A Aposta.
7 Capítulo 7.
Notas iniciais
POV Princesa Clarissa Adele Fray Mongestern.
– Oh, Merda! — Resmunguei, com uma expressão de dúbia.
– A princesa xingou! Oh, Anjo! Essa alma "virgem" está contaminada! — Jace zombou.
– Vá à Merda, Jace! — Reclamei, Me enrolando no lençol e me direcionando até Isabelle, que tinha um vestido Meu em mãos. Era lilás com uma renda branca por cima em forma de borboletas e descia até um palmo acima dos joelhos, com uma fita dourada marcando-o na cintura. Era de mangas 3/4 e de saia soltinha. Fui até o banheiro e me vesti, usando roupas íntimas simples que Jace havia pedido para Izzy comprar. Quando saí do banheiro, Jace já estava devidamente vestido e Isabelle estava sentada em sua cama.
– Vamos, Princesa! — Jace se pronunciou.
– Vamos?! — Olhei para ele, incrédula. — Você fica, Jace!
– Não mande em mim!
– Não me diga o que fazer! — Me exasperei. Jace emitiu um ruido de incredulidade e e fitou.
– Você é a minha Criada! Posso muito bem te dizer o que fazer!
– AAH! — Bufei de frustração. — Por mim tu poderias queimar no quinto dos infernos junto de Lilith!
– E por mim você poderia deixar de ser hostil e calar essa sua boquinha antes que eu te mande andar pelada pela escola! — Resmungou, segurando minha mão e me guiando até o local onde minha avó estava.
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– Vovó! — Exclamei, correndo para abraçá-la assim que adentrei a Diretoria.
– Docinho! — Ela devolveu o termo carinhoso, retribuindo o abraço fortemente. Depois de um tempo, nos afastamos e ela fitou algo atrás de mim.
Algo não, alguém!
Alguém Loiro e Lindo.
– Quem é seu amigo, Docinho? — Vovó Marrie sussurrou para mim.
– Ham... — Fiquei mais ereta e sibilei para que Jace se aproximasse, ele o fez com exatidão. — Vovó Marrie, esse é Jonathan Christopher Herondale. Jace, está é a Minha avó, Porém conhecida como a Rainha da Inglaterra, Marrie Claire Rosa Graypeace Mongestern.
Ele aceitou a mão que minha avó estendia para ele e deu um beijo em seu dorso.
– Prazer, Vossa Majestade!
– Igualmente, Jonathan. — Vovó Marrie respondeu.
– Por favor, Chame-me de Jace. — Pediu Jace, com uma voz aveludada. Minha avó estava com total descrença nos modos dele. Ela acha qualquer americano informal demais e arrogantes. — Jonathan não deixa-me com boas lembranças. — Declarou e minha avó riu suavemente.
– Que modos impecáveis, Jovem Jace. — Disse a Rainha. — Peço, porém, que chame-me de Marrie. V.Sa. Majestade permanece um pouco formal demais. Fiquei impressionada, sinceramente, com seu linguajar refinado.
– Passo bastante tempo junto da Princesa, Marrie, acostumei-me à sua fala arcaica. — Respondeu Jace e eu corei. — Sabe, sua neta é uma Preciosidade. Tem um gênio muito peculiar.
– Rogou as palavras certas, Jovem Jace. A Clarissa sempre foi peculiar. Acredita que ela nunca se deu bem com as Duquesas de Londres? Todas as suas primas, Maia, Americah, Eimê, Cher e Luna, achavam-na irritante pelo fato da Princesa não ser tão feminina quanto ambas enquanto crescia. Clary só foi "Transmutar-se" em Princesa depois da morte de Meu querido filho, Valentim.
Senti meus olhos marejarem com a menção de meu tão querido, agora falecido, Pai. Jace pareceu notar, pois passou um braço sobre meus ombros e puxou-me para perto. Minhas bochechas queimaram com o olhar sugestivo de minha avó.
– Vejo que encontrou um novo amigo, Minha Filha! — Disse aquela voz aveludada que demonstrava um sorriso. Me virei e a vi, com um vestido longo amarelo igual ao de minha avó. Seus cabelos estavam preso em uma trança longa e trajava uma capa longa, vermelha e de aparência macia. Só não sabia o por que de minha mãe estar trajando roupas do Parlamento.
– Mamãe?! Por que estás vestida assim? Não estão em missão oficial, estão? — perguntei, apreensiva.
– Oh, Minha querida filha, tenho uma novidade que há de ser do seu agrado. Mas antes, me apresente ao seu..?
– Hmm... Mãe, esse é o Jace — Meu amigo! — dei ênfase no Amigo para que minha mãe não desenvolvesse falsas esperanças. Mas a mesma palavra queimou em minha garganta. Não achava ela forte o suficiente, considerando a noite anterior. — Idiota, essa é a minha mãe — Jocelyn Fray Mongestern.
– Clarissa! — Repreendeu minha mãe e minha avó ao mesmo tempo. — Não ofenda seu amigo! — Completou minha mãe.
– Ainda mais um jovem tão galante como Jace! — Disse minha avó, com uma espécie e sorriso.
– Até tu, Brutus! — Sibilei para minha avó, que riu junto de Jace e minha mãe. — Bom, chega de rir de mim! Digam o motivo da visita.
– Bom, filha, sua avó está doente. Então, o Parlamento resolveu fazer um pedido à mim. Assumirá o trono em 1 ano e, durante esse período, ficará no Castelo junto de suas primas. Será treinada para ser Rainha e uma Dama de classe. E eu resolvi atender esse pedido, sabendo de sua promessa para com seu Pai.
Suspirei pesadamente e senti minhas pernas perderem a força. Minha sorte foi estar apoiada em Jace.
Não, isso não podia estar acontecendo! Não, Não, Não, Não e Não!
Jace olhava espantado para a minha reação.
– Isso significa que...
– Nosso Avião irá partir em Duas Horas. Eu já acertei tudo com sua diretora e não precisará fazer as malas. Tens roupas em casa. — Cortou-me minha mãe. — Você irá voltar para Londres hoje.
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