Notas iniciais
Heeeey, JaceCóticas! Como vão? A pé ou de Ônibus? Hahaa ( Procurando a Graça! ) Bem, espero que gostem! Fiz com todo o carinho e dedicação! Beijooos * *--* ♡ Psicoticamente, A.

Acordei com uma sensação de vazio ao meu lado. Me virei e vi que Jace não estava ali. Eu podia ouvir o barulho do chuveiro ligado vindo do banheiro, provavelmente era Jace Tomando banho. Os pensamentos que passaram pela minha cabeça quando tentei imaginá-lo tomando banho não foram nada leves, se vocês me entendem...

Ah! Que Inferno!

Olhei para o relógio que estava em cima da cômoda feita de madeira escura ao lado da cama.

7:35h — Informava o relógio. Eu tinha tempo para me arrumar. As aulas só começavam às 8:40h.

Suspirei e me sentei na cama, estranhando a sensação de Frustração que estava sentindo. Resolvi esperar Jace acabar o banho, o que não demorou muito, já que ele saiu com uma toalha enrolada em sua cintura dois minutos depois.

– Acordou, Princesa?

– Não, Isso é um sonho. Eu estou a dormir! — Desdenhei. — Porém, se o SENHOR faz parte do mesmo, suponho ser um pesadelo horrendo!

Ele riu e se aproximou, puxando minhas pernas para a berada da cama.

Congelei.

– Eu adoro esse seu humor sarcástico! — Afirmou. — Me faz ter mais vontade ainda de te agarrar. E aí você se pergunta o por que de eu não te agarrar. — Suspirou. — Você tem um Noivo! — Declarou, como se fosse algo absurdo. Gargalhei.

– Você diz como se fosse uma idéia minha! — Retruquei.

– E não é?

– Não! — Berrei. — Seria muito de meu agrado poder casar-me com quem amo. Mas não posso! Minha avó já prometeu-me.

– Sua Avó? — Desdenhou. — Você está sendo coagida à se casar por casamento Arranjado, Pelo Anjo! E você acha que isso é natural, mas não é! A pessoa tem que Amar com quem decidir passar o resto da vida, não ser cômoda à ela.

Me exasperei por ele estar certo.

– Cale-se! Você não sabe o que é Isso, não enfrenta essa situação. Então nao aja como se soubesse de tudo, porque não sabe! É muito fácil falar quando está de fora. Mas aguentar firme e cumprir o último pedido de alguém que você ama, mesmo que isso comprometa a sua felicidade, é Muito difícil! Difícil, entendeu? Então não me venha com esse seu comportamento errático e cruel, para me julgar. Pois você não sente como é ter de cartegar esse fardo! Seu Pedantezinho Idiota!

Engoli em seco. Acho que fui muito severa, porém não me permiti pedir-lhe Desculpas.

Jace me olhou surpreso e aturdido, porém a raiva não havia se esvaído de suas feições. Um sorriso torto se instalou em seus lábios irritantemente convidativos. Sua voz indicava uma raiva comedida quando se pronunciou.

– Pode usar o banheiro se quiser, eu irei escolher a roupa que você vai vestir! — Declarou e eu gelei. Tinha a sensação de que não seria uma boa idéia, mas ele não me deu a oportunidade de retrucar. Virou-se e começou a revirar as roupas. Bufei e fui para o banheiro, me despindo e ligando o chuveiro. Me arrependi, não sei o por que — Já que não disse nada de errado, de ter me exasperado para com Jace.

Eu tinha o péssimo hábito de cantar no chuveiro. Cantei a música que eu amava: Hurricane, By Bridgit Mendler.

Eu cantava bem, mas me recusava à escutar os conselhos de minha mãe e deixar que as pessoas soubessem disso. Era o meu segredo.

Praguejei mentalmente! Era o quarto de Jace, estava torcendo para que ele não tivesse me ouvido. O que era quase impossível.

Saí do chuveiro e me enrolei na toalha. Evitei ao máximo corar ao perceber o olhar de Jace sobre mim. Seu sorriso torto estava presente.

– Você tem uma voz linda, Princesa! — Disse e eu não consegui não corar. — Sua roupa está ali! — Apontou para cima da cama.

Caminhei até ali e observei.

Uma blusa Azul marinho de aparência colada e uma saia de babados branca. Achava a saia curta demais, mas era óbvio que era proposital. Bufei e me virei para ele, irritada.

– Não posso usar isso, Jace!

Ele apenas sorriu e e estalou a língua várias vezes. Em sinal de reprovação.

– Já te avisei como me chamar, e não quero ouvir reclamações soubre a o roupa. Me agrada e eu quero você vestida assim! Lembre-se de que você tem que fazer o que eu mando, Criada!

Revirei os olhos e sibilei para ele, indo colocar a roupa no banheiro.

– Nada disso, Princesa! Quero que se vista na minha frente! — Ordenou.

Eu congelei novamente, que vergonha!

Ele se sentou na cama, como se esperasse um showzinho particular. Praguejei novamente, mentalmente e comecei a me vestir. A roupa íntima era branca e de uma renda delicada, nada vulgar. A saia era extremamente curta, na minha opinião, e a blusa tinha um decote em V. Jace parecia apreciar a cena, mordendo o lábio inferior. Também havia um salto separado ao lado da cama. Era preto e muito alto. Ia retrucar, mas não iria adiantar nada. Então só os Calcei.

Não usava saltos desse tamanho, mas sabia andar com eles. Fui treinada para isso, graciosidade em qualquer estilo.

Passei meu brilho labial habitual e ia prender os cabelos em uma trança. Jace não deixou.

– Gosto dos seus cabelos soltou, Princesa! Emolduram seus belos olhos.

Corei como um tomate maduro e desmanchei a trança. Já estava pronta.

– Nossa! Você está...

– Ridícula? — Revirei os olhos.

– Pensei em algo mais como Linda, mas se quer estar ridícula, a opção é sua! — Segurou minha mão, guiando-me para fora do quarto. Em direção ao prédio da Cantina.

Senti minha orelha esquentar e recebi muitos olhares surpresos. Tanto masculinos quanto femininos.

Jace parecia estar me ostentando, o que eu odiei. Eram 8:15h.

Adentramos o Refeitório e vi várias bocas se abrirem em um O.

Jace me levou para a mesa onde Izzy estava, Junto de Simon, Aline — que estava corada-, Sebastian, Tessa, Will, Jem e Sophie.

Isabelle ria da minha cara de raiva.

– E ae, Clary! Gostei do visual! — Zombou ela.

– Eu ainda irei decepar sua cabeça e usá-la como esfregão. A sua coluna vertebral irá ser o cabo para a vassoura que será seu cabelo! — Sorri com minha própria especulação. Ela me olhou, temerosa.

– Putz, Fray! Também não precisa rogar uma praga! — Disse Will. Mostrei a língua para ele.

Jace se sentou e indicou para que eu sentasse em seu colo.

Fiz meu olhar matador, mas ele apenas sorriu. Bufei, frustrada, e fiz o que ele mandou. Sentando-me em sua perna direita. Todos me olharam, chocados. Simon pegou um pedaço de torta para Jace.

– Me Dê na boca, Princesa! — Falou, baixinho, para que só eu pudesse ouvir.

– Não! — Sussurrei. Ele cravou os dedos na minha perna, nada doloroso.

– Não me faça me aborrecer com você! — Retribuiu. Suspirei e peguei um garfo, dei uma garfada delicada na torta e encaminhei para a boca de Jace, fazendo um aviãozinho tosco.

Ele colocou o garfo na boca com um sorriso e manteve o olhar cravado no meu. Passei um braço pelas costas da cadeira, para não me desequilibrar. Quem olhasse de fora acharia que éramos um casalsinho apaixonado. Quem olhava de dentro, achava que éramos dois briguentos.

– Own, que fofo! — Disse uma voz falsa e extremamente odiosa. Não precisei me virar para ver a cadela.

– Como vai, VaCamille? -Desdenhei, fitando seus olhos e vendo a série de risadas de meus amigos.

Jessamine e Agatha, suas cachorrinhas fiéis, estavam atrás dela.

–Oh, Isso não vai prestar! — Murmurou Jem.

Não vai mesmo!

Notas finais
Espero que tenham gostado!! Fiz com muito amor! *----* Mereço Reviews? Beijos do Jace! ♡ Psicoticamente, A.