A Chantagem- Dramione

19 Máscaras - 18- Décimo oitavo capítulo


Notas iniciais
Hey pessoal! Peço desculpas pela demorar para postar. Bom, o que importa é que eu voltei e voltei com a inspiração a mil! Os próximos capítulos serão maiores e carregados de duvidas, receios e medos. Uma prova de fogo para nosso casal! É enquanto escrevo as notas do capítulo, mil ideias para o próximo capítulo já se desenrolam por minha mente ô/ Até breve! Boa leitura!

9:45 da manhã de um sábado, frio enquanto a maioria dos alunos de Hogwarts começara a despertar, um certo casal já se encontrava acordados e para esquentar a manhã que chegou fria, nada melhor do que uma leve discussão.

– Malfoy – a castanha disse o sobrenome do loiro, enquanto o mesmo continuava com a porta trancada pelo lado de fora – Você não pode me manter trancada para sempre, sabia? – explica enquanto ainda tentava abrir a porta pelo lado de dentro do banheiro em uma tentativa boba.

– Não quero te manter trancada no banheiro – o loiro responder com a voz maliciosa e rouca – Prefiro te manter assim, na nossa cama – completa, sorrindo apaixonadamente enquanto ainda segurava a maçaneta da porta – Hermione, amor está um frio tão gotoso, por que você não deixar o passeio com as suas amigas para outro dia e voltamos para cama, sim? – sugere esperando que a namorada aceita-se sua sugestão.

A menina suspirou – Draco, por mais que eu realmente quisesse ficar com você o dia inteiro na cama, eu já marquei com as meninas e elas estão me esperando. Agora, abra essa porta – pede, ainda forçando a maçaneta.

– É só desmarcar – ele ainda tentar persuadir a namorada – Eu posso ir, nela se você quiser – completa, esperando ela concordar com ele. No entanto, sabia que ela não cederia. Afinal, ela era Hermione Granger e ele, bom Draco Malfoy. E um namoro entre eles, nunca seria normal.

– Não. Eu não vou desmarcar, agora abra essa porta – exigiu, puxando a porta e tombou para trás, quando a porta veio em sua direção com facilidade. Franziu a testa ao notar a passagem vazia – Draco? – o chamou e com passos rápidos, caminhou em direção a cama de casal. E um sorriso gigantesco se forma nos lábios da castanha com a visão de Draco deitado de bruços com a colcha o cobrindo da cintura para baixo, apenas.

Quando viu já estava se deitado sobre as costas dele, e com a cabeça enterrada entre o ombro o pescoço do mesmo, e sorriu ao ver uma formação de um sorriso de escanteio, típico sonserino conquistador. – Não! Eu não vou deixar de ir ao passeio com minhas amigas – acrescenta rapidamente, e deu um beijo no pescoço do mesmo ao ouvi-lo gemer frustrado e derrotado.

– Fazer o que, né? – diz, com a voz abafada – Vai lá. Me abandone sem olhar para trás – diz, dengoso apontando para porta com o braço – Ai! – gritou quando sentiu uma mordida dela no seu ombro direito.

– Deixa de dengo – comenta, antes de dá um beijo onde mordeu – Eu vou está de volta de tarde – afirma – E nós dois, podemos passar o tardezinha e a noite inteira na cama, o que acha? – sugere enquanto acariciava os cabelos loiros e cheirosos do namorado.

– Humm... Isso parece bom para mim – concorda – Não demore. Se demorar muito coloco outra no seu lugar – diz, enquanto enterrava a cabeça no travesseiro, e rindo, aceitou os tapas que vieram a seguir por conta da sua provocação.

(...)

Hermione voltava do passeio que planejou para Hogsmeade com suas amigas e quando já se aproximava da grande porta principal do castelo, e diminuiu os passos conforme se deparou com Lúcio e Narcisa Malfoy em frente ao castelo. Um calafrio lhe subiu pela espinha, no entanto continuou a andar com passos lentos em direção a porta e também onde eles estavam.

O casal Malfoy se virou e rapidamente se deparou com a sangue-ruim que agora seu herdeiro fazia questão de apresentar como namorada diante de todos. Eles perceberam desde de quando Draco era pequeno, o interesse e fascinante que ele nutria pela garota, no entanto, ambos deram um jeito de repreende-lo por admirar uma garota como ela, entretanto, seu filho era um sonserino ardiloso, determinando e muito bom em ocultar seus sentimentos. E pelos anos a seguir, o seu herdeiro se calou e até desprezou a garota, no entanto, foi no dia que ela foi levada a mansão Malfoy que ambos viram e comprovaram, o desespero, a angustia e a aflição do seu primogênito ao ver a menina Granger ser torturada bem diante do seus olhos.

Ela continuava a caminhar em direção a ambos, e eles notaram que mesmo não tendo sangue puro, a garota era desafiadora e corajosa o suficiente para caminhar em direção a eles, com os olhos firmes. A mulher ideal para se tornar a esposa de um Malfoy. Sim, eles descobriram naquele dia, na mansão que seu filho nutria o mais profundo amor pela garota. Um amor que duraria para toda uma vida, e de alguma forma, ambos estavam felizes por ele ter encontrando o amor. Mesmo que nos braços da nascida trouxa.

Draco caminhava em direção ao portão que o levaria a saída do castelo de cabeça baixa. Infelizmente, teria que ir com seus pais e para sua infelicidade sua namorada ainda não tinha retornado do passeio, e sem outra opção, deixou para ela uma carta explicado o porquê da sua partida repentina. Ao se aproximar de onde estava seus pais, percebeu que eles olhavam fixamente para frente e guiando seus olhos em direção a onde ambos tanto olhavam, encontrou Hermione caminhando também com os olhos fixos neles.

Sorriu ao notar a determinação e postura na sua namorada. Ela querendo ou não, as vezes agia como uma sonserina. Finalmente, Hermione o viu, contudo seus olhos rapidamente se depararam com a pequena mala na mão esquerda do namorado e guiando seus olhos novamente para ele, o notou com o olhar intenso sobre si, como se tenta-se explicar o porquê da mala.

Narcisa e Lucio em silencio, observou seu filho passar por eles, indo diretamente em direção a castanha e em questão de segundos, ambos estavam com os braços em torno um do outro. Eles se entreolharam por segundos, antes de voltar a encarar o jovem casal a sua frente. Por obra do destino, a menina Granger também amava seu filho. E suspiraram a aliviados, o amor deles era reciproco. Aquele desprezo que ele desenvolveu por ela, e o desprezo que o mesmo despertou nela, se transformou em um amor intenso e verdadeiro. Era visível tal sentimento na forma que se abraçavam, como se enquanto estivesse abraçados, juntos e unidos, nada mais importasse. Nem mesmo a presença deles perante a cena.

– O que está acontecendo? Porque essa mala? – Hermione perguntou com a voz falha enquanto ainda continuava com seus braços ao redor dele. Tinha medo de que quando o solta-se, ele desaparecesse em um pisca de olhos, como a areia que o vento leva.

– Está tudo bem, amor – ele tenta tranquiliza-la enquanto sentia o corpo dela em uma linha rígida. Era bom saber que ela tinha medo de perde-lo também. Era muito bom de fato – Eu vou teque ir com eles – explica enquanto passava suas mãos pelas costas da mesma – Meu avó deixou um documento que só pode ser lido com a minha presença – esclarece – É um pouco demorado, porquê o documento, ou sei lá o que seja está na suíça e bom, eu tenho que ir com eles para lá – comenta e em reposta a castanha se afastou, apenas um pouco, para olha-lo nos olhos.

– Porque será que eu sinto que vou perder você? – pergunta, o medo que assombrava seu coração desde do momento que viu os pais do namorado e apenas se confirmou quando o viu com a mala na mão.

– Não vai – afirma, ele segurando o rosto dela com as mãos – Eu demorei muito para ter você ao meu lado. Acha que vou colocar tudo a perder, agora? Ninguém vai me tirar de você, eu garanto – promete, dando um selinho demorado nos lábios da namorada – Eu te amo muito, okay? – se declarar a garota que sorriu boba com a declaração dele.

– Eu sei. Eu também te amo muito – se declara também – Vou sentir sua falta – afirma – Volta logo, certo? – pede ao namorado antes de abraça-lo com mais força contra si.

– Eu também vou sentir sua falta. Muita mesmo. – diz, triste enquanto a abraçava também com força – Volto o mais rápido possível – promete – Cuidado com o Wesley. Ele ainda que te tomar de mim – explica, fazendo uma careta engraçada para a namorada.

– Pode deixar. E você cuidado com as garotas da suíça – pede também franzido a testa antes da sua boca ser tomada em um beijo profundo. A qual correspondeu a altura.

E contra gosto, ambos se separaram. Torcendo, pedido e contando os minutos para a semana se passar o mais rápido possível. Eles se separaram um do outro direito, no entanto já sentiam muita falta de estarem juntos.

Notas finais
Bom, bom deixo nas mãos de vocês, as observações, elogios, criticas, dúvidas, e opiniões. Quero que vocês agora, sejam mais que minhas leitoras fieis, quero que sejam minhas criticas! Esta nas mãos de vocês, beijo e até breve!