eu nunca senti por nem uma menina... Então eu tentei sim ficar com ele... E no dia seguinte, fui conversar com ele, na escola. — Contei.

— E o que aconteceu depois ?

— Daí, ele me chamou pra ir pra casa dele, fazer um trabalho... E eu fui... Mas quando chegamos lá, nós estávamos sozinhos em casa... E acabamos nos abraçando e nos beijando de novo... Mesmo estando lúcidos... — Falei.

— E ele, falou o quê ?

— Bom, eu falei que eu amava ele e tudo mais... Me confessei... Eu já estava aceitando que eu amava ele... E estava até pensando em namorar, sair com ele e talz. Aquele dia foi um dos melhores da minha vida... Porquê pela primeira vez eu estive junto de quem eu realmente amava. — Expliquei ao Raphael.

— E depois ?

— Depois, continuamos nos beijando... Até tiramos a roupa... E ele ia me penetrar... Mas, a mãe dele chegou e nos pegou... Ficou nos observando por um tempão... No final, a Amanda nos salvou, ela arrastou a mãe dele pra fora do quarto. — Contei.

— Caralho... Ela brigou com vocês ?

— Com nós, não... Ela brigou com o David... Mas ele disse que não ligava para aquilo.

— E o que aconteceu depois ? Vocês começaram a namorar ?

— Eu contei pra minha mãe que eu era bissexual... E no outro dia, procurei pelo David... Pensei que nós fôssemos sim, começar a namorar... Pensei que fôssemos ter uma relação bonitinha... Pensei que fôssemos andar de mãos dadas e sair juntos... Até chamei ele pra ir ao cinema... Mas... Mas... — Falei.

— Mas... ?

— Mas ele disse que nunca havia dito que me amava... Ele disse pra eu parar de tratar ele como um namorado... Ele disse que não era "viado" e também disse que se eu quisesse dar o cú, tinha um monte de homem querendo por aí...

— Nossa...

— Não foi só isso... Ele falou pra mim largar de ser tosco, e até me empurrou... Depois, beijou uma garota loira na minha frente... E ela chamou ele pra ir ao cinema na minha frente.

— E ele aceitou ir ao cinema com ela ? — Perguntou Raphael.

— Aceitou... E me deixou lá, caído na rua...

— Cara... Esse David é um... Desgraçado... Ele é...

— N-não Raphael... A culpa não foi dele... Sabe... Se tivesse um garoto que falasse coisas românticas a você, e te chamasse pra sair, era natural você empurrar e xingar ele... Afinal, era outro garoto... — Contei.

Raphael fez uma cara de pessoa assustada.

— A culpa foi minha... Eu fui o errado... Eu fiz tudo errado... Eu magoei o Daví... A mãe dele pegou nós dois juntos... Ele deve ter sofrido muito por causa daquilo... — Falei.

— B-Bruno... Fique aqui, pode mexer no meu computador, se quiser... Eu vou ali e já volto... — Falou Raphael, enquanto abria o portal e entrava nele. Tentei entrar no portal também, mas o mesmo desapareceu em instantes.

Amanda POV

Eu estava no meu quarto junto com Daniel, eu estava mexendo no meu computador, e ele estava deitado na minha cama.

Vi um brilho forte no meio do ar... Era o portal do Rapha.

Ele saiu do portal, e o mesmo desapareceu atrás dele.

— A-AMANDA !!! P-POR FAVOR !!! NÃO ME DEIXE MAIS SOZINHO COM AQUELE GAROTO... OU EU VOU... MATAR ELE !!! — Gritou Raphael.

— C-calma... O que foi Rapha... ?

— A-AQUELE MENINO... É INSANO !!! ELE FALA COISAS INSANAS !!! ELE SE CULPA E LEVA TODA A DOR PARA SI MESMO... COMO ELE AGUENTA !!? — Exclamou Raphael.

— Do que você ta falando !!? — Perguntei.

Rapha colocou as mãos na cabeça, e sentou na minha cama, ficando do lado das pernas do Daniel.

— O desgraçado do David... Fez uma coisa horrível com o Bruno... E o Bruno só se importa com o David... E não liga nem um pouco para si mesmo... Além de se culpar... CARA, COMO QUE PODE !!? O DAVID É O VERDADEIRO CULPADO !!, ENTÃO... POR QUÊ O BRUNO SE CONDENA TANTO !!? EU NÃO ENTENDO !! TENHO VONTADE DE SOCAR O BRUNO, ATÉ ELE PERCEBER QUE O ERRADO NA HISTÓRIA É O DAVID, E NÃO ELE... MAS QUE PORRA !! AQUELE MOLEQUE É TONTO, OU O QUÊ !!? — Exclamou Raphael.

— Calma Rapha... Por quê não nos conta logo... O que o Bruno te falou ? — Perguntei.

Continua no capítulo 27.