7 Pecados Capitais

22 Violar e destruir


Notas iniciais
Yessss! Desculpem. HAUAHAUHAUAH Mas voltei, finalmente. E TROUXE HENTAI. E trouxe uma antiga visão da Ino. E trouxe... Bem, leiam. E me enviem o que acharam, certo? Boa leitura. :D

Sakura abriu um dos olhos, descrente. Virou-se, encontrando em sua cama a figura de Uchiha Sasuke. Pomposo como sempre foi, de braços cruzados, o moreno disse o nome dela em voz alta.

Sakura.

Abriu o outro olho finalmente. Estava assustada.

Sasuke ouviu tudo.” – Pensou. – “Ouviu tudinho!”

Diferente do que ela imaginou, ele não brincou com o que quer que tivesse escutado. Nem com o que ela viu mais cedo.

– Você irá comigo. – Respirou fundo. A voz estava completamente equilibrada, mas ela não entendeu do que ele falava. – Eu pretendo reconstruir no mesmo lugar o meu castelo, e você será a minha rainha. – Uma breve pausa. Sakura já ganhava diferentes tons de vermelho no rosto. – Mas antes... Preciso te proteger do meu pai. Preciso proteger todo o meu reino dele, na verdade. O que você acha? – Completamente sério, levantou da cama. Sakura quis se esconder debaixo do tapete de pele de persa. – Consegue reinar comigo?

Sakura soltou a respiração, exibindo os olhos bem abertos como prova de seus sentimentos confusos.

– E seu pai?

– O que tem meu pai?

Sakura o olhou. Piscou os olhos duas vezes, respirando fundo.

– Não quero ter medo dele.

– Você tem desde que assumiu o posto de rainha. Não seja incoerente. Eu estarei com você para protegê-la dele, e você reinará por mim e comigo. O que pode ser melhor do que isso?

– Nada. – Ela disse por fim, abaixando os olhos. – Eu quero.

Ele assentiu, perdido no que fazer. Qual seria o próximo passo? Não o planejou.

– Poderá entrar no meu quarto com a minha permissão, pelo menos. — Murmurou, andando até a porta devagar e apreciando o silêncio dela. Era uma demonstração e tanto de agonia. Sorriu.




– Não estou entendendo muito bem. – O homem focou os olhos claríssimos e familiares em Gaara. Humilde como era, não aumentou a voz para o rei. – Majestade, eu vivo aqui há mais de quarenta anos. Nunca tive um filho.

Gaara nem piscou. Desviou os olhos rapidamente, pedindo perdão ao seu Deus antecipadamente pelo fato que omitiria. Era pro bem de seu reino.

– Certo. Me desculpe. Acho que procurei a pessoa errada. – Olhou-o. – Gostaria que você ficasse só com o sul da minha propriedade, fora dela. – Não sorriu. – Aquela casa grande, abandonada. Você sabe qual é, certo?

– Sim senhor.

– É sua. Cuide dela. Não precisa vir cuidar dentro da minha propriedade. Trabalhando e morando ali, pagarei a você pelo zelo que tiver com a casa. Entendido, Yamanaka Inoichi?

O loiro mais velho assentiu. Um sorriso iluminou seu rosto cansado.

– Eu agradeço pela confiança, majestade.



– Imprestável. – Murmurou, retirando a faca com vagareza. O sangue acompanhava o objeto conforme desgarrava do corpanzil enfraquecido. Morto. – O único amigo do diabo, seu tolo. Pra que vou querer um único soldado de todos os meus? – Fugaku esperou alguns segundos. – Como pensei. Você não tem nenhum argumento pra me convencer. Não devia ter vindo desacompanhado para uma guerra.

Soltou seu leal e falecido capacho, olhando para o teto. O corpo foi ao chão, mas a mente do eterno rei Uchiha estava acima, muito além dos meros humanos.

– Por que eu deixaria um reino tão próspero e rico nas mãos do meu filho? – Riu. – Do meu pior filho, Senhor. Desleal, mimado, e fraco. Itachi sim era um bom menino. Desleal, mimado, e forte como eu. Só não mais que eu. – Baixou os olhos para a faca. – Eu sei que você me entende, Senhor. Eu não estou fazendo desfeita com a minha vaga no paraíso que o Senhor certamente me concederá daqui há muitos anos. Estou garantindo que minha estadia na terra também seja gloriosa. É claro que você entende. Itachi teve que ir por mim, e Sasuke também irá. O Senhor os guardará, suponho.

Andando de um lado para o outro, Fugaku pensava enquanto falava. Como um líder nato, podia fazer coisas que um líder qualquer não faria. Podia seguramente conversar com seu precioso Deus enquanto planejava atacar Gaara da areia.

– O moleque é atrevido. Não gostei da rejeição. – Levantou os olhos novamente. – Felizmente não esqueço daqueles que fazem mal ao meu reinado.



Shikamaru preparava o cavalo de Gaara. O ruivo pediu que o soldado Nara fizesse aquilo longe dos olhos curiosos de todos. Foi surpreendido com o pedido, uma vez que o rei nunca o convocou isoladamente. Fez o que lhe foi ordenado com gosto, tomando o cuidado de fazer aquilo longe das vistas de qualquer pessoa. Infelizmente não podia controlar a vista dos convidados nas janelas de seus quartos, e mal imaginava que um assistia ao seu desempenho com o cavalo atentamente.

Em outro quarto, Ino dormia tranquilamente. Despertou por causa de um morno subindo em seus pés. Seus olhos pequenos pelo sono viram uma pantera ruiva avançando, puxando seus lençóis, acariciando suas pernas... Os olhos não estavam direcionados a ela, mas levantavam gradativamente, gravando cada pedaço de seu corpo.

Sorriu, sentindo-se estranha. Era estranho. E agradável.

Ferinas, as mãos branquíssimas alcançaram seu quadril. Puxaram-na com brusquidão, trazendo o corpo que tanto queria para seu completo domínio. Gaara olhou-a nos olhos. Levantou a camisola longa, não ousando tirar os olhos verdes dos dela. Sem levar o pano até o fim, agarrou a calcinha de Ino na primeira oportunidade. Viu os olhos azuis ficarem aguados, enquanto as bochechas avermelhavam discretamente. Soltou o ar pela boca. Não queria ser paciente com ela. Definitivamente não queria.

Observou com minúcia tudo naquela dama e inocente profetiza. Os cabelos longos e dourados estavam espalhados no colchão, e os lábios um pouco secos estavam entreabertos. Massageou-a intimamente de maneira simples, preocupada. Como esperava, os lábios colidiram, apertados numa apreensão de quem não sabe o que esperar. Ela estava com medo e surpresa. Não quis atentar-se a isso. Devagar com os movimentos circulares no ponto de prazer dela, não pensou muito em enchê-la de prazer. Queria ver sua reação. Queria ele estar afogado em prazer. Era tão egoísta...

Em algum momento, a mulher abaixo dele soltou um gemidinho baixo, quase um miado. Gaara sentiu um leve tormento em seu pênis, e decidiu que ele mesmo faria aquilo. Ele mesmo masturbaria aos dois. Isso não bastaria, entretanto. Foi por isso que a penetrou com um dedo devagar, preparando-se para ouvi-la mais alto. De fato, novamente o que ele esperava aconteceu. No segundo dedo, ela largou um gemido manhoso, nada parecido com um doloroso. Os olhos verdes de Gaara da areia quase ficaram da cor de seus cabelos. Seu corpo inteiro travou, num turbilhão inexplicável de... Qualquer coisa que queimava, estalava, consumia e corroía. Correu seus dedos molhados pela barriga dela, avançando pela cama nu. Agarrou os seios de Ino, vendo-a engolir seco. Suas mãos rápidas acariciavam e estimulavam o próprio membro, deixando-o tão duro quanto era possível. As dela, pequenas, estavam agarradas ao lençol.

– Você quer que eu...? — Ela ia perguntando.

– Não. – Ele sorriu. Um sorriso pequeno, anuviado de sentimentos que queriam extravasar. – Faremos juntos. – Não pretendia soar romântico, mas avermelhou depois de ter se ouvido. Beijou a barriga dela, experimentando o gostinho de sua excitação e disfarçando seu rosto quente, envergonhado. Posicionou-se melhor entre as pernas dela, preocupado em olhar a aceitação da cavidade dela. Só de encostar e sentir o viscoso da vontade de Ino escorrendo, desejou rasgá-la completamente.

E fez.

O grito ecoou, fazendo-o ficar completamente desesperado para mexer-se. Seus cabelos vermelhos um pouco crescidos caíam em seu rosto, cobrindo sua testa que começava a suar. Olhou para ela, movendo-se devagar, pronto para sair de dentro dela. Ino mordia o lábio tão fortemente que ele quis mordê-la. Comê-la. Ao invés, colocou sua própria mão, que antes a deixava molhada, em sua adorável e escandalosa boca.

Retirou-se finalmente, voltando para ela devagar. O rubro do sangue de sua bruxa manchando-o pouco, mas o suficiente para deixá-lo ainda mais doente de vontade. Os pelos loiros e adoráveis acompanhando seus movimentos.

Retirou o pênis rápido demais, arrancando agora um gemido rouco, um sorriso genuíno e um olhar apaixonado. Um olhar vidrado.

Sorriu de novo, esquecendo de ser rei. Aprendendo sem querer a ser homem.

E meteu forte, sabendo que aquele erro era inevitável. Certamente tornaria-se frequente.



Gatuno como era, Sasuke treinava o manejo de uma adaga. Conseguiu atingir um pássaro verde, bonito. Isso não era motivo para sentir-se orgulhoso de sua mira. Por que estava tudo tão estranho? Por que não se sentia bem? Fora nomeado rei, mas algo estava tão errado...



Naruto estava deitado na barriga de Hinata. Seu ronco não era alto, e seu corpo não a esmagava. Ela estava acordada desde muito, olhando para o teto tentando explicar ao homem que amava sobre ela e seu primo.

– Naruto? – Chamou baixo, quase inaudível. Surpreendente, ele respondeu com um resmungo. Ela acariciou as costas nuas do Uzumaki, percebendo que estava despertando.

– Vamos fazer sexo agora? – Perguntou baixo também, fazendo-a sorrir. – Hinata, se não for isso, me deixa dormir. Não! – Virou-se para o outro lado, soltando-a. – Nem sexo. Só quero dormir.

– Eu perdi a pureza com Neji. – Disse de repente, cansada de rodear o assunto e pensar em como explicar. – Sou infértil, e por isso meu pai não quis nos casar. Eu era a única herdeira, mas assim que meu pai morreu, dei meu título para ele. Ele aceitou porque, acredite ou não, era mais ganancioso que tudo. Felizmente Neji sempre foi dedicado para tudo, e teve paixão pra reinar.

Devagar, Naruto virou-se de volta para Hinata. Seus olhos azuis bem abertos.

– VOCÊ DEIXOU O NEJI ENTRAR AÍ? – Apontou para o baixo ventre da Hyuuga, vermelho de raiva.

– Você ouviu o resto? – Ela perguntou.

– MEU DEUS. – Gritou, avançando para cima dela. Sentou em seu corpo roliço. – Eu também quero! Hinata, eu quero muito mais do que ele. – Acomodou-se agitado, apoiando as mãos na cama, aos lados do corpo feminino. Aproximou o rosto do dela, fazendo-a rir. Riu também. – Eu juro que quero arrancar o coração dele, mas neste momento o que eu mais quero é você. Eu quero... – juntou as bocas, mas não a beijou. – Você. Muito. – Rindo, o loiro levantou a camisola de Hinata, colocando a cabeça dentro da roupa. – Eu quero esses peitões, entendeu? ENTENDEU, NEJI? São meus. – Colocou a boca neles, lambendo-os. Hinata mexeu-se intranquila, surpresa. – Seu bastardo. São meus. – Enfiou as mãos ali, estapeando um dos seios dela com voracidade. – E serão hoje, pelo resto do dia. E depois também.



Neji voltava o mais rápido que podia. Juntara soldados seus para reconstruírem o castelo de Sasuke, sabendo que a dívida do moreno com ele o traria problemas. O fez mesmo assim. Não podia desamparar o amigo num momento como aquele.

Tenten o acompanhava noutro cavalo, aérea demais. Quieta. Ele também não quis falar nada, ciente de que quando estivessem sozinhos novamente, beijariam-se de novo. Fizeram isso duas vezes no meio da floresta.

Sorriu de lado, batendo as rédeas em seu animal. O sorriso sumiu assim que uma figura materializou-se de repente em sua frente.

– Que saudades, Hyuuga. – Fugaku parecia... Destruído. A aparência estava deplorável.

Neji tomou o cuidado de posicionar o cavalo na frente do de Tenten.

– Majestade. – Neji cumprimentou, ironizando secretamente a pose ridícula do velho Uchiha.

– Onde está meu filho?

– O que você matou?

– Não. Sei bem onde enterrei Itachi. – Vendo os olhos de Neji arregalarem-se, bufou. – Sasuke. Quero saber do bastardinho.

– Não sei, majestade.

– Certo. – Fugaku olhou para a floresta, na direção do reino da Areia. – Agradeço, Hyuuga. Voltem em segurança. – Desejou, sorrindo abertamente. Se Neji não soubesse o que aquele sorriso significava, teria acreditado no desejo do velho. Observou-o sumir a pé pelas folhagens do local. Engoliu seco, virando o olhar para Tenten.

– Vamos logo. Terei que voltar.



Já era noite. O cavalo de Gaara fora apanhado pelo ruivo e preparado perfeitamente para o que estava prestes a fazer. Pulou no animal, ganhando a floresta num ritmo perigoso. Mas não foi longe. Iluminado pela lua, diante dele Fugaku apareceu.

Gaara não esperou ser atacado novamente. Não analisou o estado do Uchiha, que andara até ali desde cedo. Retirou sua espada do suporte, olhando ao redor dos dois.

– Eu não gosto de você. – Fugaku disse, baixando o olhar como um coitado. Gaara estreitou os olhos, sentindo alguns pingos de chuva molhá-lo. Seu cabelo imediatamente grudou em seu rosto. Desceu do cavalo.

– É uma pena. – O ruivo respondeu depois de alguns segundos. Fugaku se aproximou, e alerta, Gaara levantou a espada. Se tivesse que fazer aquilo de novo, faria. Se faria! – Estava indo até você.

– Sabe onde vivo? Eu não reino mais.

– Sou bom em encontrar...

Fugaku enfiou uma faca no ante braço direito do rei da Areia.

– O quê? – Perguntou, vendo a espada vacilar nas mãos do homem. Tomou-a. – Sabe...? Vocês não tem coragem. Sempre demoram demais. – Sorrindo, Fugaku afundou a espada abaixo do peito do Sabaku. Viu-o babar, descrente. Paralisado. – Avise Sasuke que desejo vê-lo. Se é que você consegue voltar para onde quer que o moleque esteja.

Jogou a faca no chão, mas saiu com a espada erguida. Seus cabelos grisalhos e longos balançavam, acompanhando a brisa fria da noite. Seus olhos escuros mesclavam-se à noite.

– Permanecerei vivo! – Gaara gritou, com a mão direita e machucada acima de seu ferimento na altura do abdomem. Começava a ver embaçado. Respirou fundo, fechando os olhos devagar. Quando os abriu novamente, Fugaku olhava para ele. Dois Fugakus.

O segundo entrou no foco de seu olhar cansado. Era Sasuke, que cortava o próprio pai ao meio.