A Décima Terceira Esposa

9 Por trás da máscara


Notas iniciais
Olha o nome desse capítulo, minha gente, olha o FUCKING NOME DESSE CAP!!!! É de cair o c* da bunda '-' Calma, respirem, pelamordeDeus, respirem fundo, se segurem em suas cadeiras e vamos com calma. Só queria dizer que vcs tão com muito ódio no coração em relação a Sakura. Eu só queria dizer que vcs vão se surpreender muito ainda com ela. Fiquem no aguardo. Hj teremos mais alguns esclarecimentos e um lemonzinho pra adocicar a vida de vcs :3 Vamo que vamo

Finalmente os seis meses de luto se encerraram e eu já estava com três de casado. Sakura ainda me tratava do mesmo jeito, com suas encaradas cheias de desprezo e suas palavras duras. Eu não podia fazer nada, exceto me controlar e esperar. Eu tinha que, infelizmente, esperar por Lord Drargul para mudar a minha sina, eu estava preso a isso. Mas agora, este tempo se findara.

Certa noite, um criado me disse que meu Sjah me chamava em seu quarto. Naquele dia eu ouvira mais duras palavras de Sakura por ter errado o preparo de um alimento, por isso eu estava meio tristonho, meio desmotivado, de modo que demorei a entender o significado daquele chamado. Ele queria falar comigo, pouco depois de findar o seu luto? Pisquei várias vezes antes de finalmente entender que era comigo que ele queria falar, primeiramente comigo. Saber que meu Sjah requisitava a minha presença me deixou, de certa forma, feliz, independente do assunto.

Vesti-me com um kimono de seda laranja sem estampas por cima do branco, amarrei cuidadosamente meu obi vermelho e rumei para onde o criado me indicara. Era tarde, a maioria das pessoas dormia, mas eu não conseguia me sentir solitário, tal como quando eu vivia nos calabouços de Lord Gaara. Eu me sentia vazio, faltava algo, aliás, alguém. Cheguei com calma na porta e a abri. Era o quarto no terceiro andar, sobre a pedra. Havia uma enorme cama quadrada sem cabeceira no centro, mas com um mosquiteiro delicadamente disposto sobre ela. A minha direita havia uma armadura muito diferente exposta. Ela não tinha peitoral, mas uma enorme pele de um animal que eu não soube definir o que era. Não ousei me aproximar, fiquei quieto na porta fechada, esperando que ele se manifestasse.

No canto ainda direito havia um par de cortinas marrons, combinando com a madeira das paredes, pois o chão era de pedra polida, e delas saiu o meu Sjah, usando uma calça negra e uma longa camisa creme lisa que ia até perto de seus joelhos. Ele ainda usava sua máscara de ferro e parecia afiar uma espada levemente curvada. Estremeci ao ver a arma. Seu rosto se voltou para mim e sua mão se moveu, me chamando. Baixei meu rosto e segui até ele, apertando as minhas mãos dentro das mangas do kimono. Será que eu fiz algo muito errado e agora serei punido, como fazia Lord Gaara? Será que eu me enganei, no fim das contas? Como queria ser salvo por aquele garoto de novo e, desta vez, fugir com ele para longe de toda essa angústia e sofrimento.

Meu Sjah esperou que eu chegasse, então o vi indicar um amontoado de almofadas que havia na varanda de seu quarto. Dali ele seguiu até a parede e guardou sua espada. Me encaminhei rapidamente para as almofadas e ali me sentei, vigiando sua presença. Por que ele guardou a arma? Vai me castigar de outra forma? Deve ser. Pode ser que Lord Drargul seja como Lord Gaara e faça atrocidades com meu corpo. Vi-o se sentar ao meu lado e me fitar, havia um brilho diferente nas fendas que lhe serviam de viseira.

—Shamir dissera-me que tu queimaste o bulgarat hoje. — começou, puxando suas luvas pretas de suas mãos e as deixando de lado. Eu assenti. Bulgarat é uma espécie de massa achatada coberta de molho de tomate e outros condimentos de acordo com o gosto. O que fora feito hoje fora um de carne de carneiro, o preferido de Lord Drargul. — Ela te golpeou, meu Nem? — sua voz soava branda.

—Não, Sjah, mas me disse coisas horríveis como… — engoli em seco — Que sirvo apenas para ser exibido, como um macaco.

Ouvi-o rir baixo e então se voltar inteiramente para mim.

—Não te irrites com as diabruras de Sakura. Ela deveras é uma mãe admirável e uma esposa honrada, apenas não se acostumou com tua presença nesse meio. — ele tomou as minhas mãos e as guiou para os fechos de sua máscara. — Poderias desatar-me, por gentileza?

Eu assenti, mesmo que ele não tivesse visto por ter abaixado a cabeça. Ajoelhei-me para ter um alcance melhor e pouco a pouco fui abrindo os fechos metálicos. Kami-sama, verei finalmente o rosto de meu marido? Depois de tanto tempo? É tão extasiante que toda a amargura que eu sentia antes deu espaço para a expectativa. Eu estava quase prendendo a minha respiração por causa disso, de tão ansioso que eu estava. Logo todos os fechos foram abertos e eu me afastei, vendo-o endireitar a postura e levar as mãos à nuca.

Então, como se eu estivesse em pleno despertar, a peça de puro ferro veio ao chão. Meu Sjah sacudiu a cabeça, enquanto respirava fundo, mexeu nos cabelos e me fitou. Quase não acreditei nos meus próprios olhos quando me deparei pela primeira vez com o rosto dele. Seus cabelos eram negros, longos, roçavam levemente seus ombros, parte dele caia sobre o seu lado esquerdo da face, numa franja rebelde, mas lisa, pois seus fios negros como o breu não davam uma única volta. Seu olho direito, descoberto pela cabeleira, era negro e era dali que vinha aquele brilho diferente que eu sempre observei. Sua pele amorenada, provavelmente marcada pelo sol, combinava com a moldura firme de seu rosto. Eu mal piscava, completamente boquiaberto.

—Creio eu que tu não me reconheces de imediato. De fato, eu esperava que isso se passasse. — murmurou, pegando as minhas mãos. Arfei, finalmente, sentindo o calor daqueles dedos. Eu já o senti antes. — Mas creio que há de recordares.

—Não me diga que… — nenhuma geisha esquece quem foi o homem a tomar seu Misuage, tampouco o que sentiu. Por ser um homem, eu não sou exceção: eu me lembro desse calor. — Foi… você?

Ele assentiu. Pegou-me no colo e se levantou, comigo em seus braços. Eu estava atônito. Mal sabia como reagir. Fomos para a cama e ali eu fui deitado entre travesseiros e lençóis macios. Meu Sjah deixou-me por alguns instantes enquanto buscava algo em uma cômoda de madeira escura que ficava do lado esquerdo do quarto. Era algo feito de tricô vermelho. Ele se aproximou sorrindo e levou a peça ao pescoço, envolveu-o com aquilo e me fitou, ainda sorrindo.

Foi como se toda a realidade tivesse desabado sobre a minha cabeça de uma vez só. Aquele cachecol fora o que minha mãe fizera e dera de presente ao menino que salvara a minha vida, há tantos anos quando quase fui sequestrado. Era ele! Kami-sama, sempre fora ele! O menino que me salvara, o homem que tomara o meu Misuage e agora o homem que me tirara dos sofrimentos de Gaara e me tomara como esposa. Sempre fora a mesma pessoa, desde o começo.

—Meu Sjah… — sentei-me e estiquei minhas mãos em sua direção, sedento por seu abraço. Quanto tempo eu não desejo que meu humilde sonho se realize? Kami, eu me tornei uma geisha por causa de meus pais e desse sonho que sempre me motivou a ir mais à frente. — Não acredito, meu Sjah, que sempre foi você!

Ele sorriu e se sentou ao meu lado, pegando-me e me deixando mais perto de seu regaço. Deitou-se com calma depois de fazer o tecido finíssimo do mosquiteiro se soltar ao redor da cama. O quarto estava iluminado apenas por alguns candeeiros, talvez quatro, um em cada canto do quarto. Nossos rostos estavam bem próximos e seus dedos acariciavam gentilmente a pele da minha face. Era como se eu estivesse num sonho, no qual eu me recuso a acordar, se assim for. Seu sorriso só crescia em seu rosto e então seus lábios se encontraram com os meus num beijo suave, casto, como se ele confirmasse as minhas palavras. Era o mesmo calor, o mesmo sabor, era ele mesmo, pois nenhum outro homem me beijou, nem mesmo Gaara. Kami-sama, como isso pode acontecer?

Meu Sjah suspirou, os lábios ainda próximos dos meus, afagou meus cabelos mais um pouco e então se afastou, me fitando intensamente, alguns de seus fios negros roçavam a minha testa. Sua mão deslizou lentamente por meu corpo, enquanto a outra me mantivera todo o tempo perto dele, até chegar a faixa do meu obi. Devagar, com habilidade de quem já tinha experiência nisso, desamarrou e começou a puxar o tecido com cuidado, sem parar de me olhar um só momento. Eu mal piscava, completamente tomado pelo seu olhar poderoso e intenso. Arfei quando vi meu obi ser colocado de lado.

Nos beijamos mais um pouco, dessa vez com um pouco mais de fogo, sua língua investigando a minha boca, procurando saber o que havia em mim, capturando pouco a pouco o meu fôlego. Sua mão mergulhou com a mesma lentidão e respeito para dentro de meu kimono, na altura das minhas coxas, seus dedos capturando a textura da minha pele já arrepiada com seus toques. Eu abracei seu pescoço, meio desesperado por sua boca, aprofundando repentinamente o nosso beijo, aproximando mais os nossos corpos. Sua mão foi mais fundo, seguindo para a minha bunda e subindo por minhas costas, ainda por dentro de minhas vestes. Finalmente nossos lábios se soltaram, buscando ar, mas eu queria mais e eu via em seu olhar que eu teria.

—Meu Nen… — ele sussurrou, afagando meu rosto com seu nariz. — Meu Nen… Passei tanto tempo te procurando, tanto tempo te esperando, para ser meu e só meu. — beijou minhas pálpebras, depois meu nariz e então meus lábios. — Alimenta-me de teu calor e de teu sorriso, de tua luz de novo. Naruto… — disse meu nome com uma firmeza que fez cada pelo do meu corpo se arrepiar. — És tu que eu sempre quis, és tu, Naruto, que eu quero.

—Eu também lhe quero, meu Sjah! — respondi apressadamente, estremecendo com seus dedos tateando a pele das minhas costas.

—Chame-me de Sasuke, apenas, meu Nen. — ele sorriu e sua mão retornou para a minha bunda. — Meu nome é Sasuke e quando estivermos unidos em nossa intimidade, chamarás teu Sjah pelo nome. — assenti veementemente. Ele capturou mais uma vez meus lábios e nossos corpos se chocaram com firmeza. Arfei abafadamente em seus lábios, ao senti-lo quente contra minha virilha.

—Sasuke… — gemi quando nos soltamos, pois sua mão dera um leve aperto em minha ereção, enquanto seus lábios tocavam meu pescoço de forma ávida e intensa. Estremeci mais e aferrei-me mais ao seu corpo. — Sasuke… Sas…! — eu tentei falar, mas minha voz foi engolida pelo arrepio que sua mão me provocara ao começar a subir e descer, aplicando um pouco de pressão.

Ele riu gravemente no meu ouvido para então começar a beijar a minha orelha. Eu o vi me soltar e se colocar de quatro sobre mim, foi abrindo meu kimono e descendo, se aproximando da minha pélvis com um olhar voraz no rosto, um semblante intenso de desejo, como um predador que capturou a sua presa e vai alimentar-se dela. Sua boca foi me tocando, quase chupando a minha pele, me fazendo gemer baixo e apertar os lençóis entre meus dedos. Ele lambeu lentamente meu baixo ventre, bem acima das faixas que prendiam as minhas intimidades. Seus dedos rapidamente desfizeram-se dessas faixas e ele abriu mais meu kimono, não fazendo-se de rogado ao se deparar com meu corpo totalmente exposto ao seu desejo e ao seu prazer. Sasuke me fitou e lambeu lentamente os lábios.

—Belo. O mais belo de todos. — não pude evitar o calor intenso que se apossou do meu corpo e provavelmente me fez ficar vermelho até as orelhas. — E finalmente, meu.

Sasuke se curvou e beijou o meu pênis, antes de tomá-lo entre os dedos e começar a subir e a descer a mão. Logo, vendo as minhas reações, jogou toda sua cabeleira para trás num único movimento de cabeça e beijou a ponta, para então começar a me engolir, pouco a pouco. Era bom, inexplicavelmente bom estar na boca dele.

—Deixa… — minha voz estava sendo engolida pelos meus gemidos. — Deixe-me fazer o mesmo em ti, Sasuke! — gemi mais alto ao me sentir sendo fortemente sugado.

Ele me fitou e foi abrindo um sorriso sagaz nos lábios. Sasuke se levantou, ficando rapidamente de pé, e começou a tirar uma a uma as peças que cobriam seu corpo, ficando apenas de calças. Eu senti meu corpo ficar ainda mais quente só de ver aquele monumento. Sasuke não era um homem absurdamente musculoso, mas cada músculo seu era harmonicamente definido, deixando-o uma pessoa bela de se admirar. Havia marcas de batalha espalhadas por sua pele amorenada, mas nada se comparava ao enorme tigre tatuado em seu peito e em sua barriga, um animal de aparência feroz e implacável, porém de ares muito nobres e elegantes, típicos dos felinos.

Uma vez assim, ele baixou parte de sua calça e me deixou ver seu membro. Eu ainda estava deitado na cama e ele se aproveitou disso para me girar e me posicionar abaixo de seu ventre, enquanto ele voltava a dar atenção ao meu corpo. Suguei-o da mesma forma que ele me sugava, nós dois nos dando prazer mutuamente. Eu o lambia com muito desejo, preparando-o e imaginando que tudo o que eu desejara a minha vida inteira estava se realizando: eu estava nos braços do homem, ou do menino, que eu busquei e me preparei para ele. Eu estava com ele, com o meu primeiro amor e meu marido. Eu me sentia quase completamente realizado por estar vivendo esse momento.

Alguns momentos assim, ele saiu de cima de mim e me fitou com os olhos cintilando de desejo. Rapidamente, mas com cuidado, retirou completamente as minhas roupas e se livrou das que faltavam em si. Sentou-se em seus calcanhares e me puxou para o seu colo, me ajustando ali. Nos beijamos com avidez e eu senti seus dedos tatearem o encontro de minhas nádegas. Eu segurei sua mão enquanto negava rapidamente, mordendo meus lábios para não deixar escapar um gemido de emoção.

—A minha vida inteira eu te desejei, eu te esperei, eu te busquei, Sasuke. Cada passo que dei, foi para estar ao seu lado. Eu sempre estive pronto para você, meu primeiro e único amor. — ousei mais ainda e posicionei seu membro em mim. — Eu sou sua esposa, Sasuke, sou todo seu. Eu quero senti-lo como sua esposa.

Sasuke apertou com força a minha cintura e me fez descer de vez. Eu gritei, aferrando-me mais ao seu corpo e não consegui evitar as lágrimas que banharam o meu rosto e o peito dele. Meu traseiro formigava, pulsava, latejava dolorido, mas eu me sentia extasiado e feliz. Eu estava com o homem da minha vida, aquele que sempre amei. Eu não poderia estar mais realizado. Sasuke me fez subir e investiu mais uma vez, praticamente rosnando no meu ouvido, me olhando de muito perto, sem mal piscar. Eu respirava rapidamente, sem conter minhas lágrimas, sentindo suas mãos afagarem o meu membro numa tentativa carinhosa de me fazer relaxar. Sasuke tornou a me beijar, devagar, abraçando-me e me masturbando enquanto eu me acostumava com todo o seu volume em mim.

Comecei a respirar igual com ele, ao passo que eu era deitado na cama. Eu o senti começar a se mover, devagar, enquanto trocávamos um sedento beijo. Sasuke se movia com cada vez mais velocidade, sua testa encostada na minha, arfando grave. Eu mal conseguia pensar em qualquer coisa ou proferir sons coerentes. Eu simplesmente reagia a ele investindo dentro de mim, nem pensei em conter a minha voz, pois eu tinha que expressar de alguma forma tudo o que eu estava sentindo. Sasuke me abraçava, acariciava meus cabelos e beijava o meu rosto, fazendo eu me aferrar cada vez mais a ele.

—Sasuke…! — chamei, necessitado. Eu estava no meu limite, logo, logo eu me entregaria ao meu marido. — Eu não aguento mais…!

—Nen, eu… — sua voz grave fez um arrepio forte percorrer todo o meu corpo e estremecer entre seus braços. — Vou preencher-te, meu Nen, fazer-te meu! — ele me beijava e eu só assentia.

Com mais algumas investidas, eu me derramei entre nossos abdômens, minha mente querendo se nublar, mas eu não me permiti porque eu queria ver o semblante de meu marido. Sasuke investiu mais e eu o senti terminar em meu interior, enquanto gemia forte, olhando-me com fixação.

Ficamos nos encarando e respirando pesadamente, seus olhos me diziam algo e meu corpo sabia o que era. Nem o esperei, simplesmente me virei, sentindo seus fluidos escorrerem por minhas coxas, empinei minha bunda, me exibindo. Ele beijou a pele das minhas costas com avidez, enquanto eu o sentia voltar para dentro de mim. Estremeci e gemi alto quando suas coxas se chocaram com as minhas. Arfei, sorrindo, ofegante e satisfeito. Sasuke recomeçou a se mexer, a investir, a me fazer ver estrelas com seu membro incrível.

Ele me abraçou com força e investiu com mais velocidade, fazendo os sons de nossos corpos se batendo e nossos gemidos ecoarem pelo quarto. Eu rebolava em seu membro, procurando por mais contato, se assim fosse possível. Senti a mão de meu marido tatear meu peito e então massagear meus mamilos, enquanto me fazia sentar sobre suas coxas e seu membro entrar mais. Deixei gemidos altos escaparem enquanto eu me movia em sincronia com seu corpo quente.

—Eu te amo, Sasuke, te amo muito! — choraminguei, tentando me envolver mais com seus braços, sentindo seus lábios beijarem e mordiscarem os meus ombros e meu pescoço.

—Eu amo-te, Naruto, amo-te como jamais saberei expressar! — aí eu não aguentei, não suportei ouvir essa declaração tão desejada. Sasuke girou o corpo e se deitou, me fazendo montá-lo e me mexer com total liberdade.

Ele tomou meu pênis entre os dedos e me masturbou, eu estremeci e me contraí. Sasuke gemeu alto, forte, por causa do meu aperto e riu, de forma satisfeita, enquanto eu me movia velozmente sobre seu corpo. Não demoramos muito naquela loucura, logo eu me entreguei a Sasuke e Sasuke se entregou a mim, quase que simultaneamente. Caímos juntos num sono morno, abraçados debaixo de seus lençóis macios, ouvindo os assobios da noite. Fazia anos que eu não dormia tão bem, tão em paz, sentindo-me finalmente em casa.

Acordei-me com a voz suave de Tenten me chamando para me banhar e me preparar para tomar café com meu marido. Apressei-me em estar digno de sua presença, principalmente depois de saber que meus sentimentos são correspondidos. Acabei me recordando de algo.

—Diga-me, Tenten, o que significa “Nen”? — indaguei enquanto eu maquiava levemente o meu rosto, aplicando a sombra laranja que indicava o meu status de casado. — Lord Drargul costuma me chamar assim, às vezes. — expliquei.

Ela me fitou, depois de posicionar meu kimono no extensor, e sorriu. Tenten se aproximou de mim, colocando-se ao meu lado e suspirou, de forma deslumbrada. Foi algo que eu disse?

—Nen é uma terminologia de nossa nação para a esposa favorita do Sjah. — disse e eu arregalei meus olhos, completamente surpreso. — Independente da posição, é a esposa mais amada pelo Sjah. Se ele te chama assim, Naruto, significa que Lord Drargul verdadeiramente te ama. — e me sorriu de modo muito carinhoso.

Tudo o que pude fazer foi violentamente corar, ficar sem ação e completamente abobalhado. Todas as vezes que eu o ouvia me chamar assim, era como se ele me dissesse “eu te amo”. Meu enrubescimento foi diminuindo e dando lugar a uma sensação morna de felicidade, como se tudo estivesse finalmente se encaixando.

Notas finais
Eita, meu povo, e agora q vcs sabem o significado de Nen? E sim, fui eu que inventei essa palavra tbm. Mais uma pra vcs serem felizes. Agora... vamos ao surto. TAQUEPARIU!!!! ERA O SASUKE, NEGADA, ERA ELE!!! AAAAAHHHHHHH quero todo mundo surtando nos comentários! Ei, negada, acompanhem a minha page no face com a minha abiguinha DiAngelo, pra verem as novidades - principalmente de novos projetos que virão. Tem um que tá de passar por baixo da mesa da Ana Maria Braga, só digo isso :3 A Page chama Sociedade dos Provadores de Gaspacho. Beijos amores e amoras.