Notas iniciais
Olá, gente! Em primeiro lugar, OBRIGADA pelos comentários que vocês tem deixado! AMOOO! Em segundo... MEDO desse capítulo, pois não quero decepcionar...
Bom, espero que não aconteça isso, então vamos lá!
Duas observações:
Quem quiser, pode ver os visuais que estão na minha cabeça pra Rachel e Finn no meu orkut (finchelouca como aqui).
E a trilha sonora é algo que eu achei no YT e amei! Um rapaz chamado Peter Lee Johnson. Escutem (se quiserem), a medida que as músicas forem aparecendo, os links correspondentes. Não sou de colocar link no meio do texto, mas se colocar tudo aqui vai dar um trabalhão pra quem quiser ouvir, né?
Espero que gostem de ler como gostei de escrever... suuuuper beijoo!

Rachel apertou várias vezes, nervosamente, o botão do elevador correspondente ao terraço do hotel. Checou pela milésima vez sua aparência no espelho. A maquiagem estava impecável, destacando seus pontos fortes, apesar de discreta. O cabelo preso em um coque meio displicente combinava perfeitamente com o vestido super sensual e a botinha que ela havia levado consigo, mesmo achando que provavelmente não teria a oportunidade de usar. Sorriu, pensando que, no final das contas, às vezes não é assim tão má a mania das mulheres de levar em suas malas mais roupas do que o necessário.

Alcançou finalmente o último andar do prédio e, saindo do elevador, foi surpreendida por um hall elegante, enfeitado com um grande espelho com moldura dourada e grandes flores em um vaso de cristal sobre uma mesa de madeira escura. Enquanto nos outros andares havia um grande corredor com muitas portas, ali havia apenas este hall pequeno e uma grande porta dupla de madeira, com uma campainha ao lado, que ela concluiu que deveria tocar.

Recebida por um copeiro, atravessou guiada por ele uma grande sala e chegou até uma imensa varanda, onde uma mesa estava servida para duas pessoas, com louça e talheres reluzentes, além de flores e velas em castiçais de cristal. Um pouco afastado, havia um jovem músico próximo a uma aparelhagem moderna de som, segurando um instrumento que claramente dominava nas mãos e tocando uma música que ela não conhecia, mas que já estava achando simplesmente linda! (Thinking bout you — http://www.youtube.com/watch?v=6orBZu65brI&feature=bf_next&list=PL5EAC909A8BCB769E)

Finn olhava a vista, até ser chamado pelo empregado do hotel, e se virar e andar na direção deles, fazendo um sinal que indicava que o rapaz poderia se retirar. Os dois ficaram alguns segundos apenas se admirando, gravando a imagem um do outro em suas mentes, até que ele segurou as duas mãos dela nas suas, erguendo-as até seus lábios e beijando bem delicadamente os nós de seus dedos.

"Você está..." Ele procurou pelas palavras, mas nenhuma parecia-lhe capaz de realmente descrevê-la. "...deliciosamente linda!"

"Obrigada." Respondeu, satisfeita, mas sem deixar que seu sorriso entregasse muito.

"Eu acho que você está querendo acabar comigo, Srta. Berry." Brincou. "E não economizou nem um pouco na munição."

"Olha só quem está falando! Um jantar à luz de velas, num terraço luxuoso como esse... com uma visão privilegiada da Torre Eiffel... um músico tocando baladas no violino. ISSO é artilharia pesada, Sr. Hudson." Sorriu.

"Você gostou?" Ele não conseguia deixar de se sentir um pouco inseguro perto dela.

"É claro que sim! Poderia servir até de cenário para o seu programa." Brincou, mas ao mesmo tempo ficou pensando se aquilo tudo tinha sido mesmo preparado para ela, e ficou um pouco incomodada com a ideia. "O que me faz questionar se você não convidou a pessoa errada... se não deveria ser a Santana aqui, jantando com você." Falou mais séria, não se controlando por completo.

"Talvez." Ele respondeu, também adotando um ar sério. "Talvez eu devesse querer que a Santana estivesse aqui comigo, realmente... mas o fato é que eu não quero. Eu convidei a pessoa certa, porque convidei a única mulher com quem eu quero estar essa noite."

"Mas uma mulher que não está disputando a chave para o seu coração, Finn." Seu tom era preocupado, até um pouco triste, e não irônico, apesar do uso do nome do programa.

"Você nunca precisou, não é?" Ele passou a mão pelo rosto dela e suspirou. "Você sempre arrombou as portas, quebrou as janelas, derrubou as paredes... como um furação! Você nunca precisou de chave, nem convite, nem nada, pra entrar na minha vida... no meu coração."

"Finn, eu..."

"Desculpa. Me desculpa, Rach. Eu não quero falar do passado, eu... a gente não precisa nem falar, na verdade. Eu só quero passar essa noite com você." Sorriu novamente. "Ontem foi tudo muito rápido... nós fomos acordados hoje de manhã. Eu quero passar uma noite inteira com você! Aproveitar cada segundo dessa noite e guardar esse momento na minha memória, mesmo que ele seja o último momento em que eu vou poder ficar perto de você, babe. Nós podemos fazer isso, não é?" Perguntou, esperançoso. "Afinal, o que acontece em Paris fica em Paris, não é o que dizem?"

Provavelmente, qualquer pessoa que soubesse o quanto Rachel amava Finn esperaria que ela, naquele momento, fosse ficar decepcionada, desapontada, triste mesmo com as palavras dele. Porém não só ela já esperava por algo daquele tipo, como sabia de onde todo aquele discurso vinha. Afinal, uma coisa era passar alguns momentos juntos e outra bem diferente seria tentar ter um relacionamento de verdade, depois de tanto tempo e de tantas mágoas. Elas sempre estariam presentes e prontas a fazer um estrago na primeira oportunidade, como alava de um vulcão que permanece quieta por um tempo, para em algum momento jorrar de dentro dele.

"Sim, é o que dizem." Ela riu, então. "Agora falta saber se você acertou também na comida, hum? O que teremos?" Ela perguntou, pegando a mão dele e indo para a mesa, enquanto ele fazia sinal para o copeiro, ao mesmo tempo em que começava a listar entrada, prato principal e sobremesa, além de falar um pouco sobre o vinho que ele mesmo tinha escolhido para acompanhar tudo.

Os dois comeram, ao som de músicas como I will always love you (http://www.youtube.com/watch?v=dqkLfbYUDLg&feature=bf_next&list=PL5EAC909A8BCB769E),
Without you (http://www.youtube.com/watch?v=j421mh7gD9c&feature=bf_next&list=PL5EAC909A8BCB769E)
e Just the way you are (https://www.youtube.com/watch?v=iB0WG2-hFtc), conversando sobre nada em particular, até o nome de Artie surgir no meio do assunto e Rachel acabar deixando a curiosidade falar mais alto que a discrição.

"Eu não pude deixar de notar que vocês discutiram mais cedo. Tá tudo bem?" Questionou.

"Tá... tá tudo bem." Sorriu, sincero. "Ele ficou bem irritado porque eu fiz ele nos liberar bem mais cedo que o previsto. E, principalmente, porque havia uma reserva feita em um restaurante famoso qualquer, que ele e Will penaram pra conseguir, e eu disse que não iria jantar com a Santie." Apesar de não gostar muito do apelido dado à latina, Rachel gostou de saber que tudo ali tinha, então, sido mesmo preparado para ela, e não para a outra garota. "Eu acabei me exaltando também e falando que sou eu que mando, porque sou dono da emissora... coisa que não é a minha cara." Ele mexeu nervosamente no cabelo, porque existem coisas que nunca mudam, e ela achou isso adorável.

"Eu não gostaria de ter causado uma briga entre você e seu diretor, Finn."

"Fica tranquila. A gente já conversou... nós dois pedimos desculpas. Nós somos muito amigos... melhores amigos. A gente discute e depois ri juntos da situação." Tomou um gole de vinho. "E no final ele ficou bem feliz. Conheceu uma garota lá na torre e deve estar com ela agora no tal restaurante." Os dois riram.

Os dois falaram mais um pouco sobre a grande amizade dele com Abrams, ela contou sobre a dela com Mercedes e, mais recentemente, com Kurt e Blaine, se surpreendendo ao saber que Kurt também cuidava do visual da mãe dele em certas ocasiões. Então, ela quis saber de Carole e ele de toda a família dela, mas os dois sempre conseguiam evitar deixar o assunto caminhar muito para o passado. Daquele tempo distante a única outra coisa sobre a qual falaram foi Uno, de quem Finn relatou algumas aventuras, e ela falou sobre suas três gatas que, reunidas novamente depois de algum tempo, vinham bagunçando um pouco o apartamento.

"Três gatas, Rachel? Ainda bem que são todas fêmeas! Senão, você podia virar uma daquelas velhinhas sozinhas com um número enorme de gatos que se multiplica a cada ano." Gargalhou e ela riu junto com ele, afinal de contas ele estava apenas brincando e jamais poderia sequer supor que, naquele momento, ela teve medo de se tornar uma dessas pessoas solitárias e tristes, que só amam e confiam nos animais.

"Dança comigo?" Ela pediu, se levantando e esticando a mão na direção dele, querendo afastar qualquer pensamento negativo e aproveitar a noite perfeita que ele tinha planejado.

"Você sabe que eu não danço direito, Rach." Ele respondeu, mas ela começou a puxá-lo.

"Você sempre disse isso, mas nunca pisou no meu pé nem nada, Finny. Vem!"

Sorrindo, ele se afastou da mesa com ela e os dois começaram a deslizar devagarinho ao som da música. Ele abraçou-a pela cintura e ela recostou-se no peito dele, ambos fechando os olhos e aproveitando o cheiro, o calor, o conforto do contato. Ele começou a prestar atenção na melodia e reconheceu If I ain't got you (http://www.youtube.com/watch?v=99DqjG6bnEw&feature=bf_next&list=PL5EAC909A8BCB769E), começando a cantarolar devagar a letra, que caía como uma luva!

Finn era uma pessoa de sorte, que tinha recebido uma grande empresa para administrar, havia encontrado neste ofício sua vocação, e não só multiplicara o valor de sua fortuna como aumentara o prestígio da emissora enormemente, ao longo dos últimos anos. Tinha uma mãe maravilhosa, amigos fiéis, companheiros de trabalho talentosos, eficientes e dedicados, era considerado um dos homens mais bonitos do país, e não faltavam mulheres de todos os tipos interessadas nele. Porém nada disso era suficiente, nada disso era capaz de fazê-lo realmente feliz, porque ele não tinha Rachel. Não de verdade, não como ele queria... não para sempre!

Pensar sobre isso agora, no entanto, não levaria a lugar nenhum. O que ele poderia ter da mulher que amava era aquela noite, então ele precisava aproveitá-la ao máximo. Por isso, continuou dançando com ela, apertando-a mais forte em seus braços, até o momento em que, na terceira ou quarta música, ela levantou a cabeça que estivera pousada sobre seu peito, e os olhos dos dois se encontraram e mergulharam um no outro.

Segurando suavemente o queixo dela, ele se abaixou um pouco e juntou seus lábios, beijando-a várias vezes, delicadamente. Esfregou seu rosto no dela, sentindo a maciez de sua pele na dele, passou a ponta do nariz atrás da orelha dela, sentindo os pelos da garota se arrepiarem, trilhou um caminho de beijos ternos pelo pescoço e mandíbula, até encontrar a boca novamente, tudo sem nenhuma pressa, tudo com o maior cuidado, tudo sendo registrado como algo sagrado na memória de ambos.

Beijaram-se nos lábios mais algumas vezes e ele a segurou pela nuca, inclinando-se mais e puxando o lábio inferior dela entre os seus, pedindo então, finalmente, passagem para sua língua, que foi concedida com prazer. Suas línguas se experimentaram lentamente. O gosto do creme brûilée misturado ao do vinho e ao gosto peculiar de seu Finn fazia com que Rachel não quisesse que aquele beijo acabasse nunca. O sabor tão característico de sua Rachel, incrementado pelo chocolate do petit-gatêau e a baunilha do sorvete, era algo do qual Finn queria mais, e mais, e mais.

Quando os dois se separaram, sorrindo como só os tolos e os apaixonados são capazes de fazer, Finn a pegou pela mão e ela o seguiu, sem titubear. Ele a levou para uma parte do terraço que ela não tinha visto ainda, onde havia um futon cercado de canteiros de flores e várias lamparinas. Era o cantinho mais romântico que Rachel já tinha visto na vida, e ela ficou ainda mais impressionada por Finn ter conseguido caprichar tanto em um encontro em tão pouco tempo.

"Quando a gente estava indo lá pra Torre, eu liguei pra cá e pedi que me mudassem pra suíte presidencial." Ele disse, já sentado no futon, com ela ao lado. "Eu não queria jantar com você em um restaurante qualquer, e eu sabia que aqui eles me serviriam o que eu pedisse. Quando eu falei em jantar a dois, o gerente do hotel me garantiu que organizaria tudo... e realmente ele foi impecável. Foi ele quem chamou o músico, arrumou a mesa perfeita, sugeriu o cardápio. Eu só tinha escolhido o vinho... até o momento em que eu resolvi andar pelo terraço e vi esse futon aqui. Eu achei que você ia gostar de relaxar um pouco, olhar a lua, a cidade lá embaixo... aí eu pedi pra colocarem essas velas aqui e..."

"Ficou perfeito." Ela disse, sentindo o ar faltar em seus pulmões de tanta felicidade. "Ficou... perfeito, Finn." Repetiu, tocando o rosto dele, que sorriu como um menino.

Os dois foram servidos de champagne e Finn pediu que o balde com gelo e a garrafa da bebida fossem deixados perto deles, e que o músico fosse dispensado. Em seguida, agradeceu os serviços do copeiro, liberando-o também, para que ele e Rachel pudessem enfim ficar a sós.

"Hora de relaxar." Ele disse, beijando-a e fazendo com que ela deitasse no futon.

Ele afastou-se com um sorriso atrevido nos lábios e pegou um dos pés dela, tirando-lhe o sapato. Repetiu o gesto com o outro pé e, dessa vez, ao invés de pousar a perna dela no futon, beijou seu peito do pé e foi beijando muito, muito lentamente sua perna, até a barra do vestido. Voltou a deitar-se sobre ela e trocaram beijos mais cálidos dessa vez, mais intensos, começando a viajar com suas mãos pelo corpo um do outro, e quando ele levantou o corpo dessa vez, a puxou consigo, sentando-a, para desfazer com calma o penteado dela e abiu o zíper do vestido, que ficava nas costas, tudo isso com seus olhos vidrados nos dela, que o encarava também, embevecida.

Aberto o fecho do vestido, ele acariciou as costas dela e percebeu quanto ela se arrepiou ao seu toque. Sorrindo, desceu o vestido até a cintura e baixou o olhar, admirando seus seios, que se expunham para ele e o convidavam para uma brincadeira nada inocente, mas resistiu a eles por hora, fazendo com que ela se deitasse, para que ele pudesse puxar o vestido e livrar-se dele, afinal. Julgou a visão do corpo dela, quase completamente nu, sob a luz da lua e das lamparinas, a coisa mais bonita em que já tinha posto seus olhos.

Ela sentou-se de novo, imediatamente, fazendo-o tirar o paletó, abrindo os botões da camisa dele, e acariciando seu peitoral e beijando seu pescoço, enquanto ele terminava de descartá-la. A calça que ele usava também não demorou a ser retirada, bem como sapatos e meias, mesmo Finn não sabendo como ele ainda conseguia executar este tipo de tarefa simples do dia-a-dia enquanto Rachel mordia sua orelha, se agarrava em seus cabelos, beijava sua mandíbula e ronronava baixinho.

Ele se deitou por cima dela de novo. Agora, os dois estavam separados apenas pelas roupas íntimas e se beijavam com urgência, enquanto se apertavam um contra o outro. Ele tocou os mamilos dela, beijou-os, lambeu-os, sugou-os, aumentando a excitação dos dois, fazendo-a gemer mais alto. Tocou a intimidade dela, constatando que ela estava pronta para ele, para se conectar com ele, receber todo o amor que ele tinha esta noite, esta única noite quente e especial, para entregar a ela.

Os dois se amaram sob o céu parisiense. Levaram um ao outro ao topo do mundo, a um prazer intenso que não era fruto só de algo físico, que só poderia vir de uma paixão como a deles, forte, verdadeira, diferente, única, ainda que negada, escondida, temida. Depois, ficaram ali, por um tempo, nos braços um do outro, preguiçosamente, trocando carinhos, conversando sobre trabalho, arte, os Estados Unidos, a Europa e qualquer outra coisa que não pudesse conduzir a sentimentos e futuro.

"Fala alguma coisa em francês pra mim, babe. É tão lindo e... sexy você falando francês!" Ele pediu, quando falavam sobre seu conhecimento da cultura daquele luminoso país.

"Você não vai entender." Ela implicou.

"Não importa... você me diz o que falou, ué! Eu... só quero ver." Encolheu os ombros.

"Ok." Secou a garganta."Je ne voulais pas mettre fin à ce moment."

"O que você disse?" Perguntou todo animado.

"Que eu gostaria de mais uma bebida." Mentiu. Na verdade, significava que ela não queria que aquele momento chegasse ao fim, mas isso ela não tinha coragem de lhe dizer.

Os dois tomaram mais champagne, conversaram mais e, depois de um tempo, ele a carregou para o lindíssimo quarto do verdadeiro apartamento que era a dita suíte presidencial, onde voltaram a fazer amor. Mais de uma vez. Sob os lençóis, ele teve vontade de perguntar o que tinha acontecido com aquele discurso todo que ela, um dia, havia feito sobre não trair o namorado, mas não teve coragem, até porque ele sabia que não tinha direito de julgá-la e que o que eles estavam vivendo naquela noite não era um capricho dela, uma leviandade. Ele via nos olhos dela que havia um vestígio da paixão de juventude e sabia que fora isso o que a fizera perder o controle.

Finn brigou contra o sono tanto quanto pode, pois se aquela noite era tudo o que ele tinha, ele queria que ela durasse o máximo. Porém, eventualmente, foi vencido pelo cansaço, deixando sozinha Rachel, que, por sua vez, não conseguiu dormir.

Já era manhã quando o rapaz acordou e abriu os olhos com medo da situação com a qual teria de lidar. Não esperava, no entanto, ter de lidar com o vazio, o silêncio, a ausência, a falta de Rachel, logo de cara. Não pode decidir se tinha sido melhor ou não ela ir embora antes do seu despertar.

Bufando, levantou-se e ia seguir para o banheiro, para tomar uma ducha e se preparar para enfrentar o dia e a realidade, quando viu um papel sobre uma escrivaninha que havia no quarto, no qual estava um recado que o deixou triste e confortável ao mesmo tempo, se é que algo assim era possível.

Obrigada pela linda noite. Com certeza, me lembrarei dela para o resto da minha vida.

"Nós sempre teremos Paris."*

Beijos, R

Notas finais
A frase entre aspas é do filme Casablanca.
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