Notas iniciais
SEGUREM ESSE FORNINHO HUEHEUEHUEHUEHEU ~avoa~ Você deve estar se perguntando [ou não] "Porra tia Yu, mas que forninho?", só lendo pra entender MUAHAHAHAHAHHAHA ~avoa dnv~ Então meus queridos podims, primeiramente ~emocionada feat Sia~, quero agradecer a todos que vieram deixar um comentário ~JOGA BALINHA~ [não faço a minima ideia do que sejam as balinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°)], aos que favoritaram e aos meus lindos e gostosos leitores [vocês são podins se considerem muito gostosos ( ͡° ͜ʖ ͡°)] que estão acompanhando ♥ Obg pelo carinho gente, de vdd ♥ Espero que gostem do capitulo e nos vemos nas notas finais! PS: NÃO DEIXEM DE LER AS NOTAS FINAIS ♥*, opa, bang errado, era esse ( ͡° ͜ʖ ͡°) *

Akane sentiu o celular vibrar, que por um acaso muito estranho estava caído em sua testa suada, enquanto dormia. Sentou-se e viu o aparelho cair no meio de suas pernas, encarou o nome “Toshi” na tela durante algum tempo, até enfim conseguir acordar de verdade.

– Que você quer? – Resmungou o moreno.

– Oh Kan! – Choramingou o loiro, do outro lado da linha, sua voz parecia estar baixo em meio ao som extremamente alto.

– Ta na casa da sua mãe de novo? – Akane se levantou e jogou-se na cadeira de rodinhas em frente à escrivaninha.

– Sim... – O jovem suspirou. – Eu estava com o Kion em casa e ouvi uns barulhos horríveis e meio que fiquei com medo... E vim pra casa da mãe.

– E ela tá com os amigos, como sempre?

– Cheguei aqui às onze e não tinha ninguém, eles chegaram agora pouco... – Akane pode ouvir um fino grito por trás da linha e um novo suspiro de Toshi. – Quando ela tá dormindo de manhã eu não posso fazer nada, sério, ela ameaça me castrar! Agora quando eu venho dormir aqui, tem churrasco, festa, barril de choop, um burrinho, Nicki Minhanavej e quebra a casa.

Akane soltou um fino e bugado riso, seguido de uma breve tosse para disfarçar.

– Ai, como eu não podia dormir, fui treinar meu inglês.

– Ainda tá nisso? – O moreno começou a rodopiar na cadeira.

– Sim, eu fui pra sala e tinha dois caras se pegando... Eu fiquei um tanto enojado, mas como isso podia me ajudar no trabalho fiquei olhando disfarçadamente enquanto estudava. – O pequeno deu uma pequena pausa. – Ai, eu tava pensando em como se fala “eae” em inglês, porque vou falar isso pro Kuro amanhã, cheguei numa mina que tava sozinha lá num canto e perguntei “Oh moça, você sabe como se faça “eae” em inglês?” Ai ela respondeu “what’s up” e eu falei que tinha.

– Você o quê? – O moreno arqueou uma sobrancelha enquanto parava de girar.

– Akane! – Gritou o rapaz do outro lado. – Tem uma criança aqui! De quem é essa criança, meu Deus!

– Calma Toshi! É só uma criança.

– Como desliga?!

– Desligar o quê?

– Esse treco subindo nas cortinas! Vou ligar pra polícia!

E foi assim que a conversa chegou ao fim. Akane olhou para o celular e viu duas novas mensagens, ainda eram seis e trinta e cinco da manhã e o “encontro” em frente à praça era às onze, o moreno estava um tanto nervoso e nem tinha um motivo para tal.

Abriu a caixa de entrada e viu uma mensagem de Sr. Nakano e outra de Hideki. Com certa surpresa e medo de abrir a mensagem do ruivo, foi direto para a de seu chefe. Infelizmente ou felizmente ele teria que trabalhar, teria que trabalhar em um domingo. Quem trabalha em um domingo?! Akane.

Suspirou e levantou-se esquecendo do outro rapaz. Caminhou até o banheiro e lavou o rosto, estava com olheiras horríveis além de que mal havia percebido que vestia a camisa ao contrario.

Voltou para a cama e enterrou a cabeça no travesseiro, desejando dormir o resto do dia.

* * *

Algumas horas depois antes de ir para o trabalho, passou pela faculdade onde pretendia entrar, a esse ponto a lista já deveria ter saído. Viu uma pequena multidão em frente ao portão, foi passando pela mesma com baixos pedidos de “licença”.

Olhou para os papeis colados, procurou uma, duas, três e uma quarta vez só para ter certeza, mas infelizmente seu nome não estava lá. Todo o esforço e os livros caros, cursos e mais haviam sido em vão e uma pontada de decepção encheu o peito do rapaz.

Entretanto, a vida não poderia parar e no ano que vem ele poderia tentar novamente, já que as inscrições para o atual haviam encerrado. Ajeitou sua pastinha, improvisada, em baixo do braço esquerdo e apressou-se para sair do local.

Após encarar o metrô lotado, uma chuva repentina e ver sua pasta improvisada encharcar, mordeu o lábio inferior e pediu de coração para uma nave extraterrestre cair sobre ele. Tirou o casaco molhado e olhou para seus trabalhos totalmente perdidos, virou levemente o rosto para olhar Bunny, assim que chegou à editora.

– Bom dia, Kan! – Falou a baixinha enquanto acenava.

– Bom dia, Hime. – Respondeu um tanto desanimado.

– Sabe que dia é hoje?! – Ela deu alguns pulinhos.

– Hum... Domingo?

– Hoje é dia de ir pra casa da mamãe! – A garota abriu um largo sorriso. – Estamos combinando isso há dois meses, mas ninguém queria me dar uns dias de folga.

– Hahaha! – Ele forçou uma risada. – Mande um oi pra ela por mim.

– Pode deixar!

Akane seguiu seu caminho, entrou no elevador e em poucos minutos estava em frente à porta da sala, olhou para suas coisas e desejou voltar para casa, mas não poderia deixar seus colegas na mão.

Abriu a porta e olhou para todo o local, que estava bem... Calmo. Não havia ninguém além do Senhor Nakano, o homem alto olhava pela janela.

– Achei que não viria... Akane.

– Eu não faltaria a um dia de Senhor Nakano.

– Me chame de Yusuke, por favor. – O maior enfiou as mãos no bolso da sobrecasaca. – Não estou aqui como seu chefe hoje, sim como amigo. – O mesmo se virou. – Akane, preciso de ajuda.

O jovem ficou em silêncio por algum tempo enquanto olhava para o chefe, em seguida moveu a cabeça afirmativamente uma vez e se aproximou ainda segurando suas coisas.

– Problemas com Tatsuo? – O pequeno perguntou.

– É...

– O que houve dessa vez?

– Bem... Segui seu último conselho.

– Sério? – Akane coçou a nuca enquanto o encarava.

– Não deu muito certo. – Senhor Nakano forçou uma risada. – Aparentemente ele ainda ama a ex.

– Entendo... – O moreno sentiu o celular vibrar em seu bolso, mas decidiu ignorar.

– Eu estou tentando.

– Sei que está, Yusuke, mas tem que pensar que talvez o Tatsuo precise de um tempo. – Suspirou. – Acho que eu ficaria muito incomodado se um homem gostasse de mim, e também entendo como não é ser correspondido.

– Você ficaria incomodado? – O maior voltou a encarar a janela. – Talvez eu que esteja errado afinal, não é? Seria melhor desistir.

– Errado?

– Isso me parece errado agora, amar alguém do mesmo... – Ele riu. – Que bobagem, vou aceitar a proposta de Cécile.

– E se casar sem amor? Isso sim é errado. – Novamente o celular de Akane vibrava em seu bolso. – Amor é amor independente de gênero e você não pode desistir num primeiro obstáculo que aparecer. – O moreno encheu o peito e encarou o chefe. – Continue tentando, ajudo você se precisar, vamos ir contra a sociedade e os ET’s estarão a nosso favor!

Antes que pudesse fazer qualquer coisa se via entre os braços do homem extremamente alto, sabia que aquilo significava muito para ele e apesar de ter dois tipos de visão sobre o assunto em sua mente, desejou apenas que o amigo fosse feliz.

– Obrigado, Akane.

É nóis que voa.

Yusuke riu ainda abraçando o amigo.

– Tem que parar de assistir Rari Podder.

Ambos ouviram o barulho da porta, e automaticamente se afastaram. Tatsuo forçou um sorriso.

– Desculpe incomodar. – Assim dizendo, o rapaz de cabelos laranja deixou a sala.

– Tatsuo! – Chamou o homem, seguindo-o.

Mais uma vez o celular vibrava no bolso de Akane, retirando-o do mesmo, abriu e viu que era Bunny, atendeu sem pensar duas vezes.

– Kan?! – Ela suspirou aliviada. – Até que em fim.

– Qual o problema, Him?

– Eu estou indo pra casa da minha mãe agora e preciso muito de ajuda. – A garota deu uma pequena pausa. – Estou no prédio ainda, desça logo.

Akane revirou os olhos e eles quase viram o próprio cérebro. Revoltado com a vida e com seu maravilhoso domingo, o moreno jogou suas anotações borradas e molhadas no lixo da sala e desceu de mãos vazias.

No caminho conseguiu ver que Yusuke e Tatsuo estavam conversando em um dos corredores, passou sem fazer barulho, logo chegando ao encontro de Bunny, ela tinha em mãos a maleta de Akane, mas isso não deveria estar com ela... Ou deveria?

– Kan, aqui. – Ela entregou o objeto.

– Mas...

– Hideki me mandou mensagem dizendo que você não havia retornado a mensagem que ele mandou de madrugada. – Continuou a baixinha enquanto colocava o casaco. – Ele está gripado e queria se encontrar mais cedo com você, porque iria dormir o resto do dia.

O moreno enfiou a mão no bolso e segurou forte o aparelho, sentindo-se um pouco mal.

– Ele veio aqui na chuva pra trazer sua maleta e como o guarda-chuva dele tinha ficado comigo, você pode imaginar como ele estava quando chegou... – Ela segurou o cachecol. – Kan, estou preocupada com o Hide, mas não posso desmarcar com minha mãe. Você...

– Me dá o endereço.

* * *

O moreno havia passado em casa para pegar o casaco de Hideki e deixar sua maleta, na farmácia para comprar medicamentos e em um mercado para comprar ingredientes, o que ele faria com aquilo nem o mesmo conseguia dizer. Esqueceu-se do endereço e teve que voltar para casa, esqueceu-se do casaco ao voltar e teve que retornar novamente, esqueceu que tinha que levar as coisas que tinha comprado e voltou mais uma vez.

Antes de sair, checou se havia pegado tudo e aparentemente estava certo. Caminhou cerca de uma hora até um prédio, um prédio próximo ao centro da cidade, duas coisas passaram pela cabeça de Akane, primeiro: Ou ele era um ET muito inteligente infiltrado nesse mundo ou segundo: Ele era o Maicon Jaquison disfarçado.

As pessoas daquele local se vestiam muito bem, além de suas joias, em especial as moças, Akane se sentiu uma sardinha em meio de lagostas. Foi com rapidez ao elevador e lá esperou, o apartamento era no vigésimo sétimo andar, o que fez Akane esperar um certo tempo.

Logo, já em frente à porta do apartamento de Hideki, ele aguardou, pensou se aquilo fosse certo, afinal não havia aceitado vir aqui quando o mesmo o chamou, mas talvez ele tivesse ficado gripado por sua culpa, afinal o casaco havia ficado com o moreno.

Akane massageou a nuca com a mão livre e bateu na porta, esperou alguns minutos e bateu novamente, esperou mais um pouco e viu um pequeno botão do lado direito, apertou-o e esperou. Quando estava prestes a apertar novamente a porta se abriu. Hideki olhou para o baixinho e o encarou por longos segundos, o ruivo estava com enormes olheiras, com o nariz e as bochechas avermelhadas.

– Akane? – O rapaz espirrou. – Desculpe...

– Eu sei que talvez não devesse estar aqui, mas... – O moreno olhou para as sacolas. – Eu trouxe algumas coisas pra você, vão te ajudar com essa gripe.

– Hime que te conto, não? – O ruivo passou a mão pelo cabelo numa tentativa de ajeitá-lo. – Não precisava disso, eu já estou melhorando.

– Por favor, aceite. – Akane esticou as sacolas para o rapaz.

– Eu aceito. – O maior sorriu. – Se você almoçar comigo.

– É que sabe... Eu... – Sussurrou o pequeno engolindo um seco. – Meu peixe...

– Precisa dar água pra ele? – O ruivo torceu o nariz.

– Bem... Não, mas...

– Ótimo. – Assim dizendo, o rapaz puxou-o para dentro. – Fique à vontade.

Akane estudou o local, era mais bonito dentro do que fora, a sala, cozinha e sala de jantar eram amplas e a decoração deixava-a com um ar de “lar doce lar”, o moreno sentou-se no sofá e olhou para seus joelhos, não sabia direito como agir.

O ruivo direcionou-se para a cozinha com tudo que o menor havia trazido, enquanto o mesmo esperava, o cheiro estava ótimo e ele tinha a certeza que Hideki não havia começado a cozinhar naquele momento. Talvez estivesse esperando alguém e ele havia chegado para atrapalhar.

Um amplo balcão e a mesa separavam a sala da cozinha, era tudo muito organizado. À frente uma larga escada levava a duas portas, que no momento estavam fechadas impedindo Akane de saber o que guardavam.

O moreno olhou para frente e viu o símbolo da faculdade em que tentou entrar, desenhada em um envelope branco sobre a mesa de café. Existiam dois tipos de pessoas, os que tinham condições de pagar e os bolsistas e infelizmente, Akane não era nenhum dos dois.

Hideki começou a tossir e parou de mexer nas panelas por um momento, ao ver, Akane se levantou para acudi-lo. Segurou-o pelo braço e o levou até o sofá. O primeiro copo que viu no escorredor foi usado para dar água ao rapaz.

O ruivo deitou-se no sofá e fechou os olhos, tapando-os com o braço esquerdo, Akane ajoelhou-se em sua frente.

– Desculpe... Vou ficar devendo um almoço.

– Tem que comer algo pra tomar os remédios que eu trouxe, vou sair pra comprar algo. – O menor se levantou. – Não demoro.

– Akane. – O outro segurou seu braço com força e puxou-o para si, fazendo o menor deitar sobre seu corpo. – Não vá agora.

– Hideki. – Corando, o menor tentou sair de seus braços.

O ruivo apertou mais o abraço, impedindo que o pequeno conseguisse sair.

– Suas mãos estão geladas... – Sussurrou o maior.

Akane ficou em silêncio por certo tempo.

– Você quem está quente demais. – Ele o olhou. – Está com febre, tem que esfriar o corpo.

Sem segundas intenções e sem pensar direito, o moreno puxou a blusa do rapaz, quase a tirando.

– Não. – Resmungou Hideki. — Está frio.

– Não tem escolha.

Assim dizendo, o pequeno puxou um pouco mais a blusa do maior, e foi quando a porta da frente se abriu.

Notas finais
Continua... ADORO AHSUHYEGUAHSYEGYGAYSGYE ~sai jogando purpurina~ Então, gostaram? Espero que sim u_u TIA YU APRESENTA: ~Super explosão~ Garnier, porque você vale muito. Okay, parei ;-; Vamos as novidades! 1 - Minha net e pc estão de volta )o) 2 - Eu estou de férias!!!! 3 - Pudim é bom pakas! HAUSHUEHUAHUE. Perguntas: 1 - "Porra Tia Yu porque demorou tanto pra postar?" R: Jovem e querido, podim-desu. (q?), eu estava com problemas no meu pc e minha net fugiu com a lua da Joelma... Por isso eu entrava escondida nos pc alheios pra conseguir fazer alguma coisa. Mil desculpas... 2 - "O próximo capitulo vai demorar?" R: Não ~dancinha~, como estou de férias e ta tudo arrumado e lindo de bunito, os capítulos vão chegar mais rápido! )o) Ps: O capitulo quatro já começou a ser escrito ( ͡° ͜ʖ ͡°) Se tiverem um tempinho deixem um comentário, até um "gostei" e "odiei" vale u.u Beijos queridos podins ♥