A Cabana

6 Capítulo 6- Ed PDV


Notas iniciais
Capítulo enorrrme! kkkk
Como vcs sabem esse é o PDV do Edward, sim ele repete os ultimis dois pdv's da Bella, e não não esta repetitivo, porque aqui vcs podem ver o que se passa na mente dele, mais detalhes de sua vida, os pensamentos dele sobre as atitudes da Bella e vcs vão poder entender melhor nosso Ed... Adiantando, ele é muito tarado!

Parte Perva By: Beta-Perva- Paulinhaaaaa rsrsrs

Boa leitura!

Capítulo 6

Edward PDV

Eu tentava ignora-la enquanto tomávamos café, mas estava praticamente impossível já que a sua presença e o seu cheiro praticamente gritavam na minha cara que ela estava bem ali, ao meu lado e que ambos estávamos sozinhos no meio do nada. A lembrança de seu corpo colado ao meu e da pegação de mais cedo ainda me tirava do serio.

Ainda tentando ignora-la, arrumei a louça dispensando a sua ajuda, só Deus sabe o que poderia acontecer se ela ficasse muito perto de mim. Depois de tudo limpo peguei um livro na minha extensa coleção e me sentei em minha poltrona tentando me distrair de sua presença, mas era praticamente impossível e então fingi estar lendo e as lembranças do que aconteceu nessa manhã vieram à tona e muito intensas em minha mente.

Deus! Eu não sou um tarado, então o que esta acontecendo comigo? Só a lembrança de sua pele quente e cor creme me deixavam aceso, mas lembrar de seus doces gemidos me deixavam em um estado alarmante e preocupante. Muito tempo se passou até ela quebrar o silencio.

-Onde eu tomo banho? –ela perguntou e então imediatamente, imagens de seu corpo nu embaixo do meu chuveiro me vieram em mente, tentei afastar aquelas imagens, eu poderia cometer uma loucura!

-No banheiro. –respondi com os olhos pregados em meu livro, eu não poderia olhá-la.

-Er... E onde fica o banheiro? –ela perguntou com a voz tímida.

-Lá fora. –respondi.

Pela minha visão periferia pude a ver pegando suas coisas e se dirigindo para fora. Minutos se passaram e minha mente estava a mil... Eu a imaginava embaixo do chuveiro, se ensaboando em todas as partes e eu queria muito ser seu sabonete só para poder deslizar por sua pele macia e cremosa, mas então um grito me tirou de meus devaneios.

-Ahhhhh... –corri para fora preocupado.

-O que foi? –abri a porta do banheiro como um louco, totalmente desesperado, ela podia estar machucada!

-A água ta gelada. –ela estava mesmo chorando? Por causa da água?

-Ah, por favor, você esta fazendo drama por causa de nada? –perguntei indignando e então meus olhos agiram por vontade própria e foram parar em seus lindos seios, e senti uma vontade louca de encurtar o espaço entre nós, queria agarrá-la e beijar seus lindos seios, que estavam completamente rígidos e pedindo para serem chupados, era praticamente uma necessidade!

-Você pensa que é fácil tomar banho em água gelada com essa neve aqui fora e com esse frio de rachar coco? –ela falava e somente uma parcela de minha mente tinha ciência do que ela estava falando, porque eu não estava sendo racional nesse momento.

-Para mim é! –eu respondi ainda encarando-a, e meus olhos foram descendo até o delicado monte de Vênus entre suas pernas, o meu animal interior praticamente rosnou!

-Seu tarado! –ela me empurrou para fora dali, fechando a porta na minha cara, mas eu nem liguei e ri dela, afinal eu havia acabado de ter a visão do paraíso... Deus estava sendo bonzinho comigo pela primeira vez depois de anos.

Eu sentia meu corpo totalmente rígido. Eu ainda me lembrava de seu belo corpo e meu amigão lá embaixo se contorcia de desejo, praticamente dava piruetas e então eu fiz uma coisa que eu não fazia desde os meus 18 anos. Eu me masturbei, pensando nela e como devia ser ‘estar’ nela.

Eu estava limpando a minha ‘bagunça’ quando a vi entrar na cabana em um raio e se enfiar em baixo das cobertas batendo o queixo de frio. Qual é, não era pra tanto... Eu já estava mais do que acostumado a tomar banho gelado, não era tão difícil assim! Se bem que eu acho que com ela por aqui, a quantidade de banhos frios aumentariam em proporções estratosféricas!

-Louca. –eu disse me sentando para ler meu livro. –Você não deveria ter lavado os cabelos. –comentei.

-Me conta uma novidade. –ela disse emburrada.

-Você pode ficar resfriada.

-Você quer que eu faça o que agora? –ela perguntou me encarando.

Eu não disse nada, apenas me levantei e fui até o armário para pegar uma toalha e então suspirando fundo –e com medo de cometer uma loucura- me sentei atrás dela e comecei a secar seus cabelos.

-Hmmm... –ela gemeu? Eu tenho certeza de que ela gemeu! Céus aquilo não faria bem algum com a minha imaginação, mas resolvendo que eu queria ouvir mais um pouco seus gemidos, comecei a massagear sua cabeça.

-Pronto. –eu disse quando senti meu amigão dar sinal de vida... Eu não tinha me aliviado agora pouco? Sentei-me rapidamente em minha cama e cruzei as pernas para esconder a minha ‘animação’.

-Obrigada. –ela disse e começou a alisar seus cabelos com as mãos. –Droga. –eu a ouvi resmungar e ir até a sua mochila, voltando de lá com um pente. Ela penteou seu cabelo até que ele caísse liso sobre suas costas. Eles eram bem compridos e castanhos e vê-los daquela forma me deu idéias nada apropriadas para o horário.

-Seu cabelo é bonito.

-Obrigada. –ela corou. –O seu também é, tem uma cor engraçada. –disse ela sobre meus cabelos e eu sorri ao me lembrar do estrago que meu cabelo costumava fazer na mulherada.

-Todo mundo costumava dizer isso. –eu passei a mão em meu cabelo bagunçando-o e ela me olhou de uma forma estranha.

-Você não disse que sempre morou aqui?

-É. – me levantei e fui até o fogão preparar o jantar, eu não queria falar sobre nada disso agora.

-Onde você arruma comida?

-Já estou fazendo um grande favor deixando-a ficar aqui, então se comporte e não faça perguntas. –eu sei que fui um pouco grosso com ela, mas para responder suas perguntas eu teria que mergulhar em lembranças dolorosas, e eu sentia que nunca estaria pronto para lembrar e muito menos para contar para alguém sobre tudo.

Nós comemos em silencio e fiz o mesmo da manhã, arrumei a louça e fui tentar ler meu livro.

-Então... Aonde você vai dormir? –ela perguntou.

-Na minha cama. –eu disse olhando-a.

-Certo. –ela disse nervosa. –E onde eu vou dormir? –ela corou em um vermelho vivo ao perguntar.

-Boa pergunta. –eu disse. –Só temos uma cama.

-Reparei.

-Então teremos que dividi-la já que os cobertores não são suficientes para duas pessoas dormirem separadas. –e dessa vez eu estava com medo, porque sabe-se lá Deus o que pode acontecer nessa cama!

-Com tanto que você não me agarre de novo. –ela disse tirando sua blusa de frio e entrando embaixo das cobertas, eu queria que ela tirasse mais do que a blusa de frio.

-Não fui eu que te agarrei. –eu disse bravo. –Foi você que começou a gemer que nem louca e que começou a me agarrar, eu só dei continuidade.

-Você poderia ter me acordado. –ela disse se escondendo nas cobertas.

-Eu sou um homem você quer que eu faça o que?

-Não se abusa de alguém que está delirando. –ela disse brava.

-Delirando? –aquilo estava muito divertido pro meu gosto. –Ao que me parece você havia dito que estava sonhando.

-Você entendeu o que eu quis dizer. –eu ri. –Boa noite. –disse ela dando fim ao nosso pequeno e amigável diálogo.

Levantei-me para dormir e comecei a me despir de minhas roupas e quando eu ia tirar a única peça que faltava ela gritou toda alarmada.

-Ei, ei, ei... Isso aí fica!

-Eu sempre durmo assim. –eu disse bravo, afinal era verdade, eu odiava dormir vestido.

-Mas se você não notou ainda, você tem companhia hoje... Ou você arrancaria a roupa desse jeito se eu fosse homem? –bufei todo irritado... Primeiro: Se ela fosse homem a essa altura estaria apanhando ou morta por ter tentando me agarrar essa manhã. Segundo: Se ela fosse homem não ia ficar encarando o meu corpo. E terceiro: Se ela fosse homem eu não estaria desejando-a.

-Tudo bem. –eu disse me deitando ao seu lado.

Assim que me deitei senti o calor irradiando de seu corpo e senti cada parte do meu corpo se arrepiar querendo mais contado.

Normalmente eu estaria dormindo uma hora dessas, mas isso simplesmente era uma missão impossível, uma missão que eu havia perdido assim que a comecei. Eu não sei se ela também estava acordada, mas eu podia ouvir sua respiração pesada ao meu lado e então eu senti um toque delicado em meu braço e meu coração foi a mil, devido ao choque do contado e passei a respirar mais pesado ainda. Então Bella, do nada se sentou e tirou suas blusas ficando somente com uma regatinha branca e colada ao seu corpo, deixando minha imaginação em frangalhos. Ela voltou a se deitar, minutos depois, a senti se mexendo de novo, segundo depois ela sossegou para no minuto seguinte se levantar e jogar as cobertas no chão.

-O que esta fazendo? –perguntei.

-Estou com calor. –ela continuou jogando as cobertas até sobrar uma só.

-Não consegue dormir? –perguntei.

-Não.

-Nem eu. –ela se deitou e ficamos alguns segundos em silencio.

E então ela começou a rolar na cama.

-Quer ficar quieta estou tentando dormir. –eu disse bravo.

-Eu estou com calor! –e realmente ela estava com calor, porque pude a ver passar a mão na testa para secar o suor.

-Tira a roupa então. –eu juro que eu falei inocentemente agora!

-Seu tarado você quer me atacar de novo! –ela disse e em seguida meu deu uma tapa no peito. E sentir seu toquei em meu peito nu causou contorções em todo meu corpo, sua pele quente em contado com a minha pele nua me deixou totalmente ‘ligado’, se é que você me entende. (N/A: Se eu entendo ED? É claro que eu entendo! Rsrsrs.)

-Eu não vou te agarrar. Só estou dizendo que se você tirar a roupa você vai conseguir dormir. –eu disse e a ouvi bufar irritada por saber que eu tinha total razão.

-Tudo bem. Mas olha lá viu, se você me agarrar vou te espancar até a morte.

-Não vou fazer nada que você não queira também. –o que era verdade, eu não agarraria a garota sem que ela quisesse. Ela então retirou o restante de suas roupas, ficando apenas de calcinha e regata. Minha imaginação entrou em curto-circuito nesse momento, fiquei em transe apenas olhando seu corpo.

Eu dormia tranquilamente ao lado de algo quentinho, macio e cheiroso, mas fui despertado quando mãos começaram a correr pelo meu peitoral e foram descendo pela minha barriga, sentia todo o meu corpo arrepiado e rígido. O que aquela louca esta fazendo?

A segurei parada ao meu lado tentando controla-la, mas era uma missão impossível, ela continuou com o passeio de suas mãos em meu corpo. Mas foi quando ela começou a massagear meu cabelo e puxar os fios que eu perdi o controle, e a partir daquele momento me deixei levar pelas sensações atormentadoras. Ela subiu por cima de mim e atacou meus lábios.

Era muito bom sentir seu gosto em minha boca e a maciez e quentura de seus lábios nos meus, e quando nossas línguas entraram em contato foi o frenesi. Eu a agarrei mantendo-a presa a mim, eu me sentia totalmente ereto e não havia forma de mudar isso.

Aproveitei para acariciar cada cantinho daquela pele que me deixava louco e anestesiado. Nós ainda nos beijávamos quando minhas mãos tocaram seus seios, eles eram macios e perfeitamente redondos, o tamanho exato de minhas mãos, mas quando comecei a massagear os mamilos ela se soltou do beijo pra gemer consideravelmente alto.

-Bella. –eu gemi ao vê-la tão entregue em minhas mãos.

-Que foi? –ela perguntou e eu continuava massageando seus seios.

-Você esta me agarrando. –eu disse divertido.

-Meu Deus! –ela disse se sentando por cima de mim. –Seu tarado! –ela disse tentando tirar minhas mãos de seus seios, mas eu simplesmente não conseguia parar, ela gemeu mais uma vez. –Depois eu brigo com você! –e voltou a me beijar.

E ela começou a rebolar por cima de mim, deixei que meu instinto me guiasse e rebolei junto dela.

Gemi a sentindo rebolar mais sobre mim, e seu corpo tremulo sobre o meu, suas mãos apoiaram no meu peito e arfei com o contado.

Meu corpo ardia em chamas ao senti-la se movendo contra meu pau, meu membro pulsava com a necessidade de sentir cada vez mais dela.

Ela parecia fora de si, movendo seu corpo contra o meu, meu pau ficava maior e pulsava loucamente, continuamos nos movendo em nossa dança erótica. A necessidade de liberação crescendo cada vez mais.

Deslizei uma das minhas mãos para fora do seu seio, e agarrei sua cintura a fazendo rebolar mais firmemente contra meu pau, gemi com o atrito de nossos corpos era enlouquecedor e foi com uma extrema onda de alegria e prazer misturados que me deixei levar, chegando ao ápice do prazer. Eu podia a sentir estremecendo por cima de mim e percebi que ela havia chegado lá também.

Eu estava pensando na loucura que havia feito, ela era totalmente estranha para mim e eu para ela. Eu nunca senti nada igual em minha vida, o prazer foi aterrador, e olha que quando o assunto era sexo eu era perito. Sempre fui um bom amante, e conhecia todas as formas de dar prazer a uma mulher, todas as posições mais deliciosas, mas com ela eu me senti novamente o garoto de 16 anos virgem. Eu enfrentei o desconhecido naquela noite e eu gostei do que encontrei. Eu só esperava não ficar dependente do que eu havia provado.

-O que acabamos de fazer? –ela perguntou de repente.

-Sexo. –respondi calmamente.

-Não seja besta, nós não fizemos sexo... Você sabe-o-que ficou guardadinho aí. E nós ainda estamos vestidos. –ela tentou sair de cima de mim, mas eu a segurei. Como essa garota podia ser tão boba assim? Logo depois do que havia provado ali.

-Não se precisa de penetração para se fazer sexo, desde que ambos sintam prazer no ato já é sexo. –eu lhe expliquei calmamente.

-Eu te dei prazer? –ela perguntou totalmente corada, ela parecia chocada com o feito?

-Muito. –eu disse totalmente embriagado com o tom de vermelho tingido em sua pele e senti que eu já começava a me animar de novo.

-Pode ir parando! –ela disse saindo do meu colo. –Fala pro queridinho ai ficar quieto no lugar dele!

-Quem? –perguntei confuso.

-O queridinho aí! –e ela apontou para o meu quadril me fazendo rir alto.

-Você esta apelidando meu pênis? –perguntei divertido, eu não podia acreditar nisso. De todas as mulheres que já tive em minha cama, nunca nenhuma ousou apelidar meu ‘amigão’, e muito menos com um apelido diminutivo, eu era bem dotado, muito bem dotado, mas eu sabia que essa garota era completamente louca e que vindo dela era um elogio. Então não me importei e me diverti com aquilo.

-Não, só não quero dizer essa palavra! –ela tampou seu rosto envergonhada.

-Você gostou tanto quanto eu. –eu disse.

-Isso não vai mais acontecer. Assim que amanhecer vou embora.

-Se você ainda não notou já amanheceu. –eu apontei para a janela e de lá se podia ver que o dia já havia amanhecido, mas eu não queria que ela fosse embora.

-Ótimo! –ela levantou.

-Se é isso o que você quer. –eu dei de ombros, mas algo dentro de mim queria gritar loucamente para que ela não fosse.

-É... É isso o que eu quero. –ela disse se vestindo. –Onde esta a minha calça?

-Eu é que vou saber você a jogou em algum lugar no meio da noite. –eu me sentei a afundei as mãos em meu cabelo totalmente irritado, mas senti olhos queimando em mim e quando ergui a cabeça vi que ela me encarava, ela estava parada segurando uma de suas blusas e estava com os olhos pregados em mim. Sorri torto para ela e vi que ela ofegou.

-O que foi? –perguntei.

-Nada. –ela se virou e começou a procurar suas coisas e enquanto ela estava de costas para mim tive uma visão privilegiada de sua bundinha redondinha e durinha.

Logo ela encontrou o que procurava e terminou de se vestir e sem dizer mais nada, pegou sua mochila e saiu para o vento gelado. Quando a porta bateu me levantei e fui até a janela espiona-la. Eu sabia que ela nunca encontraria o caminho de volta, mas mesmo assim fiquei olhando. Ela andava totalmente confusa e olhando o lugar a sua volta a todo o momento, e quando ela olhou para trás e me viu parado a janela olhando-a eu sorri torto e vi ela bufar e então sair caminhando em passos pesados pela floresta.

Havia uma grande probabilidade dela se perder e acabar se machucando e uma parte de mim me confrontava. Eu ia até lá e a levava até a estrada que a levaria de volta para casa, ou eu a deixava tentar encontrar o caminho sozinha e ela se perderia, ou então eu podia ir até la e pedir para ela voltar.

Notas finais
N/A: Ain como eu gostaria de encontrar um cabana com um Ed só pra mim... Então ja sabem, se a Leh sumir do nada, não postar mais na fic ou cisa do genero é pq encontrei uma cabana com um gostosão assim pra mim... Ou com a minha sorte, eu fui até a mata encontrei uma cabana e lá tinha o Pé Grande que me matou...Medo! rsrsrs

Pessoal comentem bastante -eu leio todos os comentarios de vcs viu, só tenho muita preguiça pra responder- e deixem muitas recomendações para me incentivar a postar mais rapido ok!

Bjus da Leh ^^

Agora uma palavrinha de nossa Beta-Perva:

N/B: aaaaaaaaah
amooo um pov do ed, sua mente tarada FATO ushaush
Cada vez melhor essa fic, comentem muitãoooo
recomendem muiteeeexxx
botem os dedinhos pra trabalhar O/
BJ da paulinha