Notas iniciais
Sterek hot? Surprise?

Radioactive — Imagine Dragons

"O que torna a ingenuidade tão graciosa é que ela não foi feita para durar."

– Autor Desconhecido

Stiles não precisou responder, não quando se ocupava de morder o mamilo de Derek por cima da camisa cinza que ele vestia ou enquanto se livrava das próprias peças de roupa. Pelo menos Derek não se importou ao sentir suas costas baterem contra a parede recém levantada e sentir os lábios de Stiles correrem os pouquíssimos pelos que se seguiam até seu membro pedinte. Stiles também não se incomodou quando Derek o puxou pelos cabelos e o empurrou contra a mesma parede que tinha jogado o maior e se livrou de todas as roupas deles, ou quando o mais velho se esfregou em seu membro enquanto arranhava seu ombro com os dentes.

Nenhum dos dois pareceu se importar com o chão de cimento seco embaixo deles quando Stiles invadiu o namorado e continuou a morder cada pedaço de pele livre do maior.Ambos estavam enlouquecidos. Ritmo frenético, falta de ar, desejo, prazer, o ar pesado, o frio da noite, o chão machucando as costas de Derek e os joelhos de Stiles. As garras de Derek cravadas nos glúteos do menor, enquanto Stiles investia cada vez mais violento sobre o lobo que gemia e pedia por mais sem se importar que alguém os pegasse naquele momento tão íntimo dos dois.

O orgasmos pareceu dez vezes mais intenso dessa vez. Derek não precisou se tocar nenhuma vez para jorrar sêmen em todo o dorso de Stiles, ou o próprio humano não resistiu a se deixar levar pelo torpor que quase o desfaleceu quando o maior o apertou dentro de si. Ambos caíram no chão sem forças, atados pelo sexo e sem nenhuma pretensão de se soltarem. Stiles estava exausto e feliz e bem longe aquela sensação desesperadora de estar longe de si mesmo o abandonou. Derek se sentia completo, sentia que tinha encontrado seu lugar e quase não acreditava que depois de tanto sofrimento pudesse ser genuinamente feliz.

Once Upon A Dream — Lana Del Rey

Do outro lado da cidade estava Lydia, parada na frente do loft de Derek sem saber exatamente o que a levou ali. Não era como se ela estivesse tendo algum presságio de morte nem nada, ela só estava pensando em como seu corpo estava reclamando há horas por algo que ela não entendia. Peter sentiu a presença dela há dois quilômetros de distância, quando a menina ainda estava dirigindo para lá e não pensou duas vezes antes de abrir a porta e surpreender a ruiva na sua frente.

– Posso ajudar? — os olhos azuis de Peter deixavam Lydia com as pernas trêmulas e aquele jeito que só ele tinha derretia seus líquidos por entre as pernas.

Ela tinha um pode berrando na sua mente, mas não conseguiu pronunciar e não deu a mínima que alguém pudesse a repreender pelo que faria. Entrou feito um furacão no loft e jogou o homem contra o batente da porta que ele estava encostado, agarrando seu pescoço e o encarando por meio segundo antes de sentir suas mãos em sua cintura e o beijar.

– Isso. — beijou o homem com mais fervor – É. — ela voltou a sentir a língua dele invadir o céu da sua boca – Só. — a menina sentiu as mãos do mais velho na polpa de sua bunda e entrelaçou suas pernas no quadril do homem. — Sexo. — ela terminou jogando a blusa dele longe e sendo jogada em uma cama, ela nem lembrava como chegaram tão rápido ali.

– Isso, — Peter rasgou a blusa da menina com facilidade. — pode ser o que você quiser. — ele finalizou colocando uma das mãos na coxa de Lydia e arranhando, ela gemeu alto e o puxou contra seu corpo.

– Eu gostava muito daquela blusa e isso com certeza vai te custar caro. — ela comentou enquanto se livrava da calça do homem e sentiu os dedos dele correrem por cima do tecido úmido da sua calcinha.

– Vamos precisar comprar tudo novo então. — e ouviu-se o tecido rasgar e logo os dedos de Peter estavam dentro dela.

– Peter! — ela gritou ao sentir o membro dele meio coberto pela cueca e meio em contato com as suas mãos pulsar.

Lydia adorou sentir os lábios e a barba de Peter correr a pele de seu pescoço a deixando toda vermelha e mesmo que ela estivesse especializada em transar com lobisomens não imaginava que Peter fosse tão preciso e cuidadoso com ela. Sentiu o corpo estremecer ao sentir o vento frio da noite em sua pele nua e gemeu ao ter em seus lábios o sabor de Peter, a carne pulsando em seus lábios vermelhos e o sangue correndo tão claramente pelas veias que ela podia acompanhar a pulsação com seus movimentos.

Levava o membro todo em sua garganta, bem fundo e voltava deixando todo o pau de Peter molhado, ele observava Lydia ficando cada vez mais envolvido naquela tortura. Jogou a ruiva contra a cama e com as coxas da menina sobre os ombros atacou o sexo dela, cheirando, beijando e lambendo, brincando com o nódulo de carne inchado e a penetrando com a língua. Podia sentir o sistema nervoso da ruiva entrar em colapso, podia sentir o orgasmo dela vindo e não se deu por satisfeito até levá-la duas vezes seguidas ao ápice.

Lydia não aguentava mais, queria Peter dentro de si e o teve. Não precisou pedir duas vezes para sentir o loiro entrando e saindo, estocando devagar e depois rápido, lento e profundo, rápido e preciso e suas unhas cravando nas costas largas dele, seus dentes explorando os lábios e seus olhos expressivos conectados aos olhos azuis encantadores de Peter. O loiro sentiu o orgasmo da ruiva chegando novamente e o seu também, ela o apertava, se contraía e arranhava seus braços com mais e mais voracidade.

Deixou ela se deleitar novamente e aproveitou aquela imagem de uma Lydia entregue o fez querer sair de dentro dela e deixar seu prazer escorrer pela pele delicada de sua barriga e seios e depois esfregou seus lábios pelos bicos rosados da menina e os beliscou com os dentes, sabendo que sua pele estaria sensível. Ela gemia baixo, cansada e alisava o cabelo loiro dele e assim se deixaram descansar, ela se permitiu apagar agarrada a Peter e sentindo seu corpo satisfeito, por enquanto.

Notas finais
Mereço Reviews?